CONSTELAÇÕES INDÍGENAS

“Para nós, o sol e a lua são irmãos gêmeos que deram origem de tudo. É o princípio de tudo, assim temos que conhecer a origem, que é o mito do sol e da lua”, comenta Kerexu Yxapyry (Eunice Antunes), líder indígena da etnia Mbiá Guarani, que vive no Sul do país. Leyberson Pedrosa – EBC

A observação do céu esteve na base do conhecimento de todas as sociedades antigas, pois elas foram profundamente influenciadas pela confiante precisão do desdobramento cíclico de certos fenômenos celestes, tais como o dia-noite, as fases da Lua e as estações do ano. O indígena brasileiro também percebeu que as atividades de pesca, caça, coleta e lavoura obedecem a flutuações sazonais. Assim, ele procurou entender essas flutuações cíclicas e utilizou-as, principalmente, para a sua subsistência. Germano Bruno Afonso

A Etnoastronomia nos ensina que existem tantos seres no céu quanto os povos humanos podem observar, cada cultura tem um modo único de olhar o céu. JOSEANE PEREIRA – Aventuras na Historia

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A observação do céu noturno e a utilização dos astros como forma de orientação no tempo e no espaço são partes dos conhecimentos de diversas civilizações do mundo inteiro. Povos como os Indígenas Guarani e os Aborígenes Australianos já utilizavam as estrelas para projetarem constelações e a associarem à passagem do tempo, épocas de plantio e colheita, períodos de chuvas e estiagem, calor e frio ou mesmo a mal presságios. Espaço Ciência

A visão indígena do Universo deve ser considerada no contexto dos seus valores culturais e conhecimentos ambientais. Esse conhecimento local se refere às praticas e representações que são mantidas e desenvolvidas por povos com longo tempo de interação com o meio natural. O conjunto de entendimentos, interpretações e significados
faz parte de uma complexidade cultural que envolve linguagem, sistemas de nomes e classificação, utilização de recursos naturais, rituais e espiritualidade.


Em 1612, o missionário capuchinho francês Claude d’Abbeville passou quatro meses com os Tupinambá do Maranhão, perto da Linha do Equador. No seu livro “Histoire de la Mission de Pères Capucins en l’Isle de Maragnan et terres circonvoisins”, publicado em Paris, em 1614, considerado uma das mais importantes fontes da etnografia dos Tupi, ele registrou o nome de cerca de 30 estrelas e constelações conhecidas pelos índios da ilha. Infelizmente, ele identificou apenas algumas delas.

Abaixo, listaremos algumas constelações indígenas que estão visíveis no céu. Você pode instalar algum aplicativo em seu celular para observar melhor. Algumas sugestões são o SkyMap, Star Walk 2, SkyView,  SkySafari e Stellarium. Depois compartilhe conosco o que você conseguiu observar, por meio de fotos, desenhos e descrições. Confira as constelações:

Via Láctea indios

Tapi’i rapé – Via Láctea

Tapi’i rapé significa Caminho da Anta, e era assim que os índios brasileiros conheciam os braços da Via Láctea. Seu nome (Caminho da Anta) pode até soar estranho, mas a Via Láctea, que é a maneira que conhecemos, também tem sua estranheza, afinal significa Caminho do Leite. De qualquer forma, tanto a cultura grega quanto a indígena sul-americana viam os braços da nossa Galáxia como caminhos (de alguma coisa). Para os povos indígenas, a Via Láctea também representa a morada dos deuses. Galeria do Meteorito

A Constelação do Veado ou Cervo do Pantanal – Guaxu (guarani)

A constelação do Veado é conhecida principalmente pelas etnias de índios brasileiros que habitam na região sul do Brasil, tendo em vista que para as etnias da região norte ela fica muito próxima da linha do horizonte.


Na segunda quinzena de março, o Veado surge ao anoitecer, no lado Leste, indica uma estação de transição entre o calor e o frio para os índios do sul do Brasil e entre a chuva e a seca para os índios do norte do Brasil.

Quando aparece totalmente no céu, anuncia a chegada do Equinócio de Outono no Hemisfério Sul, uma estação de transição entre o calor e o frio. Esse evento marca o Tempo Velho, que vai do início do outono até o início da primavera, para os índios Guarani.

A constelação do Veado fica na região do céu limitada pelas constelações ocidentais Vela (Vela) e Crux (Cruzeiro do Sul). Ela é formada utilizando, também, estrelas da constelação Carina (Carina) e Centaurus (Centauro).

Se você olhar na direção Sul, a partir das 18h, vai conseguir enxergar algumas estrelas que compõem esta constelação, que inclui algumas das que formam o que nós conhecemos como Cruzeiro do Sul e a Falsa Cruz, composta por estrelas das constelações Carina e Vela.

A Constelação do Homem Velho – Tuivaé (tupi) – Tuya’i (guarani)

Em relação à constelação do Homem Velho, d’Abbeville relatou: “Tuivaé, Homem Velho, é como chamam outra constelação formada de muitas estrelas, semelhante a um homem velho pegando um bastão”.


Na segunda quinzena de dezembro, quando o Homem Velho (Tuya, em guarani) surge totalmente ao anoitecer, no lado Leste, indica o início do verão para os índios do sul do Brasil e o início da estação chuvosa para os índios do norte do Brasil.


A constelação do Homem Velho é formada pelas constelações ocidentais Taurus e Orion.
Conta o mito que essa constelação representa um homem cuja esposa estava interessada no seu irmão. Para ficar com o cunhado, a esposa matou o marido, cortando-lhe a perna. Os deuses ficaram com pena do marido e o transformaram em uma constelação.


A constelação do Homem Velho contém três outras constelações indígenas, cujos nomes em guarani são: Eixu (as Pleiades), Tapi’i rainhykã (as Hyades, incluindo Aldebaran) e Joykexo (O Cinturão de Orion).


Eixu significa ninho de abelhas. Essa constelação marca o início de ano, quando surge pela primeira vez no lado oeste, antes do nascer do Sol (nascer helíaco das Plêiades), na primeira quinzena de junho. Segundo d’Abbeville, os Tupinambá conheciam muito bem o aglomerado estelar das Plêiades e o denominavam Eixu (Vespeiro). Quando elas apareciam afirmavam que as chuvas iam chegar, como chegavam, efetivamente, poucos dias depois. Como a constelação Eixu aparecia alguns dias antes das chuvas e desaparecia no fim
para tornar a reaparecer em igual época, eles reconheciam perfeitamente o intervalo de tempo decorrido de um ano a outro.


Tapi’i rainhykã significa a queixada da anta e anunciava que as chuvas estavam chegando, para os Tupinambá. Joykexo representa uma linda mulher, símbolo da fertilidade, servindo como orientação geográfica, pois essa constelação nasce no ponto cardeal leste e se põe no ponto cardeal oeste. Joykexo também representa o caminho dos mortos.

Na primeira quinzena de dezembro, quando ela surge totalmente no céu, anuncia a chegada do solstício de Verão. Este evento marca o meio do Tempo Novo para os índios Guarani. 

Para encontrar a parte desta constelação que estará visível, olhe na direção Noroeste a partir das 18h. Fazem parte dela estrelas das constelações ocidentais de Órion e Touro.

A Constelação da EmaLandutim (tupi) – Guirá Nhandu (guarani).

