Os desafios da transição energética

O setor de energia passa por um momento crucial de transformação. Inovações relacionadas a fontes renováveis, veículos elétricos e capacidade de armazenamento de eletricidade devem mudar a forma como geramos e consumimos energia nas próximas décadas. G.Lab para EY – Valor
No cenário da transição energética global, o Brasil tem características distintas dos países que correm contra o tempo para descarbonizar seu ecossistema de energia, principalmente na Europa. Capitaneada pelas hidrelétricas, a matriz nacional já é uma das mais limpas do planeta. “Nossa questão não é o quanto vamos limpar nossa matriz, mas como vamos prepará-la para suportar as demandas e inovações da transformação energética”, afirma Carlos Assis, sócio-líder do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY para a América do Sul.

As grandes companhias de petróleo já iniciaram o movimento de diversificar as atividades para antecipar um novo cenário energético. A aposta é nas energias renováveis. A norueguesa Equinor inaugurou, em 2018, seu primeiro projeto de geração solar no mundo, em Quixeré, no Ceará. A empresa também firmou parceria com a Petrobras para a produção de energia eólica offshore, com parques de turbinas em alto-mar.

A estatal brasileira incluiu no seu plano estratégico para 2040 atuar em negócios em energia renovável. No final de 2018, anunciou a criação de uma joint venture com a francesa Total para desenvolver uma carteira de projetos nos segmentos solar e eólico. E, em fevereiro de 2019, assinou com o Centro Suíço de Tecnologia e Microtecnologia um acordo de cooperação para o desenvolvimento de painéis fotovoltaicos flexíveis.

A previsão é de que os investimentos se intensifiquem nos próximos anos, e as empresas de óleo e gás assumam a liderança na transformação energética.

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).
Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Os caminhos brasileiros na transição energética sobre duas óticas: a primeira é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e a segunda, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo. cenários Petróleo

Os desafios do Brasil em um mundo em transição energética

O Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).

Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Assim, dois pontos fundamentais pautam esse artigo, que visa discutir rapidamente os caminhos brasileiros na transição energética: o primeiro é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e o segundo, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo.

Figura 1: Evolução temporal do consumo de energia primária e emissões de CO2 associadas. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Pela teoria dos recursos naturais, os países devem usar os recursos energéticos que possuem em maior abundância e que sejam de menor valor. No caso do Brasil, as vantagens competitivas são muitas: água, sol, vento, biomassa, e ainda, óleo e gás. Uma matriz diversificada traz a possibilidade de uma transição energética tanto via gás natural – e assim com o incremento do uso de combustíveis fosseis – quanto via energias renováveis. Vale destacar que há o entendimento de que em um processo de descarbonização, não há a participação de nenhum combustível de origem fóssil e, dessa forma, não incluiria a utilização do gás natural para esse fim[1].

Figura 2: Variação percentual anual da demanda de energia e emissões de carbono no mundo. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Entretanto, via gás natural parece a alternativa inicial, uma vez que vários países têm usado o gás natural como combustível de transição, por este emitir uma menor quantidade de GEE do que o óleo e o carvão. O espraiamento do uso do gás natural no mundo se deveu à descoberta de reservas e formações em vários países do mundo, e principalmente, à tecnologia do GNL[2], que permitiu a exportação desse gás via transporte marítimo. Dessa forma, uma maior quantidade de gás no mercado o tornou mais competitivo e reduziu o valor da molécula no mercado internacional. Trata-se de um “sub-step” no caminho da transição energética: usar um energético abundante, menos emissor, enquanto se transita para uma matriz completamente limpa, e por tal, de mais complexa administração.

No Brasil, fala-se de quatro milhões de barris/dia de produção de petróleo para daqui a alguns anos. Muito pautado no sucesso dos leilões de áreas de exploração que têm sido feitos, nas alterações regulatórias propostas e executadas, e na santidade dos contratos assinados, por meio da ação da ANP. Como dito, os recursos naturais mais abundantes e mais baratos serão utilizados como forma de desenvolvimento econômico e social de uma economia. Com isso, o Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento.

Figura 3: Previsão de produção de petróleo e o número de plataformas esperadas para os próximos anos

Fonte: FGV Energia, 2019.

Sobre o mercado de gás natural, este ainda é uma incógnita no Brasil, apesar de estar em um momento muito particular e propício ao seu desenvolvimento. Entendeu-se recentemente, por exemplo, que o monopólio do gás prejudica a própria Petrobras, e com isso a empresa começou a se desfazer de alguns de seus ativos, deixando o mercado otimista em relação a entrada de novos agentes, e, no médio/ longo prazos, à queda dos preços. Outrossim, é importante que sejam fomentadas ações, legislações, resoluções, decretos que incentivem a concorrência pois, em um mercado competitivo, o consumidor é mais protegido e os preços tendem ao equilíbrio. Entretanto, independente da sobrepujança do gás, é importante considerar todas as fontes de energia disponíveis, donde suas características únicas sejam capazes de acomodar as especificidades dos sistemas energéticos, inclusive o óleo.

