Os benefícios da cannabis no tratamento da Covid

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais. Em dezembro de 2019, houve a transmissão de um novo coronavírus (SARS-CoV-2). Ele foi identificado em Wuhan na China e causou a Covid-19, sendo em seguida disseminado e transmitido de pessoa a pessoa, que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves. Sechat

Não há qualquer evidência de que algum componente da Cannabis seja capaz de enfrentar o vírus. Entretanto, os fitocanabinoides podem desempenhar um papel importante no combate aos sintomas da doença, como a fatal Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Cannabis e Saúde

O vírus SARS-CoV2 é transmitido por microscópicas gotículas de saliva que emitimos em cada respiração. Quando outra pessoa aspira essas gotículas, ele entra pelo sistema respiratório, onde encontra uma enzima chamada ACE2 (sigla em inglês para enzima conversora de angiotensina 2). Essa enzima é fundamental para o ciclo de vida do vírus, já que é onde se encaixa para contaminar as células.

Controlar essa porta de entrada, então, aparece como uma possibilidade de tratamento. A Cannabis, com suas já demonstradas propriedades anti-inflamatórias, como meio para tornar isso possível.

cannabis-medicinal-tratamento-covid

Abaixo você pode conferir as pesquisas mais promissoras sobre a cannabis medicinal para a Covid.

Beilinson Hospital (Israel)

Segundo descobertas iniciais declaradas em uma nota do Beilinson Hospital em Petach Tikvah (Israel), o CBD “tem um impacto positivo em uma série de marcadores inflamatórios que ocorrem em pacientes com coronavírus.”

A maioria dos pacientes com Covid gravemente enfermos que receberam CBD (Canabidiol) para acalmar a inflamação receberam alta do hospital em menos de um mês, conforme mostra o teste conduzido recentemente pelo hospital israelense. Dos 11 pacientes no estudo, oito tiveram alta do hospital de 7 a 30 dias, embora os outros três participantes morreram de complicações do Covid.

Este estudo teve como objetivo, sobretudo, testar a eficácia e segurança do CBD na redução do processo inflamatório da tempestade de citocinas. O fato dos canabinoides conseguirem modular as respostas imunológicas do corpo por meio de sua interação com o sistema endocanabinoide faz com que o CBD se torne um potencial auxiliador da diminuição da inflamação pulmonar causada pela doença.

Aging-US (Albany, Nova Iorque)

estudo publicado “Em busca de estratégias preventivas: novos extratos de Cannabis sativa com alto teor de CBD modulam a expressão de ACE2 em tecidos de entrada de Covid”, publicado pela revista científica Aging-US (Albany/Nova Iorque), concluiu que extratos de cannabis com alto teor de canabidiol (CBD), podem alterar expressão gênica e inflamação geradas pela Covid. 

Os pesquisadores da Aging-US trabalharam sob uma licença da agência governamental Health Canada, desenvolvendo mais de 800 cultivares de cannabis e traçando hipóteses de como o CBD pode diminuir a expressão de ACE2 em tecidos alvo do da Covid. A ACE2 é uma enzima receptora expressa no tecido pulmonar e na mucosa oral e nasal que o SARS-CoV-2 usa para entrar em um hospedeiro humano. Uma vez que a enzima é reduzida – e isso pode acontecer quando em contato com o CBD -, a chance de infecção pelo vírus também diminui.

STERO Biotechs (Israel)

Se um paciente com um caso grave de Covid desenvolver uma tempestade de citocinas, a função imunossupressora dos canabinoides pode ser usada para combater seus efeitos prejudiciais, muitas vezes fatais. “Avaliar a segurança e eficácia de canabinoides isolados ou da Cannabis em geral, em vários estágios da infecção por Covid em ambientes clínicos, é fundamental”, avaliaram os pesquisadores da STERO Biotechs.

Mas, como as citocinas desempenham um papel crucial no combate às infecções, reduzi-las como medida preventiva ou nos estágios iniciais da infecção pode ser uma má ideia. Muitas autoridades alertam contra o uso de agentes de cannabis nos estágios iniciais da infecção. Isso porque a cannabis e canabinoides específicos como o CBD e o THC suprimem as respostas imunológicas.

Universidade de Lethbridge (Canadá)

Em parceria com a Universidade de Lethbridge, a Pathway RX e a Swysh, empresas focadas em pesquisa com cannabis, também concluíram que extratos específicos da planta mostram uma promessa como um tratamento adicional para Covid.

Como resultado, dados iniciais sugerem que 13 extratos de cannabis com alto teor de CBD anti-inflamatório podem modular a expressão de ACE2 em tecidos-alvo da Covid. Além disso, podem regular negativamente a enzima TMPRSS2, que também auxilia a entrada do vírus no corpo. 

Tais dados demonstram que essas linhagens de cannabis com alto teor de CBD têm potencial para se tornar uma adição útil e segura ao tratamento da Covid. Portanto, eles podem ser usados ​​para desenvolver tratamentos preventivos na forma de um anti-séptico bucal ou gargarejo para uso clínico e doméstico.

Medical College of Georgia (Estados Unidos)

Logo no início da pandemia, cientistas do Dental College of Georgia (DCG) e do Medical College of Georgia, demonstraram que o CBD tem a capacidade de melhorar os níveis de oxigênio e reduzir a inflamação e os danos físicos aos pulmões relacionados à síndrome do desconforto respiratório do adulto (SDRA). 

Contudo, este estudo também mostrou os mecanismos por trás desses resultados, evidenciando que o CBD normaliza os níveis de um peptídeo chamado apelina, que é conhecido por reduzir a inflamação. Os níveis deste peptídeo são baixos durante uma infecção por covid. Além disso, a cannabis medicinal pode ter efeitos positivos em alguns sintomas da doença, como dor de cabeça, problemas respiratórios e gástricos.

