Descontaminação em 15 dias

Marino Morikawa, um cientista peruano doutorado em Ciências Ambientais e catedrático no Japão, voltou ao seu país, Peru, às pressas, para descontaminar uma pequena lagoa de sua infância com a aplicação de técnicas de nanotecnologia. Para salvar a lagoa El Cascajo, em Huaral, onde Morikawa pescava, com seu pai, antes que esta fosse totalmente contaminada e assoreada, Morikawa abandonou a Universidade de Tsukuba, no Japão e, junto com voluntários da região e usando materiais artesanais que se encontravam na área afetada, em apenas 15 dias conseguiu salvar El Cascajo da destruição. BiO3

O cientista Marino Morikawa criou uma solução inovadora que limpou todo um lago contaminado, o mais surpreendente é que sua solução é tão natural que pode até ser comida por nós. Muitos e muitos lagos e rios no mundo iriam amar. Vídeo Henri Armelin – Via Lixo Zero Guarulhos in: Ricardo Amorim

O processo é resultado da injeção na lagoa de um fluxo contínuo de microbolhas 10 mil vezes menores do que as bolhinhas de um refrigerante.

As nanobolhas têm íons positivos e negativos o que gera uma alta concentração de energia – as bactérias que estão no meio líquido se aderem às nanobolhas de ar e ficam presas a elas. Com esse processo, as bactérias perdem mobilidade, deixam de se alimentarem e se autodestroem.

Este é um processo que obriga as bactérias a se desmolecularizarem e morrerem, explicou Morikawa.

A lagoa de El Cascajo foi descontaminada em 15 dias de trabalho constante, com a ajuda de voluntários locais. As aves e peixes já voltaram à lagoa e agora é preciso que a população que reside em suas margens mantenha os cuidados necessários para sua preservação.

Morikawa formou uma empresa, a Nanoplus 7. para trabalhar no Peru, seu país natal. A ambição é descontaminar o famoso lago Titicaca que percorre dois países, Peru e Bolívia. No momento, uma grande quantidade de material orgânico despejado através de resíduos urbanos está saturando o lago, tirando a sua qualidade natural, e a possibilidade de vida no lago. Motivo este que faz Marino, e a Nanoplus 7 desejam aplicar a tecnologia ali e resgatar a vida no lago. Sua experiência ganhou destaque até em palestras do TEDx Talks. greenme.com.br.

Usar la ciencia para limpiar un humedal | Marino Morikawa | TEDxTukuy

Marino Morikawa recuperó el humedal el Cascajo. Contaminado por el abandono, la crianza de cerdos y un desagüe, el humedal no era el mismo que Marino Morikawa conoció cuando era pequeño. Al descubrir la situación de el Cascajo Morikawa volvió temporalmente a Perú desde Japón y se dedicó a limpiarlo utilizando biofiltros y nano burbujas. En esta charla Morikawa narra la historia de esta labor.

Marino Morikawa es un científico que se dedicó a limpiar un humedal, un ecosistema similar a una laguna. Lo hizo en parte con tecnología de nano burbujas que desarrolló en sus años en Japón. Hoy sigue buscando nuevas oportunidades para salvar ríos y lagos. This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at http://ted.com/tedx

Palavras perdidas: As artérias da cidade, COMO SE PREPARAR PARA A FALTA DE ÁGUA?, Como coletar água, Planeta Água, A torre de bambu que pode extrair até 75 litros de água por dia “do nada”, Micro hidrelétrica e redemoinhos

Cúrcuma, o açafrão da terra

Saiba o que essa planta pode fazer por você. Existe Guarani em SP

De origem indiana, a cúrcuma (ou açafrão da terra) é muito usada como tempero em diferentes pratos. Ela é um tipo de planta da família do gengibre e, a partir de sua raiz, é possível extrair um pó amarelado (rico em curcumina). Um canceriano sem lar

A curcumina é ótima para fortalecer a imunidade, tem ação antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana. De sabor característico pode ser feita na forma de manipulação associada a outros suplementos para ser potencializada sua ação! dramariaclarafrank

A cúrcuma, açafrão-da-índia, açafrão-da-terra ou tumérico é uma espécie de raiz com propriedades medicinais. Tatiana Zanin

