A maior mentira contada contra a humanidade

MANIFESTO
CARTA ABERTA DE EXPOSIÇÃO DA OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE)

Você já parou para pensar no absurdo que é a proibição da maconha ao redor do mundo? Já parou para se perguntar por que tanta criminalização e perseguição a uma “simples planta”? Doctor Banz

É justamente isso. A maconha pode ser tudo, menos, uma “simples planta”. E todo mundo já sabe disso.

Hoje em dia, milhares de pessoas já se beneficiam da maconha com tratamentos medicinais. Além disso, ela gera energia, tecido, fibra, alimento e estima-se que é possível diversificá-la em mais de 20 mil produtos. Todos biodegradáveis e autossustentáveis. Perfeitos para os dias em que vivemos e nossas reais necessidades.

Com tantos benefícios e diversidade, ela só poderia se tornar um perigo eminente para as grandes corporações que logo, mostraram-se como a grande mola propulsora e uma das principais causadoras de sua proibição em boa parte do mundo.

Mas a algo bem pior por trás disso tudo e todo o esforço do lobby corporativo proibicionista perdem sua importância quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) assume toda a responsabilidade, atestando para o mundo inteiro que a maconha é uma droga letal, como fez na Convenção única de 1961, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A partir daí, a maconha passa a ser proibida no mundo inteiro, praticamente. A partir dessa mentira! Uma mentira consciente que gera um prejuízo incalculável para a humanidade e a biodiversidade de todo o planeta, até os dias atuais.

Aliás, eles sempre souberam que a maconha é muito mais do que uma droga. Uma das plantas mais versáteis de toda a flora, que poderia mudar o estilo de vida de todo o planeta.

Diante disso, tentar calcular o prejuízo à vida humana, gerado por essa mentira, seria o mesmo que somar todas as pragas, conflitos, guerras, racismo, xenofobia e mortes ao redor do mundo desde o início de nossa sociedade até a atual guerra as drogas, e não chegaríamos perto desse número. É estarrecedor.

Esse cálculo torna-se inimaginável e incalculável, quando se acrescenta mais de 60 anos de paralização de pesquisa científica. O resultado é um absurdo tão gigantesco que poderíamos dizer que essa é uma das mentiras que mais prejuízo gerou ao planeta e a todos nós. Desafiamos a você tentar fazer esse cálculo!

Não se acaba com uma doença, tomando remédio para a dor. E sim, atacando a causa. Estamos enxugando gelo.

Quando rebobinamos a fita, percebemos que todo problema em relação à maconha, tem origem nessa covarde e cruel mentira. Assinada e abalizada pela ONU e principalmente por quem quer gerir nossa saúde, a OMS.

É cruel demais. Covarde demais.
Eles têm que ser expostos.
Eles têm que assumir essa culpa!
A OMS tem que pagar por esse crime hediondo!

(Antonio Zanon)

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Manifesteze-se: CDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!, SOBRE MACONHA, Milton Friedman, MACONHA E A VANGUARDA BRASILEIRA, Uma breve história da maconha, Maconha, o prozac dos pobres?!?, O pai da maconha medicinal moderna, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?, Vaginóides!

Cerejas do Brasil e Grumixama!?!

cereja-do-Rio-Grande ou cerejeira (Eugenia involucrata DC.; Myrtaceae) é uma árvorefrutíferabrasileira. sua distribuição se dá também na Argentina, Uruguai e no Paraguai. A ocorrência da espécie se dá no Bioma Mata Atlantica, mais especificamente nos ecossistemas de Florestas Ómbrofila Densa, Estacional Semidecidual e Ombrófila Mista, podendo ser encontrada desde o estado do Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. Wikipedia

grumixama (Eugenia brasiliensis Lam., da família Myrtaceae) é uma árvore brasileira da floresta pluvial da Mata Atlântica, também chamada xaneira de nega, grumixabagrumixameiracumbixabaibaporoiti e gurumixameira. Wikipédia

Árvore de até 15 metros de altura, nativa das matas primárias desde a Bahia até Santa Catarina, em mata aluviais e encostas suaves, é, hoje, rara.

Apesar do crescimento lento, a grumixameira é resistente a variações climáticas, não apresenta dificuldades em seu cultivo e é muito usada em projetos de restauração florestal.