Além disso, extratos de cannabis de plantas inteiras também mostraram reduzir a coagulação do sangue em modelos animais; sabe-se que muitos dos efeitos sistêmicos negativos da covid parecem estar relacionados à alteração da coagulação, portanto, é possível que a cannabis possa ser útil no manejo dessas sequelas.

Universidade da Carolina do Sul (Estados Unidos)

Não apenas o CBD se mostrou eficaz no tratamento da Covid. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul acreditam que o THC pode ser eficaz contra os sintomas causados ​​pelo coronavírus. Essa afirmação tem como base três estudos realizados pela universidade. Neles, ficou provado que o THC da cannabis ajudou a prevenir uma resposta mortal do sistema imunológico que causa a síndrome respiratória aguda (ARDS) e estimulou bactérias pulmonares saudáveis. Os estudos foram publicados no Frontiers in Pharmacology, no International Journal of Molecular Sciences e no British Journal of Pharmacology.

Quando os cientistas injetaram THC em ratos com SDRA, foi descoberto que a cannabis era eficaz na redução da inflamação e sintomas relacionados. Assim, ao longo dos três estudos que incluíram mais de uma dúzia de experimentos, 100% dos ratos que receberam THC sobreviveram.

“Trabalhamos com cannabis há mais de 20 anos e descobrimos que os canabinoides como o THC são altamente anti-inflamatórios”, disse o coautor do estudo, Prakash Nagarkatti. “Assim, nossos estudos levantam a sugestão empolgante de testar o THC contra a SDRA observada em pacientes com Covid.”

CannaSoul Analytics (Israel)

Os resultados do estudo parecem indicar que a combinação de terpenos e canabinoides usada é até duas vezes mais eficaz do que o corticosteroide dexametasona – um tratamento comum para inflamação – quando usado para reduzir a inflamação de Covid. O estudo foi realizado em parceria com a empresa fabricante de terpenos, Eybna.

O terpeno de Cannabis NT-VRL é uma formulação patenteada de terpenos criada por Eybna. Os terpenos usados ​​na formulação foram selecionados especificamente por suas propriedades antivirais e anti-inflamatórias.

Para o estudo, o CBD e o NT-VRL foram testados individualmente e usados ​​em conjunto, com o combo provando ser o mais eficaz nestes testes iniciais. O estudo não apenas mostra o efeito do terpeno específico de Eybna, mas também que os terpenos em geral podem ter um efeito positivo no tratamento da doença.

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Cannabis é promissora no combate à Covid-19

Em parceria com a Universidade de Lethbridge, a Pathway RX e a Swysh, empresas focadas em pesquisa com cannabis, descobriram que extratos específicos da planta mostram uma promessa como um tratamento adicional para Covid-19. Sechat

“Nossos extratos mais bem-sucedidos exigem validação adicional em uma análise em grande escala e um modelo animal. Ainda assim, nosso estudo é crucial para a análise futura dos efeitos da cannabis medicinal na Covid-19”, dizem os Drs. Igor (CEO da Pathway RX) e Olga Kovalchuk, ambos professores de biologia da Universidade de Lethbridge.

O estudo se concentrou em como certos extratos de cannabis afetaram as proteínas ACE2 e TMPRSS2. Estas proteínas estão embutidas na membrana celular e representam uma porta de entrada chave para o coronavírus entrar nas células hospedeiras. Os pesquisadores usaram extratos de cannabis para modular os níveis dessas enzimas. 

Como resultado, dados iniciais sugerem que 13 extratos de cannabis com alto teor de CBD anti-inflamatório podem modular a expressão de ACE2 em tecidos-alvo da Covid-19. Além disso, podem tambémregular negativamente TMPRSS2. Tais dados demonstram que essas linhagens de cannabis com alto teor de CBD têm potencial para se tornar uma adição útil e segura ao tratamento da Covid-19. Portanto, eles podem ser usados ​​para desenvolver tratamentos preventivos na forma de um anti-séptico bucal ou gargarejo para uso clínico e doméstico.

Por meio do Pathway RX, Kovalchuk gerou mais de 1.000 híbridos de cannabis e os testou em tecidos e células humanas para aprender sobre sua atividade biológica. Dessa forma, essas variedades foram patenteadas e estão atualmente licenciadas para Sundial Growers, um produtor de cannabis licenciado com sede em Alberta e parceiro da Pathway RX.

“A maconha pode impedir alguém de pegar a Covid-19”, afirmaram alguns artigos que viralizaram na internet. A realidade não é bem essa. Cientistas da Universidade Lethbridge, no Canadá, encontraram evidências de que os extratos podem fazer parte de um tratamento para prevenir a doença, mas ainda não há a certeza de que isso funcionará em seres humanos. Veja

Maconha

O estudo feito pelos canadenses foram realizados em laboratório – não em animais, mas utilizando modelos 3D de tecidos orais, das vias aéreas e intestinais de humanos – e não foram revisados por outros pesquisadores.

A proposta canadense identificou que seria possível inibir a entrada do vírus nas células com a utilização de 13 extratos da Cannabis sativa com altos níveis de canabidiol (CBD), uma das substâncias químicas encontradas na planta. O princípio ativo da maconha atuaria bloqueando o acesso do novo coronavírus à enzima ECA-2 (enzima conversora da angiotensina 2), que é a porta de entrada para que ele se ligue às células do corpo humano.

“É um estudo em laboratório, não foi feito nenhum ensaio em seres humanos. É apenas uma especulação de que talvez se usar esse extrato em seres humanos, em um enxaguante bucal, pasta de dente, algo que você pode engolir, você pode bloquear os receptores das células quando o vírus tenta entrar. Não existem evidências científicas de que isso vai funcionar, é só uma possibilidade”, pondera Alexandre Barbosa, chefe da Infectologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e do Hospital das Clínicas de Botucatu, no interior de São Paulo.