Em relação à constelação da Ema, d’Abbeville relatou: “Os Tupinambá conhecem uma constelação denominada Iandutim, ou Avestruz Branca, formada de estrelas muito grandes e brilhantes, algumas das quais representam um bico. Dizem os maranhenses que ela procura devorar duas outras estrelas que lhes estão juntas e às quais denominam uirá-upiá”. Ele chamou de Avestruz Branca a constelação da Ema, no entanto, a avestruz
(Struthio Camelus Australis) não é uma ave brasileira. A ema parece com a
avestruz, mas é menor e de família diferente.


Na segunda quinzena de junho, quando a Ema (Guirá Nhandu, em guarani) surge totalmente ao anoitecer, no lado leste, indica o início do inverno para os índios do sul do Brasil e o início da estação seca para os índios do norte do Brasil.

Quando ela surge totalmente no céu, anuncia a chegada do solstício de inverno. Esse evento marca o meio do Tempo Velho para os índios Guarani.

Para encontrar algumas estrelas que compõem essa constelação, basta olhar para a direção Sudeste a partir das 19h.  Fazem parte da constelação da Ema alguns astros que integram as constelações ocidentais do Cruzeiro do Sul e do Escorpião.

A Constelação da Anta do NorteTapi’i (guarani)

A constelação da Anta do Norte é conhecida principalmente pelas etnias de índios brasileiros que habitam na região norte do Brasil, tendo em vista que para as etnias da região sul ela fica muito próxima da linha do horizonte. Ela fica totalmente na Via Láctea, que participa muito nas definições de seu contorno, fornecendo uma imagem impressionante dessa constelação. Existem outras constelações representando uma Anta (Tapi’i, em guarani) na Via Láctea, por isso chamamos essa constelação de Anta do Norte. A Via Láctea é chamada de Caminho da Anta devido, principalmente, à constelação da Anta do Norte.


Na segunda quinzena de setembro, a Anta do Norte surge ao anoitecer, no lado Leste, indica uma estação de transição entre o frio e calor para os índios do sul do Brasil e entre a seca e a chuva para os índios do norte do Brasil.

A Constelação da Queixada da Anta – Tapi’i Rainhykã (tupi)

constelação de Tapi’i Rainhykã, que significa Queixada da Anta também simbolizava o início das chuvas para os tupinambás, no norte do país. Ela ocupa o espaço no firmamento que conhecemos como Hyades.

A Constelação da CobraMboi / Mboi Tatá (tupi)

A constelação que conhecemos como Scorpius é vista como uma cobra pelos índios, e é chamada de Mboi (cobra em guarani) ou Mboi Tatá (Cobra de fogo), popularmente conhecida como Boi Tatá (que por sua vez não tem nada a ver com boi), e sua cabeça começa com a estrela Antares.

Mboi Tatá é uma cobra de fogo de olhos brilhantes, que devora os olhos dos outros animais para que os seus se tornem cada vez mais reluzentes. Assim como Ema, Mboi também simbolizava o início do inverno e da estação seca.

A Constelação do Vespeiro – PlêiadesEixu (guarani)

Eixu significa “ninho de abelhas” ou “vespeiro” em guarani, e marca o início do ano, quando surge pela primeira vez no lado leste, antes do nascer do Sol (nascer helíaco das Plêiades). na primeira quinzena de junho. Segundo d”Abbeville, os índios conheciam muito bem a constelação de Eixu, e quando ela chegava, eles comemoravam a chegada da chuva, que vinha logo depois. Era com essa constelação que eles contavam os anos.

A Constelação de Joykexo

Joykexo representa uma linda mulher, símbolo da fertilidade na cultura indígena. Essa constelação servia como orientação geográfica, pois ela nasce exatamente no leste, e se põe exatamente à oeste. Joykexo, além de ser o símbolo da fertilidade, também representa o caminho dos mortos. Joykexo é representada pelas estrelas que formam o Cinturão de Orion,

A Constelação da CanoaYar Ragapaw (tenetehara)

constelação da Canoa (Yar Ragapaw em tenetehara, idioma dos índios da etnia Tembé) indica exatamente a posição do ponto cardeal norte. A constelação da Canoa se encontra da região das constelações ocidentais Ursa Maior e Leão Menor, e era conhecida principalmente pelos índios do norte e nordeste do Brasil, uma vez que ela se encontra muito baixa no céu quando vista a partir do sul do país. Portanto, quando ela surgia para os índios do norte e nordeste em meados de março, indicava tempo de chuvas.

A Constelação da Cobra GrandeMboi Guassu (tupi)

Segundo a mitologia indígena, a Cobra Grande (Mboi Guassu) acordou faminta e saiu em busca de alimentos, comendo os olhos dos animais e das pessoas que encontrava, e posteriormente se tornou a Mboi Tatá, que já é outra constelação. A constelação de Mboi Guassu é vista em Taipi’i rapé (Via Láctea).

A Constelação da OnçaYai (tukano)

constelação da Onça (Yai no idioma tukano) está dividida em cinco pequenas constelações, que seriam Yai siõkhã (estrela que ilumina a onça), Yai useka poari (bigode), Yai duhpoa (cabeça), Yai ohpu (corpo) e Yai pihkorõ (rabo).

Yai fica na região do céu onde encontramos as constelações de Cassiopéia, Andrômeda e Perseus. Infelizmente ainda não encontramos uma ilustração que mostrasse tal constelação, por isso, a imagem da constelação é apenas uma especulação de sua forma. Por outro lado, a região do céu está correta.

A Constelação Caminho da Cruz ou Grande RelógioWirar Kamy (tenetehara)

A primeira constelação Wirar Kamy é o Caminho da Cruz, que representa um grande relógio/calendário para os índios do Brasil, pois ela começa a ser visível no mês de março, deitada no horizonte com a parte de cima apontando para o leste, indicando o ápice da estação das chuvas e o fim da semeadura. Os rios ficam altos fazendo a pesca mais difícil, os frutos silvestres se tornam raros, e as doenças tropicais como malária se proliferam, e por isso, essa é considerada a época mais difícil para os índios.

Passados três meses, o cruzeiro se encontra bem alto no céu de junho, indicando o início do período da seca, fartura de colheitas, fartura de banhos de rios, pescas, agradecimentos aos deuses e iniciação das moças da aldeia. Já em setembro, quando a constelação de Wirar Kamy se aproxima do horizonte oeste no início da noite, indica o ápice da estação seca e o início do plantio para o próximo ano.

A Constelação A Cruz dos MortosWirar Kamy (tenetehara)

A segunda constelação Wirar Kamy dos índios tenetehara é conhecida também como A Cruz dos Mortos. Ela se localiza na região do céu que conhecemos como Constelação de Orion, O Caçador. As estrelas conhecidas popularmente como Três Marias e a Nebulosa de Órion (M42) compõem essa constelação indígena. Ela nasce exatamente no ponto cardeal leste e se põe exatamente à oeste, percorrendo a linha equatorial, caminho dos mortos pela cultura indígena.

A Constelação da SiriemaAzim (tenetehara)

Quando Azim aparece na região alta do céu noturno, ela também indica o início da estação da seca, no mês de junho e julho. Ela encontra-se abaixo de Wiranu (constelação da Ema), onde encontramos as constelações ocidentais Coroa Austral, Telescópio, Sagitário e Escorpião. Um fato interessante dessa constelação é que algumas partes que a constituem (como o bico), são na verdade manchas claras e escuras da Via Láctea.

Siriema possui um penacho em sua cabeça, e os índios Tembé dizem que na constelação, a Siriema carrega seus dois ovinhos para que a Ema, a comedora de ovos, não os devore.