Na medicina popular, a casca da grumixameira tem uso na elaboração de xarope expectorante e a ingestão da fruta é considerada curativa para inflamações bucais e de garganta. Com elevados teores de vitaminas C, B1 e B2 e flavonoides, a grumixama ainda tem ação adstringente, diurética e estimulante – e, por ser rica em antioxidantes, protege as células do corpo contra os radicais livres, que provocam o envelhecimento precoce e causam vários tipos de doenças. Contudo, ressalte-se que são efeitos não comprovados cientificamente. Toda Fruta

A origem do seu nome Grumixama, segundo o vocabulário Tupi-Guarani, provém de “guamichã” que quer dizer: o que pega na língua. Seu fruto “pega na língua” por ser bastante palatável e com sabor inigualável, e ainda é uma mistura de doçura e acidez, um misto de Pitanga e Jabuticaba. Frutiferas

Grumixama é Rica em Antioxidantes: A Grumixama é rica em antioxidantes que possuem como papel principal proteger as células sadias do organismo contra a ação oxidante dos radicais livres. Uma dieta rica com o consumo de Grumixama colabora para a redução da situação de Estresse oxidativo (desequilíbrio entre os níveis de radicais livres e antioxidantes). 

 Combate doenças cardiovasculares: Ainda por conta dos antioxidantes presentes em sua composição, a grumixama também pode ajudar a combater vários tipos de doenças cardiovasculares, como arteriosclerose, hipertensão, AVCs e ataques cardíacos. Isso porque as suas propriedades são capazes de eliminar os radicais livres presentes no organismo, principais causadores de problemas no coração.

 Grumixama Como Expectorante: Foi descoberto que a Grumixama pode ser usada como expectorante para cessar a Tosse, quando adicionada a um xarope com a sua casca e um pouco de mel é capaz de provocar ou promover a remoção de impurezas do ar inspirado. Para uma melhor compreensão,  a Grumixama ajuda na expectoração ou seja, na eliminação das secreções.

 Grumixama é Fonte de Vitamina C: A Grumixama possui alto teor de Vitamina C que sua principal função é produzir e nutrir o Colágeno, um nutriente encontrado nos vasos da pele, ligamentos e no sangue. A Vitamina C é fundamental para a cicatrização da pele, para a manutenção dos vasos sanguíneos, ajuda a cuidar do Coração, a proteger de certas doenças degenerativas, além de participar na metabolização de outros nutrientes e vitaminas.

 Grumixama Funciona Como Adstringente: Funcionando também como adstringente, a Grumixama além das funções comuns aos tônicos, complementa a limpeza da pele, fecha temporariamente os poros e ajuda a controlar a oleosidade da pele.

  Como Diurético: A Grumixama funciona como diurético que atua no rim, aumentando o volume e o grau do fluxo urinário. Também promovem a eliminação de eletrólitos como o Sódio e o Potássio, sendo usados no tratamento da Hipertensão, insuficiência renal, insuficiência cardíaca ou cirrose hepática, pois perda de Sódio provoca redução de líquido extracelular.

 Por conta disso, ao consumir a fruta diariamente, você pode conseguir a eliminação dos eletrólitos, como potássio e sódio, ajudando no combate a problemas como hipertensão, insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou cirrose hepática. Para quem não sabe, perda de sódio pode provocar a redução do líquido extracelular.

 Melhora os rins: A grumixama possui propriedades diuréticas, o que quer dizer que ela pode ser consumida para atuar no melhor funcionamento dos rins, aumentando o volume e o grau do fluxo urinário.

Combate a retenção líquida: Por ajudar na remoção das substâncias químicas tóxicas do organismo, comer a grumixama pode auxiliar no combate à retenção líquida, podendo evitar os terríveis inchaços na barriga que dão a sensação de aumento de peso.

 Prevenção do Câncer: Existem alguns alimentos que ajudam a prevenir o Câncer, entre esses alimentos, as frutas também estão incluídas e a Grumixama, desempenha seu papel na prevenção do Câncer muito bem, devido a substâncias específicas, como os antioxidantes encontrados nela que protegem as células do organismo ajudando a combater e a evitar o aparecimento de Câncer.