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Aplicativos para fazer chamada de vídeo

Alguns aplicativos são focados na chamada de vídeo entre duas pessoas, enquanto outros permitem que um grupo todo se reúna online até para compartilhar a tela, escolha um e faça seu trabalho e tudo mais remotamente acontecer! Lucas Limatecnoblog

1. WhatsApp

Talvez não seja o mais popular para chamada de vídeo, mas é o que a maioria usa para se comunicar. Permite chamada individual ou em grupo para até quatro pessoas, bastando que as quatro estejam em um mesmo grupo.

WhatsApp está ganhando um novo atalho em sua versão beta para Android: trata-se de um botão que leva você para o Salas do Messenger (Messenger Rooms), recurso do Facebook que permite fazer chamadas de vídeo com até 50 pessoas. Isso também estará disponível em breve no WhatsApp para iPhone e web, assim como no Instagram. Curiosidades na Internet

2. Facebook Messenger

Se precisar de mais pessoas, o Facebook Messenger permite a conexão com até 50 em uma chamada de vídeo, desde que estejam todos em um mesmo grupo. Funciona no aplicativo para Android, iOS ou na web (usando os navegadores Google Chrome, Microsoft Edge ou Opera).

chamada de vídeo do facebook messenger

3. Instagram

O Instagram permite que até seis pessoas conversem em uma videoconferência pelo Direct, no aplicativo para Android e iOS. Não é necessário que uma siga a outra, mas depende que a outra tenha configurado corretamente as notificações para receber solicitações de bate-papo ao vivo de qualquer um.

4. FaceTime

No FaceTime, para dispositivos Apple com iOS ou macOS (iPhone, iPad, iPod touch, Mac) é necessário ter o número de telefone ou e-mail que o contato usou para se registrar no FaceTime. As chamadas de vídeo podem ser feitas com até 32 pessoas desde que a versão do iOS seja a 12.1, no mínimo. Para quem tiver com uma versão inferior, videochamada será apenas entre duas pessoas.

5. Google Duo

O Duo é um app do Google focado em videochamada. Permite que até 12 pessoas se reúnam na conversa. Pode ser usado tanto em navegadores quando baixado para Android e iOS. Só é necessário ter o número do contato para o qual deseja ligar, desde que ele também use o Duo.

google duo videochamada

6. Google Hangouts (ou Meet)

Hangouts é um mensageiro atrelado à conta do Google, disponível no AndroidiOS ou pela web. Uma das funcionalidades é a possibilidade de compartilhamento de tela, quando usado pelo computador ou iOS. É possível conversar em até 10 pessoas que também tenham uma conta do Google.

Meet é uma variante para usuários do G Suite, plano corporativo que é pago, e estende o máximo para 100 ou 250 pessoas em uma chamada, dependendo da assinatura. Essa modalidade oferece recurso de gravação da conferência.

7. Zoom

Zoom tem como foco o público corporativo e está nas principais plataformas. As chamadas de vídeo são ilimitadas quando ocorrem entre duas pessoas. No plano gratuito, é possível formar um grupo de até 100 pessoas para a conferência, mas há um limite de 40 minutos na duração da conferência.

Outros planos aumentam o suporte para até 1000 pessoas e duração ilimitada. Oferece o recurso de compartilhamento de tela. Permite gravar a chamada.

8. Skype

Skype permite a chamada de vídeo em até 50 pessoas sem limite de tempo. Todos precisam ter uma conta no serviço para usar. Também está disponível nas principais plataformas e oferece o compartilhamento de tela até pelo celular. Permite gravar e baixar a conferência para revê-la no futuro.

skype permite chamada de vídeo em até 50 pessoas

9. IMO

Imo é um aplicativo de chat para Android e iOS que também oferece chamada de vídeo, semelhante ao funcionamento do WhatsApp. Inclusive, é preciso adicionar as pessoas pelo número de telefone, já que a conta é criada por esse meio também. Há opção de chat em grupo, porém o Imo não especifica o limite de usuários para uma conferência.

10. Viber

Semelhante ao WhatsApp e Imo, o Viber também vincula o número de telefone para criar uma conta ou adicionar contatos. Por outro lado, é mais limitado, pois só permite a chamada de vídeo entre duas pessoas. Há aplicativos para Android, iOS, Windows, macOS e Linux.

11. JusTalk

Com aplicativos para iOS e Android, o JusTalk permite que até 50 pessoas se reúnam em uma chamada de vídeo pelo celular. Permite a gravação da chamada. É necessário criar a conta para obter o JusTalk ID. Há um plano premium que remove anúncios e permite gravações de maior qualidade.

12. WeChat

O WeChat é outro mensageiro que permite criar chamadas em vídeo com um grupo de até nove pessoas. Os contatos podem ser adicionados pelo número de telefone ou ID do WeChat, algo como é feito no Telegram. Além dos aplicativos para os principais sistemas operacionais, o WeChat pode ser usado também na web.

13. Discord

O Discord é bem conhecido entre jogadores e grupos de estudo. A chamada de vídeo pode ser feita com até 10 pessoas e todas podem compartilhar a tela ao mesmo tempo. Há aplicativos para Windows, macOS, iOS, Android e Linux. Todas precisam de uma conta para acessar a plataforma.

discord / divulgação

14. Snapchat

Snapchat, o aplicativo que deu luz ao formato de Stories, ainda está vivo e permite a chamada de vídeo em um grupo de até 15 pessoas. Disponível para Android e iOS, basta ter uma conta na plataforma para conseguir fazer as conferências. Não há compartilhamento de tela, mas os usuários podem usar os filtros e lentes do app durante a reunião.

