O Mistério da Batata-Doce

O Mistério da Batata-DoceAtila Iamarino

A batata doce é um alimento bastante presente na mesa dos brasileiros e sulamericanos. Mas você sabia que ela também é cultivada há muito tempo nas ilhas da Polinésia, antes mesmo das grandes navegações dos europeus? No vídeo de hoje Atila Iamarino nos conta sobre a história da batata doce e como os estudos com DNA e coleções de museus nos revelam uma relação secular entre os povos da América e os povos do Pacífico.

Batatas-doces roxa e avermelhada possuem antioxidantes

Avermelhada, branca, amarela ou roxa. Seja qual for o tipo de batata-doce, ela é um alimento típico da culinária regional brasileira. Sua história tem os pés fincados na América Latina. Ela surgiu na região da Cordilheira dos Andes e era plantada nas roças dos índios muito antes da chegada dos portugueses. Mayara Paixão – Brasil de Fato

A batata-doce, (Ipomoea batatas L. (Lam.)) é originária das Américas Central e do Sul, sendo encontrada desde a Península de Yucatam, no México, até a Colômbia. Relatos de seu uso remontam de mais de dez mil anos, com base em análise de batatas secas encontradas em cavernas localizadas no vale de Chilca Canyon, no Peru e em evidências contidas em escritos arqueológicos encontrados na região ocupada pelos Maias, na América Central. Embrapa

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É uma espécie dicotiledônea pertencente à família botânica Convolvulacae, que agrupa aproximadamente 50 gêneros e mais de 1000 espécies, sendo que dentre elas, somente a batata-doce tem cultivo de expressão econômica. A espécie Ipomoea aquatica também é cultivada como alimento, principalmente na Malásia e na China, sendo as folhas e brotos consumidos como hortaliça.

Além da polpa, também é possível aproveitar as folhas ou brotos de batata-doce, que podem ser consumidos refogados, empanados ou em sopas.

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Horóscopo Japonês (Zenchi Juunichi Onmyodo)

Ao contrário do zodíaco ocidental, que é baseado nas estrelas e planetas, o zodíaco japonês, conhecido como Juunishi, é baseado em anos. Juunishi (十二支), ou apenas Jūnishi, constitui um ciclo de 12 anos, cada ano simbolizado por um animal que representa os signos e compõe o Horóscopo Japonês (Zenchi Juunichi Onmyodo); o mesmo signo será repetido após 12 anos. Caçadores de Lendas

Apesar de baseado no Horóscopo Chinês, por também utilizar animais para designar os signos, existe algumas diferenças e particularidades; astrônomos japoneses, através de estudos e pesquisas, inseriram deuses xintoístas (uma das principais religiões nipônicas) ao horóscopo. No entanto, independente das diferenças, o animal regente de cada ano é o mesmo para ambos os horóscopos, bem como as previsões para os 12 animais. 

O calendário do zodíaco chinês foi introduzido no Japão por volta do século IV. No entanto, enquanto o horóscopo chinês é baseado no calendário lunar, o horóscopo japonês baseia-se no calendário solar.

Juunishi (十二支) é baseado em um ciclo de 12 anos, cada ano simbolizado por um animal que representa os signos do zodíaco e compõe o Horóscopo Japonês conhecido como “Zenchi Juunichi Onmyodo”. Como existem doze animais no zodíaco, também é chamado juni-shi (“Os doze ramos”, com juni significando “doze” em japonês), pois o ciclo gira a cada doze anos (O ciclo de 12 anos é uma aproximação ao período orbital de 11,85 anos de Júpiter). O animal de cada ano muda em todo primeiro de janeiro. O conceito do Juunishi forma o caráter, e a personalidade de cada individuo de acordo com o animal que rege o ano em que a pessoa nasceu.

No Horóscopo japonês, Zenchi Junichi Onmyodô, apesar de baseado no mesmo milenar sistema chinês, os regentes foram substituídos por deuses xintoístas e o ano astral se inicia no primeiro dia de Oshogatsu que é quando se inicia também o ano astral. Nessa data também  reverenciam a Lua, pois começa a regência do animal-signo na Roda do Destino.

Nesse aspecto, enquanto no horóscopo chinês existe apenas um signo Regente do Ano, no Horóscopo Japonês, além do animal simbólico do ano, existe o animal regente de cada mês.

A astronomia é usada como uma bússola astral para orientar e garantir o sucesso, tanto pessoal, como profissional. Em uma produção cinematográfica, ou de uma peça teatral, por exemplo, muitas vezes os atores são escolhidos pelos signos considerados “companheiros de estrada” do diretor.

Ainda, no zodíaco japonês, os signos de cada ano e de cada pessoa possuem um elemento natural correspondente que o influencia: o Jikkan. Também inspirado no zodíaco chinês, diferente do modelo ocidental, onde há quatro elementos naturais básicos, o jikkan possui cinco: metal, terra, fogo, água e madeira. Segundo a tradição, o fogo gera a terra, a terra gera o metal, o metal gera a água e a água gera a madeira, que por sua vez, gera o fogo, totalizando assim o ciclo Jikkan.

Em ambos os horóscopos, o ciclo é encerrado após 12 anos, sempre inicia com o Rato e termina com o Porco. De acordo com esse calendário, 2020 será o início de um novo ciclo que será encerrado somente em 2032.

As origens de cada animal do zodíaco são explicadas de acordo com antigas crenças. Segundo as lendas, Buda convidou todos os animais da floresta para poder celebrar o Ano Novo. No entanto, nem todos ouviram e apenas 12 deles apareceram: o Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Javali (enquanto no zodíaco chinês usa-se o Búfalo, Carneiro e o Porco, no japonês são usados o Boi, a cabra e o Javali). Por isso, a cada um desses animais foi atribuído um ano de presente. Existem diferentes versões sobre as origens dos 12 animais do zodíaco. Essas diferenças se refletem também nas lendas; enquanto nas lendas de origem chinesa os 12 animais  foram convidados e selecionados por Budha, o mito nipônico os explica através de seu panteão de divindades (Kami).