Além de ser ter uma grande potencial antioxidante, a cúrcuma também pode ser usada como remédio natural para melhorar problemas gastrointestinais, febre, tratar resfriados e, até, reduzir o colesterol alto. Tua Saúde

As principais propriedades da cúrcuma são a sua ação anti-inflamatória, antioxidante, antibacteriana e digestiva e, por isso, esta planta tem vários benefícios para o corpo, como:

  1. Melhorar a digestão;
  2. Ajudar na perda de peso;
  3. Combater resfriados e gripes;
  4. Evitar crises de asma;
  5. Desintoxicar e tratar problemas de fígado;
  6. Regular a flora intestinal;
  7. Regular colesterol;
  8. Estimular o sistema imune;
  9. Aliviar inflamações da pele, como eczema, acne ou psoríase;
  10. Melhorar a resposta anti-inflatória natural.

Além disso, a cúrcuma pode ser utilizada como tônico cerebral, ajuda a inibir a formação de coágulos no sangue e até contribui para aliviar os sintomas de tensão pré-menstrual.

A parte mais utilizada da cúrcuma é o pó da sua raiz, para temperar comidas, mas também pode ser consumida na forma de cápsulas. Além disso, as suas folhas podem ainda ser utilizadas na preparação de alguns chás.

  • Infusão de cúrcuma: Colocar 1 colher de café de pó de cúrcuma em 150 ml de água fervente e deixar repousar por cerca de 10 a 15 minutos. Depois de amornar, beber até 3 xícaras por dia no intervalo das refeições;
  • Cápsulas de cúrcuma: geralmente a dosagem recomendada é de 2 cápsulas de 250 mg a cada 12 horas, totalizando 1 g por dia, no entanto, a dosagem pode variar de acordo com o problema a tratar;
  • Gel de cúrcuma: Misturar uma colher de sopa de babosa com o pó de cúrcuma e aplicar sobre as inflamações da pele, como psoríase.

Além disso, para melhorar a absorção de antioxidantes da raiz, a cúrcuma pode ser consumida junto com óleos, como azeite, óleo de coco ou de abacate, por exemplo.

As Verdades Sobre a Cúrcuma! Impressionante. Dr. Fernando Lemos – Planeta Intestino

As Verdades Sobre a Cúrcuma! Impressionante. Assuntos sobre doenças intestinais e digestivas, distúrbios alimentares e cirurgia especializada, explanada pelo Coloproctologista Dr. Fernando Lemos.

As informações contidas nos vídeos não pretendem substituir a consulta ao profissional médico ou servir como recomendação para qualquer plano de tratamento. Em caso de duvidas procure seu médico. A Medicina é uma ciência em constante mudança, os vídeos são produzidos baseados nos Artigos Científicos mais recentes até a data. De acordo com o Art. 8º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Medica, os vídeos têm somente caráter de prestar informações de fins estritamente educativos. De acordo com o Art. 9º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Medica § 1º “E” não são divulgados endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço.

Hae’vete: MedicinaAprenda remédios caseiros que ajudam a fortalecer a imunidadeISA lança manual sobre plantas indígenas com download gratuito, Curcuma

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Experimento Universo 25

O etologista (especialista em comportamento animal) John B. Calhoun trabalhou durante toda sua vida para entender o efeito de questões demográficas como a superpopulação no comportamento individual e social de roedores como ratos e camundongos. Hypeness

O norte-americano John B. Calhoun nasceu no dia 11 de maio de 1917 e morreu em 7 de setembro de 1995. KingoLabs

O primeiro experimento começou em uma fazenda em Rockville (Maryland, EUA), depois que o vizinho de Calhoun permitiu que ele erguesse um cercado para ratos em uma pequena floresta que havia atrás de sua casa. O etólogo construiu um cercado de aproximadamente 1 mil metros quadrados, com capacidade para abrigar até 5 mil ratos. Intitulada “cidade dos ratos”, ele adicionou cinco ratazanas grávidas e deu início a sua observação.

Em 2 anos de experimento, por incrível que pareça, a população de ratos nunca ultrapassou de 200, muito embora tivesse espaço o suficiente para que alcançasse a população de no mínimo 1 mil animais. Intrigado e sem saber o que havia acontecido, ele refez o estudo por mais 24 vezes.

