O Piech GT e a empresa chinesa que promete carregador ultrarrápido

A empresa fundada em 2015 em Hong Kong, na China, anunciou que desenvolveu um carregador ultrarrápido capaz de carregar as suas baterias do zero aos 80% de carga em impressionantes 4 minutos e 40 segundos. Canaltech

O processo que tornou o que parecia utopia possível, no entanto, não foi revelado, nem se a novidade será aplicável e disponibilizada para as baterias já existentes no segmento. “Devido ao processo de patente em andamento, não podemos comentar informações mais detalhadas sobre nossas células de íon de lítio no momento”, disse o COO da fabricante, Andrew Whitworth.

O planejamento da marca, a princípio, é usar as baterias (e o carregador ultrarrápido) no primeiro carro elétrico suíço, o Piech GT, que ainda será lançado. O carro deve chegar ao mercado em 2024 e será equipado com uma bateria de 75 kWh. A autonomia prometida é de 500 quilômetros pelo ciclo WLTP.

Ainda de acordo com o executivo, a célula pode atingir 3.000 ciclos e mais de 1,5 milhão de quilômetros de autonomia total. As células de bateria disponíveis na maioria dos carros na atualidade prometem autonomia total de 1 milhão de quilômetros. Mas demoram um tempo muito maior para recarregar.

A empresa obteve certificação de órgãos externos de que a bateria, mesmo sob estresse, nunca excede a temperatura externa em mais de 15 graus Celsius. Isso lhe rendeu, por exemplo, a certificação de segurança UN 38.3. E nem mesmo a necessidade de um sistema de resfriamento líquido, o que é vantajoso em termos de custo e peso. Mael Pilven – InsideEVS

Outra vantagem dessas baterias, e não menos importante: elas seriam extremamente eficazes para frenagem regenerativa. Além disso, como recarregam de forma muito rápida, podem, portanto, ser reduzidas em tamanho para oferecer desempenho equivalente ao das baterias convencionais.

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João Elon Musk Gurgel

João Augusto Conrado do Amaral Gurgel era, de fato, um visionário. O engenheiro que, em 1969, fundou a primeira fabricante de automóveis 100% nacional também foi pioneiro na seara dos elétricos.

O engenheiro ainda desenvolveu soluções arrojadas, como o “plasteel”, que mesclava plástico e aço para a construção do chassi de seus veículos. César TizoAutoo

Elon Musk o excêntrico fundador e CEO da Tesla Motors nasceu em 28 de junho de 1971. Aos 3 anos de idade em 1974 ele provavelmente não tinha muito ideia do que se passava no mundo, do choque do petróleo de 1973 e provavelmente, no máximo, brincava de carrinho de plástico! WILLIAM ALVESbugg

Gurgel começou produzindo karts e minicarros para crianças no começo dos anos 60, quando tinha uma empresa de luminosos. O primeiro modelo de carro foi o bugue Ipanema e utilizava, motor Volkswagen.

Engana-se quem pensa que os carros elétricos são novidade, ou mesmo invenção da norte-americana Tesla. Os primeiros modelos foram apresentados por volta de 1830 na Escócia, e no final do século XIX os motores elétricos eram a forma preferida de propulsão automotiva, já que eram mais fáceis de operar e proporcionavam uma viagem mais confortável do que os veículos à combustão na época. (Que nem é tão nova, considerando que o primeiro híbrido operacional saiu da mente de Ferdinand Porsche, em 1900). Rafael RiguesOlhar Digital

João Augusto do Amaral Gurgel apresentando o Itaipu no Programa Silvio Santos – Reparação Automotiva

Os carros elétricos foram introduzidos no mercado quase juntos com os carros com motor a combustão, em 1886, e ficaram no mercado até 1915, quando a Ford lançou o modelo T. Em 1974 o fabricante de veículos Gurgel lançou seu projeto de carro elétrico, o primeiro da América Latina. Amaral Gurgel não acreditava no Pro-álcool, Gurgel achava que as terras férteis deveriam produzir alimentos e que não fazia sentido subsidiar o álcool enquanto o Brasil exportava gasolina barata. Para ele, a energia do futuro era a elétrica. Carro Brasil

Em 1974, a Gurgel Motores apresentou no Salão de São Paulo daquele ano o Itaipu, um minicarro capacidade para dois passageiros que foi o primeiro automóvel elétrico desenvolvido na América Latina. Apesar da proposta interessante, o conceito não ganhou produção em série. Mas acabou servindo de base para o E-400, um utilitário produzido entre os anos de 1981 e 1982 e que foi o primeiro carro elétrico produzido em série no Brasil. Evandro Enoshita – Motor Show

O nome era mais uma homenagem ao Brasil: Itaipu E150, referente a usina hidrelétrica no Paraná. O carrinho minimalista de apenas dois lugares e design geométrico teve 27 protótipos produzidos. Pesava 460 kg, sendo 320 kg apenas das baterias.

