Cataki, o “Tinder da reciclagem”

Os catadores recolhem cerca de 90% de tudo o que é reciclado no Brasil. Os trabalhadores autônomos são a base da pirâmide de um setor não regulamentado e não reconhecido. Cataki

No Brasil, são 800 mil catadores. Em Cataki, apenas 1.400 estão cadastrados. Ainda temos muito trabalho a fazer.

Um aplicativo chamado Cataki, disponível para Android e iOS, foi reconhecido com o prêmio de inovação do fórum Netexplo, que é concedido anualmente para projetos de tecnologia com maior impacto social e nos negócios.

Como a ferramenta é destinada a uma população vulnerável, ela não requer que os catadores tenham um smartphone sempre consigo. O usuário procura uma pessoa nas proximidades para fazer o descarte de determinado material e, quando encontra alguém, acessa os contatos do catador para fazer uma ligação. tecmundo

E você pode ajudar a ampliar esta rede. Catador, catadora, se cadastrem.

Voluntário, voluntário, inscreva-se no catador de sua rua. Aquela mulher da cooperativa, aquele homem que puxa carroça … fala com eles!

Nesse contato inicial, data e hora do serviço são agendados, e os catadores combinam com seus clientes o preço adequado para a realização do transporte do material.

Os idealizadores do app arrecadaram R$ 160 mil para desenvolver a ferramenta e inscreveram seu projeto no prêmio de inovações tecnológicas do Netexplo, um observatório independente de estudos sobre o impacto de tecnologias na sociedade e nos negócios, parceiro da Unesco. Segundo a Deutsche Welle, mais de dois mil projetos de várias partes do mundo foram avaliados pela comissão do Netexplo, e o Cataki foi o vencedor.

Cataki é um processo aberto, sem fins lucrativos e colaborativo.  Nós precisamos da sua ajuda. Você pode:

  • Registre colecionadores
  • Escritório
  • Arrecadar fundos
  • Desenvolver (nodeJS, React, HTML, CSS)
  • Design e comunicação
  • Outro trabalho voluntário

Catakize-se: Contrapropaganda sobre a Cannabis, Sexo seguro!, 69 com moral da história., CATAKI, Coleta Seletiva e Reciclagem em condomínios, Reciclagem, flores e pneus, Como a Suécia consegue reciclar 99% do lixo que produz?

Ciclolix e a bike lixo!

Os catadores de lixo realizam um trabalho fundamental para impulsionar a coleta seletiva de materiais recicláveis, especialmente em cidades cujas prefeituras não dispõem de caminhões e lixeiros para cumprir a tarefa, capaz de evitar que várias toneladas de lixo reaproveitável parem em lixões.As chamadas Ciclolix fazem parte do projeto Relix, uma iniciativa do Sesi que propõe de ações de educação e arte para conscientizar sobre a importância da sustentabilidade.. Vivimetaliun

O projeto Pró-Catador, tem como objetivo ampliar a geração de renda nas cooperativas e grupos econômicos solidários de catadores de materiais recicláveis no estado.
Um dos fundadores da cooperativa, Valdemilson Santos, 58 anos, mostra com orgulho, o trabalho desenvolvido pelo empreendimento e fala sobre as perspectivas de desenvolvimento a partir dos conhecimentos e equipamentos ofertados pelo projeto Pró-Catador. “Com as capacitações aprendemos mais sobre a tecnologia da reciclagem. Com a chegada dos equipamentos, vai facilitar ainda mais a nossa vida, porque vamos prensar, organizar o material e poder vender por um preço melhor; isso vai gerar mais renda para nós da cooperativa”. Blog Mivan Gedeon

Um grupo que passa despercebido pela sociedade e que está envolvido diretamente com o processo de reciclagem de resíduos é o dos catadores. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontam que os catadores são responsáveis por quase 90% do lixo reciclado no Brasil.

De acordo com o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, há 800 mil profissionais do tipo em atividade no país e aproximadamente 85 mil associados ao Movimento Nacional.