Confira os 12 animais do Horóscopo japonês por ano de nascimento:

Rato 子/鼠 (Nezumi)
1900 | 1912 | 1924 | 1936 | 1948 | 1960 | 1972 | 1984 | 1996 | 2008 | 2020

Boi 丑/牛 (Ushi)
1901 | 1913 | 1925 | 1937 | 1949 | 1961 | 1973 | 1985 | 1997 | 2009 | 2021

Tigre 寅/虎 (Tora)
1902 | 1914 | 1926 | 1938 | 1950 | 1962 | 1974 | 1986 | 1998 | 2010 | 2022

Coelho 卯/兎 (Usagi)
1903 | 1915 | 1927 | 1939 | 1951 | 1963 | 1975 | 1987 | 1999 | 2011 | 2023

Dragão 辰/龍 (Tatsu)
1904 | 1916 | 1928 | 1940 | 1952 | 1964 | 1976 | 1988 | 2000 | 2012 | 2024

Serpente 巳/蛇 (Mi)
1905 | 1917 | 1929 | 1941 | 1953 | 1965 | 1977 | 1989 | 2001 | 2013 | 2025

Cavalo 午/馬 (Uma)
1906 | 1918 | 1930 | 1942 | 1954 | 1966 | 1978 | 1990 | 2002 | 2014 | 2026

Cabra 未/羊 (Hitsuji)
1907 | 1919 | 1931 | 1943 | 1955 | 1967 | 1979 | 1991 | 2003 | 2015 | 2027

Macaco 申/猿 (Saru)
1908 | 1920 | 1932 | 1944 | 1956 | 1968 | 1980 | 1992 | 2004 | 2016 | 2028

Galo 酉/鶏 (Tori)
1909 | 1921 | 1933 | 1945 | 1957 | 1969 | 1981 | 1993 | 2005 | 2017 | 2029

Cachorro 戌/犬 (Inu)
1910 | 1922 | 1934 | 1946 | 1958 | 1970 | 1982 | 1994 | 2006 | 2018 | 2030

Javalí 亥/豚 (Inoshishi)
1911 | 1923 | 1935 | 1947 | 1959 | 1971 | 1983 | 1995 | 2007 | 2019 | 2031

Muitos Santuários xintoístas japoneses são dedicados aos Doze Animais do Zodíaco, em muitos destes locais, costuma-se ver muitos objetos relacionados aos animais auspiciosos.

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Dia dos solteiros

Na China, o dia 11 de novembro ficou conhecido como o dia para celebrar a solteirice e se presentear. Nubank

Em Portugal os solteiros e solteiras comemoram o dia de estar sozinhos em 29 de setembro, acompanhando a tendência mundial, já que o número de solteiros é cada vez maior no mundo inteiro.

No Brasil, essa data é comemorada oficialmente no dia 15 de agosto. Mas uma tradição chinesa está criando uma nova data comercial focada em oferecer descontos para os clientes: 11 de novembro.

Dessa forma, o número 11 foi registrado pelo Grupo Alibaba, uma vez que ele se passou a lucrar bastante com a data. Meliuz

A tradição, chamada de Guanggun Jie na China, começou em 1993 com estudantes da Universidade de Nanquim. Escolhida por causa do número 1, que simboliza alguém solteiro.

Ser solteiro não é sinônimo de ser solitário, os amigos e a família complementam os círculos sociais, tornando os solteiros até mais sociáveis do que os comprometidos. FERNANDO KELLER – Diário da Manhã

Outra alternativa para os solteiros são os aplicativos de paquera, um deles é o famoso Tinder, uma ferramenta que permite o início de uma nova relação, amizade ou até mesmo um sexo casual. Outros aplicativos que bombam entre os solteiros são o Happn, Bumble, OkCupid e Grindr.

Muitos aplicativos de namoro agora permitem que as pessoas indiquem se participam ou não do consumo de maconha, então colocar essas informações em seu perfil pode ajudá-lo a filtrar as pessoas que não gostam, diz a treinadora de namoro Lana Otoya. Para ser mais aberto sobre isso, você pode escrever “420 amigáveis” em seu perfil. Drugs.Inc

O Singles Day é um dia do orgulho de estar solteiro. Dia no qual homens e mulheres comemoram o amor a si mesmo, o auto-conhecimento, a força e a segurança pessoal. SomosSugar

Afinal de contas, ninguém precisa da metade da laranja, já que cada um deve – ou pelo menos deveria – , ser a laranja inteira.

Não depender de ninguém para se sentir feliz, afinal tudo está em suas mãos e o melhor match é contigo mesmo!

Matchze-se: Dia do Solteiro, Se sentindo só? Anúncios de solteiros., 15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz, Tirinha do Dia: E qual é o melhor amigo do homem?, O amor não vê!?!, COM AMOR, VAN GOGH

O Piech GT e a empresa chinesa que promete carregador ultrarrápido

A empresa fundada em 2015 em Hong Kong, na China, anunciou que desenvolveu um carregador ultrarrápido capaz de carregar as suas baterias do zero aos 80% de carga em impressionantes 4 minutos e 40 segundos. Canaltech

O processo que tornou o que parecia utopia possível, no entanto, não foi revelado, nem se a novidade será aplicável e disponibilizada para as baterias já existentes no segmento. “Devido ao processo de patente em andamento, não podemos comentar informações mais detalhadas sobre nossas células de íon de lítio no momento”, disse o COO da fabricante, Andrew Whitworth.

O planejamento da marca, a princípio, é usar as baterias (e o carregador ultrarrápido) no primeiro carro elétrico suíço, o Piech GT, que ainda será lançado. O carro deve chegar ao mercado em 2024 e será equipado com uma bateria de 75 kWh. A autonomia prometida é de 500 quilômetros pelo ciclo WLTP.

Ainda de acordo com o executivo, a célula pode atingir 3.000 ciclos e mais de 1,5 milhão de quilômetros de autonomia total. As células de bateria disponíveis na maioria dos carros na atualidade prometem autonomia total de 1 milhão de quilômetros. Mas demoram um tempo muito maior para recarregar.

A empresa obteve certificação de órgãos externos de que a bateria, mesmo sob estresse, nunca excede a temperatura externa em mais de 15 graus Celsius. Isso lhe rendeu, por exemplo, a certificação de segurança UN 38.3. E nem mesmo a necessidade de um sistema de resfriamento líquido, o que é vantajoso em termos de custo e peso. Mael Pilven – InsideEVS

Outra vantagem dessas baterias, e não menos importante: elas seriam extremamente eficazes para frenagem regenerativa. Além disso, como recarregam de forma muito rápida, podem, portanto, ser reduzidas em tamanho para oferecer desempenho equivalente ao das baterias convencionais.