15. Houseparty

O Houseparty ganhou força no Brasil durante a quarentena em decorrência do coronavírus (causador da Covid-19), apesar de existir desde 2016. É  necessário usar o número de celular para criar uma conta e encontrar as outras pessoas. Uma das coisas legais é a possibilidade de jogar durante a videochamada. Permite juntar até oito pessoas e tem apps para celular e computador.

Resumo: apps para chamada de vídeo

AplicativoChamada de vídeo?Videochamada em grupo?Compartilhamento de tela?
WhatsAppSimSim, até 4 pessoasNão
Facebook MessengerSimSim, até 50 pessoasNão
InstagramSimSim, até 6 pessoasNão
FaceTimeSimSim, até 32 pessoas a partir do iOS 12.1Não
Google DuoSimSim, até 12 pessoasNão
Google HangoutsSimSim, até 10 pessoasSim
Google MeetSimSim, até 250 pessoas no plano mais caroSim
ZoomSimSim, até 1000 pessoas no plano mais caroSim
SkypeSimSim, até 50 pessoasSim
IMOSimSim, não especifica limiteNão
ViberSimNãoNão
JusTalkSimSim, até 50 pessoasNão
WeChatSimSim, até 9 pessoasNão
DiscordSimSim, até 10 pessoasSim, todas ao mesmo tempo
SnapchatSimSim, até 15 pessoasNão
HousepartySimSim, até 8 pessoasNão

16. Tango

Mensagens instantâneas e videochamada com o Tango

Além de funcionar como mensageiro, o Tango é quase como uma rede social, o recurso de videochamadas de alta qualidade de som e imagem, sendo fácil encontrar alguém com quem conversar. Para baixar o Tango, selecione o sistema operacional: Android / iOS.

17. Microsoft Teams

Microsoft teams

Com um perfil mais corporativo, o Microsoft Teams é um serviço que tem como objetivo facilitar o trabalho em equipe à distância. Em um só programa, é possível criar fluxos de atividade, bater papo no chat e elaborar documento sem conjunto. Emerson Machado- AppGeek

O recurso de reuniões online conta com com áudio e vídeo em HD e garante a participação de até 250 pessoas. No entanto, só está presente no plano pago. A ferramenta permite ainda realizar eventos online, como palestras, com até 10 mil pessoas.

A versão gratuita conta apenas com videochamada simples, entre duas pessoas, com opção de compartilhamento de tela: Android | iOS | Windows

18. Zooroom

zooroom

O Zooroom é app de videoconferência que busca levar praticidade aos usuários. Uma pessoa cria sua sala de bate-papo, envia o link para os amigos, ai é só baixar o aplicativo (Android | iOS), sem a necessidade de fazer qualquer cadastro ou assistir a publicidades. O videochat em grupo suporta até 12 pessoas. Se já conhece a sala de algum amigo, basta procurar pelo nome e acessar. Taysa Coelho – AppGeek

É possível optar a câmera de qual pessoa ver em destaque, ao tocar sobre ela. Se quiser apenas ouvir o papo, você pode silenciar seu microfone tocando duas vezes sobre o seu vídeo. Cansou da conversa? Deslize o dedo para a direita e já estará fora do bate-papo.

19. Line

Line
Line

O LINE é outra plataforma de mensagens imensamente popular, que afirma ter impressionantes 600 milhões de usuários ativos em todo o mundo. Como se constata, também faz chamada de vídeo. Há suporte para várias plataformas, para que você possa fazer chamadas usando seu computador ou seu celular. Junto com isso, você receberá mensagens instantâneas, recursos de redes sociais, bate-papos em grupo, converse simultaneamente com até 200 amigos em seu grupo. Oficina da Net

20. ooVoo

Aplicativo que vai além da simples videochamada e permite que você se reúna em grupo durante uma transmissão de vídeo, algo parecido com o Hangouts. Aqui, cada um em seu aparelho, você e seus amigos podem criar uma transmissão coletiva em que todo mundo vê e é visto. Canaltech

Videochamada no Android

Os desenvolvedores garantem que o aplicativo conta com uma tecnologia capaz de reconhecer as limitações da sua conexão, adaptando as chamadas às possibilidades da sua internet. Além disso, chamadas de voz, mensagens de texto e troca de fotos também são possíveis com o ooVoo.

21. Talky

A Talky usa URLs exclusivos que você pode compartilhar com aqueles com quem quer se encontrar. Basta criar uma sala e compartilhar o URL com seus parceiros de bate-papo por vídeo e compartilhar a tela de maneira simples para grupos de até 6 pessoas.

22. Kakao

Muito popular no Japão e na Coréia do Sul, o app Kako (Android | iOS) oferece poucas novidades para ligação além das citadas anteriormente neste artigo, o, seus diferenciais são os serviços oferecidos em conjunto. Awebic

23. ICQ

ligações gratuitas icq

O saudoso ICQ (Android | iOS) voltou à ativa nos últimos anos e agora o desafio é justamente se diferenciar do restante dos apps que oferecem praticamente as mesmas coisas. Usando o aplicativo você só pode se comunicar com pessoas que também estejam usando o app. O ICQ tem app para desktop nos sistemas Windows, Mac OS X e Linux.

O Telegram tem chamada de vídeo?