Para além da transição para um energético imediato, abundante e de menores emissões, faltam-se discutir a questão das novas indústrias e seus impactos no consumo de energia. E hoje o principal desafio dessa natureza é se pensar em como fazer isso. A transição para o gás natural, assim como a continuidade da utilização do óleo cru, já está posta. Falta discutir o porvir. O porvir em relação ao papel das cidades, às questões geopolíticas, de segurança energética, de descentralização, de economia de escala, de crescimento econômico, de preços relativos, o papel do governo, o papel do regulador, das políticas de meio ambiente, entre outras.

Uma análise de mais longo prazo da questão da transição energética perpassa a própria estrutura da matriz energética brasileira associada à indústria 4.0. Acredita-se que hoje estejamos na quarta revolução industrial, que mudou a vida das pessoas impactando diretamente no modo e na quantidade de energia consumida no Brasil e no mundo. O que se chama hoje de indústria 4.0 é a indústria da inteligência artificial, da realidade aumentada, da internet das coisas, do machine learning, impactando sobremaneira o setor energético. Fernanda Delgado

Com exceção do caso brasileiro, os países do BRICS contam com elevada participação de fontes fósseis na matriz energética. Analisando as tendências dos vetores da transição, percebemos que esses países ainda estão atrasados na difusão de renováveis em relação aos países líderes, mas os ganhos de eficiência associados à expansão de fontes modernas foram significativos. A China tem mostrado um forte compromisso para a redução de emissões, e a escala dos programas de ampliação de fontes renováveis é destacada. A elevada participação de fontes renováveis particulariza a transição brasileira, em que as novas fontes renováveis, eólica e solar, têm o papel de compensar a perda de participação da energia hidrelétrica. Índia e África do Sul combinam os objetivos de transição aos de inserção social por meio do acesso à eletricidade, e a abundância de recursos fósseis acarreta menor engajamento da Rússia com a transição. As complementariedades e as similaridades no processo de transição energética resultam em oportunidades de cooperação entre os países do BRICS, pois há muito espaço para uma estratégia conjunta de transição energética. TD 2495 – Política Energética no BRICS: desafios da transição energética – Luciano Losekann e Felipe Botelho Tavares, Brasília, julho de 2019. ipea

Fiat 147 a álcool, 40 anos.

O primeiro carro movido 100% a álcool no Brasil completa 40 anos em 5 de julho. O Fiat 147 marcou a indústria brasileira por ser o primeiro a vir com motor dianteiro transversal. Em 1979, o pequeno hatch equipado com motor 1.3 estreava o consumo exclusivo de álcool hidratado — empreitada que só saiu do papel graças à crise do petróleo que havia ocorrido seis anos antes. VINICIUS MONTOIA – Autoesporte
O compacto ficou em produção por onze anos e saiu de linha quando foi substituído pelo Uno. Ele passou por duas reestilizações, em 1980 e 1983. Sempre pensando de forma vanguardista e no desenvolvimento de ótimos projetos, em 1978 a Autoesporte elegeu o 147 como o Carro do Ano.

Comparado aos epítetos usados para se referir à Fiat após sua estreia no Brasil, em 1976, o apelido “Cachacinha” dado ao 147 a álcool era o mais simpático – e real, pois o cheiro dos gases de escape realmente lembram a bebida.

Seu lançamento completa 40 anos nesta quinta-feira (5). Mais do que o primeiro carro a álcool brasileiro, o Fiat 147 foi o primeiro de produção em série no mundo. Henrique Rodriguez – QuatrosRodas


Enquanto o primeiro Fiat 147 foi parar em uma concessionária do Rio de Janeiro – que o preserva até hoje –, o primeiro 147 a álcool pertence ao Ministério da Fazenda, onde foi usado por mais de 30 anos.

O Fiat 147 foi um grande divisor de águas, não só por ser o primeiro modelo da Fiat no Brasil, mas por levar inovações para as massas. Foi o primeiro veículo nacional a usar motores transversais e utilizar o álcool como combustível, o primeiro a ter uma picape derivado de um carro de passeio e criar uma nova categoria, que se estende até os dias de hoje.

O primeiro a ter um furgão que também deriva de carro de passeio, e que hoje tem o Fiorino, derivado do Uno, deixou várias heranças técnicas para seus sucessores como o Uno e o Palio em questão de motores e soluções inteligentes.