Com design geométrico, trapezoidal, e capacidade para apenas duas pessoas, o Gurgel Itaipu E150 tinha 2,65 m de comprimento e 1,40 m de largura. WebMotors

Gurgel Itaipu Open Door
Gurgel queria vender o Itaipu E150 pelo mesmo preço do Volkswagen Fusca 1300. Crédito: Commons/ Wikimedia

A velocidade máxima dos primeiros modelos chegava a 30 km/h – os últimos atingiam 60 km/h. Apesar da previsão de começar a ser produzido em série a partir de dezembro de 1975 – com a expansão da fábrica de Rio Claro –, o Itaipu sofreu naquela época com problemas que são uma grande questão para os veículos elétricos atuais: peso das baterias, autonomia e durabilidade.

Gurgel 800

Apesar da proposta interessante pra época, o conceito não ganhou produção em série. O Pró-álcoo (link externo) foi a alternativa escolhida no país para fugir da dependência dos fósseis naquele momento. Marcelo Gauto – epbr

Mais tarde, em 1980, Gurgel ainda apostaria no Itaipu E400, um furgão também elétrico que fez parte da frota de empresas brasileiras de eletricidade, mas também durou pouco.

Oferecido nas carrocerias furgão e picape e com capacidade para 400 kg (E-400) e 500 kg (E-500) de carga, tinha uma carroceria em fibra de vidro de linhas bem arredondadas e estava equipado com um motor elétrico de apenas 13,6 cv, que combinado a um câmbio de quatro marchas de origem Volkswagen permitia ao E-400 atingir os 80 km/l. Além da baixa velocidade máxima se comparado aos carros com motores a combustão, tinha outro problema comum aos elétricos daqueles tempos: a combinação de pequena autonomia (127 km no uso urbano) e a demora na recarga das oito baterias de chumbo-ácido, que variava entre seis e oito horas.

A fabricante ainda investiu no desenvolvimento para ter baterias mais eficazes, mais leves, com mais autonomia e com um tempo de recarga menor. Mas não houve muito apoio do governo federal e a Gurgel acabou desistindo dos eletrificados.

As baterias da época eram feitas de chumbo-ácido, não de íons de lítio como as atuais. Se essas mais modernas já enfrentam problemas como peso, autonomia e tempo de recarga, podemos imaginar como a fabricante teve enormes barreiras para criar um carro elétrico eficiente há quase 50 anos.

Mas a narrativa começa 20 anos antes. Em 1949, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel se formava na Escola Politécnica de São Paulo. Seu projeto de conclusão da graduação era um carro popular que atendesse as necessidades brasileiras. Raphael Panaro – Auto Esporte

Uol Carros

O nome era sugestivo: Tião. Reza a lenda que seu orientador jogou um balde de água fria na ideia mirabolante falando que “carro não é algo que se fabrica, carro se compra”. Gurgel apresentou uma proposta de guindaste para finalizar seus estudos. A ideia do automóvel, no entanto, nunca saiu de seu imaginário.

A Gurgel pediu concordata em 1993, após o rompimento de acordos com os governos de SP e Ceará que previam a construção de uma nova fábrica, e da abertura do mercado automotivo promovida pelo então presidente Fernando Collor de Mello.

Nos anos 90, o governo federal facilitou a vida de empresas estrangeiras que quisessem se expandir no País e concedeu isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Waldick Junior – em tempo

O registro da marca Gurgel encontrava-se expirado no INPI desde 2003. Em 2004, o empresário Paulo Emílio Freire Lemos, pelo valor de R$ 850,00, resgistrou para si a marca Gurgel e o antigo logo. A família Gurgel não foi consultada e por isso decidiu mover uma ação judicial contra o empresário. Meu Véio V8

Pinterest

O empresário montou em 1969, na Avenida do Cursino, em São Paulo a fábrica de carros que levava o seu nome (depois, com outra denominação, mudou para a cidade de Rio Claro 1973). A montadora produziu aproximadamente 43 mil veículos genuinamente brasileiros durante seus 27 anos de existência.