Infelizmente ainda não há uma opção para fazer uma chamada de vídeo pelo Telegram (Android | iOS | Windows Phone), a empresa informou que adicionará o recurso de videochamadas em grupo ainda esse ano ao seu popular aplicativo de mensagens. Oficina da Net

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Centro de Mídias SP

A programação do canal 2.3 TV Educação e do aplicativo Centro de Mídias SP foi inaugurada nesta segunda-feira (06/04/2020), com uma aula de robótica da professora Débora Garofalo, eleita uma das dez melhores professoras do mundo em 2019, falou ao vivo na TV Educação, com transmissão simultânea pelo Centro de Mídias SP, sobre cultura maker, robótica e sustentabilidade. O estudante aprendeu como construir uma mão mecânica com papelão e barbante. O secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, entrou no ar para dar as boas-vindas a todos os alunos, professores e demais participantes da transmissão. Portal do Governo

O Centro de Mídias da Educação de SP é uma plataforma que vai permitir que os 3,5 milhões de estudantes da rede estadual tenham acesso gratuitamente a aulas ao vivo, videoaulas e outros conteúdos pedagógicos durante o período do isolamento social provocado pelo combate ao covid-19. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

O Centro de Mídias SP disponibilizará aulas ao vivo ministradas pelos professores da rede, a plataforma também contará com aulas de youtubers, permitindo que os alunos façam interações por meio de chat e vídeos. As aulas serão operadas em dois estúdios da Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Professores da Educação do Estado de São Paulo (Efape), vinculada à Secretaria Estadual da Educação (Seduc).

A plataforma que vai viabilizar ensino presencial mediado por tecnologia já está disponível para acesso, com conteúdos diários. A ideia é que todos se familiarizem com a ferramenta antes do início de retorno das atividades escolares oficiais, em 22/04. Inclusive, a equipe que está na produção. Assim, nas próximas semanas poderá haver restrições de acesso e queda de transmissões, e por isso contamos com a colaboração e a compreensão de todos. Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação do Estado de São Paulo “Paulo Renato Costa Souza”

O download do aplicativo do Centro de Mídias SP está disponível para os sistemas Android e IOS. Para ter acesso, estudantes e professores da rede estadual terão de fazer o login com os mesmos dados usados na Secretaria Escolar Digital (SED).

O aplicativo https://centrodemidiasp.educacao.sp.gov.br/Centro de Mídias SP foi desenvolvido pela IP.TV e doado à Seduc. A pasta patrocinará internet para que alunos e professores da rede tenham acesso aos conteúdos via celular, sem qualquer custo.

Para isso, firmará contrato com cada uma das quatro maiores operadoras de telefonia: Claro, Vivo, Oi e Tim. Dessa forma, todo o estudante da rede poderá desfrutar das atividades do aplicativo sem utilizar o pacote 4G do celular, sinal de internet wi-fi, ou mesmo quando estiver sem créditos.

Os alunos dos anos iniciais terão programação específica transmitida pelo canal TV Educação e ainda receberão um material impresso disponibilizado pela Seduc. Assim, os alunos da rede estadual poderão contar com diferentes canais de transmissão e interatividade para continuar aprendendo mesmo durante o período da quarentena.

As ferramentas disponibilizadas pela pasta continuarão sendo usadas depois da reabertura das escolas para complementar as atividades presenciais.

Os Anos Iniciais também serão contemplados com programação específica, transmitida pela TV Educação. E para apoiar os pais, a SEDUC-SP enviará material impresso.

Campo Grande (MS), 13/11/2018 – O Ministério da Educação lançou nesta terça-feira, 13, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e apoio da TV Escola e da Fundação Roberto Marinho, o Centro Nacional de Mídias da Educação (CNME), uma proposta inovadora de ensino presencial mediado por tecnologia. O lançamento foi feito pelo ministro da Educação, Rossieli Soares, na escola estadual Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande (MS). Ministério da Educação

“Precisamos pensar a educação olhando para o que está acontecendo no mundo”, declarou o ministro. “A tecnologia chegou e temos que nos apropriar dela, cada vez mais, para dar oportunidade aos nossos jovens, utilizando o conhecimento dos nossos professores. Esse projeto traz tecnologia como forma de apoio, utilizando os professores que temos Brasil afora”.

“Nós começamos com 150 escolas, testando, conhecendo e construindo com os professores e com os alunos; estamos ainda aprendendo”, lembrou o ministro da Educação. “É um processo importante de aprendizado. “Agora a porta está aberta para a adesão de outras escolas, de outros estados. Temos hoje 17 estados trabalhando nesta primeira etapa e queremos, já no próximo ano, chegar a algumas centenas de escolas a mais e, quem sabe, tendo o desejo das redes e das escolas, chegar a milhares em muito pouco tempo”. 

Agora é com você: PROJETOS para FAZER EM CASA, Cursos online e conteúdos gratuitos, FGV libera 55 cursos online gratuitos, Cursos na USP, Resuscitation, 80 atividades para crianças: simples, divertidas, de baixo custo e todas dentro de casa, Museu Pelé, The Disgusting Food Museum, The Metropolitan Museum of Art, Computer History Museum

Grandes marcas ressignificam a palavra luxo

As primeiras grandes marca a anunciarem que alterariam suas plantas fabris para produzir uniformes médicos e máscara na Itália foram Gucci, Armani, Valentino, Prada, Salvatore Ferragamo, Fendi e Miroglio. Para isso, as marcas precisaram de certificações que foram concedidas em menos de 10 dias. A maioria entrega os tecidos às costureiras que trabalham em casa. Mas a Prada, por exemplo, manteve sua fábrica aberta em Peruggia, exclusivamente para essa nova produção. Os trabalhos adaptados, que começaram dia 18 de março, tinham como meta entregar até a semana anterior à Páscoa 110 mil máscaras de proteção e 80 mil jalecos médicos. A Gucci deve produzir um milhão de máscaras e o grupo Armani também alterou toda a sua linha de produção para confeccionar macacão de proteção para uso único, e, no dia 23 de fevereiro de 2019, decidiu fazer o desfile sem público para evitar aglomerações na Fashion Week de Milão. Marcia Carinicasa.com.br

A produção dos perfumes mais caros do mundo foram interrompidas para dar espaço a tonéis de álcool gel. A LVMH, que é um grupo francês responsável pelos perfumes de grandes grifes – Dior, Givenchy e Gerlain – deve entregar cerca de 12 toneladas de álcool gel – atualmente, artigo de primeira necessidade.