Ele saiu de linha em 1986, após 10 anos de produção e mais de 1 milhão de veículos produzidos, levando em conta suas derivações, e deixando um legado importante para seu sucessor, o Fiat Uno. noticiasautomotivas


Com lançamento previsto dentro de quatro anos, os engenheiros da Fiat desenvolvem um novíssimo motor para queimar apenas o etanol, chamado pela fábrica de E4.
Seria o primeiro projeto específico para este combustível, pois, até hoje, tanto os carros da época do Pró-alcool (década de 80) como os flex atuais possuem motores projetados para gasolina e adaptados para o álcool puro ou para queimar os dois combustíveis. BORIS FELDMAN – Autopapo
A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) resolveu ir na contramão do movimento automotivo no Brasil e apostar no etanol como alternativa ecologicamente correta, em vez de motores híbridos ou elétricos.


A empresa anunciou que desenvolve um propulsor turbo movido somente com o derivado da cana de açúcar. Ele usará como base o 1.3 GSE turboflex (T4), da família FireFly, que a Fiat produzirá na fábrica de Betim (MG) a partir de 2020, juntamente com 1.0 GSE turboflex (T3) – equiparão modelos da Fiat e da Jeep. Gazeta do Povo

Observe mais: Hemp Car, Extintion by Japan, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, LUMINESCE™ (10% free), Só óleo!!!, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™ (10% free), FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, VANUSA SABBATH, NAARA !!! (10% free), EM BUSCA DA VERDADE, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, INSTANTLY AGELESS ™ (10% free), 11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESO, ATARI 2600, VIDACELL®(10% free), NAVE TIERRA, HO’OPONOPONO, Blue Bug, LUIZ GONZAGA LEITE, O GUARDA LUIZINHO!

Mapa dos ecossistemas intactos da Terra

Bilhões de anos se passaram, incontáveis espécies surgiram e desapareceram, mas bastou apenas uma para colocar em risco toda a história evolutiva da Terra ao espalhar a destruição e degradação do meio ambiente.

Apesar dos esforços de conservação e proteção ambiental nas últimas décadas, menos de um terço das áreas terrestres do Planeta permanecem selvagens, sem impacto de atividades humanas, e esses remanescentes da natureza estão sob risco crescente. Vanessa Barbosa5 nov 2018, 14h19Exame

O primeiro mapa dos ecossistemas intactos da Terra, resultado de uma pesquisa da Universidade de Queensland e da Wildlife Conservation Society (WCS), mostrou que apenas cinco países detêm 70% das áreas inexploradas do mundo.

De acordo com o relatório, os países com mais territórios intocados são Austrália, Estados Unidos, Brasil, Rússia e Canadá e o objetivo é que estas nações trabalhem em conjunto para que isso continue assim. Apesar de esta parecer ser uma boa notícia, ela é também é preocupante pois mostra que mais de 77% das terras – excluindo a Antártica – e 87% dos oceanos já foram muito modificados pela intervenção humana. Vivimetaliun

Há um século, apenas 15% da superfície da Terra era usada para cultivar e criar gado, ressalta o estudo publicado na revista científica Nature, atualmente, apenas 23% da massa terrestre do mundo ainda pode ser considerada selvagem.

Os pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, e da Wildlife Conservation Society (Sociedade de Conservação da Vida Selvagem) criaram um mapa global utilizando indicadores como terras de cultivo, pastagens e densidade populacional e descobriram que apenas 20 países são os responsáveis por 94% da região selvagem no mundo. Época Negócios Online

A preservação da Amazônia sempre foi motivo de preocupação, no entanto, os números do último ano assustam. Em 365 dias, o desmatamento no pulmão verde da Terra cresceu quase 60%.

Os dados são do sistema DETER, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que também mostrou perda de 762,3 km² de mata nativa. Trocando em miúdos, o Brasil atingiu o pior registro desde 2016. Nunca se desmatou tanto, entre janeiro e junho de 2018, 735,8 km² de floresta destruída. hypeness

Os especialistas em conservação ambiental defendem que ecossistemas remanescentes em regiões degradadas têm uma preservação prioritária pois oferecem benefícios mais diretos para a saúde humana e para o desenvolvimento turístico.

As áreas intactas abrigam espécies em uma abundância próxima ao natural – resguardando informações genéticas e processos ecológicos que sustentam a biodiversidade em uma escala de tempo evolutiva.

Por exemplo, no mar, são as áreas virgens que ainda têm populações viáveis de grandes predadores como o atum, o marlim e os tubarões, lembram os autores do artigo na Nature.

