Gente superior

JULIUS OLIVEIRA
MUITA GENTE DESPREZA QUEM TRABALHA NA LIMPEZA,
MAS LEMBRE-SE, QUEM LIMPA SEMPRE SUPERIOR A QUEM SUJA! ENTENDEU?

Refletir sobre o que é sujo e o que é limpo requer disposição para o aprofundamento, pois não são questões que se responde de imediato. Nem são questões que têm resposta certa, dado que trata-se de percepções pessoais, mas fortemente influenciadas pela cultura em que o indivíduo está inserido. Ana Carolina Thomé e Rita Mendonça -conexão planeta

Para nós, brasileiros, muito provavelmente devido à influência indígena, temos muitos hábitos de higiene, a limpeza do corpo e do ambiente são muito importantes para nós.

A diferença entre o ímpio e o justo se tornará tão evidente quanto um dia claro de sol, o joio não se misturará mais ao trigo, ficará claro sua diferença. APOCALIPSE EM EVIDENCIA


O justo continuará a praticar a justiça mesmo que isso lhe custe muito, lhe traga prejuízos, lhe custe a vida.


O justo não se conformará com as coisas desse mundo, não entrará no “molde” dos padrões desse mundo, não fará ajustes para usufruir das coisas do mundo dentro da igreja, dentro da sua vida, o justo se manterá íntegro, separado, santo assim como é santo aquele que o chamou.

Limpeze-se: Desafio do Lixo, Ervas, chás e sucos para limpeza natural dos rins, Trabalho e desigualdade social na contemporaneidade: reflexões sobre os agentes de limpeza pública, Maior mutirão de limpeza da história faz com que tartarugas retornem à praia após 20 anos, Ikigai, 10 tipos de vinagre para usar no dia a dia, 8 cuidados que você precisa ter com os pets durante o outono, Organizando a casa, Lixo! Eu?

Fridays For Future


As greves estudantis contra o aquecimento global começaram em agosto de 2018, com Greta Thunberg, de 16 anos, e se espalharam pelo mundo, esta talvez tenha sido a maior manifestação pelo clima já realizada no planeta. Nem as Marchas pelo Clima reuniram tanta gente. E, em alguns casos, os jovens ainda tiveram o apoio dos pais, dos professores e das escolas. Mônica Nunesconexão planeta

Aqui estão algumas diretrizes gerais:

1. As sextas-feiras para o futuro querem que você ataque apenas de uma maneira com a qual se sinta seguro.
2. Muitos atacantes de sexta-feira a sexta-feira têm aprovação da polícia para a greve.
3. É comum que essas aprovações permitam apenas um protesto silencioso e sentado.
4. É improvável que as sextas-feiras do futuro sejam capazes de fornecer apoio jurídico se houver problemas; portanto, a FFF aconselha os grevistas a estabelecer uma ligação com as ONGs locais. Essas ONGs geralmente conhecem advogados locais, que são bem versados em situações de protesto.
5. Somos uma organização de greve pacífica e silenciosa, mas, infelizmente, já vimos exemplos em alguns países, onde alguns indivíduos ou organizações tentam entrar em uma greve com o objetivo de causar problemas. Tome cuidado e priorize sua própria segurança.

Informe-nos se pudermos ajudar com mais perguntas.

#FridaysforFuture é um movimento popular após a ligação de @GretaThunberg à greve escolar.

As crianças em idade escolar são obrigadas a frequentar a escola. Mas com o agravamento da Destruição Climática, esse objetivo de ir à escola começa a ser inútil.
– Por que estudar para um futuro, que pode não estar lá?
– Por que gastar muito esforço para ser educado, quando nossos governos não estão ouvindo os educados?
Greta Thunberg pede que as pessoas batam na frente de sua prefeitura mais próxima, toda sexta-feira. Com uma placa, tire uma foto e publique-a com as hashtags
#Fridaysforfuture
#Climatestrike

A emergência climática é uma questão urgente, já que agrava e amplia as desigualdades existentes. Os seus efeitos vão continuar a crescer e a piorar com o tempo, criando uma ruína para as gerações atuais e futuras. Para a Anistia Internacional, o fracasso dos governos em agir contra as alterações climáticas pode ser a maior violação intergeracional de direitos humanos da história.