Em 1954, Calhoun começou a trabalhar no Laboratório de Psicologia do Instituto Nacional de Saúde Mental, ele decidiu refazer o experimento pela 25ª vez, só que focando em como os roedores se comportariam em um ambiente controlado, livre de predadores, esterilizado, com pouca margem para doenças, e com água, comida e abrigos suficientes. O projeto foi chamado por ele mesmo de “utopia dos ratos”, pois os roedores remontavam um tipo de estrutura social que os homens jamais alcançariam.

Ele começou a tentar entender quais seriam as principais características para a vida perfeita de ratos. Criou diversos modelos e chegou a um que considerou “perfeito”. Basicamente, ele colocava cerca de 32 a 56 roedores em uma caixa de 12 metros quadrados dividida em quatro cômodos. Os roedores não teriam escassez: diversão, comida e água seriam abundantes no espaço e locais adequados para reprodução e gestação também eram disponibilizados.

Calhoun e sua colônia de ratos utópicos

Em todos os experimentos, os ratos chegaram a um pico populacional e, posteriormente, entraram em uma crise. Então, conflitos hierárquicos e incidentes de saúde mental acometiam a população de forma generalizada, no que Calhoun cunhou como ralo comportamental. Confira a descrição do autor, dada na Scientific American de 1962, sobre o comportamento social dos ratos durante o ápice demográfico dos seus experimentos.

“Muitas [ratas] eram incapazes de levar uma gravidez até o fim ou, quando conseguiam, de sobreviver ao parir a ninhada. Um número ainda maior, após dar à luz com sucesso, decaia em suas funções maternas. Entre os machos, os distúrbios de comportamento iam desde desvios sexuais até canibalismo e de hiperatividade frenética até um quadro patológico no qual os indivíduos emergiam para comer, beber e se mover apenas quando outros membros da comunidade estivessem dormindo. A organização social dos animais mostrou igual ruptura”, disse no texto.

No ‘Universo 25’, assim chamado por ser a vigésima quinta repetição do processo, os ratos chegaram a uma população de quase 2 mil indivíduos. Uma classe de miseráveis começou a surgir e a grave densidade populacional começou a fazer com que os ratos se atacassem. No dia 560 do experimento, o crescimento populacional cessou e, quarenta dia depois, uma queda na população começou a ser registrada. Logo após disso, os ratos começaram a se matar. A população foi completamente extinta após algumas semanas.

O experimento começou com quatro pares de camundongos saudáveis, que foram soltos para dar início à nova sociedade. Nos primeiros 104 dias, identificado como “fase de estrutura” ou “período de luta”, os roedores se ajustaram ao habitat e construíram seus ninhos. Quando a “fase de exploração” começou, em que os animais se encontravam e acasalavam, a cada 55 dias a população passou a dobrar de tamanho. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Em 315 dias de experimento, a utopia já havia se tornado um pequeno inferno, com uma população de 620 ratos. Calhoun percebeu que os “ratos ômegas”, que eram tímidos e faziam parte da base da hierarquia, interromperam o acasalamento quando se viram rejeitados pelas fêmeas. Sem terem mais um papel na sociedade, eles se afastaram dos grupos maiores e passaram a comer, dormir e às vezes brigar com os demais marginalizados.

Os “machos dominantes” adotaram um comportamento muito agressivo, atacando os demais ou os provocando sem motivo aparente. Alguns se tornaram homossexuais, pansexuais ou hipersexuais, chegando a se deslocarem em grupos que atacavam as fêmeas e estupravam qualquer rato, independentemente do sexo. Por vezes, os alfas lançavam episódios de violência que terminavam em canibalização, apesar de haver comida o suficiente.

Em 560 dias de experimento, por fim, os roedores perderam a capacidade de agir como ratos e ficou claro que a mudança seria permanente. Com uma taxa de mortalidade de 100%, Calhoun decretou que a colônia entrava na “fase de morte”, na qual o Universo 25 se encaminharia para a sua extinção.

A geração jovem de ratos cresceu em meio a um ambiente anormal, sem exemplos de como deveriam se comportar, sem molde de paternidade e maternidade, instrução para acasalamento e marcação de território. Portanto, eles apenas comiam, bebiam e se higienizavam. Nomeados “belos” pelo cientista, esses eram caracterizados por uma apatia social, perda de propósito de vida e reclusão, sendo os responsáveis por ocasionar a “primeira morte” da colônia — o fim do desejo de um futuro. A “segunda morte”, como observou Calhoun, aconteceu com a extinção total do Universo 25.