A Constelação do Beija-FlorMainamy (tenehara)

Conta a lenda que o chefe dos beija-flores (Mainamy) vê um lugar chamado Karu-Peahary, que era um lugar seco e sem água. E assim, a deusa Mayra com todos os beija-flores fez um poço para saciar a sede de Mainamy, que é representado pela região que encontramos a constelação ocidental de Corvo. Ela se encontra muito alto no céu entre o norte e o sul, e surge no mês de maio, ficando visível até setembro, época de festas nas aldeias Tembé-Tenetehara, que são comemoradas com banhos de rio e a Festa da Moça, que é um ritual de passagem das jovens e dos jovens índios para a vida adulta.

A Constelação do JabutiZauxihu Ragapaw (tenetehara)

constelação Zauxihu Ragapaw se encontra no lado norte do céu, ocupando a região que conhecemos como Coroa Boreal. A medida que o Jabuti vai percorrendo o céu noturno, entre maio e agosto, significa que os índios estão enfrentando o final da época das chuvas.

Observatório situado no município de Garopaba, em Santa Catarina

Pode-se dizer que existem dois tipos principais de constelação indígena: uma
relacionada ao clima, à fauna e à flora do lugar, conhecida pela maioria da comunidade e que regula o cotidiano da aldeia; a outra está relacionada aos espíritos indígenas, sendo conhecida, em geral, apenas pelos pajés e é mais difícil de visualizar. Os guaranis, por exemplo, chamam de Nhanderu a mancha escura que aparece perto da constelação ocidental do Cisne. O Deus Maior Guarani aparece sentado em seu banco sagrado, utilizando seu cocar divino e segurando o Sol e a Lua em suas mãos. Ele anuncia a primavera. Germano Afonso – SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL

Consteleze-se: Desmatamento astronômico Amazônia, Astronauta, ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS??, Dia do Índi(o)gena!!!, Feliz dia do índio!!!, DIA INTERNACIONAL DOS POVOS INDÍGENAS, Todo Dia Era Dia de Índio, Ailton Krenak: próxima missão do capitalismo é se livrar de metade da população do planeta, Brô Mc´s

Cidade Invisível

Esqueça os deuses nórdicos ou a lendas celtas: os mitos do folclore brasileiro finalmente estão entre nós em Cidade Invisível, série que é um excelente acerto da Netflix e traz para o audiovisual uma muito bem-vinda versão de entidades como a Cuca, o Curipira, o Saci e a Iara. Conta com a presença de Margo PigossiAlessandra Negrini e José Dumont à frente do ótimo elenco, com direção de Carlos Saldanha. RAQUEL PINHEIRO

A produção acompanha Eric (Marco Pigossi), um detetive da polícia ambiental que investiga a misteriosa morte de sua mulher, Gabriela (Julia Konrad). Durante o trabalho, no entanto, ele acaba descobrindo que o Rio de Janeiro que ele conhece está habitado por figuras fantásticas —que parecem estar de alguma forma ligadas ao incêndio em que Gabriela morreu. Beatriz Amendola – Splash

Divulgação

São criaturas como o Curupira, o Saci e a Cuca, que se materializa aqui na figura de Inês (Alessandra Negrini), dona de bar e uma poderosa bruxa que sabe mais do que revela e que mantém com Eric uma relação de desconfiança mútua, mais do que uma relação vilã-mocinho.

Com sete episódios disponíveis a partir de 05/fev na Netflix, Cidade invisível revisita lendas e personagens do folclore brasileiro em uma trama aventureira e contemporânea.
Saldanha é o criador da série, que tem produção da Prodigo Films (responsável por Coisa mais linda, outro título da Netflix), mas a direção dos episódios é dividida entre Luis Carone e Julia Jordão.  Mariana Peixoto

Sazi-se: A lenda maia do beija-flor, A lenda do fio vermelho, Rio fervente, lenda amazônica, Halloween Saci!, Curupira, Iemanjá, Macunaíma, Dia do folclore, Cultura Indígena e Fantasia

Caapora Adventure

O Game conta a história de um jovem índio chamado Yacamin que seguirá em uma aventura em busca dos fragmentos da pedra Caapora que foi violada e separada em 4 fragmentos elementares que foram espalhados pelo continente de Zaltana, o que fez com que o portal entre os mundos; mitológico e dos humanos, fosse novamente aberto, trazendo monstros e entidades folclóricas para o mundo dos humanos.

Agro será mesmo?

Campanhas milionárias do agronegócio são divulgadas pela grande mídia. Em especial na rede globo, cujos proprietários são grandes produtores rurais. Imagens mostram plantações e colheitas com máquinas fantásticas e cortam para os produtos nos supermercados. O telespectador pouco informado não tem como duvidar: é uma maravilha, o que seríamos de nós sem o agronegócio. Blog do Conde

Concordar que agro é tech não é difícil. Aquelas máquinas imensas que devem substituir centenas de trabalhadores, podem ser consideradas tech. Já aceitar que é pop fica mais difícil. De popular não tem nada. E ainda são responsáveis por diversos problemas ambientais, pois desequilibram o ecossistema e provocam o empobrecimento do solo. Mas dizer que agro é tudo, é demais. É uma mentira deslavada, principalmente quando a propaganda leva o telespectador a imaginar que aquela produção rica e tech vai estar nas vendas e nos supermercados.

“Manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”. No mesmo dia, em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, declarou Bolsonaro: “Vou buscar pacificar o nosso Brasil. Nós vamos pacificar. Sem eles contra nós ou nós contra eles. Nós temos como fazer políticas que atendam o interesse de todos”. Blog do Conde

Desde a sua posse, ao contrário de seu juramento e de sua primeira declaração como presidente, Jair Bolsonaro não fez outra coisa a não ser dividir a população brasileira, criando inimigos imaginários e atrelando o Brasil aos interesses dos EUA. Para ele, quem não reza em sua cartilha negacionista, é comunista e traidor da pátria. E comunista para ele pode ser o Papa ou qualquer um que lhe faça oposição.

Não vai estar não. Aquelas monoculturas são para exportação, que é o negócio do agro. Quem coloca o alimento nas prateleiras das vendas e nas gôndolas dos supermercados leva o nome de agricultura familiar. Segundo a ONU, cerca de 80% de toda a comida do planeta vem desse tipo de produção.

No Brasil, a agricultura familiar envolve aproximadamente 4,4 milhões de famílias e é responsável por gerar renda para mais de 70% dos brasileiros que vivem no campo. De acordo com o censo agropecuário de 2017, realizado pelo IBGE, 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil são classificados como sendo de agricultura familiar. Ainda assim, esses pequenos produtores, que são os responsáveis em colocar o alimento nas mesas dos brasileiros, têm acesso a apenas 14% de todo o financiamento disponível para a agricultura.

Outro importante parceiro para garantir o alimento ao brasileiro tem sido o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), por intermédio de seus assentamentos. A  agricultura familiar do MST, localizada no Rio Grande do Sul, é a maior produtora de arroz orgânico da América Latina. O que sobra no mercado interno é exportado para diversos países, como EUA, Portugal, Itália, China e Emirados Árabes. Por falar em MST, o movimento já doou, desde o início da pandemia, mais de 3.400 toneladas de alimentos.