A maioria desses trabalhadores encontrou na profissão uma alternativa ao desemprego. No trimestre de julho a setembro deste ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizou 12,4 milhões de pessoas desempregadas em todo o país. Blog do Pedlowski

Kamikatsu, como separar o lixo?!?

Você acha que separar lixo por papel e plástico é uma tarefa árdua? Então pense nos moradores de Kamikatsu, uma pequena cidade nas montanhas da ilha de Shikoku, no sudoeste do Japão, que precisam separar o lixo em 45 categorias diferentes.

No centro de coleta de lixo, há caixas separadas para diferentes tipos de produtos: jornais, revistas, caixas, tampas de metal, garrafas de plástico, latas de alumínio, latas de aço, latas de spray, lâmpadas fluorescentes e assim por diante. Você pode pensar que isso é um exagero, mas os moradores de Kamikatsu têm uma meta para alcançar – o desperdício zero, e eles já já alcançaram 80% desta meta. Vivimetaliun

O Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), que reúne, entre outros dados, detalhes sobre o gerenciamento de resíduos no país, estima que, por ano, cada habitante produz cerca de 347 kg de lixo. Mas, ainda de acordo com esses estudos, apenas 13,7 kg (ou 4%) do lixo gerado anualmente por cada brasileiro vai para a reciclagem.
As lixeiras de reciclagem são divididas basicamente em quatro cores, uma para cada tipo de material: azul (papel), vermelho (plástico), verde (vidro) e amarelo (metal). O lixo orgânico é representado pela cor marrom.
Se o seu município tem serviço de coleta seletiva, você só precisa separar o lixo em duas categorias: recicláveis e não recicláveis (orgânicos). Tudo o que pode ser descartado nos lixos de cor vermelha, azul, verde e amarela entra na parte dos recicláveis, enquanto o lixo orgânico (marrom) vai para a lixeira de não recicláveis.
Você pode entregar o lixo reciclável para catadores ou diretamente em cooperativas de reciclagem na sua cidade. O Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) disponibiliza online o Mapa da Reciclagem, onde você pode encontrar os pontos de coleta de materiais recicláveis mais próximos da sua residência. O mapa também mostra locais de coleta de lixos tóxicos, isto é, que não podem ser descartados no lixo comum, itens como pilhas, baterias, óleo de cozinha, medicamentos vencidos, pneus, produtos eletrônicos e lâmpadas fluorescentes não podem ser descartados no lixo reciclável e nem no orgânico! Consulte o mapa aqui. Vivimetaliun

Quase todo mundo sabe da importância da reciclagem de lixo, mas, na prática, pouca gente adere ao hábito de separar os resíduos secos (sem falar nas áreas onde não há coleta seletiva): um estudo de 2017 aponta que apenas 13% do lixo que poderia ser reciclado no Brasil realmente tem esse destino.

Por isso é necessário destacar iniciativas que contribuem para mudar esse quadro. É o caso do Club do Condomínio, criado em Santos, no litoral de São Paulo, para incentivar síndicos de prédios a convencer os moradores a separar os resíduos.

Para isso foi criada uma espécie de moeda virtual, chamada bio-coin. A cada quilo de material recolhido por recicladores parceiros da iniciativa o prédio recebe 1 bio-coin, que equivale a 20 centavos. A cada 5000 bio-coins acumulados, o condomínio pode fazer o resgate de mil reais para ser usado nos serviços que o síndico considerar necessários. Vivimetaliun

A empresa belga Ecover foi fundada em 1980 para criar produtos de limpeza sem fosfato, um componente que poluía as águas. Por bastante tempo eles se dedicaram às fórmulas, mas recentemente perceberam que também era preciso prestar atenção nas embalagens.

Foi assim que surgiu o Rubbish Cafe (algo como “Café do Lixo”), uma ação promovida pela subsidiária da Ecover em Londres. Por dois dias, moradores da capital inglesa e turistas puderam ir ao local e trocar embalagens plásticas usadas por refeições. Vivimetaliun