Milk blood

Um homem de 39 anos na Alemanha foi até um hospital sentindo náuseas, vômitos, dores de cabeça e muita agonia. Logo os médicos perceberam que o problema era mais grave do que aparentava: o paciente tinha no lugar do sangue uma substância branca e espessa como o leite. Na verdade, o homem tinha muita gordura em seu sangue, uma condição que poderia tê-lo matado se os médicos não tivessem recorrido a um tratamento há muito tempo abandonado, iniciado e utilizado por curandeiros milhares de anos atrás.


🖤Crystxl Hearts🔮 Blood and Milk. Red White Blood Milk

Como não era possível realizar a plasmaférese, os médicos do Hospital Universitário de Colônia se voltaram para uma opção muito mais antiga e agora desacreditada, um tratamento praticamente esquecido que em grande parte não é praticado na medicina tradicional desde os séculos 18 e 19: a famosa sangria.

Essa antiga técnica, que intencionalmente retira o volume sanguíneo do corpo, pode ser rastreada até o antigo Egito há cerca de 3.000 anos, e já foi uma das formas mais comuns de operação “médica”. Naqueles tempos, entretanto, a medicina em si era um conceito completamente diferente do que é hoje, e atualmente a sangria é vista principalmente como uma forma anacrônica de pseudociência que causava muito mais mal do que bem aos pacientes.

A condição com a qual o paciente se apresentou ao hospital é conhecida como hipertrigliceridemia extrema: uma doença marcada por altos níveis de moléculas de triglicerídeos gordurosos no sangue.

Os pesquisadores pediu uma abordagem diferente para de alguma forma sugar o nível extremo e perigoso de gordura do sangue do homem – um nível normal de triglicerídeos no sangue de uma pessoa seria inferior a 150 miligramas por decilitro (mg / dl), enquanto uma leitura alta seria entre 200 a 499 mg / dl e 500 mg / dl seria considerado “muito alto”. Nesse caso, porém, o sangue do paciente estava completamente congestionado, com sua contagem de triglicerídeos chegando a 36 vezes mais alta do que a muito alta, a cerca de 18.000 mg / dL.

Os sintomas com os quais o paciente se apresentou no hospital são típicos de uma condição conhecida como síndrome de hiperviscosidade, que acontece quando o sangue anormalmente espesso pode, em casos graves, desencadear convulsões e coma.

O homem desenvolveu essa condição rara e bizarra provavelmente a vários fatores relacionados à obesidade, dieta, resistência à insulina e uma possível predisposição genética – sem mencionar o fato de que, enquanto estava sob medicação para diabetes, ele admitiu que nem sempre tomava.

Os médicos supõem que a “cascata de eventos” do paciente poderia ter sido inicialmente desencadeada pela cetoacidose, uma condição grave derivada da diabetes, quando o corpo começa a produzir perigosos ácidos sanguíneos.

Na unidade de terapia intensiva, os médicos acabaram retirando dois litros de sangue do homem, substituindo-o por um suprimento de concentrados de hemácias, plasma fresco congelado e uma solução fisiológica salina, a técnica funcionou, diminuindo com sucesso os níveis de triglicerídeos do paciente. No quinto dia após o início do tratamento, ele estava livre de sintomas neurológicos residuais. via [Live Science, Science Alert]
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K2, Spice ou Maconha Sintética?

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Spice, K2, High Legal, Black Mamba, Cannabis Blends é projetada para se parecer com maconha, mesmo não possuindo aroma e a aparência da natural, o seu consumo afeta o cérebro de forma diferente do que a droga natural, e, de acordo com o NIDA – o Instituto Nacional de Abuso de Drogas, nos EUA, informa que os usuários podem experimentar: ansiedade, agitação, náuseas, vômitos, hipertensão arterial, convulsões, alucinações, pânico, incapacidade de comunicação, paranoia, além de levar o usuário a agir com violência.   – Smoke Buddies

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O principal composto psicoativo da maconha, o THC, é conhecido por ativar dois receptores canabinoides, o CB1 e CB2, que estão espalhados pelo corpo humano. Os pesquisadores descobriram que a versão sintética ativa o primeiro receptor numa intensidade que a erva jamais seria capaz de alcançar. BLOG DO JAIRO BOUER

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A maconha sintética e os efeitos colaterais são devastadores para aqueles que a consomem, muitas vezes legalmente. O Vela (YouTube) explica sobre esse produto, e também porque não buscar através desta substância os benefícios que encontramos na cannabis.   – Smoke Buddies

A marijuana sintética, vendida como Especiaria, apareceu pela primeira vez na Europa, em 2004 e nos EUA, em 2008. Os químicos usados para fazer marijuana sintética, no entanto, foram criados, com fins experimentais, há décadas. Estes incluem:
  • CP 47,497, em homenagem a Charles Pfizer dos Laboratórios Pfizer, desenvolvido nos anos 1980 para pesquisa científica.
  • HU-210, em homenagem à Universidade Hebraica de Jerusalém onde foi desenvolvida pela primeira vez em1988. É 100 a 800 vezes mais potente do que THC natural (o ingrediente que altera a mente ingrediente na marijuana).5
  • JWH-018 e outros na série JWH, em homenagem ao Prof. John W. Huffman da Universidade Clemson na Carolina do Sul, criado em 1995. Fundação para um Mundo Sem Drogas

Mude conceitos, você pode e deveSCORING DRUGSluminesce ™COMIDINHAS DE MACONHAMEDIEVAL CLASSIC ROCKnaara beauty drink!!!VENDE-SE MACONHANEVOMEDICINAL VIBESVIRTUDEinstantly ageless ™HEMP ROLLKID VINILvidacell ®BECAUSE I GOT HIGHreserve ™FIM DOS TRAFICANTES?!?MONÓLOGO AO PÉ DO OUVIDO / BANDITISMO POR UMA QUESTÃO DE CLASSE

Umbrella Corporation

Indústria farmacêutica expande diagnósticos e inventa novas doenças.

Adriane Fugh-Berman é formada pela escola de medicina da Universidade Georgetown com especialização em medicina familiar, declara pesquisa a respeito das práticas da indústria farmacêutica e da facilidade com que ela manipula os médicos, usados não apenas para vender remédios, mas também para promover doenças.

Adriane Fugh-Berman
Professora adjunta do Departamento de Farmacologia e Fisiologia da Georgetown, ela recebeu uma verba para estruturar o programa voltado para a educação dos médicos e para expor as práticas de marketing da indústria, os métodos que ela emprega para influenciar a prescrição de medicamentos.
Vendedores bem preparados identificam possíveis formadores de opinião nos centros médicos das universidades: médicos, enfermeiros e assistentes, recebem presentes, atenção, são convidados para jantar. Depois de uma checagem, são escolhidos os que poderão falar em nome da indústria e servir aos propósitos mercadológicos.

The_Umbrella_Corporation_by_Laama_Harakas
“Preserving the Health of the People”. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Veja também: A indústria farmacêutica está fora de controle?, Juan dos Mortos, Ervas medicinais, Saudação ao Sol, Mídia Ninja, O que, de quem?, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, Salário justo?, Sonegômetro, Semana do Consumidor, Cadê os Amarildos?