Ecossistemas intactos também amortecem desastres naturais e eventos climáticos extremos, do nível local ao global.

“Simulações de tsunamis, por exemplo, indicam que os recifes de corais saudáveis oferecem ao menos duas vezes mais proteção do que os altamente degradados”, escrevem os pesquisadores.

Estas áreas são importantes ainda diante das mudanças climáticas – por exemplo, por estocarem carbono em larga escala.

Um bom lugar


[Intro: Sabotage]
Ha, ha, ha-ha, ha, ha, ha!
Sou Sabotage
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim

[Verso 1: Sabotage]
Não sei qual que é, se me veem, dão ré
Trinta caras a pé, do Piolho vêm descendo
Lá na Conde, ferve
Pisque-clack, enlouquece, breck só de arma pesada
Inferno em massa
Vem violentando a minha quebrada, basta
Eu registrei e vim cobrar, sangue bom
Boa ideia: quem tem, não vai tirar a ninguém
Meditei, mandando um som com os irmãos da Fundão
Volto ao Canão
Se os homens virem, disfarço o grandão
Rap é o som
Embora, lá no morro, só louco
A união não tem fim, vai moscar?
Se envolve, jão
Já viu seu pivete dizer que rap quer curtir?
O beat fortalece, nunca esquece
Quem conclui é o mestre, basta
Quem longe for, vem com pudor
Lutou pra conseguir, forte dor
Tem que depôr e não voltar, sujou
Bem-vindo ao inferno
Aqui é raro, eu falo sério
Pecados do anticristo, imortal
Patifaria, aí, meu!
Vai batalhar, tenta a sorte, seja forte
Só o destino, aqui, resolve
Pauleca, Bulinho, só saudades
Fez da vida, por aqui, de mente erguida
Sem mentira, com malícia
Me passou lição de vida
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim
[Verso 2: Sabotage]
Dois caras simples, gostavam mais de ouvir e aprender
Até que fatalidades, com certeza, e é o seguinte
Sempre assim, maquiavélico
E maldade se percebe, aqui, cuidado
É falsidade, estopim
Dois mil graus (boom!) é ser sobrevivente
E nunca ser fã de canalha

A luta nunca vale a experiência
Santo Amaro a Pirituba, o pobre sofre, mas vive
A chave é ter sempre resposta
Àquele que infringe a lei
Na blitz, pobre tratado como cafajeste

Nem sempre polícia, aqui, respeita alguém
Em casa, invade a soco
Ou fala baixo, ou você sabe: maldade

Uma mentira deles, dez verdades
Momentos oculares, respeito, estilo um cofre
Só levam os fortes
Filhos do vento, um super-homem
Lá, cada vez tem um largado atrás do poste
Quando inflama
É capaz de entregar o irmão pros homens
Fuja, se jogue, o vaps não se envolve, anda só
Na sul, respeito é lei, também, melhor
Tipo madeira, estilingue, exige uma forquilha
Rap é milidia
Um integrante da família, com uma ideia fixa
Que atinge a maioria que ainda acredita
Plano B, periferia
Hoje, quem pratica
Tá ligado que é o que liga
Porque vira, vira, vira

[Verso 3: Black Alien]
Do ano 2000 pra frente
Homens do passado, pisando no futuro, vivendo no presente
Há três tipos de gente:
Os que imaginam o que acontece (ha, ha, ha!)
Os que não sabem o que acontece
E nós, que faz acontecer

Do bolo, o glacê
Unido, a gente fica em pé, dividido, a gente cai
Quem falha, cai; bum, biri, bye-bye-bye!
A colaboração do som é a carta na mesa
Aqui rima: Black Alien, Sandrão, Helião, Sabotage
À vontade, na balada, desde ontem à tarde
Habilidade é o álibi
No beat, Ganjaman e Zé Gonzales
Quem tá no erro, sabe
Cocaína no avião da FAB
Ninguém vai deter o poder, o crème de la crème
De Niterói à SP
PhD em THC, no país de FHC
Dream Team da rima, essa união me dá autoestima
Mestres das armas, do microfone à esgrima
Vê se me entende: o estudante aprende, o professor ensina
O verbo que fortalece, como vitamina

Contamina, na nova, velha escola, como o vírus Ebola
Biatch! Rebola (ha, ha, ha, ha!)
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim
[Verso 4: Sabotage]
Sobreviver no inferno
A obsessão é alternativa
Eu quero o lado certo
Brooklin-Sul, paz eu quero
Prospero, eu vejo um fim pro abandono
Deixa rolando
Ninguém, aqui, nasceu com dono
Mas, por enquanto
Ainda tem muita mãe chorando
Alguns parando
Trampando ou se recuperando
Do eterno sono
Tipo o Rafinha e o Adriano
Milagre em dobro
O livramento vem pros manos
Tem que ter fé, aqui, sim, tem que insistir
Humilde! Só assim para progredir, enfim
Quero juntar, sim, com os manos
Que protestaram o preconceito, daquele jeito
Eu sei que vou traçar os planos
Cantar pras minas e os manos