“Direitos humanos e a crise climática andam de mãos dadas. Não podemos resolver um sem resolver o outro. As alterações climáticas significam que as pessoas não vão conseguir cultivar alimentos, que suas casas estarão sob ameaça e que sua saúde ficará comprometida. Os governos têm o dever de nos proteger, então por que razão não estão fazendo nada para impedir que as alterações climáticas destruam as nossas vidas?”, questiona Greta Thunberg. Anistia

O Prêmio de Embaixador de Consciência foi criado em 2002 para celebrar pessoas e grupos que promovem a causa dos direitos humanos ao agir em consciência, confrontando a injustiça e usando suas competências para inspirar outras pessoas. Entre os homenageados estão nomes como Nelson Mandela, Malala Yousafzai, Harry Belafonte, Ai Weiwei, os Grupos da Juventude da África Ocidental e Central, Angélique Kidjo, o movimento dos direitos indígenas no Canadá, Alicia Keys e Colin Kaepernick.
A ativista Greta Thunberg e o movimento estudantil Fridays for Future foram homenageados Embaixadores de Consciência da Anistia Internacional em 2019.
Veja também: Felix Finkbeiner: Plant For The Planet, Puta Que Pariu!!!, Índice de Desenvolvimento Humano, O que é ser defensor dos direitos humanos, afinal?, Impostômetro, Portal da Transparência, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, O que, de quem?, Só Pra Variar, Cadê os Amarildos?, Um Monte de mentiras, Dia Internacional do Direito a Saber, Velozes e Incompetentes, Semana do Consumidor, Flúor reduz o QI?

A Invasão do Brasil

A Invasão do Brasil: um olhar poético sobre os povos indígenas, em exposição fotográfica. Mônica Nunes – Conexão Planeta.

Em 14 imagens deslumbrantes, o fotógrafo indigenista Renato Soares revela a cultura e a beleza dos povos de várias etnias na exposição A Invasão do Brasil, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, em São Paulo, de 15 a 30 de abril. A mostra, que faz parte das celebrações pelo mês em que se celebra o dia dos índios (19).

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“A ideia não é fazer grandes exposições em galerias, mas priorizar as áreas públicas, ir para as periferias. Queremos mostrar que existem personagens – que chamamos de índios –, que têm família como qualquer um de nós. Com esse trabalho, os índios ‘invadem’ os espaços públicos, mostrando o que têm de mais lúdico. Não é, portanto, uma invasão agressiva, mas uma invasão poética”.

O projeto da exposição, que tem o apoio da Prefeitura de São Paulo, começa na biblioteca Alceu Amoroso Lima, mas contempla a utilização não só de bibliotecas, mas também de parque urbanos, praças e espaços públicos (a programação ainda não está definida), com o intuito de disseminar a cultura ancestral dos povos indígenas, que aqui viviam antes da chegada de Cabral. É como se os índios iniciassem uma retomada pacífica (e artística) de seu território.

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As fotos revelam a riquíssima diversidade cultural e étnica desses povos. Lá estão a dança do Toré dos Pankararu, as flautas Uruá do Alto Xingu, os cantos no pátio circular das aldeias Krahô, a conversa em torno da fogueira e os rituais fúnebres dos Bororo Orientais e os ritos femininos das Yamurikumã, entre outras riquezas.

Nos anos 80 o fotógrafo indigenista Renato Soares descobriu sua paixão pelos índios. E, depois de muito viajar para tribos e conhecer mais a sua cultura – sentindo-se sempre muito à vontade na companhia de quaisquer etnias -, decidiu dedicar-se ao registro de seu cotidiano para torna-lo mais próximo do público, como também chamar a atenção deste para sua importância e fragilidade diante da voracidade da nossa civilização. Criou, então, o projeto Ameríndios do Brasil, que “resgata, por meio da imagem, esse personagem que se encontra enraizado em nossa alma, seus rituais que atravessaram o tempo e suas histórias que nos levam a um mundo, por vezes, ainda muito desconhecido”, ressalta ele.

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O projeto prevê o registro fotográfico das 305 etnias brasileiras – são 270 línguas diferentes! – em todo o Brasil. “É o trabalho de uma vida inteira”, destaca o fotógrafo e documentarista que já chegou a passar um ano imerso na cultura de algumas tribos, e hoje mergulha em sua cultura por três a quatro meses, longe da família e de São Paulo, onde vive.

Também faz parte de sua missão com os índios conscientizar os brasileiros sobre a importância de protegê-los e preservá-los e nunca explorá-los. Por isso, ele respeita seu direito de uso de imagem. Assim, 30% do valor de tudo que comercializa – relacionado aos índios – é deles. “É uma forma de reconhecer seus direitos e fazer com que a fotografia tenha valor agregado. Dessa forma, ela ganha atuação social já que ajuda as comunidades”, finaliza.

Indios do Xingu - Yawalapiti
Indios do Xingu – Yawalapiti

Anote:
A Invasão do Brasil, de Renato Soares
Data: 15 a 30/4/2016 – Grátis
Horário: 2a. a 6a., das 10h às 19h / Sábados, das 9h às 16h.
Local: Biblioteca Alceu Amoroso Lima – Avenida Henrique Schaumann, 777, São Paulo/SP.

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