Nesses seus 27 anos, cerca de 4 mil carros foram exportados para mais de 40 países e fizeram a empresa se tornar multinacional. Mesmo assim, João Gurgel dizia que a marca não era multinacional, e sim “muitonacional”, pois o capital era 100% brasileiro. Lucas Rotelli Raulino – Portal de Pinhal


Embora não tenham feito sucesso, impossível chamar E150 e E400 de fracassos da indústria. Gurgel (falecido em 2009) desbravou mares que ninguém sonhava em navegar – especialmente no Brasil. O engenheiro, lá nos idos das décadas de 1970 e 1980, antevia os futuros movimentos do mercado. Não à toa, em 2020, vemos cada vez mais fabricantes investindo em produtos elétricos em nosso país.

Gurgel Itaipu Elétricobrum1010

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eBussy, os Carros Modulares chegaram!

Os Carros Modulares chegaram! (e parecem um transformer..)Elementar

Algumas empresas inclusive estão desenvolvendo o que eles chamam de o Android dos carros, uma estrutura que qualquer empresa pode comprar e construir o seu modelo em cima.

Os veículos elétricos oferecem aos fabricantes de automóveis a oportunidade única de apresentar projetos exclusivos. Hitechglitz

Empresas como a General Motors e a Rivian desenvolveram os chamados “skates”, que permitem usar a mesma potência e o mesmo trem de acionamento para um grande número de veículos e mudar a carroceria de acordo com as necessidades do cliente.

Este é o primeiro veículo de quatro rodas real da Electric Brands, mais conhecido por fabricar scooters, e a nova oferta é certamente única. A empresa diz que oferecerá o eBussy em 10 variações diferentes (algumas das quais são mostradas acima), incluindo uma picape, um caminhão basculante, uma van de painel e meu favorito pessoal, um motorhome.

Além desses princípios básicos do acionamento elétrico, a coisa mais fascinante sobre o eBussy é o design modular e personalizável. O chassi está disponível em duas configurações: Offroad e City. Você também pode escolher entre dez estilos diferentes de corpo. Isso significa que você pode mudar de um simples carro de passageiro para uma pick-up, um motorhome ou até um carro de surf. Se você quer uma van, basta substituir um novo corpo.

La estética, aunque no se podría definir una sola, se basa en un cuerpo de rectangular y como detalle en su parte frontal, una franja que incorpora lo que serían los faros de luz, y un parachoques de una pieza que sobresale ligeramente. Ventanas en todo el contorno de la carrocería. Jessica Paola Vera García – el carro colombiano

En el interior del eBussy, se encuentra adaptado un volante que se puede pasar fácilmente de izquierda a derecha o ajustar en la parte centrar del panel, simplemente deslizándolo. Esta opción se ofrece, gracias a que el vehículo utiliza tecnología de conducción por cable.

O eBussy também terá painéis solares no telhado para carregar as baterias quando o sol estiver lá fora.

Segundo a Electric Brands, o eBussy está equipado com uma bateria de 10 kWh que oferece um alcance de 200 km. Também é oferecido um modelo de 30 kWh, que aumenta o alcance para mais de 595 km. O eBussy também usará motores durante o curso – semelhante ao captador elétrico de Lordstown Endurance.

E mesmo sendo bem pequeno, com apenas 3,64 de comprimento, ele pode levar até mil quilos de carga, o suficiente para o acoplamento de um trailer. Para carregar tamanho peso, o torque disponibilizado pelos motores elétricos do veículo impressiona: são 101,6 kgf/m, praticamente o dobro da picape média Volkswagen Amarok V6, uma das maiores e mais fortes já avaliadas pelo Canaltech.

A troca de bateria, em que você dirige para uma estação especial, remove as pilhas vazias e as substitui por novas, totalmente carregadas, foi vista como uma boa resposta para aumentar a ansiedade. Isso permitiria aos motoristas “reabastecerem” seus veículos elétricos em minutos, em vez de horas.

O modelo básico começa em cerca de US $ 18.000 e sobe para US $ 33.000 para o modelo mais caro, o campista off-road. befitglitz

Agora, a Electric Brands evoluiu o conceito e lançou a versão definitiva do protótipo, já com a nova designação X-Bus, mas seguindo o mesmo princípio Lego, de construção por módulos que se trocam de forma bastante fácil num distribuidor ou por duas pessoas, sem a necessidade de ferramentas especiais.

O X-Bus está classificado como veículo de classe L7e, para quadriciclos. Motor 24

O modelo é apontado à produção em série, na fábrica em Itzehoe, na Alemanha, já em meados de 2022, por preços que arrancam nos 17.000 euros. Mas na página oficial da Electric Brands já é possível configurar o versátil elétrico em todas as suas versões, incluindo como autocaravana.

A Electric Brands já disponibilizou encomendas do XBus em seu site oficial para toda a Europa, com preços partindo de € 18.070 na configuração Freedom. Seu lançamento está marcado para 2022.

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Carro elétrico, R$ 100 por mês!?!