Eu me emociono, eu não me escondo
Me levantando, como deve ser

Lá vem polícia, sai da pista
Hasta la vista, baby
Andar de monte, a chave, a cara é ter Deus em mente
Longe daquela e dois pentes
Há quem não precise, entende
Sonic e Cyclone, ágil, ouriço e resistente
Brooklin-Sul, Canão
O sobrevivente, a-gente, a-gente, a-gente
[Ponte: Sabotage]
Sou Sabotage, um bom lugar
Lugar, lugar, lugar, lugar
Um bom lugar, ha, ha, ha, ha, ha
Um bom lugar, lugar
Ha, ha, ha, ha, ha, ha
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim

Fonte: Genius

Apesar de não ter relação com minha equipe, o episódio de ontem, ocorrido na Espanha, é inaceitável. Exigi investigação imediata e punição severa ao responsável pelo material entorpecente encontrado no avião da FAB. Não toleraremos tamanho desrespeito ao nosso país!

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) June 26, 2019. hypeness

Observe mais: CIDADES DEMOCRÁTICAS, POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA RECLAMAÇÃO DE QUE GAROTOS ESTÃO JOGANDO BASQUETE NA RUA, A RAINHA DE MAIO, EXAME COM UMA GOTA DE SANGUE, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS,VIDA SIMPLES, AUTODOMÍNIO E O PAPEL DA CONSCIÊNCIA NA CRIAÇÃO DA REALIDADE, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, THE JOLLY BOYS, VIDACELL®, Respeito É Pra Quem Tem, RESERVE™, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ,VIDA INTELIGENTE., LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Banana power verde

A banana é uma fruta rica em sais minerais, potássio, cálcio e ferro, além das vitaminas B6 e B12, exerce um papel fundamental para o bom funcionamento do corpo, principalmente do intestino.

A banana verde auxilia no emagrecimento e combate a doenças como diabetes. É muito usada por quem faz reeducação alimentar e opta por algo natural para misturar aos alimentos. É uma grande aliada à saúde e bem estar de quem procura um método prático e eficaz de manter-se saudável. Banana.blog.br
Os benefícios da biomassa de banana verde são principalmente combater a diarreia, porque o amido resistente na banana verde cozida ajuda a absorver os líquidos no intestino, parando a diarreia. Além disso, a biomassa de banana verde também combate a depressão, porque tem triptofano que ajuda na formação do hormônio serotonina, aumentando o humor e a sensação de bem-estar. Tua Saúde
Mude conceitos, você pode e deve: HEMP ROLL, NAARA BEAUTY DRINK!!! (10% de DESCONTO), BANANA, Purificadoras de ar, Zen Bodi (10% de DESCONTO), SEMENTE DE CHIA (Salvia hispanica), Minhocário., Suco de limão e Bicarbonato, Alimentação japonesa, Adoro essa parte da anatomia femimina., Comida esperta, A Revolta dos Macacos, Garfield e fast food.

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Peter Webb

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Peter Webb, um dos mestres na área da Agrofloresta, se formou na Austrália em Horticultural Science; estudou Permacultura com o seu mentor Bill Mollison; e foi responsável pelo Banco de Sementes do Jardim Botânico de Melbourne por três anos. Em 1980, mudou-se para Inglaterra onde deu início ao trabalho de Cirurgia em Árvores e formou-se em Agricultura Biodinâmica, na Emerson College, em Londres. Desde 1984, passou a morar no Brasil. Por catorze anos, viveu de modo autosustentável em Matutu, no Sul de Minas Gerais. Em 1998, mudou-se para São Paulo, onde, desde então, tem administrado cursos e desenvolvido projetos de Agroflorestas, Agricultura autosustentável, Consultoria ambiental, Paisagismo, Cirurgia em árvores e Reflorestamento. Desde 2002, ao unir a Permacultura à Psicologia do Budismo Tibetano em parceria com Bel Cesar, desenvolve atividades de Ecopsicologia no Sítio Vida de Clara Luz, em Itapevi, São Paulo. Blog da Lis

Mude conceitos, você pode e deve: EXISTE ÁGUA EM SP, ÁGUA SALGADA POTÁVEL, PICO DO GUARANI, CHICO MENDES, LEIS DA GRATIDÃO, VETERANAS DE GUERRA, MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…, ANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.