Publicada na edição de 1962 da Scientific American, a conclusão do cientista foi de que os ratos, assim como os humanos, só prosperam em um senso de identidade e propósito estabelecidos dentro do mundo em geral e que o estresse, ansiedade, tensão e instinto de sobrevivência tornam necessário o engajamento na sociedade.

Ou seja, para Calhoun, quando todo o senso de necessidade é retirado da vida de um indivíduo, a vida deixa de ter propósito, uma vez que ela não é apenas apoiada em aspectos básicos – moradia, água, conforto e comida.

Em 1972, o conceito do Universo 25 apavorou as pessoas nos Estados Unidos e causou uma histeria em massa quando os índices de densidade populacional nos centros urbanos estouraram — e as taxas de homicídio alcançaram 135% com relação à década anterior. A ideia de um iminente “apocalipse social” em que as pessoas se autodestruiriam despertou a ideia de migração para os campos ou subúrbios, onde havia espaço suficiente e uma vida tranquila e natural.

John B. Calhoun utilizou esse termo para descrever o colapso resultante da superlotação das populações. Foi criado no dia 1º de fevereiro de 1962, junto com o lançamento do artigo Densidade Populacional e Patologia Social, em uma revista semanal. Não demorou para que esta ideia de sociologia urbana passasse a ser utilizada ligada a conceitos de psicologia.

Apesar de tudo, ao lado de Freud e Skinner, o experimento de Calhoun entrou para os “Quarenta Estudos que Mudaram a Psicologia”.

5Rze-se: Experimento científico?, UM PASSADO AINDA MUITO PRESENTE, Janela de Overton, Um anticorpo de Gaia para o vírus ser humano, Thomas Malthus ou Thanos, O intelectualismo “kitsch”, Some of the best House M D songs

A torre de bambu que pode extrair até 75 litros de água por dia “do nada”

Uma nova invenção de baixa tecnologia poderia matar a sede de milhões de africanos sedentos absorvendo a água da atmosfera. Pensando pra Frente

Na África há muita luta para encontrar água potável para seu povo. Milhões de aldeões passam de 4 a 6 horas por dia procurando água, e na maioria das vezes ela nem está limpa.

Uma organização sem fins lucrativos criou uma estrutura de bambu barata e rápida de montar que ajudará a trazer água limpa “do nada” para os africanos.

O arquiteto Arturo Vittori desenvolveu o projeto Warka Water, uma estrutura de bambu projetada para coletar água potável do ar. Fernanda DrumondCASACOR

A invenção deles é o Warka Water Tower, que é projetada para coletar até 75 litros de água por dia da atmosfera. Esta estrutura passiva de fácil manutenção depende apenas da gravidade, condensação e evaporação.

A Warka Water Tower é uma torre de 30 pés de altura feita de materiais locais, naturais e biodegradáveis. Possui uma malha laranja resistente à água no interior que coleta a névoa da atmosfera.

Vapor de água atmosférico da chuva, neblina ou orvalho, condensa-se contra a superfície fria da malha, formando gotículas de água líquida. Um toldo de tecido sombreia a parte inferior da torre para evitar que a água coletada evapore. O desempenho é dependente do tempo, mas a torre tem a capacidade de fornecer 100 litros de água por dia.

A torre de água “Warka” tem o nome da árvore Warka. Esta figueira gigante é encontrada na Etiópia e é sagrada porque fornece sombra, comida e um local de reunião para os africanos.

A Warka Water foi projetada para ser de propriedade e operada pelos moradores, um fator chave, que facilita o sucesso do projeto. A torre não apenas fornece um recurso fundamental para a vida, mas também cria um lugar social para a comunidade, onde as pessoas podem se reunir à sombra de suas copas.

No total, o custo para montar uma torre fica entre US $ 500 e US $ 1.000 – menos de um quarto do custo do vaso sanitário desenvolvido por Bill Gates, que custa cerca de US $ 2.200 para instalar e mais para manter. Como seu design é basicamente paramétrico, a torre Warka pode ser facilmente adaptada e implementada em várias situações diferentes.