Outros Benefícios da Grumixama:

 ► Auxilia na remoção de substâncias químicas tóxicas do nosso corpo;

 ► Participa do processo de Digestão e absorção de Carboidratos, gorduras e Proteínas e da  produção de energia a partir deles;

 ► Auxilia na produção de ácido clorídrico (HCL), o ácido do Estômago, fundamental para uma boa Digestão;

 ► Participa da produção de hormônios sexuais e hormônios relacionados ao Estresse;

 ► Importante para a ação de enzimas antioxidantes;

 ► Contribui com o bom funcionamento dos sistemas cardiovascular e nervoso;

 ► Energizante;

 ► Revitalizante;

 ► Rico em Vitamina B1 e B2.

Patrick Kilonzo Mwalua

Patrick Kilonzo Mwalua, water man, kenya

The story of Patrick Kilonzo Mwalua, the farmer bringing water to animals during droughts, has fascinated many. We asked him about his new project.

To many, Mwalua is a hero. When we point this out to him, he bursts out in sincere and melodious laughter. It seems like fame hasn’t changed him at all: he’s driven by his love for animals and for his land, a remote region of Kenya located about fifty kilometres from Tsavo National Park. It all started in November 2016, when Mwalua decided to rent a truck, get behind the wheel and drive for hours, multiple times a week, to bring water to the animals in the park, whose survival was being threatened by a terrible drought.  Ever since, he has made a name for himself as the “water man“. Buffalos and zebras know they can count on him. And now that his first project has taken off thanks to the contribution of those who believed in its potential, Mwalua wants to launch a new one. Something as simple as it is brilliant, that could contribute to safeguarding elephants, bees and communities: cultivating sunflowers. Elisabetta ScuriLifegate

Onde estão os humanos?!?

O Cacique Raoni Metuktire foi até a cidade de Sinop, no norte do estado do Mato Grosso, no sábado, 26/9, para fazer exames (acompanhamento devido à Covid-19) e se manifestou a respeito do discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, em 22/9. Mônica Nunes – conexão planeta

“Isso eu não aceito!”, declarou Raoni. “Ele diz no jornal que tá botando fogo no mato, na floresta. Isso é pura mentira. Por que? Quem está botando fogo são os próprios fazendeiros. Alguns fazendeiros estão prejudicando o mato. Garimpeiro tá prejudicando o mato, a natureza. Madeireiro tá prejudicando a natureza. Eles é que estão botando fogo na floresta”.

S.O.Z.e-se: Grafite na rua, Capivaras na faixa!?!, De que lado você esta?, Ta foda ser brazileiro!!!, Justiça de mierda

Ouro verde e proteção do Planeta

A  humilde palmeira macaúba da região do Cerrado no Brasil  é principalmente cortada como um incômodo, para limpar a terra e criar gado, nativa do Brasil, a árvore produz um suprimento constante de óleo de palma com potencial significativo para energia verde, a saber, biocombustível e uso em alimentos e cosméticos. Ação CIF

A   Macaúba é resistente à seca, cresce em pastagens que podem ao mesmo tempo ser usadas para pastagem de gado, oferecendo uma alternativa às tradicionais plantações africanas de palma de uma única colheita, que tendem a resultar em terras degradadas e desmatamento.

“Se metade das pastagens atuais no Cerrado tivesse macaúba plantada lá, o volume de óleo provavelmente seria maior que o volume obtido da palma para uso na maioria dos alimentos industrializados em todo o mundo”, observa Johannes Zimpel, diretor da Inocas.

A região do Cerrado agora abriga o primeiro projeto agroflorestal de macaúba do mundo, a palmeira que não era cultivada comercialmente no Brasil até os últimos anos e lançar um novo agronegócio ecológico não é uma tarefa simples, porêm um investimento de US$ 3 milhões do Programa de Investimento Florestal (FIP) dos Fundos de Investimento Climático (CIF), por meio do Fundo Multilateral de Investimentos do Laboratório do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Fumin / BID) e uma parceria com uma empresa privada empresa iniciante, INOCAS.

Encontrar culturas alternativas e esquemas agroflorestais que abordem mudanças no uso da terra e práticas agrícolas, que são as duas maiores fontes de emissões do país. O Brasil tem metas ambiciosas de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 43% abaixo dos níveis de 2005 até 2030.


