MEDIDAS NULAS

NOVAS MEDIDAS – Porta dos Fundos

Políticos honestos existem.

NULO – Porta dos Fundos

Votar é uma grande responsabilidade, e as pessoas estão cada vez mais conscientes, elegendo candidatos ficha limpa, que não respondem a nenhum tipo de acusação, e não fazem promessas falsas ou perigosas.

CPI – Porta dos Fundos

A corrupção no Brasil afeta diretamente a qualidade de vida das pessoas, a assim brasileiros usam carteirinhas falsificadas e dão aquele jeitinho pra escapar de uma blitz ou de alguns impostos.

Observe mais: O PAÍS DA PIADA PRONTA!LUMINESCE™O BICHO CORRUPTOPHILIP K. DICKNAARA BEAUTY DRINK!!!A RAINHA DE MAIOTORNE-SE UM MENDIGO.EMVSAMBANDO NO PRECIPÍCIORANKING POLÍTICOSINSTANTLY AGELESS ™MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINETHE JOLLY BOYSVIDACELL®JUÍZA DE GOIÁS PROÍBE FOTOS DE AGENTES POLÍTICOS EM REPARTIÇÕES ESTADUAISMARCO REGULATÓRIO DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL (MROSC)RESERVE™A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Vergonha alheia!!!

Os caídos que se levantem!

Os que estão perdidos que lutem!

Quem reconhece a situação como pode calar-se?

Os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã.

E o “hoje” nascerá do “jamais”.

(Elogio da dialética, Bertolt Brecht)
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DESAPARECIDOS?! PRESENTES! AHORA Y SIEMPRE!!

Veja também: Fair Play, Inclusão, Um Monte de mentiras, Meu nome é Jonas, Livro suspenso, DIA DA ÁRVORE, Coreia do Norte, a paranoia, Eu sou Guarani Kaiowá, Cabo Jardim, Vergonha de ser brasileiro, V de Vingança, Cadê os Amarildos?, Saramago, Só um minuto!, Bike or die!, Maconha faz mal., O de Otário, Liberdade de expressão

Os sentidos da política – problemas e perspectivas

Invenção do Contemporâneo – Os sentidos da política – problemas e perspectivas, com Marco Aurélio Nogueira

Em uma época de transformações profundas e aceleradas como a nossa, em que a política perde algumas de suas referências tradicionais e adquire outras novas, em que grupos, classes e instituições parecem não mais estruturar e agregar os indivíduos, ainda é possível falar em militância política? O militante, entendido como alguém que se dispõe ao engajamento disciplinado em causas de longo prazo, ou, ainda mais, ao estabelecimento de vínculos estáveis com partidos e associações, já não se mostra mais como um personagem dos dias atuais. No entanto, a exigência de militância permanece, a impulsionar ética e politicamente os cidadãos. Ela acompanha os sinais do tempo: investe mais na “política-vida” que na “política-poder”, faz-se sem entregas incondicionais e sem invadir espaços individuais, privilegia agendas amplas e usa intensivamente as tecnologias de informação e comunicação.

Precisamos assimilar o novo patamar da militância política, que revela muito das sociedades em que vivemos e do modo como passamos a fazer política.

“Acreditamos saber que existe uma saída, mas não sabemos onde está. Não havendo ninguém do lado de fora que nos possa indicá-la, devemos procurá-la por nós mesmos. O que o labirinto ensina não é onde está a saída, mas quais são os caminhos que não levam a lugar algum”. NORBERTO BOBBIO

Veja também: Viabilidade???, Problemas sociais, Medo?, O analfabeto político, Carta da Terra, Na trave!, Impostômetro, Por que estamos nas ruas, Remédio que cura qualquer doença, Foi o Dr. Delegado Que Disse

Juan dos Mortos

O diretor Alejandro Brugués se perguntou o que aconteceria se uma epidemia zumbi afetasse a socialista Cuba.

O protagonista, Juan (Alexis Díaz de Villegas), é o malandro cubano. Ele não trabalha, prefere rum a alimentos, é divorciado, tem uma relação conturbada com a filha e gosta de se divertir com a mulher do vizinho. Quando é convidado pelo amigo Lazaro (Jorge Molina) a fugir para Miami, ele responde com sinceridade: “Mas lá eu ia ter que trabalhar”.