Citroën está lançando na Europa o Ami, um veículo elétrico urbano compacto e de baixo custo, que pode ser dirigido por qualquer um acima de 14 anos (na França) mesmo sem carteira de motorista, de 2 lugares, com apenas 2,4 metros de comprimento, equipado com uma bateria de 5,5 kWh. A autonomia é de até 70 km com uma carga, viajando a até 45 km/h. Olhar Digital

A recarga completa da bateria pode ser feita em três horas em qualquer tomada de 220 volts, sem necessidade de um carregador especial. A aparência pode ser customizada com pacotes de acessórios para mudar a cor do carro.

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Na França será possível adquirir um por apenas 19,99 Euros mensais (cerca de R$ 98), mediante o pagamento de uma entrada de 2.644 Euros (cerca de R$ 13 mil). O governo francês oferece uma dedução de 900 Euros (cerca de R$ 4.400) pelo fato de ser elétrico, o que leva o total a 1.744 Euros ou R$ 8.600 . O veículo também estará disponível para locação, com preço de 0,26 Euro (cerca de R$ 1,30) o minuto, através da locadora Free2Move.

O Citroën Ami poderá ser comprado 100% online, como entrega na casa do comprador, e também estará disponível em lojas como a Fnac e Darty. A montadora começará a aceitar pedidos em 30 de março, com previsão de entrega das primeiras unidades na França em junho. Citroën

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Fisker Ocean 2020

Um dos grande problemas dos veículos 100% elétricos é sem grandes dúvidas o carregamento lento das suas enormes baterias.
Para atingir este marco incrível, o futuro SUV vai ser capaz de receber pelo menos 350kW de energia através do carregador super-rápido fornecido pela Electrify America. Tenha em conta, que a maioria dos carregadores atuais (especialmente em Portugal) não conseguem fornecer este tipo de velocidades de carregamento. (Nem de perto nem de longe). Leak

O principal plano de negócios da empresa, que pretende que os seus clientes paguem uma mensalidade no valor de 379$ dólares, após um depósito inicial de 2999$. Dito isto, os entusiastas interessados podem desde já reservar este modelo com um único depósito de 250$ dólares, através da aplicação Fisker.

Curiosamente, a empresa Californiana revelou também que os seus primeiros modelos de produção são maioritariamente constituídos de materiais reciclados.

Fabricante informa que o SUV Ocean vai poder contar com as tão desejadas 5 estrelas de segurança!

A empresa garantiu que este carro irá conseguir alcançar a pontuação ‘máxima’ no que se trata de segurança, com a Fisker a destacar as barras de reforço laterais deste SUV. No entanto, ainda não existem informações sobre se o veículo já foi ou não testado pelas organizações de segurança responsáveis pela classificação.

Um fato curioso acerca deste carro, é que o teto deste veículo 100% elétrico é removível de forma a garantir a experiência de um descapotável desportivo, este SUV estará apenas disponível com tração às quatro rodas, com um motor elétrico em cada eixo. A nível de autonomia a empresa garante que o veículo vai alcançar uns interessantes 482Km com uma carga completa. Silvio José

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Aiways U5, na Europa

A Aiways, tem 3 anos de maturidade, uma startup que nasceu em Xangai e obteve pela TUV Rheinland a certificação necessária para comercializar o seu SUV U5 em qualquer parte da União Europeia, e entrou para o livro dos recordes, pois foi o primeiro veículo 100% elétrico de marca chinesa que é comercializado na Europa, e como a viagem mais longa de um veículo elétrico de sempre, exatamente 15.022 km! Vale lembrar que passaram em zonas onde as infraestruturas de carregamento não abundam, como o Deserto de Gobi ou os Montes Urais… mas ainda assim nada deteve os chineses.

Este modelo vem assim rivalizar com o Kia e-Niro, o Hyundai Kauai, e para isso passou no ECWVTA, o teste de aprovações para a Comunidade Europeia de veículos elétricos.

A viagem do U5 de Xangai a Frankfurt foi a 17 de julho que o U5 deu início à sua viagem, tendo terminado a 7 setembro de 2019! 53 dias de estrada, 12 países atravessados (China, Cazaquistão, Rússia, Finlândia, Noruega, Suécia, Dinamarca, Holanda, Bélgica, França, Suíça e Alemanha), comprovando assim a sua robustez e validade da tecnologia elétrica chinesa!
O preço base tem sido avançado nos mercados internacionais de cerca de 25000 €, não é assim apenas uma ameaça aos concorrentes de veículos elétricos, mas também compete com os combustíveis convencionais).
Autonomia de 460 km, que podem ir até aos 560 se forem alugados módulos de baterias adicionais (não se sabe qual o protocolo de medição usado). No site da empresa fala de 503 km, o que corresponde a menos de 400 km com o ciclo NEDC.
O motor deste elétrico gera uma potencia máxima de 125 kW (170 CV) nas rodas da frente, mas a Autocar diz que afinal tem é 190 CV, coincidindo com o binário de 315 NM! Portal da Energia

Van movida a energia solar ou com banheiro?!?