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Round 6 apavora partido comunista chinês com sucesso estrondoso na China, apesar do firewall

Round 6 apavora partido comunista chinês com sucesso estrondoso na China, apesar do firewallVisão Libertária

A série sul coreana Round 6 está fazendo um enorme sucesso aqui no Brasil. Embora o roteiro não seja algo absolutamente original, o conceito de filmes em que jogadores humanos jogam um jogo de vida ou morte para ganhar prêmios, já foi bem explorado por vários outros filmes, como Battle Royalle, de 2000, e a série de filmes Hunger Games, de 2012 a 2015, a forma como a série é montada é bastante interessante.

Focada em brincadeiras infantis coreanas que, de forma não surpreendente, são similares em outros países da região e não são totalmente diferentes daqui do Brasil.

O fato é que a série é o maior sucesso mundial da netflix de todos os tempos. De longe. Inclusive vamos fazer um vídeo aqui no canal mostrando os paralelos entre a série e o estado, aguarde nos próximos dias. Mas aqui quero falar sobre um outro aspecto surpreendente dessa série que deve deixar a elite política socialista brasileira apavorada: como essa série está fazendo um sucesso absoluto na China.

Sim, com grande firewall proibindo Netflix e tudo mais. Não vou falar detalhes sobre a série, para não dar espoilers e porque, como expliquei, vamos falar sobre ela em um outro vídeo, que já está quase pronto e deve sair nos próximos dias. Mas basta, para o interesse desse vídeo, saber que, na série uma das principais protagonistas é uma norte coreana, fugitiva do regime comunista da coréia do norte.

Mas se você observar as tentativas brasileiras de “controle da internet” ou “campanhas contra fake news” ou ainda “contra discursos de ódio”, no final das contas, o objetivo parece ser o mesmo. Peter TurgunievThis is Libertarian View, your source of decentralized and distributed information

Não é só a elite socialista brasileira que está desesperada para implantar o modelo chinês de controle da internet aqui. Nos estados unidos, os democratas querem algo bem próximo disso também. A mais recente delatora do facebook, que fizemos um vídeo recentemente, “A informante que derrubou o facebook”, quando questionada sobre como ela achava que o problema seria resolvido, disse que achava que o governo deveria criar uma agência de regulamentação de mídias sociais. O fato é que todos os governos do mundo, todos inerentemente socialistas, estão preocupados com as pessoas tendo opiniões próprias derivadas da internet, sem nenhum controle de nenhuma agência do governo. Todos os governos do mundo, nesse momento adorariam ter um controle sobre a internet tão grande quanto o governo chinês tem.

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Massacre de Nanquim, e/ou O Estupro de Nanquim

Ao longo de um extenso histórico de guerras, invasões e acontecimentos bárbaros nos quais ambas as nações se envolveram, a revolta do povo chinês é com o fato de que os japoneses preferiram fechar os olhos para tudo o que fizeram, chegando a passar uma borracha, queimar e atenuar os eventos de seus livros históricos só para preservarem a imagem que gostariam de apresentar para o mundo e para as gerações futuras. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Soldados japoneses durante a guerra em foto colorizada – Wikimedia Commons

Em 1937, o conflito entre soldados japoneses e chineses num dos acontecimentos denominado como O Incidente na Ponte de Marco Polo, foi o pretexto necessário para que o Japão colocasse em prática os seus projetos expansionistas. Valendo-se do estado de vulnerabilidade em que a China estava por conta da guerra civil das forças nacionalistas, o império do Sol Nascente deu início a uma invasão agressiva e em larga escala que foi fulminante.

No dia seguinte, em 13 de dezembro de 1937, o Exército Imperial Japonês, sob as ordens do general Asaka Yasuhiko, invadiu Nanquim e começou a matar todos no caminho, independente de idade e gênero. Foram seis semanas de massacre sistemático, o que incluía torturas e estupros de adolescentes e mulheres.

As atrocidades cometidas foram registradas em documentos oficiais e narradas pelos sobreviventes. Há relatos de chineses sendo enterrados vivos ou decapitados em praça pública.

Haviam competições bárbaras de homicídio entre os guerrilheiros, como a exposta pelo Japan Adviser, que confirmou que os suboficiais Mukai e Noda, apostavam qual deles alcançaria a primeira centena de cabeças decepadas em apenas um dia de massacre. Um deles atingiu a margem de 106 e o outro de 105. Todas as vítimas eram civis.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, entidades chinesas e coreanas vêm exigindo que o Japão reconheça e peça desculpas formais pelos crimes de guerra cometidos durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa (1937-1945). PAULA LEPINSKIUol

No documentário Nanking (2007), um sobrevivente conta como viu a sua mãe ser morta a facadas e o seu irmão, apenas um bebê, atravessado por uma baioneta e atirado em um canto de sua casa. Outra sobrevivente narra como mulheres eram recrutadas para servirem como mulheres de conforto – as escravas sexuais que os japoneses dizem não terem existido.

O maior símbolo dessa ambiguidade é o Santuário Yasukuni, celebrando os militares mortos no país desde 1868. Lá militares japoneses condenados por crimes contra a Humanidade continuam a ser celebrados como heróis, recebendo ocasionais visitas de autoridades do Estado.

Na visão oficial da época do Império – e de nacionalistas ainda hoje – os japoneses eram os libertadores da Ásia contra imperialistas ocidentais. Seu exército se inspirava na tradição do bushido, o código de conduta dos samurais, pelo qual a brutal infâmia do Massacre e do estupro seria inaceitável.

Celebração da vitória / Crédito: Wikimedia Common

E a memória seletiva é quase oficial. No aniversário do fim da Segunda Guerra, em 2015, o presidente Shinzo Abe manifestou profundo remorso pelas ações do país. Mas, frustrando aos que exigem uma reparação mais formal, disse que não caberia às próximas gerações estarem predestinadas a se desculparem eternamente.

O MASSACRE DE NANKIM – Avesso da História. POLIS CONSULTORIA

Existem fatos históricos que os livros não contam, mas o AVESSO DA HISTÓRIA esta aqui para contar:

O Massacre de Nanquim, foi um episódio de assassinato em massa cometidos por tropas do Império do Japão contra a cidade de Nanquim, na China, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, na Segunda Guerra Mundial.