Com o baixo custo e materiais prontamente disponíveis para fazê-los, esperançosamente mais africanos terão acesso a água potável em um futuro muito próximo.

Warka Water foi apresentada ao mundo durante a Bienal de Veneza em 2012. A equipe por trás do projeto vem, desde então, desenvolvendo uma série de protótipos experimentais e  adicionais, instalando sua primeira torre piloto em uma vila rural no sul da Etiópia, em maio de 2015, que continua sendo monitorada. Lá, Arturo testemunhou aldeões vivendo no meio ambiente, muitas vezes sem água corrente, eletricidade, banheiro ou chuveiro. A população precisava caminhar longos percursos até a fonte de água, lagos desprotegidos frequentemente contaminados.

O projeto Warka Water busca ajudar diferentes comunidades isoladas em lugares como o Haiti, Madagascar, Colômbia, Brasil, Índia, Sumba e Camarões, entre outros. Essa expansão não apenas estimulou a experimentação com outros materiais locais [inclusive as folhas de palmeira], mas também levou a uma série de projetos adicionais, que buscam resolver outras questões importantes. A iniciativa desenvolveu um sistema modular chamado W-solar, que transforma qualquer torre Warka em uma fonte de eletricidade, adicionando painéis solares para fornecer iluminação e energia para recarregar dispositivos móveis. Enquanto isso, a W-garden propõe um sistema que usa a água coletada para a produção de alimentos e W-Wc para a melhoria do saneamento e higiene.

Árguaze-se: Water Crisis in Pakistan, Reuso de água na Semana do Químico, Ranking da poluição plástica nos oceanos, Patrick Kilonzo Mwalua

Como aprendemos a comer plantas tóxicas sem ajuda da ciência

Ao longo das gerações, nossos ancestrais acumularam ideias úteis por tentativa e erro, que foram copiadas pelas gerações seguintes.

Em 1860, os exploradores Robert Burke e William Wills lideraram a primeira famosa expedição europeia pelo interior desconhecido da Austrália, mas a sorte não esteve ao lado deles. Devido a uma combinação de falta de comando, mau planejamento e azar, ficaram sem comida na viagem de volta.

Os yandruwandha deram aos exploradores bolos feitos a partir de vagens esmagadas de uma samambaia chamada nardoo, que é um tipo de samambaia nativa da Austrália. Burke brigou com eles e, imprudentemente, os afastou ao disparar sua pistola.
O nardoo, um tipo de samambaia, é coberta por uma enzima chamada tiaminase, que é tóxica para o corpo humano. A tiaminase impede a absorção pelo corpo da vitamina B1, que tem entre suas principais funções o metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas e a estimulação de nervos periféricos.

Como comida, a nardoo é mais uma curiosidade. O que não é o caso da mandioca, que é uma fonte vital de calorias em várias regiões do mundo, em particular na África e na América Latina.
À rigor, há dois tipos de mandioca, a mandioca mansa, também chamada de mandioca de mesa (conhecida também no Brasil pelos nomes de macaxeira e aipim), e a mandioca brava, conhecida como mandioca de indústria, mas a mandioca brava é altamente tóxica – e requer um procedimento industrial ou um ritual de preparação tedioso e complexo para torná-la um alimento seguro. Ela libera cianeto de hidrogênio.

Plantas tóxicas estão por toda parte. Às vezes, processos simples de cozimento são suficientes para torná-las comestíveis. Mas como alguém aprende a elaborada preparação necessária para a mandioca ou o nardoo?

Para Joseph Henrich, professor de biologia evolucionária humana na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, esse conhecimento é cultural, e nossas culturas evoluem por meio de um processo de tentativa e erro análogo à evolução em espécies biológicas.

Na América do Sul, onde humanos comem mandioca há milhares de anos, as tribos aprenderam os muitos passos necessários para desintoxicá-la completamente: raspar, ralar, lavar, ferver o líquido, deixar a massa repousar por dois dias e depois assar.
Estudos realizados posteriormente mostram que o comportamento de imitar é instintivo entre humanos. Os psicólogos chamam isso de superimitação. Acordo Coletivo

Os mais belos restaurantes do mundo

Há muito tempo a culinária deixou de ser uma atração exclusivamente gastronômica para virar uma experiência multissensorial. Luz, odores, música, apresentação do prato, atendimento, decoração, tudo é levado em conta quando “avaliamos” um restaurante. Vivimetalium

Ali Barbour’s Cave Restaurant

Localizado próximo a Mombasa, a segunda maior cidade do Kenia, este restaurante está incrustado em uma caverna com aproximadamente 150 mil anos de idade. É de tirar o fôlego.

