Cultura Chinchorro

A cultura Chinchorro desenvolveu a mumificação 3 mil anos antes do que o Egito. BBC news

Localizado na região de Arica e Parinacota, o local é composto por três componentes: Faldeo Norte del Morro de Arica, Colón 10, ambos na cidade de Arica, e Foz de Camarones, em um ambiente rural cerca de 100 km mais ao sul.

Juntos, eles oferecem um testemunho de uma cultura de caçadores-coletores marinhos que residiam na árida e hostil costa norte do Deserto de Atacama, no extremo norte do Chile, de cerca de 5450 a.C. a 890 a.C.

O local é a mais antiga evidência arqueológica conhecida de mumificação artificial de corpos com cemitérios contendo corpos mumificados artificialmente e alguns que foram preservados devido às condições ambientais.

Ali foram encontradas ferramentas feitas com materiais minerais e vegetais, bem como instrumentos simples de osso e concha que permitiram a exploração intensiva dos recursos marinhos.

Apesar de muito árida, a área tinha recursos marinhos em abundância devido aos efeitos da corrente fria de Humboldt, que cria um fenômeno chamado ressurgência no oceano, e dos diversos riachos que a atravessam para desembocar no mar. BBC news

O local, aponta a Unesco, “constitui um testemunho único da complexa espiritualidade da cultura chinchorro”.

Assim, os chinchorro se especializaram na exploração dos recursos marinhos e chegaram a desenvolver diversas ferramentas para facilitar a atividade pesqueira, como um anzol feito de espinhos de cactos e pontas de arpão.

Informações do Museu Chileno de Arte Pré-Colombiana dão conta de que, “a partir de tumores encontrados nas orelhas das múmias da época, sabe-se que mergulhavam em grande profundidade”.

Segundo informações da Universidade de Tarapacá, no Chile, que tem liderado a pesquisa e conservação da cultura chinchorro, o processo de mumificação consistia na extração dos órgãos e vísceras dos mortos por meio de incisões e na sua substituição por vegetais, penas, pedaços de couro, lã e outros materiais.

Também se removia o couro cabeludo e a pele do rosto e abria-se o crânio para retirar o cérebro — depois de seco, ele era preenchido com cinzas, terra, argila e pelos de animais.

Por fim, modelava-se o rosto, que era adornado com uma peruca feita com cabelo humano. O corpo ganhava uma vestimenta de tecido vegetal e era coberto com uma camada de argila.

Embora no início os chinchorro mumificassem apenas recém-nascidos e crianças — que eram preservados junto de estatuetas de barro —, em seu auge, por volta de 3.000 a.C., eles chegaram a mumificar todo tipo de membro da sociedade, independentemente da idade.

“A cultura chinchorro considerava suas múmias como parte do mundo dos vivos, o que explica por que deixavam os olhos e a boca abertos e usavam macas, feitas de fibra vegetal ou pele de animal, para transportá-las”, destaca a Universidade de Tarapacá.

As avançadas técnicas de embalsamamento, auxiliadas pelas condições climáticas do ambiente desértico e salino do Atacama, levaram à preservação das cerca de 120 múmias que hoje estão no acervo do Museu Arqueológico de San Miguel de Azapa, no Chile.

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