Após décadas de protestos, os chineses parecem dispostos a perdoar – ou esquecer. O silêncio do Presidente foi acompanhado por uma declaração de Yu Zhengsheng, Presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês – um cargo decorativo, mas prestigiado.

Ele afirmou que os dois países deveriam investir em uma “cooperação pacífica e amigável” e “transmitir amizade para as próximas gerações”.

Uma vez um dos centros industriais mais prósperos e crescentes de toda a China, Nanquim levou décadas para se recuperar da destruição física causada pelos japoneses, enquanto socialmente jamais se reergueu. Por volta de 300 mil chineses foram brutalmente exterminados pelas tropas, entre soldados e civis. E, apesar de tudo, até hoje o Japão dá a outra face diante os eventos, alegando que os números e os fatos foram manipulados ou aumentados, sendo que nunca mostraram ao mundo a maioria de seus documentos da guerra.

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Chery QQ elétrico

Recém-revelado, o novo Chery QQ elétrico foi uma das atrações no Salão de Chengdu, na China. No entanto, em sua primeira aparição pública, a Chery optou por apresentar o carrinho urbano em versões cheias de personalização e detalhes exclusivos. Durante o evento chinês, também foi confirmado que o lançamento oficial do modelo será em novembro de 2021. Julio CesarInsideEVs

Falando das versões especiais do novo Chery QQ, a primeira é a Ice Cream, que conta com um visual que reflete totalmente a essência do nome. O modelo abusa de cores e tons suaves, rodas personalizadas, para-choques mais elaborados e apliques nas portas. O interior se destaca pelo acabamento mais refinado e em tons claros, como na parte externa.

Já a segunda opção é claramente voltada para o público masculino. Ela leva o nome Lightning e deixa evidente o visual mais agressivo e pintura em tons escuros. Também chama a atenção pelos faróis interligados, para-choque frontal robusto, saias laterais e um exagerado spoiler. A cabine adota volante e bancos esportivos e um acabamento que remete a carros de pista. 

O mini carro urbano mede 2.980 mm de comprimento, 1.496 mm de largura e 1.637 mm de altura. A distância entre eixos é de apenas 1.960 mm. A Chery ainda não deu detalhes, mas o sistema de propulsão será composto por um motor elétrico de 27 kW. Mais informações serão reveladas antes do lançamento oficial, em novembro.

A Chery divulgou as primeiras fotos oficiais do mini carro elétrico, que promete bater de frente com o Wuling Hongguang MINIEV, produzido pela joint venture da GM na China, e que se tornou uma febre no país asiático, sendo o elétrico mais vendido desde o início do ano. InsideEVs

De acordo com informações oficiais divulgadas anteriormente, o novo carrinho terá sete opções de pintura bem chamativos.

Os chineses interessados no novo Chery QQ Ice Cream podem participar da inusitada reserva ‘às cegas’ para o mini carro elétrico com um taxa simbólica de 9,9 yuans (R$ 7,90). Ao aderir, os clientes podem optar por cinco opções do que podemos chamar de ‘caixa surpresa’ (incluindo cupons para sorvetes, cartão mensal Keep, e outros cupons ou cartões para plataformas de jogos).

Fruto da nova submarca ecológica batizada de iCar, o novo Chery QQ elétrico será um carro zero emissões, urbano e com as tecnologias mais recentes em conectividade. No entanto, seu preço será acessível para combater os principais rivais, especialmente o subcompacto da GM. Os valores oficiais ainda não foram revelados, mas a imprensa chinesa estima algo abaixo de 4.500 euros, ou cerca de R$ 25.000 em uma conversão direta.

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A chocante monotonia das prateleiras de supermercados

Indústria de alimentos vende ilusão de variedade. Mas há 7 mil plantas comestíveis na Terra, e 90% do que consumimos vêm de apenas 15 espécies. Sabores e aromas artificiais imperam. Contudo, há como reinventar a cozinha da biodiversidade”, escreve Ricardo Abramovay, professor Sênior do Instituto de Energia e Ambiente da USP, em artigo publicado por Outras Palavras, 15-10-2020. Instituto Humanitas Unisinos

Quando você vai ao supermercado, a quantidade de cores, formatos, marcas, desenhos, fotos e alternativas é desconcertante. À primeira vista, suas chances de escolha, para as refeições que tem pela frente, são cada vez maiores. Ricardo AbramovayOutras Palavras

Mas, na verdade, a palavra mais marcante do padrão alimentar contemporâneo é monotonia. E isso representa uma tripla ameaça: à saúde, à segurança alimentar e aos serviços ecossistêmicos dos quais todos dependemos.

Estado Mundial das Plantas e dos Fungos, relatório recém-publicado pelo britânico Kew Royal Botanic Gardens, instituição prestigiosa, dirigida pelo pesquisador brasileiro Alexandre Antonelli, ajuda a responder a esta pergunta.

O estudo mostra que as plantas comestíveis catalogadas globalmente pela ciência chegam ao impressionante número de 7.039. Destas, 417 são consideradas cultiváveis. As descobertas de novas plantas não cessam. Só em 2019, os botânicos registraram 1.942 novas plantas e 1.866 fungos que ainda não conheciam. No Brasil, duas novas espécies de mandioca selvagem foram catalogadas.

A Organização Mundial da Saúde, a Organização Mundial da Saúde Animal e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação estão trabalhando juntas em torno da noção de One Health (algo como “a saúde é uma só”). Mas, como mostra um trabalho recente de pesquisadores da Fondation Nationale des Sciences Politiques, multiplicam-se as iniciativas que procuram compreender e elaborar políticas juntando padrões de consumo alimentar, produção agropecuária, saúde humana e meio ambiente.

Para o Brasil, esta unidade é um trunfo e um imenso desafio. O trunfo está no fato de sermos o país mais megadiverso do planeta, apesar do abalo em nossa reputação global — derivado do avanço da destruição na Amazônia, no Pantanal, no Cerrado e do descaso das atuais políticas governamentais em preservar estes patrimônios universais pelos quais os brasileiros deveriam ser responsáveis.