O projeto visa estabelecer 2.000 hectares de plantações de Macaúba que também servem como fazendas de gado, que produzirão 1.500 toneladas de frutas por ano para produzir óleo de palma, absorvendo 300.000 toneladas de equivalente de dióxido de carbono que, de outra forma, acabariam na atmosfera e ao treinar os agricultores locais sobre novas práticas em agrosilvicultura e agricultura multiuso, o projeto está melhorando os meios de subsistência e protegendo o meio ambiente.

O bioma Cerrado é um ecossistema de savana que cobre mais de 2 milhões de quilômetros quadrados. Um hotspot de biodiversidade, ele armazena 9 gigatoneladas de carbono em sua vegetação primária e hospeda 4.200 espécies. Dois terços das regiões hidrográficas do Brasil se originam lá. No entanto, a região sofre taxas mais altas de desmatamento do que a Amazônia. Quase metade da área foi convertida em pasto ou área cultivada.

No estado de Minas Gerais, onde o projeto está ocorrendo, a ênfase na limpeza de terras para gado se deve em parte porque a topografia impede o uso de máquinas agrícolas. Para os pequenos agricultores, em particular, existem poucas outras opções de vida devido à seca e à piora da fertilidade do solo, os agricultores lutam para sobreviver cortando árvores e expandindo seus pastos, aumentando o escoamento que leva à erosão, aumentando a crise climática.

A infusão inicial de dinheiro permitiu ao INOCAS começar a estabelecer árvores de macaúba, inclusive através de parcerias com um viveiro local para aumentar as taxas de germinação e crescimento, além de convencer os agricultores locais a cultivar biocombustíveis, pois estavam relutantes em experimentar as árvores, porque teriam que mudar seu gado por três anos até que as árvores crescessem o suficiente.

A equipe do INOCAS percorreu 90.000 quilômetros em estradas de terra e distribuiu um vídeo do YouTube com 100.000 visualizações. No período inicial de estabelecimento de novas plantações, por exemplo, quando as pastagens não podiam ser usadas para o gado, alguns agricultores misturavam colheitas sazonais, como abacaxi, feijão, batata doce, mandioca, abóbora, arroz, milho, melancia e amendoim.

No início de 2020, uma visão inicial de um novo uso da árvore macaúba floresceu no plantio de quase 33.000 árvores em mais de 500 hectares. Mais de 29.000 toneladas de frutas foram coletadas. É apenas o começo, mas o suficiente para mostrar o quanto é possível.

O plantio dos primeiros 2.000 hectares está previsto para ser concluído no sexto ano do projeto. Depois disso, usando seu próprio caixa, o INOCAS espera crescer 1.000 hectares por ano e angariar financiamento adicional de US $ 4 milhões para construir sua própria fábrica de processamento.

À medida que cada rebento fino se move em direção ao céu, ele envia uma mensagem. Novas indústrias podem ser criadas para resolver a crise climática e melhorar a vida humana. Às vezes, é tão simples quanto ver valor e possibilidade no que foi descartado. 

Clique aqui para baixar o  estudo de caso  e o  resumo.

Verze-seÓLEO DE COPAÍBACASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁPETER WEBBAGRO É TÓXICOANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.LES AVANCHETSPROIBIDO PLANTAR!!!A ÁGUA OCULTAALIMENTO EM ATÉ 60 DIAS1ª FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E AGRICULTURA FAMILIAR

Plantas Alimentícias Não Convencionais, alternativaS?!?

No Brasil, o trabalho pioneiro sobre as PANC e o registro das espécies é do professor e pesquisador Valdely Kinupp, que cunhou o termo Plantas Alimentícias Não Convencionais e catalogou mais de 300 espécies em sua tese de doutorado, que deu origem ao livro Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil. Você pode acessar a tese aqui.