No mundo, o principal fabricante de respiradores artificiais – máquina fundamental no tratamento de pessoas acometidas com a forma grave da doença – é o grupo suíço Hamilton Medical. Eles têm capacidade de produzir 220 aparelhos por semana e se organizaram para dobrar esse número. Empresas como a Airbus, a Ford, A Rolls Royce, a Siemens e a Mercedes Benz estão mudando suas fábricas e ampliando as junções com fornecedores de peças para produzir esses equipamentos. A McLaren e a Universidade de Southampton criaram o protótipo de um capuz com capacidade de proteger profissionais de saúde. O novo equipamento entrega ar limpo, 99,6% livre de bactérias, a quem o usa. As iniciativas dessas grandes marcas começaram no Reino Unido, foram adotadas por outros parques industriais na Europa, e se ampliaram para os Estados Unidos.

No Brasil, a fábrica da Mercedes Benz foi a primeira a se estruturar para a produção de respiradores de baixo custo. Mas o Senai fez uma parceria com onze grandes empresas para consertar respiradores que estão parados por falta de manutenção. Arcelor Mittal, Fiat, Ford, GM, Honda, Jaguar, Land Rover, Renault, Scania, Toyota e Vale estão juntos no recolhimento e organização desse material. Segundo a Associação Catarinense de Medicina e a Lifeshub Analytics, estima-se que chegue a 3600 o número de respiradores encostado por falta de manutenção. Além disso, com o aumento da pandemia, muitos aparelhos deverão ser revisados devido ao uso intenso. A ideia é que tanto as linhas industriais estejam preparadas para isso (higienizadas e com as ferramentas adequadas) quanto os técnicos estejam treinados para a realização dos consertos ou, quem sabe em breve, a montagem de novas máquinas.

Luxe-se: Tecnologia em Sistemas de Computação, Brasileiros criam antena que faz celular funcionar mesmo sem sinal, Cursos online e conteúdos gratuitos, Dolly vai a luta, O filtro de barro, Memória Quântica made in Rusnet, Córnea feita de células-tronco “reprogramadas”

Live Coronavírus de 05/04 (A situação do mundo e do Brasil) #FiqueEmCasa + Roda Viva

Como estamos perdendo o número de casos reais, equipamentos de proteção que não vêm, a necessidade de se acompanhar o coronavírus cidade a cidade, estratégias que a Gripe Espanhola ensina e qual a diferença entre a COVID-19 e o H1N1 de 2009.

Atila Imarino: http://lattes.cnpq.br/4978322672579487

Peixe Babel: @canalpeixebabel no Instagram e no Twitter

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Roda Viva | Atila Iamarino | 30/03/2020

No Roda Viva, a jornalista Vera Magalhães recebe o biólogo Atila Iamarino, Doutor em microbiologia pela USP, com pós-doutorado em Yale, Fundador da maior rede de blogs de ciência do País, o Science Blogs Brasil, afirma que se não forem tomadas as devidas providências, o mundo vai enfrentar um cenário de apocalipse., Iamarino alerta que o Brasil precisa parar e só devem ser mantidas as atividades essenciais.

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Atilize-se: Corona, Broncopneumonia e o Sistema Financeiro, quem leva a melhor?!?, Gastronomia Funcional, A CEBOLA: O ELIXIR DESCONHECIDO, Informação sobre o coronavírus (Covid-19), Corona Vírus, dicas., La Agroecología en tiempos del COVID-19, Imunidade de rebanho, Contagion, OS MACACOS ENTRARAM NA IDADE DA PEDRA

Cursos online e conteúdos gratuitos

Nesse período de isolamento compulsório, empresas de streaming, livros digitais e instituições de ensino liberam acesso gratuito ao seu conteúdo durante a quarentena da COVID-19. Joy Macedo

Livros e notícias

  • AmazonLivros de graça para o Kindle. Títulos sobre sociologia, educação, psicologia, política, entre outros.
  • Jornais brasileiros: Ao menos 12 publicações brasileiras liberam conteúdo liberaram nos seus sites o acesso de não assinantes à reportagens sobre o novo Coronavírus. Folha (SP), O Estado de S.Paulo, Correio (BA), O Povo (CE), GaúchaZH (RS), O Correio do Povo (RS), Jornal do Comércio (RS), Gazeta do Povo (PR), NSC Total (SC), A Gazeta (ES) e O Popular (GO) fazem parte dos que derrubaram o paywall.

Filmes e séries

  • GloboPlay: Liberado por 30 dias para não assinantes.
  • Oi: Sinal aberto de diversos canais até o dia 28 de março para assinantes de todo o país. Incluindo canais como Nick, Nick Jr, E!, AXN, A&E, Lifetime, Cinemax, Sony, Telecine, Paramount.
  • Vivo: Canais liberados no Vivo Play, além de bônus de internet móvel por dois meses para clientes ativos de planos pós-pagos e controle, bem como na ativação e renovação da promoção Vivo Turbo no pré-pago.
  • Claro: Canais liberados de TV por assinatura e Wi-Fi público. Para ter acesso, basta assistir aos vídeos informativos do Ministério da Saúde sobre o Coronavírus.
  • Sky: Assinantes terão mais de 70 canais disponíveis por tempo indeterminado.
  • Spcine Play: Plataforma pública de streaming do Brasil. A curadoria exibe filmes das principais mostras e festivais de cinema de São Paulo, incluindo shows, espetáculos, palestras e performances. Conteúdo gratuito por 30 dias.