Ithaa Undersea Restaurant

Neste restaurante localizado nas Maldivas o peixe não está apenas no seu prato, mas ao redor dos visitantes. Submerso a quase 5 metros, permite uma verdadeira imersão na vida marinha do local.

Perla

O restaurante chama Perla, possui o formato de uma concha e faz parte do hotel caribenho chamado La Concha. Além da vista para o mar azul o salão ainda é rodeado por uma piscina infinita. Nada mal, né?

Clos Maggiore

Lareira, uma decoração impecável e as flores que cobrem as paredes e os tetos. Dá pra entender porque este restaurante em Londres foi eleito o mais romântico do mundo em 2016.

Turandot

Todo a ostentação e grandiosidade da arquitetura russa está muito bem representada neste restaurante moscovita. Estima-se que sua construção tenha custado aproximadamente 50 milhões de dólares.

Editado via celular.

Mude conceitos, você pode e deve: EU ESCOLHI VOCÊ, 400 NUDES, INSTANTLY AGELESS ™, MONÓLOGO AO PÉ DO OUVIDO / BANDITISMO POR UMA QUESTÃO DE CLASSE, VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, LUMINESCE™,INSTITUTO ALANA, VIDACELL®, 5 experimentos horríveis feitos com seres humanos, 4 SINAIS DE QUE VOCÊ E SUA CARREIRA SÃO IDIOTAS, NAARA BEAUTY DRINK!!!, PRIMEIRAS FOTOS ERÓTICAS COLORIDAS DA HUMANIDADE, DOUTOR ESTRANHO, RESERVE™, REPO MAN, ASSÉDIO MORAL

Como planejar uma festa

Infográfico Festas temáticas: Dicas de como organizar um bom evento. Blog do casamento

Entenda mais: INSTANTLY AGELESS, BEER, WHAT’S?AMOSTRAS GRÁTIS, É POSSÍVEL.RECEITA DE ANO NOVOHumansSUCOS CASEIROS CHEIOS DE SAÚDE.CAMARÁ BLUESGARFIELD E FAST FOOD.MOUSSE DE VINHORECEITA PÃO DE ATUMSUA CARACOMIDA COLORIDA11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESOCONHEÇA 13 MANEIRAS DE REAPROVEITAR SOBRAS E CASCAS DE FRUTAS E VEGETAISComer faz bem

Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais

Após as refeições, a grande maioria das pessoas joga fora o que sobrou da comida, assim como após o consumo de frutas e demais vegetais, porêm esses resíduos aparentemente inúteis podem ser aproveitados de diversas maneiras.

Muitos não apreciam o gosto ou a textura das cascas, sem contar que elas têm uma taxa maior de agrotóxicos, mas ao mesmo tempo, têm nutrientes e fibras que são passíveis de reaproveitamento. As cascas de cítricos, batata, abacate sem o caroço e até mesmo as cascas dos queijos podem ser reaproveitadas na casa, na comida ou como produto de beleza.

Aqui, mostraremos 13 maneiras de se reaproveitar esses alimentos. Vamos às receitas:

Casa

1. Limpeza de gordura: antes de usar os produtos considerados tóxicos, como detergentes, na cozinha, experimente o limão. Aplique, na área afetada pela gordura, os seguintes ingredientes: sal e bicarbonato de sódio. Então introduza limão espremido. Só tome cuidado para não utilizar a mistura em superfícies sensíveis, como as feitas de mármore. Atente também para, após a limpeza, lavar bem as mãos para que resíduos do limão não remanesçam em sua pele, pois o contato com o sol pode provocar queimaduras;

2. Limpeza interna de chaleira: sabe quando a parte interna da chaleira fica muito escura? Para limpar, encha-a com água e um punhado de cascas de limão e ponha-a para ferver. Assim que começar a borbulhar, desligue o fogo e deixe descansar por uma hora. Na sequência, é só escorrer e lavar bem;