Por anos Brett Belen idealizou veículos elétricos abastecidos coma luz do sol. Ou seja, nada de posto de gasolina, bastava estacionar o carro e esperar algumas horas para cair na estrada de novo. E para viabilizar suas viagens em família, ele transformou a icônica “pão-de-forma” da Volkswagen numa van elétrica alimentada a energia solar, altamente funcional.solarvan3

Aproveitou o modelo de 1973, espaçoso e com uma vasta área de tejadilho para aplicar um enorme painel fotovoltaico, que proporciona exposição solar máxima ao sol. Ele é composto por quatro paineis LG de 305 watts que, quando levantados, assumem a posição diagonal num ângulo máximo de 40º, e se encarregam de gerar mais combustível para a van.

Quando posicionada de forma correta para acompanhar o movimento do sol, ela pode ser carregada e aproveitar 6 horas de energia solar! Seu interior é equipado com mesas dobráveis as laterais feitas com tecido à prova de água, como o de uma tenda de campismo, garantido conforto para toda a família. Vivimetaliun

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Todas as fotos © Brett

Conversão de veículos elétricos

componentes

Segundo a figura, observem:

Potbox: É o acelerador/potenciômetro.

DC/DC Converter: é o conversor DC – DC, isto é converte a tensão das baterias que o motor exige (72V ou mais) para os componentes eletrônicos do carrro que são os 12V. Deste modo não há a necessidade de deixar uma bateria exclusiva para este fim no veículo elétrico.

Contactor: é um dispostivo eletro-magnético para acionamento do motor.

Motor: na figura é o local destinado a instalação do motor.

Agora abaixo é uma figura muito interessante que é o circuito típico de instalação.

esquematipico

A maioria destas informações agradeço a pesquisa do Alfredo e para mais detalhes acessem o site dele, que é este aqui. O seu carro elétrico

Um carro elétrico é bem simples, separando em grandes blocos, teremos:

Motor Elétrico

1-Motor elétrico: propulsão do veículo. Devemos escolher bem esse item, pois além de ser um dos componentes mais caro é mais crucial no rendimento do automóvel;

Controlador

2-Controlador de potência: este será responsável quando o motorista acelerar, transmitir maior velocidade ao motor, em outras palavras, controlar o motor ou a aceleração do veículo, de modo bem, mas bem resumido é ele que fará o carro acelerar e também a ajudar o carro converter a energia mecânica em elétrica acionando o motor para funcionar para este fim. Para quem não conhece, o motor elétrico é um conversor de energia, quando aplicamos corrente elétrica ele transforma a energia elétrica em cinética (movimento) da mesma forma que ao movimentá-lo, ele transformará a energia cinética em energia elétrica, e assim poderemos carregar as baterias;

Conversor

3-Conversor DC-DC: para tornar o automóvel mais econômico, vamos retirar o conjunto alternador para carregar a bateria que server para a parte elétrica do carro tradicional, e com este conversor vamos converter a tensão do banco de baterias para a tensão de trabalho do conjunto elétrico do automóvel. Por exemplo, se tivermos um banco de baterias de 84V, teremos que ter um conversor DC-DC para 12v (84-12);

Bateria

4-Conjunto de Baterias: o combústivel elétrico do nosso veículo; O seu carro elétrico

Apesar da falta de incentivos, falta de estrutura, falta de interesse de fabricantes e preços elevados, tentar colocar a roda da mobilidade elétrica para girar “criando” um elétrico por conta requer, além de conhecimento técnico, enfrentar muita burocracia e gastos para regularizar o veículo, alterando o documento junto ao órgão de trânsito, informando de que se trata de um carro movido a baterias.
A Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores), inclusive, tenta apresentar um projeto para normatizar a conversão, com certificação de órgãos de segurança e aval das montadoras, a ser apresentado ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e ao MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços). UOL Carros

O Denatran publicou a Portaria 279/10 em abril de 2010, a primeira a tratar sobre o tema, autorizando a homologação de automóveis, camionetas, caminhonetes e utilitários convertidos para tração elétrica”, afirma Elifas Gurgel que decidiu montar seu próprio veículo movido a baterias, usando como base um Gol G4 2009.


