Ailton Krenak: próxima missão do capitalismo é se livrar de metade da população do planeta

Antes da pandemia, Ailton Krenak man­­tinha uma agen­da intensa. Es­critor finalista do Prêmio Jabuti com seu livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, também lançou A Vida Não É Útil e O Amanhã Não Está à Venda, todos pela Companhia das Letras. Por conta da produção, viajava com frequência pelo Brasil. Desde a chegada do vírus, Krenak cumpre, porém, a quarentena na terra indígena de sua etnia, a 200 quilômetros de Belo Horizonte. “Mantemos as nossas famílias próximas. Podem encontrar-se no quintal, podem comer juntos, não precisam usar máscara. Temos um regime orientado por um protocolo comunitário”, conta. No oásis à margem esquerda do Rio Doce, em meio ao caos sanitário, ele segue alerta para os dramas do mundo, como demonstra na entrevista a seguir. Thais Reis Olivieira – Leia Entrevista Carta Capital

Krenakze-se: “A MÃE DO BRASIL É INDÍGENA”, Indígenas doam alimentos, Maior encontro dos povos indígenas do Brasil será on-line, LITERATURA INDÍGENA: POR ONDE COMEÇAR?, Os Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá

A VERDADE por trás da proibição da MACONHA


A produção de fake news parece coisa do século 21, mas a história da maconha revela que esta planta já sofre há quase 100 anos com um bombardeio de notícias falsas.
Boa parte das mentiras utilizadas como motivo para proibir a maconha já foram desqualificadas pela ciência, mas seguem sendo utilizadas até hoje, inclusive nos discursos políticos e médicos. Neste contexto, o questionamento de argumentos falaciosos é fundamental na luta pela legalização. O livro “Maconha: mitos e fatos” da socióloga Lynn Zimmer e do farmacologista John P. Morgan é uma ótima fonte de leitura sobre todo esse arcabouço de tolices que dizem sobre a erva.
Provavelmente o mito mais famoso sobre a maconha é história de que ela destrói neurônios.

O que é fato nesta questão dos efeitos neurológicos é que a maconha afeta a memória de curto prazo (responsável por armazenar informações de rotina do dia-a-dia), mas de forma temporária. Passado o efeito da erva, a capacidade de memorizar informações volta ao normal, sem provocar danos permanentes.

E tem aquela história, que muitos certamente já ouviram, da maconha ser porta de entrada para outras drogas. Mentira feia!

A tática mais utilizada por defensores da teoria da porta de entrada e listar usuários de maconha que passaram a usar cocaína. É tipo de conexão tão absurda como dizer que pessoas que andam de bicicleta vão despertar um desejo incontrolável de andar de moto.
Em 1937, o diretor do Departamento de Narcóticos dos EUA, Harry Anslinger (um dos maiores lobistas pela proibição da cannabis), escreveu em artigo que “inúmeros homicídios, suicídios, roubos, agressões, assaltos e invasões de residências” são relacionados a insanidade provocada pelo uso de maconha. Nesta mesma época jornais abusavam do sensacionalismo ao relatar crimes supostamente cometidos por pessoas sob efeito da maconha. Infelizmente parte da imprensa segue trabalhando da mesma forma.
O crime mais comum entre usuários da erva é fato de estarem comprando e portando algo ilegal. Carta Capital

Mude conceitos, você pode e deve: MANUAL PLANTAS AMAZÔNICAS, Funcional Obsoleto, Produtos para Consumo de Maconha, Hemp Car, Álcool, drogas e Sacklers, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, A onda, BEBER MENOS

Adeus Lênin

Escrito por Bernd Lichtenberg, Adeus, Lênin! tem início em 1989, quando a Sra. Christiane Kerner, fervorosa defensora do regime comunista da República Democrática Alemã, sofre um ataque cardíaco e fica oito meses em coma, deixando de presenciar a queda do muro de Berlim. Cinema em Cena


Uma divertida comédia de costumes, junto com uma importante mensagem de fé, união e esperança. papo de cinema

Editado via celular.

Neguinho da beija-flor

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Lucas Azevedo, Especial para O Estado – Estadão

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“Neguinho da Beija-flor: Dinheiro sujo tornou Carnaval um espetáculo”. Brasil 247

A Liga das Escolas de Samba – Liesa é um orgão criado por Getúlio Vargas no Estado-Novo e sempre foi sabidamente uma máfia. ANDRE POMBA – BLOG

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“Todo ano tem que trazer uma surpresa maior do que o anterior. O povo gosta de roubança robusta, quem gosta de mixaria é intelectual”. The i-piauí Herald

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Após muitos questionamentos e críticas em torno do patrocínio da escola campeã do Carnaval do Rio de Janeiro de 2015, o intérpetre da agremiação, Neguinho da Beija-flor, fez importante questionamento: qual a diferença entre a Beija-flor receber dinheiro do ditador da Guiné Equatorial ou a Portela receber dinheiro de Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro? Ph Lima – Além da Frase

Entenda mais: LIESANota 10!, NAARA BEAUTY DRINK!!!, BOAS IDÉIAS QUE TODOS OS PAÍSES DEVERIAM ADOTARTurismo sexual, EMV, O BRASIL CORRE O RISCO DE PERDER ATÉ 60 DIFERENTES LÍNGUAS INDÍGENASO crime compensa, INSTANTLY AGELESS ™Convite à Filosofia, Quem paga o Carnaval!, Bandeirantes Modernos, Ta foda ser brazileiro!!!, VIDACELL®Quase imortal!!!, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, BBB por Antonio BarretoRESERVE™SENSE8CONTRA TODOS OS MALES

O que, de quem?

oquedequem
Good_and_evil_AndrejVystropov
Quem quer convencer uma pessoa a comer uma laranja podre deve, portanto, desenvolver estratégias de disfarce, dissimulação, falsificação e mentira. Mensageiro do Além

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