Para as crianças

  • Kinedu: App oferece mais de 1.800 atividades de desenvolvimento divertidas para crianças de 0 a 4 anos. O app está disponível para Android e iOS e o conteúdo está liberado até 15 de abril.

Cursos online gratuitos

  • Impacta TecnologiaO centro de ensino disponibilizou diversos cursos gratuitos, a lista vai desde os avançados como Big Data aos clássicos do dia a dia, em finanças, design, marketing e outros.  A experiência de aprendizado é similar a uma plataforma de streaming: a pessoa escolha o curso, a lista de favoritos, a certificação e outros detalhes em tempo real.
  • Harvard: 100 cursos online gratuitos em áreas como Arte e Design, Negócios e Gestão, Ciência da Computação, Governo, Leis e Política, entre outros.
  • Oxford University: Conteúdo gratuito de seus principais periódicos e recursos online para auxiliar pesquisadores, profissionais da medicina, gestores políticos e demais profissionais que trabalham na abordagem dessa emergência de saúde pública.
  • MIT:  Dentre os cursos gratuitos oferecidos pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) estão temas como Circuitos e eletrônica, Equações diferenciais, Arquitetura, Introdução a engenharia aerospacial, Introdução a aerodinâmica, Introdução a Ciência da Computação e Programação Usando Phyton, entre outros.
  • Notorium Play: Plataforma oferece cursos de direito gratuitos por 30 dias. Conteúdo inclui congressos online, aulas, documentários, mini cursos, entre outros.
  • Stoodi: Acesso gratuito às videoaulas e banco de exercícios durante 30 dias.
  • SENAI: O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial liberou 12 cursos online gratuitos com certificado. Áreas de TI, Finanças, Empreendedorismo e outros.
  • Udemy: Plataforma liberou 40 cursos online gratuitos da área de programação e tecnologia.
  • FGV: Fundação Getúlio Vargas liberou 55 cursos online gratuitos e com certificado. Dentre as áreas estão: Direito, Administração, Marketing, RH e outros.
  • Olhar de Cinema+: Para profissionais de audiovisual. Vídeos de Insights, Cineclube e Transmissão ao vivo gratuitas. tecmundo

A melhor saída é se adaptar à nova realidade e aproveitar as oportunidades que surgirem, é uma ótima maneira de usar o seu tempo e adquirir mais conhecimento. Juliana Morales – Guia do Estudante

Harvard

A famosa Universidade Harvard, nos Estados Unidos, liberou mais de 100 cursos gratuitos (totalmente em inglês) em sua plataforma online para diversas áreas. Entre elas, estão: Artes e Design, Ciências Sociais, História e Ciência Ambiental. Os cursos podem ser acessados diretamente no site da universidade.

Udemy

A rede abriu mais de 400 cursos gratuitos para quem deseja aprender técnicas básicas de informática. De Excel a aulas mais complexas, como programação para crianças com ferramenta do MIT. Confira os cursos no site da Udemy.

Senai

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) está com 12 cursos online gratuitos com certificação. Os temas são: Consumo Consciente de Energia, Desenho Arquitetônico, Educação Ambiental, Empreendedorismo, Finanças Pessoais, Fundamentos de Logística, Logística de Programação, Propriedade Intelectual, Segurança do Trabalho, Metrologia, Noções Básicas de Mecânica Automotiva e Tecnologia da Informação e Comunicação. Todos os cursos dão certificado aos alunos. Mais informações no site.

USP

Na plataforma Coursera, é possível achar 17 cursos online disponibilizados pela Universidade de São Paulo (USP). Marketing, ciência da computação, design, biologia são algumas das áreas de estudo. Para acessar os links, basta ir ao site do Coursera e pesquisar por “Universidade de São Paulo”.

LinkedIn

O LinkedIn liberou gratuitamente o conteúdo chamado “Trabalho Remoto: Colaboração, foco e produtividade”. São mais de 10 tópicos de estudo com professores, escritores e especialistas de diversas áreas, somando mais de 10 horas de curso. Para acessar o conteúdo, basta ir ao site do LinkedIn e escolher o tópico que você quer estudar.

IFRS

O Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) também disponibilizou diversos cursos online de diferentes áreas – a lista completa de opções está no site. Para escolher o curso e se inscrever, acesse o portal de cursos do IFRS.

Cursos de inglês

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) oferece o curso de Escrita em Língua Inglesa através do Ensino a Distância, que pode ajudar na carreira do aluno. Conheça o curso clicando aqui.

A SEDA College, escola de idiomas localizada em Dublin, na Irlanda, também irá disponibilizar, gratuitamente, todo o conteúdo de sua plataforma de cursos, a SEDA College Online. São mais mais de 50 cursos em vídeo-aulas, ministrados por uma equipe de oito professores, e que atendem do nível básico ao avançado. Para acompanhar as aulas ao vivo, é preciso fazer uma inscrição até o dia 29 de março, pelo site.

Universalize-se: Universidades do mundoSilêncio, aulas?Memória aprimoradaLivro de JóGrafeno x tudoEu tenho DownEnem em Portugal?!?O ( Pi ) π e o ( Phi ) ΦUm mar de informações!!!Mapa mentalHumans

Uma pandemia simulada?!?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou em 28 de fevereiro de 2020:

Em 21 de fevereiro de 2020, a Comissão Nacional de Saúde da China informou que 36.157 pacientes foram designados como curados e receberam alta do hospital, as pessoas receberam tratamento e estão se recuperando da infecção pelo vírus. Michel Chossudovsky

De acordo com a Administração Nacional de Produtos Médicos da China, os hospitais estão usando o Favilavir, um medicamento antiviral, “como um tratamento para o coronavírus com efeitos colaterais mínimos”.