Aline Gonçalves, engenheira eletricista e dona de uma empresa de painéis fotovoltaicos em Vila Velha (ES), está adaptando um Fusca 1972 para rodar apenas com baterias. “Percebi que há pouquíssima oferta ou quase inexistente no Brasil e os carros disponíveis possuem preços muito acima da realidade da da população”, relata.

Poetize-se: Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, Fusca híbrido, , , Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, iEV20

Carro elétrico, 900 km com uma carga

Os alunos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, desenvolveram um carro elétrico capaz de percorrer uma distância de 900 km com apenas uma carga, uma distância considerada entre Londres e Edimburgo, consegue ter esse desempenho com a mesma quantidade de eletricidade necessária para ferver água em uma chaleira elétrica.O veículo recebeu o nome de Helia e pode alcançar a velocidade máxima de 120 km/h. Com quatro passageiros, é possível chegar a 80 km/h. O alto desempenho e a eficiência energética do veículo vêm de sua estrutura ultraleve de fibra de carbono e da sua aerodinâmica, além de pneus com baixa resistência ao rolamento. R7A equipe da Eco Racing da universidade é composta por 20 estudantes e liderada pelo diretor do programa, o Xiaofan Zhang. O projeto foi desenvolvido em parceria com diversas fabricantes de automóveis e levou cerca de dois anos para ser finalizado

Carro elétrico e a drogar da bateria

Comprar uma bateria nova para um carro elétrico pode trazer uma desagradável surpresa, o melhor é prevenir, promovendo a longevidade do equipamento de origem, dizem os especialistas, que também sugerem a compra de elétricos com a opção do aluguel das baterias (quando possível) ou o recurso à aquisição de semi-novas. MAFALDA GANHÃO

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lembra que uma bateria dura, “em média”, 8 a 10 anos. Em média, neste caso, não é força de expressão, já que essa longevidade depende muito da forma como o carro for utilizado, isto é, do tipo de condução e do tipo de carregamentos a que se sujeitarem as baterias. Prevenir é verbo que os proprietários dos elétricos devem aprender a conjugar.

Privilegiar as cargas lentas é o primeiro conselho a dar a um condutor de um veículo elétrico, uma vez que os carregamentos menos potentes preservam mais a integridade das células das baterias. Mas, atenção: ao optar por carregamentos lentos, geralmente os domésticos, o automóvel nunca deve ficar ligado à tomada menos do que uma hora.

Não carregar ou descarregar as baterias totalmente é outro cuidado recomendado no artigo do ACP. Fixe o intervalo de 20% a 80% como referência: não deixar descer dos 20%, nem manter a bateria acima dos 80%. Reduz a autonomia, mas a opção prolonga a vida útil da bateria, garantem os especialistas.

Outros cuidados passam por evitar carregar o veículo de imediato se acabou de o conduzir sujeitando-o a temperaturas elevadas e estacionar sempre que possível num local fresco, mas de preferência numa garagem se por fresco estivermos a falar do típico frio do inverno. Expresso

Uma bateria pode custar o preço de um carro novo, Marco António, jornalista da revista “Turbo”, lembra que é um facto que o valor das baterias de lítio tem tendência a baixar. “Há menos de oito anos o valor era de 800 euros por quilowatt/hora, ao passo que agora ronda os 200 euros”, devendo continuar a descer, afirma.
A justificação apresentada, segundo o responsável da Nissan, foi a de que o preço das baterias depende de fatores internos e externos que a marca não pode controlar, e que afetam o preço a pagar pelos componentes.

A condução autônoma, o compartilhamento, emissão zero, motivos pelo qual sua ascensão meteórica após mais de um século de esquecimento desse tipo de automóvel, podem provocar um novo problema ambiental. Ricardo de Oliveira

O que pode fazer a diferença para mais ou para menos em termos de performance e também de alcance é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta, o maior custo de um carro elétrico e assim continuará por muito tempo.

Cheia de tecnologia e química, o dispositivo que armazena energia nesse tipo de automóvel já está preocupando o setor antes mesmo da prometida invasão dos veículos plugados. E aí podemos incluir também os plug-in hybrid. A pergunta agora é: o que fazer com a bateria de um carro elétrico?

Conforme os fabricantes de veículos vão elevando os investimentos na produção de baterias, um futuro mercado de reciclagem lentamente começa a ganhar forma.

A busca implacável por lítio já promete elevar em quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias e em 2025, os carros serão responsável por 90% da produção mundial. Lembre, todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Todo esse universo de aparelhos que usam pequenas baterias desse elemento químico ficarão só com 10% de um todo.