Uma epidemia misteriosa transforma os cidadãos em mortos-vivos. Pela televisão, a imprensa logo anuncia que a epidemia é obra de dissidentes cubanos financiados pelo governo norte-americano. Mariane Zendron – Do UOL, em São Paulo
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Veja também: A indústria farmacêutica está fora de controle?, De quem é o poder?, Candidato Caô Caô, Incêndio, apenas 4° andar é salvo., Inside Job, Somos todos doadores, O Coxinha – uma análise sociológica, Casas de Mediação, Justiça em trânsito, Empoderamento dos recursos, Hortas e temperos, Legalize Já

A guerra do vintém

A guerra do vintém

Exploradas por militantes republicanos, manifestações contra taxa sobre transporte urbano tumultuam capital do Império e deixam mortos e feridos pelas ruas.
José Murilo de Carvalho

No dia 28 de dezembro de 1879, a capital do Império viu algo inédito desde 1863, quando o Brasil rompeu relações com a Inglaterra por conta da Questão Christie: a multidão protestando na rua. A manifestação aconteceu no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em frente ao palácio imperial. Cerca de cinco mil pessoas, lideradas por um militante republicano, o médico e jornalista Lopes Trovão, reuniram-se para entregar a d. Pedro II uma petição solicitando a revogação de uma taxa de 20 réis, um vintém, sobre o transporte urbano, ou seja, bondes puxados a burro. O vintém era moeda de cobre, a de menor valor da época. A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Enquanto os manifestantes se retiravam, o imperador mandou dizer que receberia uma comissão para negociar.
(…)
O novo imposto e a taxa atingiram diretamente duas categorias, os funcionários públicos e os usuários de bondes. Em 1870, a capital tinha 192 mil habitantes na área urbana, dos quais 11 mil funcionários públicos, entre civis, militares e eclesiásticos, já que naquela época o catolicismo era a religião oficial do Estado. Havia quatro grandes companhias de ferro-carris urbanos, ou de bondes, como ficaram conhecidos: a Botanical Garden Co., que cobria a zona sul, saindo da rua Gonçalves Dias, a Cia. de São Cristóvão, concentrada na zona norte, com ponto final no Largo de São Francisco, a Ferro-carril de Vila Isabel, que partia da Praça Tiradentes, e a Cia. de Carris Urbanos, que atendia ao centro, incluindo a zona portuária.
(…)
Desse clima de insatisfação, tiraram vantagem os agitadores republicanos. Ao que parece, na demonstração de São Cristóvão estavam presentes, sobretudo, pessoas de melhor situação social, certamente muitos funcionários públicos. Na do dia 1º, teria entrado em ação a massa dos usuários mais pobres, acrescida da tropa barra-pesada do centro e da zona portuária. Não por acaso, os líderes do movimento perderam o controle da multidão nesse dia.

Embora legal, a taxa do vintém era profundamente impolítica, como se dizia na época. O ministro fora alertado para as possíveis reações. Mas Afonso Celso era tão competente quanto teimoso. Pagou por isso alto preço em 1880, como pagaria em 1889, por ocasião da proclamação da República. A reação da polícia foi infeliz em 28 de dezembro, ao não negociar a audiência com o imperador, e imprudente em 1º de janeiro. A do Exército, simplesmente desastrada.
(…)
Mas a revolta não foi republicana, afirmaram seus próprios líderes. Muitos interesses feridos nela se fundiram, de grandes e de políticos, de gente miúda e de simples cidadãos. Uma grande explosão social, detonada por um pobre vintém.

José Murilo de Carvalho é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membro da Academia Brasileira de Letras, do IHGB e da Academia Brasileira de Ciências e autor de D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Cia. das Letras, 2007.

Veja também: Impostômetro, Pneu, Vasos e flores, Cantar, Mata Atlântica, Miniusina de energia, Água mata?, Efeito Borboleta, DECLARAÇÃO IRPF 2012, Se sentindo só? Anúncios de solteiros., Todo Dia Era Dia de Índio

Política, sempre ela.

“NUNCA SE MENTE TANTO, QUANTO ANTES DE UMA ELEIÇÃO, DURANTE UMA GUERRA E DEPOIS DE UMA PESCARIA.”

E não esqueça:

“O Congresso Nacional é um local que:
– se gradear vira zoológico;
– se murar vira presídio;
– se colocar uma lona em cima vira circo;
– se colocar lanternas vermelhas vira prostíbulo;
– e se der descarga não sobra ninguém.”

horário político

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