São tantas aberrações que, confesso, dá até revolta enumerar os absurdos dos feitos e o desatino das declarações do capitão e de seus capitaneados. Triste Brasil, diria hoje o nosso Drummond. Blog do Conde

Felizmente, ainda temos jornalistas afiados que tentam, a duras penas e pouco apoio publicitário, revelar o Brasil real a seus leitores, ouvintes e espectadores. Não são muitos como o Diário do Centro do Mundo, Brasil 247, Revista Fórum e Intercept Brasil. E ainda alguns bons comunicadores espalhados web afora. Entre eles, o excelente Gregório Duvivier (Greg News).

Agrize-se: AGROFLORESTA: 50 x 100, From garden to forest e Agroflorestar, La Agroecología en tiempos del COVID-19, Cursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesign, Mônica Lopes Ferreira toma o chá de agrotóxico, aceita um gole?!?, Substituto de agrotóxico: eucalipto, Dermacação agropop

IBMEC: 10 cursos gratuitos com certificado

O IBMEC é uma escola de negócios, é “pioneiro” no MBA em finanças no Brasil. A instituição acredita que a verdadeira formação é aquela que dá instrumentos de excelência para que os alunos sejam protagonistas do próprio destino e consigam impactar, positivamente, uma sociedade cada vez mais global, colaborativa e integrada.

Todos os cursos têm certificação ao final, é uma excelente forma de dar um UP no currículo e ainda gerar horas complementares na faculdade. Após ser aprovado, o próprio estudante emite o documento via web.

Cursos online gratuitos IBMEC:
– Liderança;
– Empreendedorismo;
– Inovação;
– Noções de Mercado Financeiro e Economia;
– CRM;
– Análise de Desempenho Gerencial;
– Introdução a Administração do Capital de Giro;
– Planejamento Estratégico;
– Gestão de Custos;
– Fundamentos de Macroeconomia Doméstica.

As inscrições são feitas diretamente pelo site da IBMEC.

Também publicamos matérias com cursos gratuitos de mais instituições, confira abaixo:

  1. USP
  2. UNICAMP
  3. ITA
  4. SENAI
  5. Sebrae
  6. Harvard

Curze-se: SENAI: 20 cursos online sem processo seletivo, Esgoto como fonte de recursos, Cursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesign, Cursos online e conteúdos gratuitos, FGV libera 55 cursos online gratuitos, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha, Thomas Malthus ou Thanos, Saúde financeira: 5 dicas para equilibrar as finanças, Privado: 1º Bazar Jeunesse (Colabore) – Leia até o final.

Usina Solar no Brazil. Aluga-se!

De acordo com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), no Brasil já foram constatadas 3.413 usinas solares em operação. A primeira usina solar construída está localizada em Tauá/CE, e está em funcionamento desde 2011, com capacidade de geração de 1000KWp (1MWp) e consegue produzir energia para 1.500 residências. terra

A maior usina do País, foi construída em 2017, localizada em Minas Gerais, na cidade de Pirapora, conta com 321 Megawatss, sendo que possui mais de um milhão de painéis solares.

A Ilumisol é uma empresa de energia solar fotovoltaica, que tem em realização 06 grandes empreendimentos em áreas do Paraná, como: Cascavel e Capanema, e também em Mato Grosso do Sul: Naviraí e Mundo Novo. Usinas que receberão o nome de Apolo I, Apolo II, Apolo III, Invicta I, Invicta II e Invicta III, e que gerarão 928.077 KWh/mês, com 17.195 módulos instalados de 425W, atestando assim, estarem entre as maiores usinas do Brasil.

ABDI

Usineze-se:

O TEATRO BARROCO DE O ALEIJADINHO

Este ensaio visa a apresentar uma breve leitura do átrio do Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos, onde O Aleijadinho montou um teatro em pedra-sabão, um arquitexto – arquitetura e texto – espetacular. Parte-se do ensaio de Mário de Andrade, “O Aleijadinho”, de 1928, em que o autor sustenta que o escultor de Ouro Preto inventou a forma da arte brasileira, vazada na alquimia do sangue indígena,com a seiva africana e com a verv\ne do português. O conhecimento e o reconhecimento do barroco brasileiro e, em especial, do barroco mineiro, de que O Aleijadinho constitui a máxima expressão, deflagrou-se, no Brasil, a partir dos modernistas paulistas que, em sua viagem de 1924 pelas cidades históricas mineiras, garimpavam as raízes mais arcaicas da identidade nacional. Portal de Periódicos da FURB – SEER

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“Gênio virgem, puro e inocente, artífice exemplar e original, um dos fundadores de uma tradição artística nacional”, assim Mário de Andrade descreveu Aleijadinho, no estudo “A arte religiosa no Brasil”, publicado na Revista do Brasil, em 1920, consagrando Antônio Francisco Lisboa, cuja morte completou 200 anos em novembro de 2014, como um dos símbolos da arte e da identidade brasileiras. Patrícia Mariuzzo – Ciência e Cultura

Antônio Francisco da Costa Lisboa era filho de Manoel Francisco Lisboa e de uma escrava que se chamava Isabel (embora nenhum documento o comprove), e sobrinho de Antônio Francisco Pombal, afamado entalhador de Vila Rica. A data oficial de seu nascimento é 29 de agosto de 1730, mas também não há certeza quanto a isso. Nuovi Orizzonti Latini

De educação escolar primária, iniciou seu trabalho como escultor e entalhador ainda criança, seguindo os passos do pai e trabalhando na oficina do tio. Seu aprimoramento profissional veio de seus contatos com o abridor de cunhos e desenhista João Gomes Batista e o escultor e entalhador José Coelho de Noronha, portugueses com oficinas em Vila Rica e responsáveis por muitas obras em igrejas da região.

A doença dividiu em duas fases nítidas a obra do Aleijadinho. A fase sã, de Ouro Preto, se caracteriza pela serenidade equilibrada. Na fase do enfermo, surge um sentimento mais gótico e expressionista. O ressentimento tomou a expressão de revolta social contra a exploração da metrópole.

Os trabalhos do Aleijadinho podem ser vistos em Ouro Preto, Congonhas do Campo, Sabará e outras cidades mineiras. Observando-se os traços, as expressões das esculturas, é impossível evitar o sentimento de emoção e respeito que elas despertam. O esplendor e o requinte, as sutilezas e a suntuosidade das dezenas de estátuas, pias batismais, púlpitos, brasões, portais, fontes e crucifixos revelam que o Brasil teve um escultor e arquiteto de primeira grandeza nos tempos coloniais. Fonte: http://educacao.uol.com.br/

As informações disponíveis sobre sua história dizem que Aleijadinho começa cedo a trabalhar como artesão e a fazer serviços nas igrejas de Ouro Preto e nas de cidades vizinhas, como Mariana e São João del-Rei. Por ser filho bastardo de pai português e mãe escrava, encontra dificuldades para ser valorizado nos primeiros anos em que exerce seu ofício. Mesmo assim, suas obras ganham reconhecimento e realiza trabalhos grandes, como a fachada e a decoração da Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, concluídas nos anos 1790. Enciclopédia Itaú Cultural

Imagem representativa do artigo

Profeta Daniel , 1800 , Aleijadinho
Reprodução Fotográfica Sérgio Guerini

No século XX, Aleijadinho, até então pouco celebrado e reconhecido no Brasil, é redescoberto por artistas modernistas, entusiasmados com sua história e sua obra. Exemplo disso é o escritor Mário de Andrade (1893-1945) e seu texto Aleijadinho, de 1928. Criticando europeus que comentaram as obras do escultor sem considerá-lo um gênio, Mário enxerga na obra de Aleijadinho uma invenção “que contém algumas das constâncias mais íntimas, mais arraigadas e mais étnicas da psicologia nacional”.