“Muitas plantas não são consumidas, pois as pessoas não sabem o que é, e muitas vezes o próprio produtor rural ecológico tem até vergonha de levar à feira. Muitos desses alimentos foram considerados historicamente comida de bicho, algo sem valor. Um exemplo desses alimentos são as folhas da beterraba e o coração de bananeira, que muitas vezes são descartados”, explica a museóloga Kátia Almeida, proprietária do sítio Verde Viver (RS). Ela também lembra do não aproveitamento integral dos alimentos já conhecidos. “Nós descartamos partes alimentícias não convencionais das plantas também, como da cenoura, que poderiam ser incluídas em nossa alimentação, seja como complemento ou como prato principal.” Clóvis Teixeira

A Cartilha Plantas alimentícias não convencionais em diferentes culturas agroecológicas, em uma propriedade do Litoral Norte do RS , para baixar, foi feita pelo Grupo Viveiros Comunitários com este intuito, de divulgar e possibilitar que as pessoas criem autonomia para reconhecer estas plantas e utilizá-las, gerando uma menor dependência da indústria alimentícia que visa somente produção e lucratividade, e não ao bem estar e saúde da da população. Marília Elisa Becker Kelen

Com mais de 46.000 espécies de plantas, o Brasil tem uma das maiores diversidades biológicas do mundo. Essa imensa riqueza ainda é pouco conhecida e sua utilização como alimento tem sido negligenciada. O uso da biodiversidade local na alimentação contribui para a ampliação das fontes de nutrientes disponíveis à população e para a promoção da soberania e segurança alimentar. Plantas alimentícias não convencionais (PANC) na comunidade rural de São José da Figueira, Durandé, Minas Gerais, Brasil. Amélia Carlos Tuler

Agradeçemos aos agricultores da comunidade rural de São José da Figueira, que aceitaram participar e compartilhar informações do seu cotidiano, tornando possível esse estudo. Agradecemos também a Diego Rafael Gonzaga, as sugestões feitas ao manuscrito. Scielo

A Carla Soares Faria do OutraCozinha, resolveu compartilhar algumas dicas que acha que ajudará a identificar e comer suas primeiras PANCs espontâneas no jardim. São pequenas dicas que você deve carregar consigo que acredita serem muito úteis pra ganhar confiança. Aqui vão elas:

  • Veja muitas fotos feitas por pessoas diferentes. Nós aprendemos muito por repetição. Seja seguindo pessoas que falam e mostram essas plantas, ou procurando ativamente por elas no google, veja fotos até dizer chega.
  • Guie-se pelo que está no seu quintal. Tente dar nomes aos matinhos que você ainda não sabe nomear. Jogue a descrição no google, procure pelas PANCs mais comuns pra ver se é uma delas. Se aparecer uma foto no seu feed parecida com alguma que você tem no seu quintal e você ainda não sentiu segurança, procure no google por mais fotos pra ganhar confiança;
  • Lembre-se de que muitas plantas possuem variações de espécies. A serralha por exemplo possui algumas espécies diferentes. São todas parecidas, umas tem as flores amarelas, outras rosa, outras tem as folhas mais arroxeadas, mas todas são comestíveis, o que torna a brincadeira de identificação bem pouco perigosa;
  • As pessoas sempre se relacionaram com essas plantas. Elas não eram biólogas, taxonomistas, agrônomas ou o que quer que seja. Elas viviam uma vida próxima a essas plantas, tinham uma necessidade de aprender sobre elas por questões medicinais e alimentares. Você também pode aprender com o que estiver à sua volta pelas razões que lhe parecerem coerentes;
  • Várias dessas plantas são muito comuns no Brasil inteiro, e é por aí que se começa. Serralhabeldroegacaruru do mato ou bredomaria gorda, dente de leão, alface do matotansagem ou transagem, crepe japonês, guasca e picão, estão entre as plantas espontâneas mais comuns que costumam infestar os jardins. A chance de você encontrar é enorme se começar por elas;
  • É sempre mais fácil identificar uma planta pela flor do que pela folha. É assim, inclusive, que os botânicos costumam agir pra identificar. Se você está com dúvida, espere que a planta solte flores ou sementes pois provavelmente isso será útil pra te dar segurança;
  • Converse sobre plantas com os outros, mostre a planta a alguém. As pessoas no passado aprendiam sobre essas plantas umas com as outras. A minha experiência de conversar sobre o assunto me mostra que muitas pessoas à nossa volta continuam conhecendo essas plantas pelo nome, embora nem sempre elas saibam que podem comê-las ou como prepará-las. É mais fácil identificar numa conversa cara-a-cara do que identificar numa foto na internet;
  • Ok, você criou coragem, identificou uma planta no seu jardim, mas nunca preparou. Por onde começar? Comece pelo mais simples: refogue no alho. Não coma crua, pois várias precisam de cozimento antes de comer, e em geral, os sabores são mais sutis após cozimento. Esse tipo de preparo é gostoso o suficiente pra te dar uma ideia dos sabores e despertar a sua curiosidade pra novas possíveis combinações. Guie-se pelo sensorial e não somente pelas receitas que você encontrar por aí.