3. Tecido corante: apesar de a fruta não ser tão comum no Brasil, cascas de romã são ótimos corantes vermelhos de tecido. Basta encher com água quente uma grande panela de aço inoxidável, adicionar cascas de romã e deixar em descanso durante a noite. Ferva a água com as cascas no dia seguinte e, em seguida, remova as cascas e adicione o tecido que você quer tingir de vermelho, mas ele precisa estar molhado. Ferva a roupa por uma hora e deixe-a esfriando durante mais uma noite. Remova-a da panela no dia seguinte, enxague em água fria e a partir daí lave-a com roupas de cores semelhantes;

4. Espante os mosquitos: Use em um daqueles velhos aparelhos repelentes de insetos que são ligados na tomada e substitua o tablete convencional por um pedaço de casca de laranja ou por alguma outra fruta cítrica qualquer;

Comida

5. Congele raspadinhas: se você fez um suco de limão, laranja ou de alguma outra fruta cítrica e as cascas sobraram, você pode ralá-las com um ralador e acondicioná-las no freezer em um recipiente adequado. Quando você tiver vontade, é só retirar as raspas do freezer e fazer sua raspadinha.

6. Azeite cítrico: triture cascas de frutas cítricas com um pilão (em um vaso de metal ou de madeira) com um pouco de óleo. Coloque em um frasco com mais óleo e deixe descansando por seis horas. Depois desse período, acondicione em um recipiente limpo para uso em sua salada;

7. Fazer batatas fritas: misture cascas de batata com bastante suco de limão e azeite. Espalhe as cascas de batata em camadas em uma assadeira e leve ao forno na temperatura de 400 graus, mexendo de vez em quando até dourar (cerca de dez minutos). Tempere a gosto;

8. Faça uma sopa: Ferva cascas de batata, de cebola, de cenoura, além de alho poró e de outros vegetais a gosto para fazer uma bela sopa. Salsinha e cebolinha também vão bem nesse caldo;

9. “Algo a mais” na sopa ou no caldo verde: cascas de queijo podem ser acrescentadas a sopas ou caldos para dar um toque especial no sabor e na textura;

10. Adicionar queijo às verduras: cascas de queijo podem ser acrescentadas às verduras refogadas. O sabor fica excelente;

11. Açúcar mascavo suave: se você é vítima do açúcar mascavo endurecido, tente adicionar casca de limão para mantê-lo úmido e maleável.

Beleza

12. Esfoliação de açúcar da banana: coloque açúcar na casca da banana e esfregue-a suavemente em seu corpo . Em seguida, basta enxaguar no banho;

13. Hidratar: esfregue a parte carnuda da casca de um abacate em seu rosto e você terá um hidratante muito eficiente.

Veja também: Minhocário., Repelente de insetos, Água oxigenada, Dia Mundial do Meio Ambiente., A Revolta dos Macacos, Hour guitar, Indivíduos perigosos, Desenho de criança, EU LEVO UMA VIDA DE CACHORRO!, Todos querem ser felizes!, O tempo chegará, Veneno ecológico para matar ratos., Pés no chão, Boca boa, Tijolo

Comida

Comida – Titãs

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte…

A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer…

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Prá aliviar a dor…

A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade…

Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de que?
Você tem fome de que?…

A gente não quer só comida
A gente quer comida
Diversão e arte
A gente não quer só comida
A gente quer saída
Para qualquer parte…

A gente não quer só comida
A gente quer bebida
Diversão, balé
A gente não quer só comida
A gente quer a vida
Como a vida quer…

A gente não quer só comer
A gente quer comer
E quer fazer amor
A gente não quer só comer
A gente quer prazer
Prá aliviar a dor…

A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer dinheiro
E felicidade
A gente não quer
Só dinheiro
A gente quer inteiro
E não pela metade…

Diversão e arte
Para qualquer parte
Diversão, balé
Como a vida quer
Desejo, necessidade, vontade
Necessidade, desejo, eh!
Necessidade, vontade, eh!
Necessidade…

Veja também: Blue Dragon (Dragão azul), Ecoinventos, Morreu de que?, Irmãos metralha, Jesus era Peripatético., Makota Valdina, V de Vingança, Estrito cumprimento do dever