República dos bananas

O acampamento produzia anualmente mais de 7,2 mil toneladas de alimentos, gerando trabalho e renda para mais de 5 mil pessoas, segundo o MST. Juliana Almirante – Metro1

A ação de reintegração de posse foi deflagrada pela Polícia Federal em favor da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), para desocupação de uma área de aproximadamente 1727 hectares.

Banalize-se: Embalos de bananas, Banana power verde, 1ª Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Banana, tumblr, Banana Republic, Gastronomia Funcional

Dia da Bandeira

No dia 19 de novembro, é comemorado o Dia da Bandeira do Brasil. O símbolo nacional foi criado para marcar um importante momento histórico para o país, (o fim do Império e o começo da República), quatro dias depois da Proclamação da República, que aconteceu em 15 de novembro de 1889.

9 curiosidades sobre a bandeira do Brasil

  1. Projetada por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares, a bandeira do Brasil foi desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste Debret.
  2. Cada uma das estrelas corresponde a um estado brasileiro. A bandeira deve ser atualizada caso seja criado ou extinto algum estado.
  3. A única estrela que está acima das palavras “Ordem e Progresso” representa o Estado do Pará.
  4. As palavras “Ordem e Progresso” foram inspiradas na seguinte frase do positivista Augusto Comte: “O amor por princípio e a ordem por base, o progresso por fim”.
  5. Quem propôs o lema “Ordem e Progresso”, um resumo da teoria de Comte, foi o político Benjamin Constant.
  6. A bandeira é considerada um símbolo nacional. Os outros quatro símbolos nacionais são: Hino Nacional, Armas Nacionais e Selo Nacional.
  7. A bandeira do Brasil é hasteada de maneira permanente na Praça dos Três Poderes em Brasília. No primeiro domingo de cada mês, é feita uma cerimônia para troca da bandeira.
  8. A bandeira da República é uma releitura da bandeira do Império.
  • 9. O Brasil é o único país que o desenho da bandeira respeita a posição astronômica das estrelas. Natália Plascak Jorge

Nacionalize-se: Brasil termina Parapan em 1º lugar e faz a melhor campanha da história, Boas Práticas Legislativas, O Brasil visto do Céu, As 11 ideias de negócio mais procuradas pelos brasileiros

Os desafios da transição energética

O setor de energia passa por um momento crucial de transformação. Inovações relacionadas a fontes renováveis, veículos elétricos e capacidade de armazenamento de eletricidade devem mudar a forma como geramos e consumimos energia nas próximas décadas. G.Lab para EY – Valor
No cenário da transição energética global, o Brasil tem características distintas dos países que correm contra o tempo para descarbonizar seu ecossistema de energia, principalmente na Europa. Capitaneada pelas hidrelétricas, a matriz nacional já é uma das mais limpas do planeta. “Nossa questão não é o quanto vamos limpar nossa matriz, mas como vamos prepará-la para suportar as demandas e inovações da transformação energética”, afirma Carlos Assis, sócio-líder do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY para a América do Sul.

As grandes companhias de petróleo já iniciaram o movimento de diversificar as atividades para antecipar um novo cenário energético. A aposta é nas energias renováveis. A norueguesa Equinor inaugurou, em 2018, seu primeiro projeto de geração solar no mundo, em Quixeré, no Ceará. A empresa também firmou parceria com a Petrobras para a produção de energia eólica offshore, com parques de turbinas em alto-mar.

A estatal brasileira incluiu no seu plano estratégico para 2040 atuar em negócios em energia renovável. No final de 2018, anunciou a criação de uma joint venture com a francesa Total para desenvolver uma carteira de projetos nos segmentos solar e eólico. E, em fevereiro de 2019, assinou com o Centro Suíço de Tecnologia e Microtecnologia um acordo de cooperação para o desenvolvimento de painéis fotovoltaicos flexíveis.

A previsão é de que os investimentos se intensifiquem nos próximos anos, e as empresas de óleo e gás assumam a liderança na transformação energética.

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).
Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Os caminhos brasileiros na transição energética sobre duas óticas: a primeira é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e a segunda, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo. cenários Petróleo

Os desafios do Brasil em um mundo em transição energética

O Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).

Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Assim, dois pontos fundamentais pautam esse artigo, que visa discutir rapidamente os caminhos brasileiros na transição energética: o primeiro é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e o segundo, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo.

Figura 1: Evolução temporal do consumo de energia primária e emissões de CO2 associadas. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Pela teoria dos recursos naturais, os países devem usar os recursos energéticos que possuem em maior abundância e que sejam de menor valor. No caso do Brasil, as vantagens competitivas são muitas: água, sol, vento, biomassa, e ainda, óleo e gás. Uma matriz diversificada traz a possibilidade de uma transição energética tanto via gás natural – e assim com o incremento do uso de combustíveis fosseis – quanto via energias renováveis. Vale destacar que há o entendimento de que em um processo de descarbonização, não há a participação de nenhum combustível de origem fóssil e, dessa forma, não incluiria a utilização do gás natural para esse fim[1].

Figura 2: Variação percentual anual da demanda de energia e emissões de carbono no mundo. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Entretanto, via gás natural parece a alternativa inicial, uma vez que vários países têm usado o gás natural como combustível de transição, por este emitir uma menor quantidade de GEE do que o óleo e o carvão. O espraiamento do uso do gás natural no mundo se deveu à descoberta de reservas e formações em vários países do mundo, e principalmente, à tecnologia do GNL[2], que permitiu a exportação desse gás via transporte marítimo. Dessa forma, uma maior quantidade de gás no mercado o tornou mais competitivo e reduziu o valor da molécula no mercado internacional. Trata-se de um “sub-step” no caminho da transição energética: usar um energético abundante, menos emissor, enquanto se transita para uma matriz completamente limpa, e por tal, de mais complexa administração.

No Brasil, fala-se de quatro milhões de barris/dia de produção de petróleo para daqui a alguns anos. Muito pautado no sucesso dos leilões de áreas de exploração que têm sido feitos, nas alterações regulatórias propostas e executadas, e na santidade dos contratos assinados, por meio da ação da ANP. Como dito, os recursos naturais mais abundantes e mais baratos serão utilizados como forma de desenvolvimento econômico e social de uma economia. Com isso, o Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento.

Figura 3: Previsão de produção de petróleo e o número de plataformas esperadas para os próximos anos

Fonte: FGV Energia, 2019.

Sobre o mercado de gás natural, este ainda é uma incógnita no Brasil, apesar de estar em um momento muito particular e propício ao seu desenvolvimento. Entendeu-se recentemente, por exemplo, que o monopólio do gás prejudica a própria Petrobras, e com isso a empresa começou a se desfazer de alguns de seus ativos, deixando o mercado otimista em relação a entrada de novos agentes, e, no médio/ longo prazos, à queda dos preços. Outrossim, é importante que sejam fomentadas ações, legislações, resoluções, decretos que incentivem a concorrência pois, em um mercado competitivo, o consumidor é mais protegido e os preços tendem ao equilíbrio. Entretanto, independente da sobrepujança do gás, é importante considerar todas as fontes de energia disponíveis, donde suas características únicas sejam capazes de acomodar as especificidades dos sistemas energéticos, inclusive o óleo.