Mais de 820 milhões de pessoas passam fome e cerca de 2 bilhões encontram-se em situação de insegurança alimentar moderada ou grave em todo mundo (FAO/ONU, 2019). Dados sobre concentração da terra na América Latina mostram que 1% das propriedades concentram mais de 50% da área agricultável (OXFAM, 2016). No Brasil, o último Censo Agropecuário evidencia o mesmo padrão de concentração, e as mulheres constituem apenas 18,7% dos produtores rurais do país. Mais de 90% da produção agrícola brasileira é feita de soja e milho, destinados em sua maioria para a China (PORTO e GRISA, 2020). A diversidade dos alimentos a que as populações têm acesso é cada vez menor. Existem mais de 14 mil espécies plantas comestíveis na terra e, no entanto, apenas três proporcionam 60% das calorias consumidas (LANCET, 2019) e 90% do que consumimos vem de apenas 15 espécies (ABRAMOVAY, 2020) A comercialização de alimentos é também altamente concentrada por grandes empresas transnacionais. Comunicação Conferência SSAN

A atenção especial às mulheres se deve à sua importância para a garantia da soberania alimentar. São elas que reconhecidamente realizam a maior parte do trabalho de proteção das sementes crioulas, o cultivo de hortas e plantas medicinais, o cuidado dos quintais produtivos e o manejo dos animais de pequeno porte. A despeito disso, as mulheres rurais e suas crianças estão entre os mais afetados pela fome. Higiene Alimentar – Vol.30 – nº 260/261 – Setembro/Outubro de 2016

É necessário produzir mais alimentos, porém, é crucial que isto aconteça sem gerar maiores impactos ao meio ambiente. Portanto, adotar medidas que garantam a sustentabilidade da produção de alimentos e a preservação dos recursos naturais é o
novo desafio para o setor, conforme conclusão do relatório da FAO. No entanto, é necessário, também, uma alteração nos sistemas alimentares, haja vista que um terço de todo alimento produzido no mundo, é perdido ou desperdiçado. Afinal, mudanças para reduzir tais perdas, além de melhorar a eficiência do sistema, diminuirá ainda a pressão sobre os recursos naturais.

No Brasil, quarto maior fornecedor de alimentos do mundo e responsável por atender 40% do aumento necessário na produção mundial de alimentos, o desperdício é uma triste
realidade. Estimativas do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente (PNUMA), apontam que 10% da produção se perdem nas plantações, 50% na distribuição, transporte
e abastecimento e 40% da comercialização até o consumo. Antes de buscar novas técnicas e tecnologias para aumento de produtividade é imprescindível que se trate deste mal, presente em todos os elos da cadeia agroalimentar.

Supereze-se: Os maiores guardiões de sementes do Brasil, Indígenas doam alimentos, Vamos plantar água? , Grude na Tela Rural, Como aprendemos a comer plantas tóxicas sem ajuda da ciência, A primeira palavra, Quintais produtivos

Triângulo de Pascal

O triângulo de Yang Hui foi publicado na China, em 1303.

triângulo de Pascal (alguns países, nomeadamente na Itália, é conhecido como Triângulo de Tartaglia) é um triângulo numérico infinito formado por números binomiais. Wikipédia

Essa representação geométrica foi estudada pelo matemático chinês Yang Hui (1238-1298) e por muitos outros matemáticos. Rosimar Gouveia – toda matéria

Na China aparece nas obras de Chu Shi-kié no século XII, na Pérsia o poeta e matemático Omar Khayyám do século XII o utiliza para descobrir raízes n-ésimas, na Alemanha o triângulo aparece no livro de Petrus Apianus no século XVI. 

Entretanto, os estudos mais famosos foram do matemático italiano Niccolò Fontana Tartaglia (1499-1559) e do matemático francês Blaise Pascal (1623-1662).

Na antiguidade, esse triângulo era usado para o cálculo de algumas raízes. Mais recentemente, ele é utilizado no cálculo de probabilidades.

Além disso, os termos do binômio de Newton e da sequência de Fibonacci podem ser encontrados a partir dos números que constituem o triângulo.

Os números que compõem o triângulo de Pascal são chamados de números binomiais ou coeficientes binomiais. Um número binomial é representado por:

É possível verificar a relação de Stifel diretamente no triângulo de Pascal, porque a partir da segunda linha, cada elemento é igual à soma do elemento acima com o seu anterior.

APLICAÇÃO INTERACTIVA – ATRACTOR

Binômio de Newton é a potência da forma (x+y)n, sendo x e números reais e n um número natural. Para valores pequenos de n a expansão do binômio pode ser feita multiplicando seus fatores.

Contudo, para expoentes maiores esse método pode se tornar muito trabalhoso. Assim, podemos recorrer ao triângulo de Pascal para determinar dos coeficientes binomiais dessa expansão.

Restaure Sua Fé na Humanidade Com Essas Pessoas Salvando O Planeta

Restaure Sua Fé na Humanidade Com Essas Pessoas Salvando O PlanetaFala Sério

Os humanos têm feito um péssimo trabalho em manter nosso planeta saudável mas algumas pessoas boas entre nós dão o exemplo de como devemos tratar o nosso planeta.

Salveze-se: Cataki, o “Tinder da reciclagem”, Coleta Seletiva e Reciclagem em condomínios, 5 DICAS PARA SER MAIS SUSTENTÁVEL NA IDA AO SUPERMERCADO, Lixo é dinheiro., Troque lixo por comida!?!, Nave Tierra, Lixo ou resíduos?

Jovens chineses minimalistas!

Jovens chineses abandonam a vida e resolvem deitar inertesVisão Libertária

Na verdade se esforçar para atender um padrão social exige esforço e a recompensa que você recebe disso é algo bastante subjetivo. Ficar a toa tem muitas vantagens: menos esforço, menos decepção, menos risco. Algumas pessoas, como o sociólogo Domenico de Mais diz até que a preguiça, o ócio, é a fonte da criatividade e uma sociedade muito ocupada acaba sendo uma sociedade pouco criativa.

A decisão individual já é uma que tomamos todos em nossas vidas. Quando somos crianças tipicamente sonhamos em participar da sociedade como uma vida ideal, ter um bom emprego, uma casa, uma bela família. Mas quando chegamos a juventude, vemos que essas coisas requerem um bocado de esforço e pior: quando conseguimos isso vemos que tem também lados negativos.