Além disso, os preços do cobalto já subiram 80%, pois também é matéria-prima essencial na produção de baterias. A Volkswagen, por exemplo, já se adiantou em reservar um lote enorme dele para sustentar sua mega produção de baterias para a próxima década. Ainda não se fala em fim das reservas de lítio e a mais recentemente descoberta fica em Minas Gerais. A Bolívia, no entanto, tem as maiores reservas do planeta e pode enriquecer com essa com commodity no cenário internacional, sendo agora chamado de “petróleo branco”.

O banco Goldman Sachs o chamado de “nova gasolina”. Argentina e Chile, com seus desertos de sal, também possuem reservas enormes do metal e o trio de nações representam 60% das reservas mundiais conhecidas. No caso do cobalto, entre 50% e 60% das reservas mundiais estão no Congo. Ou seja, todo o mundo está de olho nesses quatro países. Em 2015, de acordo com a consultoria Roskill, US$ 2 bilhões foram consumidos nestes minerais.

O que fazer com baterias dos carros elétricos é desafio no setor

Mas, se as reservas ainda parecem longe do fim, já que nem se sabe se existem mais de lítio, por exemplo, o descarte das baterias é um motivo secundário nessas corrida do ouro elétrico. Empresas como a OnTo Technology dos EUA, começam a se preparar para um mercado de reciclagem. A companhia prevê um setor robusto em 2025. Sua aposta é produzir materiais para produção de eletrodos para novas baterias a partir de unidades expiradas ao invés de decompor cada elemento individualmente.

A Tesla, por exemplo, diz que usará baterias para abastecer de energia sua Gigafactory e pretende reciclar as células exauridas. A BYD, por sua vez, utiliza baterias em fim de vida útil para veículos em grandes acumuladores de energia estacionários, que terão funcionamento por muito mais tempo que os automóveis. Hoje, o tempo de vida das células atuais varia de 8 a 10 anos. Então, podemos esperar pelo aumento na reciclagem para além de 2025. notícias automotivas

Fonte: Folha/BBC/Galileu

Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico

Chegando praticamente sozinha em um mercado multibilionário controlado por meia dúzia de conglomerados internacionais, Aline brinca com sua situação: “me sinto uma sardinha no meio dos tubarões”. Gabriel Pietro

engenheira instalando motor elétrico fusca

No entanto, não teme a competição. Encara os desafios e quer popularizar essa nova realidade. “Quando eu me deparei com o valor de um veículo elétrico, eu percebi que a população brasileira não tinha condições de comprar. Eu não tenho condições de comprar, e eu queria muito um carro elétrico.”

A engenheira eletricista Aline Gonçalves Santos, 31 anos, moradora de Vila Velha (ES), desenvolveu um audacioso projeto tecnológico e conseguiu equipar seu Fusca de 1971 com um motor elétrico, estudou e elaborou por dois anos um estudo em que buscava identificar os componentes necessários para criar um motor elétrico para seu carro de meio século. A pesquisa é um passo adiante para adaptar os carros movidos a combustíveis fósseis no país.

A engenheira executou diversos testes em seu veículo antes de lançar a startup MeuVeb. Com a ajuda de uma equipe de eletricistas e mecânicos, e um investimento inicial de R$ 60 mil, Aline conseguiu equipar seu Fusca com o motor elétrico.
Dois anos de pesquisas e muito quebra-cabeças viraram dois dias: este é o prazo para Aline transformar qualquer carro movido a gasolina/etanol em um veículo elétrico. Dois dias! Por R$ 45 mil, preço do kit comercializado pela startup, isso é possível. Razões Para Acreditar

Eficiência: roda 50 quilômetros a uma velocidade de 50 km/h. Amigos do Fusca – Facebook
O kit é composto por motor elétrico, 15 células de bateria de lítio e um display que informa ao condutor algumas informações do sistema, como a temperatura da bateria. Apesar da adaptação universal, inicialmente os veículos antigos de chassi Volkswagen foram escolhidos para as modificações.AutoVídeos
“É um carro urbano, dentro da proposta de popularizar o veículo elétrico. Um estudo apontou que a velocidade média em Vitória é de 30km/h, portanto, o Fusca está excelente. As pessoas ficam mais tempo com o pé na embreagem do que no acelerador”, disse a Aline, que está recebendo propostas de parcerias de paraguaios e chineses para o aprimoramento do motor. Ademilson RamosEngenharia é

Foto: Jefferson Rocio/Mec Show 2018
“A nossa proposta é galgar para chegar a carros mais novos”, contou a engenheira, que participa nesta semana de mais uma etapa da InovAtiva Brasil, o principal programa de aceleração em larga escala para negócios inovadores do país, em São Paulo. Seu mentor é o Nelson Nishiwaki, referência em consultoria no mercado automobilístico brasileiro e auditor da Toyota. Índice Moqueca – Aline Diniz
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iEV20

A chinesa JAC Motors está preparada para uma mudança radical de atuação no Brasil. Conhecida pelos automóveis com bom custo-benefício, agora a marca vai oferecer um portfólio de cinco modelos 100% elétricos, incluindo o que deve ser o carro mais econômico do país. A mudança de estratégia promete ser a reestruturação da montadora localmente.