Para além da transição para um energético imediato, abundante e de menores emissões, faltam-se discutir a questão das novas indústrias e seus impactos no consumo de energia. E hoje o principal desafio dessa natureza é se pensar em como fazer isso. A transição para o gás natural, assim como a continuidade da utilização do óleo cru, já está posta. Falta discutir o porvir. O porvir em relação ao papel das cidades, às questões geopolíticas, de segurança energética, de descentralização, de economia de escala, de crescimento econômico, de preços relativos, o papel do governo, o papel do regulador, das políticas de meio ambiente, entre outras.

Uma análise de mais longo prazo da questão da transição energética perpassa a própria estrutura da matriz energética brasileira associada à indústria 4.0. Acredita-se que hoje estejamos na quarta revolução industrial, que mudou a vida das pessoas impactando diretamente no modo e na quantidade de energia consumida no Brasil e no mundo. O que se chama hoje de indústria 4.0 é a indústria da inteligência artificial, da realidade aumentada, da internet das coisas, do machine learning, impactando sobremaneira o setor energético. Fernanda Delgado

Com exceção do caso brasileiro, os países do BRICS contam com elevada participação de fontes fósseis na matriz energética. Analisando as tendências dos vetores da transição, percebemos que esses países ainda estão atrasados na difusão de renováveis em relação aos países líderes, mas os ganhos de eficiência associados à expansão de fontes modernas foram significativos. A China tem mostrado um forte compromisso para a redução de emissões, e a escala dos programas de ampliação de fontes renováveis é destacada. A elevada participação de fontes renováveis particulariza a transição brasileira, em que as novas fontes renováveis, eólica e solar, têm o papel de compensar a perda de participação da energia hidrelétrica. Índia e África do Sul combinam os objetivos de transição aos de inserção social por meio do acesso à eletricidade, e a abundância de recursos fósseis acarreta menor engajamento da Rússia com a transição. As complementariedades e as similaridades no processo de transição energética resultam em oportunidades de cooperação entre os países do BRICS, pois há muito espaço para uma estratégia conjunta de transição energética. TD 2495 – Política Energética no BRICS: desafios da transição energética – Luciano Losekann e Felipe Botelho Tavares, Brasília, julho de 2019. ipea

Fiat 147 a álcool, 40 anos.

O primeiro carro movido 100% a álcool no Brasil completa 40 anos em 5 de julho. O Fiat 147 marcou a indústria brasileira por ser o primeiro a vir com motor dianteiro transversal. Em 1979, o pequeno hatch equipado com motor 1.3 estreava o consumo exclusivo de álcool hidratado — empreitada que só saiu do papel graças à crise do petróleo que havia ocorrido seis anos antes. VINICIUS MONTOIA – Autoesporte
O compacto ficou em produção por onze anos e saiu de linha quando foi substituído pelo Uno. Ele passou por duas reestilizações, em 1980 e 1983. Sempre pensando de forma vanguardista e no desenvolvimento de ótimos projetos, em 1978 a Autoesporte elegeu o 147 como o Carro do Ano.

Comparado aos epítetos usados para se referir à Fiat após sua estreia no Brasil, em 1976, o apelido “Cachacinha” dado ao 147 a álcool era o mais simpático – e real, pois o cheiro dos gases de escape realmente lembram a bebida.

Seu lançamento completa 40 anos nesta quinta-feira (5). Mais do que o primeiro carro a álcool brasileiro, o Fiat 147 foi o primeiro de produção em série no mundo. Henrique Rodriguez – QuatrosRodas


Enquanto o primeiro Fiat 147 foi parar em uma concessionária do Rio de Janeiro – que o preserva até hoje –, o primeiro 147 a álcool pertence ao Ministério da Fazenda, onde foi usado por mais de 30 anos.

O Fiat 147 foi um grande divisor de águas, não só por ser o primeiro modelo da Fiat no Brasil, mas por levar inovações para as massas. Foi o primeiro veículo nacional a usar motores transversais e utilizar o álcool como combustível, o primeiro a ter uma picape derivado de um carro de passeio e criar uma nova categoria, que se estende até os dias de hoje.

O primeiro a ter um furgão que também deriva de carro de passeio, e que hoje tem o Fiorino, derivado do Uno, deixou várias heranças técnicas para seus sucessores como o Uno e o Palio em questão de motores e soluções inteligentes.

Ele saiu de linha em 1986, após 10 anos de produção e mais de 1 milhão de veículos produzidos, levando em conta suas derivações, e deixando um legado importante para seu sucessor, o Fiat Uno. noticiasautomotivas


Com lançamento previsto dentro de quatro anos, os engenheiros da Fiat desenvolvem um novíssimo motor para queimar apenas o etanol, chamado pela fábrica de E4.
Seria o primeiro projeto específico para este combustível, pois, até hoje, tanto os carros da época do Pró-alcool (década de 80) como os flex atuais possuem motores projetados para gasolina e adaptados para o álcool puro ou para queimar os dois combustíveis. BORIS FELDMAN – Autopapo
A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) resolveu ir na contramão do movimento automotivo no Brasil e apostar no etanol como alternativa ecologicamente correta, em vez de motores híbridos ou elétricos.


A empresa anunciou que desenvolve um propulsor turbo movido somente com o derivado da cana de açúcar. Ele usará como base o 1.3 GSE turboflex (T4), da família FireFly, que a Fiat produzirá na fábrica de Betim (MG) a partir de 2020, juntamente com 1.0 GSE turboflex (T3) – equiparão modelos da Fiat e da Jeep. Gazeta do Povo

Observe mais: Hemp Car, Extintion by Japan, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, LUMINESCE™ (10% free), Só óleo!!!, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™ (10% free), FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, VANUSA SABBATH, NAARA !!! (10% free), EM BUSCA DA VERDADE, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, INSTANTLY AGELESS ™ (10% free), 11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESO, ATARI 2600, VIDACELL®(10% free), NAVE TIERRA, HO’OPONOPONO, Blue Bug, LUIZ GONZAGA LEITE, O GUARDA LUIZINHO!

Mapa dos ecossistemas intactos da Terra

Bilhões de anos se passaram, incontáveis espécies surgiram e desapareceram, mas bastou apenas uma para colocar em risco toda a história evolutiva da Terra ao espalhar a destruição e degradação do meio ambiente.

Apesar dos esforços de conservação e proteção ambiental nas últimas décadas, menos de um terço das áreas terrestres do Planeta permanecem selvagens, sem impacto de atividades humanas, e esses remanescentes da natureza estão sob risco crescente. Vanessa Barbosa5 nov 2018, 14h19Exame

O primeiro mapa dos ecossistemas intactos da Terra, resultado de uma pesquisa da Universidade de Queensland e da Wildlife Conservation Society (WCS), mostrou que apenas cinco países detêm 70% das áreas inexploradas do mundo.

De acordo com o relatório, os países com mais territórios intocados são Austrália, Estados Unidos, Brasil, Rússia e Canadá e o objetivo é que estas nações trabalhem em conjunto para que isso continue assim. Apesar de esta parecer ser uma boa notícia, ela é também é preocupante pois mostra que mais de 77% das terras – excluindo a Antártica – e 87% dos oceanos já foram muito modificados pela intervenção humana. Vivimetaliun

Há um século, apenas 15% da superfície da Terra era usada para cultivar e criar gado, ressalta o estudo publicado na revista científica Nature, atualmente, apenas 23% da massa terrestre do mundo ainda pode ser considerada selvagem.