Bons empregos exigem longas horas de trabalho, muita dedicação e estudo constante. Sobram poucas horas no dia para qualquer outra coisa. Ter uma família requer um bocado de dinheiro, compreensão, e capacidade de ceder. Mesmo assim, nem sempre a visa em família é a maravilha que sonhamos. Quando estamos na casa dos nossos pais, ter nossa própria casa parece um sonho. Podemos fazer o que quisermos, chegar a qualquer hora. Mas quando você finalmente tem sua casa, percebe que ela vem junto com um monte de contas, conta de luz, de água, requer manutenção, coisas quebram o tempo todo, um monte de dor de cabeça.

Minimalize-se: Ready Player One, Humans, Ergonomia no home office: 6 dicas para sua saúde, Gattaca, Domínio Público, A primeira biblioteca de livros censurados, Elisa de Oliveira Flemer e o Homeschooling, Um Homem Chamado Ove, A inteligência emocional em 15 frases, As 4 leis do desapego para a liberação emocional

Os benefícios da cannabis no tratamento da Covid

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais. Em dezembro de 2019, houve a transmissão de um novo coronavírus (SARS-CoV-2). Ele foi identificado em Wuhan na China e causou a Covid-19, sendo em seguida disseminado e transmitido de pessoa a pessoa, que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves. Sechat

Não há qualquer evidência de que algum componente da Cannabis seja capaz de enfrentar o vírus. Entretanto, os fitocanabinoides podem desempenhar um papel importante no combate aos sintomas da doença, como a fatal Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Cannabis e Saúde

O vírus SARS-CoV2 é transmitido por microscópicas gotículas de saliva que emitimos em cada respiração. Quando outra pessoa aspira essas gotículas, ele entra pelo sistema respiratório, onde encontra uma enzima chamada ACE2 (sigla em inglês para enzima conversora de angiotensina 2). Essa enzima é fundamental para o ciclo de vida do vírus, já que é onde se encaixa para contaminar as células.

Controlar essa porta de entrada, então, aparece como uma possibilidade de tratamento. A Cannabis, com suas já demonstradas propriedades anti-inflamatórias, como meio para tornar isso possível.

cannabis-medicinal-tratamento-covid

Abaixo você pode conferir as pesquisas mais promissoras sobre a cannabis medicinal para a Covid.

Beilinson Hospital (Israel)

Segundo descobertas iniciais declaradas em uma nota do Beilinson Hospital em Petach Tikvah (Israel), o CBD “tem um impacto positivo em uma série de marcadores inflamatórios que ocorrem em pacientes com coronavírus.”

A maioria dos pacientes com Covid gravemente enfermos que receberam CBD (Canabidiol) para acalmar a inflamação receberam alta do hospital em menos de um mês, conforme mostra o teste conduzido recentemente pelo hospital israelense. Dos 11 pacientes no estudo, oito tiveram alta do hospital de 7 a 30 dias, embora os outros três participantes morreram de complicações do Covid.

Este estudo teve como objetivo, sobretudo, testar a eficácia e segurança do CBD na redução do processo inflamatório da tempestade de citocinas. O fato dos canabinoides conseguirem modular as respostas imunológicas do corpo por meio de sua interação com o sistema endocanabinoide faz com que o CBD se torne um potencial auxiliador da diminuição da inflamação pulmonar causada pela doença.

Aging-US (Albany, Nova Iorque)

estudo publicado “Em busca de estratégias preventivas: novos extratos de Cannabis sativa com alto teor de CBD modulam a expressão de ACE2 em tecidos de entrada de Covid”, publicado pela revista científica Aging-US (Albany/Nova Iorque), concluiu que extratos de cannabis com alto teor de canabidiol (CBD), podem alterar expressão gênica e inflamação geradas pela Covid. 

Os pesquisadores da Aging-US trabalharam sob uma licença da agência governamental Health Canada, desenvolvendo mais de 800 cultivares de cannabis e traçando hipóteses de como o CBD pode diminuir a expressão de ACE2 em tecidos alvo do da Covid. A ACE2 é uma enzima receptora expressa no tecido pulmonar e na mucosa oral e nasal que o SARS-CoV-2 usa para entrar em um hospedeiro humano. Uma vez que a enzima é reduzida – e isso pode acontecer quando em contato com o CBD -, a chance de infecção pelo vírus também diminui.

STERO Biotechs (Israel)

Se um paciente com um caso grave de Covid desenvolver uma tempestade de citocinas, a função imunossupressora dos canabinoides pode ser usada para combater seus efeitos prejudiciais, muitas vezes fatais. “Avaliar a segurança e eficácia de canabinoides isolados ou da Cannabis em geral, em vários estágios da infecção por Covid em ambientes clínicos, é fundamental”, avaliaram os pesquisadores da STERO Biotechs.

Mas, como as citocinas desempenham um papel crucial no combate às infecções, reduzi-las como medida preventiva ou nos estágios iniciais da infecção pode ser uma má ideia. Muitas autoridades alertam contra o uso de agentes de cannabis nos estágios iniciais da infecção. Isso porque a cannabis e canabinoides específicos como o CBD e o THC suprimem as respostas imunológicas.

Universidade de Lethbridge (Canadá)

Em parceria com a Universidade de Lethbridge, a Pathway RX e a Swysh, empresas focadas em pesquisa com cannabis, também concluíram que extratos específicos da planta mostram uma promessa como um tratamento adicional para Covid.

Como resultado, dados iniciais sugerem que 13 extratos de cannabis com alto teor de CBD anti-inflamatório podem modular a expressão de ACE2 em tecidos-alvo da Covid. Além disso, podem regular negativamente a enzima TMPRSS2, que também auxilia a entrada do vírus no corpo. 

Tais dados demonstram que essas linhagens de cannabis com alto teor de CBD têm potencial para se tornar uma adição útil e segura ao tratamento da Covid. Portanto, eles podem ser usados ​​para desenvolver tratamentos preventivos na forma de um anti-séptico bucal ou gargarejo para uso clínico e doméstico.

Medical College of Georgia (Estados Unidos)

Logo no início da pandemia, cientistas do Dental College of Georgia (DCG) e do Medical College of Georgia, demonstraram que o CBD tem a capacidade de melhorar os níveis de oxigênio e reduzir a inflamação e os danos físicos aos pulmões relacionados à síndrome do desconforto respiratório do adulto (SDRA). 