Vamos juntos!!!

Em 2015 mataram o Watu (Rio Doce), que é uma fonte de vida e energia sagrada para os Borum [Burum], o povo indígena Krenak.

Em 2019 matam nosso Paraopeba, que banha a aldeia Naô Xohã , do povo indígena Pataxó Hã-Hã-Hãe. Xapuri

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Brumadinho made Japan?!?


Enxergue mais: UMA GRANDE CAGADA!, O MELHOR DO BRASIL FOI MESMO O BRASILEIRO, SÉRIE URNA ELETRÔNICA, ESCOLA DO LEGISLATIVO, ESCOLA DE DEMOCRACIA, INSTANTLY AGELESS ™, SUSPEITOS DE TERRORISMO, SEGUNDO A ABIN, NAARA BEAUTY DRINK!!!, POLÍTICA, SEMPRE ELA., LUMINESCE™, BOLSONARO, ORGULHO DO PAÍS, TIRIRICA, LEI ROUANET, O INGÊNUO ECONOMISTA, VERGONHA NA LAMA

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Boas Práticas Legislativas

O Movimento Voto Consciente surgiu em São Paulo no contexto de redemocratização do país, após a ditadura civil-militar que durou 21 anos, de 1964 a 1985.
As ações do Movimento são motivadas pelo pressuposto do coletivo, tão necessário e intrínseco à democracia.O voto, além de um direito do cidadão, consiste num poderoso gatilho de mudanças, assim o engajamento encoraja a sociedade civil a não temer políticos corruptos. Laboratório de JO
O Prêmio Paulista de Boas Práticas Legislativas tem como objetivo estimular o reconhecimento de iniciativas de vereadores, servidores públicos, câmaras municipais, escolas do parlamento e organizações da sociedade civil empenhados na elaboração e aprovação de projetos capazes de impactar positivamente a realidade municipal a partir dos parlamentos. Adicionalmente, pretende-se alimentar a base de dados que fique à disposição da sociedade com projetos, autores e contatos, de modo a possibilitar a troca de experiências e estimular o trabalho em rede relacionado a ações legislativas nas diferentes cidades brasileiras.

O Movimento Voto Consciente (MVC) é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) com o objetivo de fortalecer os direitos políticos com ênfase no aprimoramento da participação dos cidadãos em geral, o trabalho está concentrado em dois campos de atuação:

a) estímulo e ações de acompanhamento do Poder Legislativo, com ênfase nas esferas locais (estados e municípios) e;

b) estímulo e ações de educação política suprapartidária.

O MVC não tem vínculos partidários e respeita a pluralidade ideológica garantida na Democracia brasileira.

Mude conceitos, você pode e deve: VOTO ABERTO, Empoderamento dos recursos, O analfabeto político, Política, sempre ela.;Carnaval é Perfeição!, INSTANTLY AGELESS ™, Sua segurança?, Inside Job;DECLARAÇÃO IRPF 2012, VIDACELL®, Brasileiro Reclama De Quê?, FILHOS DA PROSTITUTA, Não Foi Acidente, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™

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O mel do passado

Desde o início de 2016, começamos a gravar um doc, na aldeia Tekoa Ytu, sobre as abelhas nativas sem ferrão a partir da construção de um meliponário dentro da aldeia.

O documentário, bem educativo, faz a apresentação de algumas espécies na aldeia, um alerta sobre o risco que elas correm – e consequentemente nós também -, e um resgate importante na cultura Guarani.

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Brazil, o filme

Brazil não é um filme para ser visto comendo pipoca e nem é do tipo que é esquecido quando os créditos ainda estão passando na tela, produzido em 1985 por Terry Gilliam, um dos integrantes do grupo Monty Python, Brazil trata de forma cômica a desilusão com um futuro sombrio, sem esperança em um estado totalitário e opressor. Woo! Magazine


O filme vislumbrou 31 anos atrás a vigilância e totalitarismo das redes de informação atuais e a dissidência de hackers – aqui representado por “encanadores” free-lancers, considerados dissidentes terroristas. Direitos individuais inexistem e qualquer um pode ser condenado e executado através de “provas” recolhidas pelo Ministério da Informação. Alguém pode ser morto por engano, mas tudo foi feito com “boa-fé”. Em tempos onde policiais federais aparecem na mídia como heróis hollywoodianos, “Brazil, O Filme” torna-se amargamente atual. Cinegnose

Enxergue mais: Enxergue: VANUSA SABBATH, DIA DO ROCK, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, LUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUM, INSTANTLY AGELESS ™, HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, PANCADARIA DO Ó, FOR WHAT IT’S WORTH 1967, O PAI DE TODOS OS MASH-UPS DO ROCK, Global Citizen Festival

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Politicamente Coenrto

Controlar a si mesmo é a arte principal.