The Economist relata que “o coronavírus espalha o racismo contra e entre os étnicos chineses”

Liderados pela desinformação da mídia, há outra dimensão. Pânico nas bolsas de valores. O medo do Coronavírus provocou a queda dos mercados financeiros em todo o mundo.

Coronavírus, Evento 201, Pandemia, Wuhan, Guerra Biológica, Controle, Vacina, 5G

Em 18 de outubro de 2019, o Johns Hopkins Center for Health Security, Baltimore realizou uma simulação cuidadosamente projetada de uma epidemia de coronavírus chamada nCoV-2019. A simulação foi realizada apenas 2 meses antes do surto de COVID-19.



No Evento 201 Simulação de uma pandemia de coronavírus, um colapso de 15% dos mercados financeiros foi “simulado”. Não foi “previsto” de acordo com os organizadores e patrocinadores do evento, que incluiu a Fundação Bill e Melinda Gates, bem como o Fórum Econômico Mundial.

Coronavirus Epidemic: WHO Declares a “Fake” Global Public Health Emergency

A simulação realizada em outubro, intitulada nCoV-2019, foi realizada apenas 2 meses antes do surto de COVID-19. O que deve ser entendido é que os patrocinadores do “exercício de simulação” de John Hopkins são atores poderosos e conhecedores, respectivamente, nas áreas de “Saúde Global” (Fundação B. e M. Gates) e “Economia Global” (WEF).

O Johns Hopkins Center for Health Security, em parceria com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de alto nível em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou áreas em que parcerias público-privadas serão necessárias durante a resposta a uma pandemia severa, a fim de diminuir as conseqüências econômicas e sociais em larga escala.

Recentemente, o Center for Health Security recebeu perguntas sobre se esse exercício de pandemia previu o atual novo surto de coronavírus na China. Para deixar claro, o Center for Health Security e os parceiros não fizeram uma previsão durante o exercício de mesa. Para o cenário, modelamos uma pandemia fictícia de coronavírus, mas declaramos explicitamente que não era uma previsão. Em vez disso, o exercício serviu para destacar os desafios de preparação e resposta que provavelmente surgiriam em uma pandemia muito grave. Agora não estamos prevendo que o surto do nCoV-2019 matará 65 milhões de pessoas.

Muitas publicações, além disso, assinalam que o novo coronavírus que assola a China teria sido criado pelos Estados Unidos e mostram como supostas provas algumas patentes antigas, mencionando o próprio Bill Gates como dono de uma delas. A AFP verificou essas postagens e você pode conferir a checagem em português e espanhol.

Em comunicados à imprensa publicados durante o encontro, o Centro para a Segurança de Saúde explicou que o Evento 201 era “um exercício multimídia de pandemia do qual participaram líderes governamentais, da política, de saúde pública e empresas globais que pertencem a indústrias-chave na resposta a pandemias e para que as economias e as sociedades se mantenham ativas durante um surto intercontinental grave e de transmissão rápida”.

De acordo com a descrição fornecida no vídeo do evento, o vírus fictício usado no exercício foi denominado Síndrome Pulmonar Associada ao Coronavírus (CAPS, na sigla em inglês). A história criada para a simulação relata que o vírus, que se espalhou pelo mundo, começou no Brasil, onde foi transmitido de porcos para humanos, provocando sintomas respiratórios que iam desde leves gripes a pneumonias severas.

El evento 201 simula un brote de un nuevo coronavirus zoonótico transmitido de murciélagos a cerdos a personas que eventualmente se vuelve eficientemente transmisible de persona a persona, lo que lleva a una pandemia severa. El patógeno y la enfermedad que causa se basan en gran medida en el SARS, pero es más transmisible en la comunidad por personas con síntomas leves. Beatriz Talegón

La enfermedad comienza en granjas porcinas en Brasil, de manera silenciosa y lenta al principio, pero luego comienza a propagarse más rápidamente en entornos de atención médica. Cuando comienza a extenderse eficientemente de persona a persona en los barrios de bajos ingresos y densamente poblados de algunas de las megaciudades de América del Sur, la epidemia explota. Primero se exporta por transporte aéreo a Portugal, Estados Unidos y China y luego a muchos otros países. Aunque al principio algunos países pueden controlarlo, continúa extendiéndose y reintroduciéndose, y finalmente ningún país puede mantener el control.

No hay posibilidad de que haya una vacuna disponible en el primer año. Existe un medicamento antiviral ficticio que puede ayudar a los enfermos pero no limitar significativamente la propagación de la enfermedad.

Como toda la población humana es susceptible, durante los primeros meses de la pandemia, el número acumulado de casos aumenta exponencialmente, duplicándose cada semana. Y a medida que se acumulan los casos y las muertes, las consecuencias económicas y sociales se vuelven cada vez más graves.

El escenario termina a los 18 meses con 65 millones de muertes. En ese momento la pandemia comienza a disminuir debido a la disminución del número de personas susceptibles. La pandemia continuará hasta que haya una vacuna efectiva o hasta que el 80-90% de la población mundial haya estado expuesta. A partir de ese momento, es probable que sea una enfermedad infantil endémica. Diário 16

O objetivo da simulação não era provocar medo, eles esperavam que isso servisse como uma experiência de aprendizado, destacando tanto o impacto potencial de uma pandemia quanto as lacunas atuais na preparação para esse tipo de problema, foi criada uma lista de sete ações que os líderes dos setores públicos e privados podem executar para ficarem prontos caso um cenário semelhante ao do Event 201 aconteça. Olhar Digital

Notificação de casos de doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19). Plataforma IVIS

Simulize-se: Simulação de Estupro?!?, Simulador Solar, IMPRESSORA BRAILE FEITA EM LEGO, FAZENDA SOLAR, Projeto oferece coleta de lixo orgânico por assinatura e devolve adubo ou hortaliças,