Contudo, este estudo também mostrou os mecanismos por trás desses resultados, evidenciando que o CBD normaliza os níveis de um peptídeo chamado apelina, que é conhecido por reduzir a inflamação. Os níveis deste peptídeo são baixos durante uma infecção por covid. Além disso, a cannabis medicinal pode ter efeitos positivos em alguns sintomas da doença, como dor de cabeça, problemas respiratórios e gástricos.

Além disso, extratos de cannabis de plantas inteiras também mostraram reduzir a coagulação do sangue em modelos animais; sabe-se que muitos dos efeitos sistêmicos negativos da covid parecem estar relacionados à alteração da coagulação, portanto, é possível que a cannabis possa ser útil no manejo dessas sequelas.

Universidade da Carolina do Sul (Estados Unidos)

Não apenas o CBD se mostrou eficaz no tratamento da Covid. Pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul acreditam que o THC pode ser eficaz contra os sintomas causados ​​pelo coronavírus. Essa afirmação tem como base três estudos realizados pela universidade. Neles, ficou provado que o THC da cannabis ajudou a prevenir uma resposta mortal do sistema imunológico que causa a síndrome respiratória aguda (ARDS) e estimulou bactérias pulmonares saudáveis. Os estudos foram publicados no Frontiers in Pharmacology, no International Journal of Molecular Sciences e no British Journal of Pharmacology.

Quando os cientistas injetaram THC em ratos com SDRA, foi descoberto que a cannabis era eficaz na redução da inflamação e sintomas relacionados. Assim, ao longo dos três estudos que incluíram mais de uma dúzia de experimentos, 100% dos ratos que receberam THC sobreviveram.

“Trabalhamos com cannabis há mais de 20 anos e descobrimos que os canabinoides como o THC são altamente anti-inflamatórios”, disse o coautor do estudo, Prakash Nagarkatti. “Assim, nossos estudos levantam a sugestão empolgante de testar o THC contra a SDRA observada em pacientes com Covid.”

CannaSoul Analytics (Israel)

Os resultados do estudo parecem indicar que a combinação de terpenos e canabinoides usada é até duas vezes mais eficaz do que o corticosteroide dexametasona – um tratamento comum para inflamação – quando usado para reduzir a inflamação de Covid. O estudo foi realizado em parceria com a empresa fabricante de terpenos, Eybna.

O terpeno de Cannabis NT-VRL é uma formulação patenteada de terpenos criada por Eybna. Os terpenos usados ​​na formulação foram selecionados especificamente por suas propriedades antivirais e anti-inflamatórias.

Para o estudo, o CBD e o NT-VRL foram testados individualmente e usados ​​em conjunto, com o combo provando ser o mais eficaz nestes testes iniciais. O estudo não apenas mostra o efeito do terpeno específico de Eybna, mas também que os terpenos em geral podem ter um efeito positivo no tratamento da doença.

Ze-se: Cannabis é promissora no combate à Covid-19, Invista na cannabis ativa, Contrapropaganda sobre a Cannabis, Maconha, o prozac dos pobres?!?, Elisaldo Carlini, Vaginóides!, Direito ao cultivo individual ou aceita um hamburger?, Óleo de Marijuana

Cannabis, I’m around.

A Cannabis é nativa do Himalaia e, embora a planta seja ilegal na Índia e no Nepal, ela prospera nos cantos difíceis de alcançar da famosa cordilheira. Várias aldeias do Himalaia também ganham a vida com a produção de Cannabis e, quando presas pelas autoridades, podem alegar que seus campos de Cannabis são naturais. Sechat

Arvoredos de Cannabis podem ser encontrados da mesma forma em toda a Ásia, do Paquistão à China. Cannabis: Evolution and Ethnobotany, um perfil científico de 2013 da planta, encontrou até exemplos de Cannabis decorativa sendo cultivada ao lado de uma rua pública em Kunming, China.

“A Cannabis é altamente adaptável e pode crescer e se reproduzir em uma ampla variedade de habitats temperados, mesmo sob condições extremas”, dizia.

A maconha pode ser encontrada crescendo selvagem em todo o norte do Paquistão, onde um arbusto de Cannabis não molestado pode crescer até a altura de um prédio de um andar. No entanto, como ocorre com grande parte da Cannabis selvagem nativa do mundo, essas plantas geralmente têm baixo teor de THC e têm pouco ou nenhum efeito alucinógeno se consumidas.

No país vizinho, o Afeganistão, a facilidade de cultivo de maconha em solo local (bem como a situação política caótica do país) é parcialmente como ele se tornou o maior fornecedor mundial de Cannabis em 2010.

A Cannabis costumava crescer de modo selvagem na Europa, de acordo com um estudo recente da Universidade de Vermont sobre pólen fóssil. No entanto, a planta já havia começado a morrer na época em que os europeus começaram a fazer experiências com a agricultura – e não há evidências de que os humanos neolíticos tenham descoberto suas propriedades psicoativas.

Na Grã-Bretanha, pelo menos, a maconha selvagem começou a retornar. Um grupo que se autodenomina “Feed the Birds” começou a semear sementes de Cannabis em jardins e caixas de plantação inglesas.

A Cannabis selvagem está ainda mais disseminada na América do Norte. Embora a planta não seja nativa do hemisfério ocidental, a Cannabis selvagem ou escapou das fazendas industriais de cânhamo do início do século 20 ou foi plantada intencionalmente por ativistas da maconha. Ironicamente, parece prosperar melhor em estados conservadores como Iowa, Nebraska ou Kansas, onde as proibições da maconha são algumas das mais fortes nos Estados Unidos.