Uma arte marcial.

Conhecer e saber usar o corpo e a mente.

Como separar corpo mente?

É fácil provocar a raiva em outra pessoa, um olhar de pouco caso, um desrespeito, um insulto.

Mas o grande guerreiro consegue vencer essa batalha. Não pelo soco, pelas técnicas de luta física, mas pelo controle de si mesmo.

Como diz o professor Leandro Karnal “quem conhece a si mesmo não é insultado”. Monja Coen Roshi

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Brasilis

Multidão – Brasilis

“Brasilis” é o single de lançamento da Multidão, que conta a história do Brasil em ritmo de marcha-rancho e frevo.

Mude conceitos, você pode e deve: DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, NEVO™, TERRA SEM MALES, O mar de Aral virou areia., Território, Índias, LUMINESCE™, Que País É Esse?, Brô Mc´s, Todo Dia Era Dia de Índio, De que lado você esta?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Cadê os Amarildos?, Águas de março, BOLSA FAMÍLIA, Cama, mesa e banho!

Índios

 https://youtu.be/nM_gEzvhsM0

Índios – Legião Urbana

Cifra: Principal – Tom: G

 

Intro Primeira Parte 3x: G  D

Intro Segunda Parte: Am7  D11  Bm  Em  Am  D7  Bm  Em7

Primeira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
        D11
Ter de volta todo o ouro

Que entreguei a quem
      Bm7
Conseguiu me convencer 

Que era prova de amizade
      Em
Se alguém levasse embora

Até o que eu não tinha

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Esquecer que acreditei 

Que era por brincadeira
     Bm7
Que se cortava sempre um pano de chão
    Em
De linho nobre e pura seda

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Explicar o que ninguém 

Consegue entender
            Bm7
Que o que aconteceu ainda está por vir
       Em
E o futuro não é mais 

Como era antigamente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
    D11
Provar que quem tem mais 

Do que precisa ter
       Bm7
Quase sempre se convence 

Que não tem o bastante
 Em
Fala demais por não ter nada a dizer

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
            D11
Que o mais simples fosse visto

Como o mais importante
Bm7
    Mas nos deram espelhos 
   Em
E vimos um mundo doente

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
      D11
Entender como um só Deus 

Ao mesmo tempo é três
        Bm7
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
        Em
Sua maldade, então

Deixaram Deus tão triste

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

(repete segunda parte da intro)

Terceira Parte:

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
       D11
Acreditar por um instante 

Em tudo que existe
     Bm7
E acreditar que o mundo é perfeito
       Em
E que todas as pessoas são felizes

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
   D11
Fazer com que o mundo 

Saiba que seu nome
   Bm7
Está em tudo e mesmo assim
    Em
Ninguém lhe diz ao menos obrigado

Am7
    Quem me dera ao menos uma vez
D11
    Como a mais bela tribo
Bm7
    Dos mais belos índios
     Em
Não ser atacado por ser inocente

Segunda Parte:

C  G7M/B        Am7
   Eu quis o perigo
           D/F#          G
E até sangrei sozinho entenda
   D/F#                    Em
Assim pude trazer você de volta pra mim
        C
Quando descobri que é sempre só você
          D11       G        D/F#
Que me entende do início ao fim

Em
   E é só você que tem 
   C
A cura pro meu vício de insistir
          D11
Nessa saudade que eu sinto
                F11+      G
De tudo que eu ainda não vi

Final:

C
  Nos deram espelhos 
                   F11+  G
E vimos um mundo doente
                             (final)
Tentei chorar e não consegui

Intro Primeira Parte:

Parte 1

     G
E|-3---3--------5-x-7-----------------------|
B|-0-0-------0----x-------------------------|
G|-0-0-----0-0--5-x-7-----------------------|
D|-5-----0--------x-5-----------------------|
A|--------------3-x-------------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓       ↓

Parte 2

     D            D11
E|-2---2-----0------------------------------|
B|---3----------3---3-----------------------|
G|-2-2-----2-0----0-------0-----------------|
D|-0------------4-4-----4-4-----------------|
A|-------0------5-----0---------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓            ↓       ↓

Intro Segunda Parte:

Parte 1   

     Am7
E|---3-2-3----3-2-3----3-2-3----3-2-3-------|
B|-----1--------1--------1--------1---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0--------2--------3----------------------|
E|----------------------------3-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 2