Os pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, e da Wildlife Conservation Society (Sociedade de Conservação da Vida Selvagem) criaram um mapa global utilizando indicadores como terras de cultivo, pastagens e densidade populacional e descobriram que apenas 20 países são os responsáveis por 94% da região selvagem no mundo. Época Negócios Online

A preservação da Amazônia sempre foi motivo de preocupação, no entanto, os números do último ano assustam. Em 365 dias, o desmatamento no pulmão verde da Terra cresceu quase 60%.

Os dados são do sistema DETER, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que também mostrou perda de 762,3 km² de mata nativa. Trocando em miúdos, o Brasil atingiu o pior registro desde 2016. Nunca se desmatou tanto, entre janeiro e junho de 2018, 735,8 km² de floresta destruída. hypeness

Os especialistas em conservação ambiental defendem que ecossistemas remanescentes em regiões degradadas têm uma preservação prioritária pois oferecem benefícios mais diretos para a saúde humana e para o desenvolvimento turístico.

As áreas intactas abrigam espécies em uma abundância próxima ao natural – resguardando informações genéticas e processos ecológicos que sustentam a biodiversidade em uma escala de tempo evolutiva.

Por exemplo, no mar, são as áreas virgens que ainda têm populações viáveis de grandes predadores como o atum, o marlim e os tubarões, lembram os autores do artigo na Nature.

Ecossistemas intactos também amortecem desastres naturais e eventos climáticos extremos, do nível local ao global.

“Simulações de tsunamis, por exemplo, indicam que os recifes de corais saudáveis oferecem ao menos duas vezes mais proteção do que os altamente degradados”, escrevem os pesquisadores.

Estas áreas são importantes ainda diante das mudanças climáticas – por exemplo, por estocarem carbono em larga escala.

Um bom lugar


[Intro: Sabotage]
Ha, ha, ha-ha, ha, ha, ha!
Sou Sabotage
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim

[Verso 1: Sabotage]
Não sei qual que é, se me veem, dão ré
Trinta caras a pé, do Piolho vêm descendo
Lá na Conde, ferve
Pisque-clack, enlouquece, breck só de arma pesada
Inferno em massa
Vem violentando a minha quebrada, basta
Eu registrei e vim cobrar, sangue bom
Boa ideia: quem tem, não vai tirar a ninguém
Meditei, mandando um som com os irmãos da Fundão
Volto ao Canão
Se os homens virem, disfarço o grandão
Rap é o som
Embora, lá no morro, só louco
A união não tem fim, vai moscar?
Se envolve, jão
Já viu seu pivete dizer que rap quer curtir?
O beat fortalece, nunca esquece
Quem conclui é o mestre, basta
Quem longe for, vem com pudor
Lutou pra conseguir, forte dor
Tem que depôr e não voltar, sujou
Bem-vindo ao inferno
Aqui é raro, eu falo sério
Pecados do anticristo, imortal
Patifaria, aí, meu!
Vai batalhar, tenta a sorte, seja forte
Só o destino, aqui, resolve
Pauleca, Bulinho, só saudades
Fez da vida, por aqui, de mente erguida
Sem mentira, com malícia
Me passou lição de vida
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim
[Verso 2: Sabotage]
Dois caras simples, gostavam mais de ouvir e aprender
Até que fatalidades, com certeza, e é o seguinte
Sempre assim, maquiavélico
E maldade se percebe, aqui, cuidado
É falsidade, estopim
Dois mil graus (boom!) é ser sobrevivente
E nunca ser fã de canalha

A luta nunca vale a experiência
Santo Amaro a Pirituba, o pobre sofre, mas vive
A chave é ter sempre resposta
Àquele que infringe a lei
Na blitz, pobre tratado como cafajeste

Nem sempre polícia, aqui, respeita alguém
Em casa, invade a soco
Ou fala baixo, ou você sabe: maldade

Uma mentira deles, dez verdades
Momentos oculares, respeito, estilo um cofre
Só levam os fortes
Filhos do vento, um super-homem
Lá, cada vez tem um largado atrás do poste
Quando inflama
É capaz de entregar o irmão pros homens
Fuja, se jogue, o vaps não se envolve, anda só
Na sul, respeito é lei, também, melhor
Tipo madeira, estilingue, exige uma forquilha
Rap é milidia
Um integrante da família, com uma ideia fixa
Que atinge a maioria que ainda acredita
Plano B, periferia
Hoje, quem pratica
Tá ligado que é o que liga
Porque vira, vira, vira

[Verso 3: Black Alien]
Do ano 2000 pra frente
Homens do passado, pisando no futuro, vivendo no presente
Há três tipos de gente:
Os que imaginam o que acontece (ha, ha, ha!)
Os que não sabem o que acontece
E nós, que faz acontecer

Do bolo, o glacê
Unido, a gente fica em pé, dividido, a gente cai
Quem falha, cai; bum, biri, bye-bye-bye!
A colaboração do som é a carta na mesa
Aqui rima: Black Alien, Sandrão, Helião, Sabotage
À vontade, na balada, desde ontem à tarde
Habilidade é o álibi
No beat, Ganjaman e Zé Gonzales
Quem tá no erro, sabe
Cocaína no avião da FAB
Ninguém vai deter o poder, o crème de la crème
De Niterói à SP
PhD em THC, no país de FHC
Dream Team da rima, essa união me dá autoestima
Mestres das armas, do microfone à esgrima
Vê se me entende: o estudante aprende, o professor ensina
O verbo que fortalece, como vitamina

Contamina, na nova, velha escola, como o vírus Ebola
Biatch! Rebola (ha, ha, ha, ha!)
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim
[Verso 4: Sabotage]
Sobreviver no inferno
A obsessão é alternativa
Eu quero o lado certo
Brooklin-Sul, paz eu quero
Prospero, eu vejo um fim pro abandono
Deixa rolando
Ninguém, aqui, nasceu com dono
Mas, por enquanto
Ainda tem muita mãe chorando
Alguns parando
Trampando ou se recuperando
Do eterno sono
Tipo o Rafinha e o Adriano
Milagre em dobro
O livramento vem pros manos
Tem que ter fé, aqui, sim, tem que insistir
Humilde! Só assim para progredir, enfim
Quero juntar, sim, com os manos
Que protestaram o preconceito, daquele jeito
Eu sei que vou traçar os planos
Cantar pras minas e os manos

Eu me emociono, eu não me escondo
Me levantando, como deve ser

Lá vem polícia, sai da pista
Hasta la vista, baby
Andar de monte, a chave, a cara é ter Deus em mente
Longe daquela e dois pentes
Há quem não precise, entende
Sonic e Cyclone, ágil, ouriço e resistente
Brooklin-Sul, Canão
O sobrevivente, a-gente, a-gente, a-gente
[Ponte: Sabotage]
Sou Sabotage, um bom lugar
Lugar, lugar, lugar, lugar
Um bom lugar, ha, ha, ha, ha, ha
Um bom lugar, lugar
Ha, ha, ha, ha, ha, ha
[Refrão: Sabotage]
Um bom lugar se constrói com humildade
É bom lembrar, aqui é o mano Sabotage
Vou seguir sem pilantragem, vou honrar, provar
No Brooklin, tô sempre ali
Pois vou seguir com Deus, enfim

Fonte: Genius

Apesar de não ter relação com minha equipe, o episódio de ontem, ocorrido na Espanha, é inaceitável. Exigi investigação imediata e punição severa ao responsável pelo material entorpecente encontrado no avião da FAB. Não toleraremos tamanho desrespeito ao nosso país!

— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) June 26, 2019. hypeness

Observe mais: CIDADES DEMOCRÁTICAS, POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA RECLAMAÇÃO DE QUE GAROTOS ESTÃO JOGANDO BASQUETE NA RUA, A RAINHA DE MAIO, EXAME COM UMA GOTA DE SANGUE, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS,VIDA SIMPLES, AUTODOMÍNIO E O PAPEL DA CONSCIÊNCIA NA CRIAÇÃO DA REALIDADE, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, THE JOLLY BOYS, VIDACELL®, Respeito É Pra Quem Tem, RESERVE™, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ,VIDA INTELIGENTE., LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Banana power verde

A banana é uma fruta rica em sais minerais, potássio, cálcio e ferro, além das vitaminas B6 e B12, exerce um papel fundamental para o bom funcionamento do corpo, principalmente do intestino.

A banana verde auxilia no emagrecimento e combate a doenças como diabetes. É muito usada por quem faz reeducação alimentar e opta por algo natural para misturar aos alimentos. É uma grande aliada à saúde e bem estar de quem procura um método prático e eficaz de manter-se saudável. Banana.blog.br
Os benefícios da biomassa de banana verde são principalmente combater a diarreia, porque o amido resistente na banana verde cozida ajuda a absorver os líquidos no intestino, parando a diarreia. Além disso, a biomassa de banana verde também combate a depressão, porque tem triptofano que ajuda na formação do hormônio serotonina, aumentando o humor e a sensação de bem-estar. Tua Saúde
Mude conceitos, você pode e deve: HEMP ROLL, NAARA BEAUTY DRINK!!! (10% de DESCONTO), BANANA, Purificadoras de ar, Zen Bodi (10% de DESCONTO), SEMENTE DE CHIA (Salvia hispanica), Minhocário., Suco de limão e Bicarbonato, Alimentação japonesa, Adoro essa parte da anatomia femimina., Comida esperta, A Revolta dos Macacos, Garfield e fast food.

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Peter Webb

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Peter Webb, um dos mestres na área da Agrofloresta, se formou na Austrália em Horticultural Science; estudou Permacultura com o seu mentor Bill Mollison; e foi responsável pelo Banco de Sementes do Jardim Botânico de Melbourne por três anos. Em 1980, mudou-se para Inglaterra onde deu início ao trabalho de Cirurgia em Árvores e formou-se em Agricultura Biodinâmica, na Emerson College, em Londres. Desde 1984, passou a morar no Brasil. Por catorze anos, viveu de modo autosustentável em Matutu, no Sul de Minas Gerais. Em 1998, mudou-se para São Paulo, onde, desde então, tem administrado cursos e desenvolvido projetos de Agroflorestas, Agricultura autosustentável, Consultoria ambiental, Paisagismo, Cirurgia em árvores e Reflorestamento. Desde 2002, ao unir a Permacultura à Psicologia do Budismo Tibetano em parceria com Bel Cesar, desenvolve atividades de Ecopsicologia no Sítio Vida de Clara Luz, em Itapevi, São Paulo. Blog da Lis

Mude conceitos, você pode e deve: EXISTE ÁGUA EM SP, ÁGUA SALGADA POTÁVEL, PICO DO GUARANI, CHICO MENDES, LEIS DA GRATIDÃO, VETERANAS DE GUERRA, MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…, ANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.

Vamos juntos!!!

Em 2015 mataram o Watu (Rio Doce), que é uma fonte de vida e energia sagrada para os Borum [Burum], o povo indígena Krenak.

Em 2019 matam nosso Paraopeba, que banha a aldeia Naô Xohã , do povo indígena Pataxó Hã-Hã-Hãe. Xapuri

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Brumadinho made Japan?!?


Enxergue mais: UMA GRANDE CAGADA!, O MELHOR DO BRASIL FOI MESMO O BRASILEIRO, SÉRIE URNA ELETRÔNICA, ESCOLA DO LEGISLATIVO, ESCOLA DE DEMOCRACIA, INSTANTLY AGELESS ™, SUSPEITOS DE TERRORISMO, SEGUNDO A ABIN, NAARA BEAUTY DRINK!!!, POLÍTICA, SEMPRE ELA., LUMINESCE™, BOLSONARO, ORGULHO DO PAÍS, TIRIRICA, LEI ROUANET, O INGÊNUO ECONOMISTA, VERGONHA NA LAMA

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Boas Práticas Legislativas

O Movimento Voto Consciente surgiu em São Paulo no contexto de redemocratização do país, após a ditadura civil-militar que durou 21 anos, de 1964 a 1985.
As ações do Movimento são motivadas pelo pressuposto do coletivo, tão necessário e intrínseco à democracia.O voto, além de um direito do cidadão, consiste num poderoso gatilho de mudanças, assim o engajamento encoraja a sociedade civil a não temer políticos corruptos. Laboratório de JO
O Prêmio Paulista de Boas Práticas Legislativas tem como objetivo estimular o reconhecimento de iniciativas de vereadores, servidores públicos, câmaras municipais, escolas do parlamento e organizações da sociedade civil empenhados na elaboração e aprovação de projetos capazes de impactar positivamente a realidade municipal a partir dos parlamentos. Adicionalmente, pretende-se alimentar a base de dados que fique à disposição da sociedade com projetos, autores e contatos, de modo a possibilitar a troca de experiências e estimular o trabalho em rede relacionado a ações legislativas nas diferentes cidades brasileiras.

O Movimento Voto Consciente (MVC) é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) com o objetivo de fortalecer os direitos políticos com ênfase no aprimoramento da participação dos cidadãos em geral, o trabalho está concentrado em dois campos de atuação:

a) estímulo e ações de acompanhamento do Poder Legislativo, com ênfase nas esferas locais (estados e municípios) e;

b) estímulo e ações de educação política suprapartidária.

O MVC não tem vínculos partidários e respeita a pluralidade ideológica garantida na Democracia brasileira.

Mude conceitos, você pode e deve: VOTO ABERTO, Empoderamento dos recursos, O analfabeto político, Política, sempre ela.;Carnaval é Perfeição!, INSTANTLY AGELESS ™, Sua segurança?, Inside Job;DECLARAÇÃO IRPF 2012, VIDACELL®, Brasileiro Reclama De Quê?, FILHOS DA PROSTITUTA, Não Foi Acidente, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™

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O mel do passado

Desde o início de 2016, começamos a gravar um doc, na aldeia Tekoa Ytu, sobre as abelhas nativas sem ferrão a partir da construção de um meliponário dentro da aldeia.

O documentário, bem educativo, faz a apresentação de algumas espécies na aldeia, um alerta sobre o risco que elas correm – e consequentemente nós também -, e um resgate importante na cultura Guarani.

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Brazil, o filme

Brazil não é um filme para ser visto comendo pipoca e nem é do tipo que é esquecido quando os créditos ainda estão passando na tela, produzido em 1985 por Terry Gilliam, um dos integrantes do grupo Monty Python, Brazil trata de forma cômica a desilusão com um futuro sombrio, sem esperança em um estado totalitário e opressor. Woo! Magazine


O filme vislumbrou 31 anos atrás a vigilância e totalitarismo das redes de informação atuais e a dissidência de hackers – aqui representado por “encanadores” free-lancers, considerados dissidentes terroristas. Direitos individuais inexistem e qualquer um pode ser condenado e executado através de “provas” recolhidas pelo Ministério da Informação. Alguém pode ser morto por engano, mas tudo foi feito com “boa-fé”. Em tempos onde policiais federais aparecem na mídia como heróis hollywoodianos, “Brazil, O Filme” torna-se amargamente atual. Cinegnose

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