Conhecemos muito pouco sobre a diversidade de plantas usadas medicinalmente, e também em rituais religiosos, pelos povos do continente africano. Duas das plantas nativas da África sobre as quais temos mais estudos etnobotânicos atualmente são a kanna (Sceletium tortuosum) e wild dagga, ou cauda-de-leão (Leonotis leonorus). O nome latino Leonotis leonorusfaz menção à cor e formato das flores da wild dagga, sendo de cor laranja intenso e com formato alongado. Ambas as plantas produzem alcalóides com algum tipo de ação psicoativa em seres humanos. Essas plantas desempenharam um papel importante durante as migrações de tribos africanas, e hoje ainda são usadas pelas tribos com objetivos religiosos ou medicinais. Além disso, a wild dagga possui uma estreita relação com o uso da cannabis por essas populações indígenas africanas. Green Power

Remonta aos anos de 1650 a 1680 os primeiros relatos de viajantes europeus sobre o uso recreativo ou religioso de plantas por populações africanas. Jan van Riebeeck, um alemão que visitou o Cabo da Boa Esperança em 1668, escreveu em seus relatos de viagem sobre o uso de uma planta pelos índios africanos da tribo dos Hotentotes. A planta era a wild dagga, que como escrito por Riebeeck, era macerada pelos índios e ingerida, deixando-os embriagados. Outros autores trazem informações adicionais sobre o uso da dagga, evidenciando que os Hotentotes também fumavam extratos da planta. Outra espécie documentada por Riebeeck, em suas viagens pela África do Sul, foi a kanna, que como a própria etimologia do nome sugere (Kanna também era chamada de Kougoed, que significa “algo para mastigar, mascar”), era mascada pelos viajantes e migrantes que cruzavam grandes distâncias na África, principalmente por ser capaz de inibir o apetite e, em doses mais elevadas, causar um estado eufórico, garantindo disposição física para a caminhada.

As tribos africanas do grupo dos Khoisan foram quem descobriram e espalharam o uso de kanna e dagga. O grupo dos Khoisan é, na verdade, o agrupamento antropológico de duas tribos que compartilhavam culturas semelhantes, os Khoekhoe e os Bushman. Essas tribos são consideradas os grandes protetores do meio ambiente, pois acreditavam que seriam punidos pelas divindades, caso fizessem uso inadequado dos recursos ambientais que os deuses haviam entregado a eles.

KINH CHÚ ĐẠI BI

KINH CHÚ ĐẠI BI (tiếng Việt) – ( Múa Phật Nghìn Tay) – Kim Linh. Cantora Kim Linh

O nome dela é abreviação de Guan Shi Yin. Guan significa observar, assistir ou monitorar; Shi significa o mundo; Yin significa sons, especificamente sons daqueles que sofrem. Assim, Guan Yin é um ser compassivo que observa e responde às pessoas do mundo que clamam por ajuda. Nick0817

A obra, inspirada em uma estátua de buda, foi criada pelo famoso coreógrafo chinês, Zhang Jigang, e interpretada pelo Grupo Artístico de Portadores de Deficiências da China, China Disabled People’s Performing Art Troupe. Na dança, 21 moças e moços surdos imitaram os diferentes gestos do Guanyin, sobretudo com os braços e as mãos. Mundo da Dança

O nome original dessa dança chinesa é Dança de Guan Yin, que vem a ser o Bodhisattva da Compaixão, também referenciado como a Deusa Budista da Misericórdia.

São suas essas palavras: Enquanto você for gentil e tiver amor no seu coração mil mãos virão naturalmente em seu auxílio. Enquanto você for gentil e tiver amor no seu coração você terá mil mãos para auxiliar outros.

Memória Quântica made in Rusnet

Transmitir informação equacionando grandes distâncias com velocidade alta e curto período de tempo sempre foi um desafio em busca da internet perfeita. Uma equipe de cientistas chineses venceu mais uma etapa nessa direção ao enviar dados entre duas memórias quânticas a quase 50 quilômetros de distância, registrado por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da China, marcou um novo recorde de distância no entrelaçamento de duas memórias quânticas. tecmundo

O experimento, apesar de lidar com conceitos ainda desconhecidos, foi relativamente simples. Duas estações idênticas foram montadas em um único laboratório, cada uma delas gerando fótons pelo uso de um laser atravessando uma nuvem de átomos de rubídio (pense no gato morto/vivo de Schrödinger).

Os fótons foram enviados para uma terceira estação, em um laboratório a 11 quilômetros de distância. Ali, instantaneamente, reproduziram na terceira nuvem a conexão de emaranhamento original das nuvens atômicas distantes. A ligação das duas nuvens originais foi transmitida então para outra nuvem, dessa vez, a 50 quilômetros.

O trabalho de Xiao-Hui Bao, Jian-Wei Pan e seus colegas, eles reconhecem, precisa ser aprimorado antes que se pense em criar um repetidor quântico (como um repetidor de sinal da internet). 

As autoridades do governo da Rússia anunciaram um investimento de RUB$ 50 bilhões (cerca de US$ 790 milhões) em um projeto de desenvolvimento de um computador quântico. Com o investimento, o país eslavo entra na disputa global pela supremacia quântica. As informações são da Nature. ComputerWorld

Os pesquisadores são capazes de manipular a física quântica para realizar cálculos muito complexos ou longos, que um computador tradicional sofre ou é incapaz de resolver. Os bits quânticos, ou qubits, como são chamados, são capazes de processar informações de uma forma exponencialmente mais rápida que os bits binários.

O protótipo de computador quântico russo tem um processador que opera com dois qubits. Diferente do computador quântico do Google que opera com 53 qubits.

“Infelizmente, as medidas tomadas pela Rússia são apenas mais um passo no crescente desmembramento da internet”, disse Alan Woodward, cientista da computação da Universidade de Surrey, no Reino Unido. BBC

A internet é composta por milhares de redes digitais pelas quais a informação viaja. Essas redes estão conectadas por pontos de roteamento de dados – e eles são, sabidamente, o elo mais fraco desta cadeia.

A terceira filha de Jang Ji-sung, Na-yeon, morreu repentinamente há quatro anos de um distúrbio incurável do sangue. BBC

O documentário, chamado “Meeting You” (Encontrando Você, em tradução livre), estreou em uma grande rede de TV, a MBC, e foi assistido por milhões de sul-coreanos.

A cena mais emocionante é quando mãe e filha “se reencontram”.

A recriação virtual de Na-yeon chega até Jang Ji-sung dizendo: “Mãe, por onde esteve? Você pensou em mim?”

Ela soluça enquanto tenta abraçar a imagem da realidade virtual de Na-yeon enquanto a equipe de produção de TV assiste.

Quantize-se: Reza quântica, Seres superiores existem?, Princípio do ou não, Segurança da informação, Humans, Neon, Starlink Musk Skynet, Robô em busca de liberdade, Perdido na traducão, A EVOLUÇÃO DOS ROBÔS.