O iEV20 possui autonomia de 400 quilômetros e custo estimado de abastecimento de 23 reais (JAC Motors/Divulgação)
A montadora vai trazer, a partir de dezembro, três SUVs, uma picape e um caminhão pequeno, todos com motores 100% elétricos. O primeiro a chegar será o utilitário esportivo iEV20. O modelo é a grande promessa da marca no quesito economia de combustível.
O iEV20 possui 400 quilômetros de autonomia, ou seja, pode rodar toda essa quilometragem sem precisar de uma nova carga. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, o custo por quilômetro rodado é de cerca de 5 centavos de real. Para “encher o tanque”, a montadora informa que seriam necessários aproximadamente 23 reais em energia elétrica. Segundo a JAC, esse valor é sete vezes mais barato do que o carro mais econômico do mercado brasileiro.

A linha de elétricos da JAC possui um aplicativo para smartphone que permite a verificação da carga da bateria, da autonomia, situação de recarga durante o carregamento e conta com um sistema de rastreamento e telemetria com diagnóstico à distância – se autorizado pelo proprietário, o controle elétrico dos vidros, abertura das portas e acionamento do ar-condicionado de forma remota.

A soma de todas as revisões do modelo, dos 10 mil aos 60 mil quilômetros, é de 600 reais. Esse valor costuma corresponder a apenas uma das revisões obrigatórias da concorrência. Um dos fatores que contribuem para esse custo é a baixa complexidade do carro elétrico – chega a ter 10 vezes menos peças do que um modelo a combustão.
“Dos 90 milhões de barris de petróleo consumidos por dia no mundo, 25 milhões são destinados aos veículos leves e caminhões. No médio e longo prazo, o elétrico é efetivamente a melhor solução para combater as emissões de CO2”, diz Sérgio Habib, presidente da JAC no país.

Atualmente, nenhuma empresa está autorizada a vender energia elétrica, além das próprias distribuidoras. Neste sentido, um posto de gasolina não poderia abastecer, por exemplo, os carros elétricos. Nos grandes centros, onde os condomínios residenciais são muito comuns, também não é permitido usar energia das áreas comuns. Juliana EstigarribiaExame

A JAC quer mudar sua imagem no Brasil investindo forte na linha de elétricos. Uma das principais marcas na China nessa categoria, tanto que virou parceria da Volkswagen na criação da marca SOL, a JAC terá cinco carros totalmente elétricos distribuídos em categorias diferentes. Os preços vão de R$ 119.990 a R$ 259.900. icarros

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900.000 km de elétrico

A Tesla e os seus carros têm estado a acumular recordes em várias áreas, num mercado cada vez mais competitivo, mais que as provas e os números teóricos, os carros da marca falam por si. O Tesla mais usado do mundo tem mais de 900.000 quilómetros.

O Tesla de Hansjörg Gemmingen, um Tesla Model S P85+ está perto de alcançar a meta do milhão de quilómetros.

A lista de veículos desta lista é grande e com valores também muito elevados, @gem8mingen não tem apenas um carro nesta lista. Conta ainda com um u Roadster original com uma bateria RO80. Este carro conta já com 600 mil quilómetros.

Outro ponto destes carros face à concorrência é a sua manutenção, importa salientar que ambos os carros tiveram já as baterias trocadas pela marca. Também o carregador do Model S foi igualmente alvo de uma mudança, ao abrigo da garantia. Não é normal um carro percorrer estas distâncias livre de problemas. pplware

A título de curiosidade, refira-se que 15 dos carros listados na conta Tesla Miles pertencem a uma empresa de transporte. Outro registo assinalável foi o realizado por um Model X, da rede de táxis californiana Tesloop. Equipado com uma bateria 90D, circulou “apenas” 598 mil quilómetros.

A marca que tem enfrentado vários dissabores técnicos (e ataques da concorrência) em redor dos seus produtos, apesar dos problemas técnicos identificados nas primeiras gerações, os Model S e Model X revelaram-se muito fiáveis, mesmo em usos tão intensivos como os serviços de transporte público.

A listagem da conta Tesla Miles assim o comprova, com o 47.º utilizador (e último da lista) a assinalar mais de 260 mil quilómetros em estrada com o Model S. Aquela Maquina

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