    D11
E|---5-3-5----5-3-5----5-3-5----5-3-5-------|
B|-----3--------3--------3--------3---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|-----4--------4--------4--------4---------|
A|-5--------0--------5--------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 3

     Bm
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----0--------0--------0--------0---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-7--------7--------7--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 4

     Em
E|---7-5-7----7-5-7----7-5-7----7-5-7-------|
B|-----5--------5--------5--------5---------|
G|-----0--------0--------0--------0---------|
D|------------------------------------------|
A|------------------------------------------|
E|-0--------7--------0--------7-------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 5

     Am
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----8--------8--------8--------8---------|
G|-----0--------0--------0----0---0---------|
D|------------------------------------------|
A|-0----------------------------------------|
E|----------7--------8----------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 6

     D7
E|---8-7-8----8-7-8----8-7-8----8-7-8-------|
B|-----7--------7--------7--------7---------|
G|-----7--------7--------7--------7---------|
D|-0-----------------0----------------------|
A|----------0-----------------0-------------|
E|------------------------------------------|
       ↓        ↓        ↓        ↓

Parte 7

     Bm
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----7---------7---------7---------7------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|----------9-------------------9-----------|
E|-7------------------7---------------------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Parte 8

     Em7
E|--10-8-10---10-8-10---10-8-10---10-8-10---|
B|-----8---------8---------8---------8------|
G|-----7---------7---------7---------7------|
D|------------------------------------------|
A|-7------------------7---------------------|
E|----------7-------------------7-----------|
       ↓         ↓         ↓         ↓

Primeira Parte:

Parte 1

     Am7
E|---0---3----5--x--3---3-------------------|
B|---1-----------x--1---1-------------------|
G|---0--------5--x------0-------------------|
D|---2-----------x--------------------------|
A|-0---2---x--3--x--------------------------|
E|---------x-----x----3---------------------|
     ↓                  ↓

Parte 2

     D11
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-5---0--------5---0-----------------------|
E|------------------------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 3

     Bm7
E|------------------------------------------|
B|---3---3-3-3----3---3-3-3-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---4---4-4-4----4---4-4-4-----------------|
A|-2------------2---------------------------|
E|-----2------------2-----------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Parte 4

     Em
E|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
B|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
G|---0---0-0-0----0---0-0-0-----------------|
D|---2---2-2-2----2---2-2-2-----------------|
A|-----2------------2-----------------------|
E|-0------------0---------------------------|
     ↓   ↑ ↓ ↑    ↓   ↑ ↓ ↑

Final:

Parte 1 (2x)

E|-3-------2---0--------------------------------------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0------------------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x---x--------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3-x--------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓       

Parte 2

E|-3-------2---0---------------------------3----------|
B|-0-0-0---------0-0---3---1-------0-------3----------|
G|---0-0---2---0-0-0---------0-0-------2---0----------|
D|---0-0---------0-0---4---2-0-0---0---0---0----------|
A|-----------x-----------x-----------x---x-2----------|
E|-3-----3---x-3-----3---x-3-----3---x-0-x-3----------|
     ↑ ↓         ↑ ↓         ↑ ↓

Observe mais: FÁTIMA, SÓ POR HOJEYES OU SISTEMA DE MELHORAMENTO DA JUVENTUDEFalando sobre Pato FuRESERVE™Tarde VaziaNAARA BEAUTY DRINK!!! Sexo seguro!VIDACELL®O Estado Laico, CADÊ OS ÍNDIOS QUE ESTAVAM AQUI?CARNAVAL É PERFEIÇÃO!INSTANTLY AGELESS ™Que País É Esse?

Brazil, que raça é essa?!?

http://wp.me/p2VQyY-R3n

https://evsarteblog.wordpress.com/2017/10/13/aos-ricos-ovas-de-esturjao-aos-pobres-racao-conversa-afiada/

Esta é a peça mais importante para a nutrição, pois é através dela que seu animal vai adquirir todas as vitaminas, minerais e nutrientes necessários para se manter bem e saudável. Por isso, escolha a ração com cuidado levando em consideração a raça, porte e necessidades especiais do seu animal. Prefira as rações com qualidade comprovada a marcas desconhecidas. https://mundopet29.wordpress.com/2017/09/20/racao/

A empresa responsável por produzir o produto chamado pelo prefeito João Doria de “abençoado” e que seria capaz de suprir necessidade de pessoas desnutridas não tem fábrica em atividade e nem capacidade de produzir em escala. https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/322486/Ra%C3%A7%C3%A3o-de-Doria-%C3%A9-%E2%80%9Cfake%E2%80%9D-como-ele-nem-f%C3%A1brica-tem-s%C3%B3-endere%C3%A7o-de-luxo.htm

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