Pancze-se: PANCADARIA DO Ó, A história do jardineiro de Oxalá, PLANKTON INVASION, Como aprendemos a comer plantas tóxicas sem ajuda da ciência, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, Vegetais fast to mesa, Vamos plantar água? , Os Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, MANUAL PARA A VIDA, Arroz Basmati com Milho (vegana), Jeunesse, Verdade Ou Mentira? (Conheça nossa loja)

Abelha, o ser humano mais importante do planeta

Sempre Questione

Estudos recentes mostram um declínio dramático no número de abelhas: quase 90% da população desapareceu nos últimos anos. Certamente também existem causas naturais, como predadores e vírus cíclicos que infelizmente (ou felizmente) fazem parte do grande “jogo da natureza”. greeMe

Outros fatores como o uso descontrolado de pesticidaso desmatamento e a falta de flores, todas as causas humanas. Portanto, estamos nos autodestruindo e não parece haver uma inversão de direção.

As plantas não podem se reproduzir sozinhas: elas precisam de um “sistema de transporte”, que a natureza delegou às abelhas (junto com os zangões e com a contribuição, embora menos importante, de outros insetos como as vespas). E sem a reprodução das plantas, a fauna logo morrerá e, portanto, nós também. Não é uma sentença apocalíptica: é a realidade.

Beeze-ze: Abelha poliverde, How to Build a Bee Habitat, BuzzzZERO, Comida de gente, Manual de Apicultura em Pequena Escala, Abelha Mãe, Abelhas nos telhados de Paris, The Bee Is The Most Important Of The Planet

Peter Webb

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Peter Webb, um dos mestres na área da Agrofloresta, se formou na Austrália em Horticultural Science; estudou Permacultura com o seu mentor Bill Mollison; e foi responsável pelo Banco de Sementes do Jardim Botânico de Melbourne por três anos. Em 1980, mudou-se para Inglaterra onde deu início ao trabalho de Cirurgia em Árvores e formou-se em Agricultura Biodinâmica, na Emerson College, em Londres. Desde 1984, passou a morar no Brasil. Por catorze anos, viveu de modo autosustentável em Matutu, no Sul de Minas Gerais. Em 1998, mudou-se para São Paulo, onde, desde então, tem administrado cursos e desenvolvido projetos de Agroflorestas, Agricultura autosustentável, Consultoria ambiental, Paisagismo, Cirurgia em árvores e Reflorestamento. Desde 2002, ao unir a Permacultura à Psicologia do Budismo Tibetano em parceria com Bel Cesar, desenvolve atividades de Ecopsicologia no Sítio Vida de Clara Luz, em Itapevi, São Paulo. Blog da Lis

Mude conceitos, você pode e deve: EXISTE ÁGUA EM SP, ÁGUA SALGADA POTÁVEL, PICO DO GUARANI, CHICO MENDES, LEIS DA GRATIDÃO, VETERANAS DE GUERRA, MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…, ANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.

Enxertia, o que é?!?

Enxertia é o processo de juntar partes de plantas para formar uma planta só. Pode parecer estranho, mas é um procedimento muito comum na agricultura, e até mesmo em humanos, uma planta enxertada é uma planta composta de partes de duas ou mais plantas, geralmente só é possível enxertar plantas do mesmo gênero, ou pelo menos da mesma família. As enxertias são compostas de duas partes: O Enxerto (a copa), e o porta enxerto (o cavalo).
Há vários métodos de enxertar, sendo o tipo de corte a principal diferença. Dentre as principais estão a borbulhia, a encostia, e a garfagem. No entanto, cada espécie se adapta melhor a um método. Cultivando
Para fazer a enxertia deve-se identificar o melhor método para a planta que se quer reproduzir. Além disso, deve-se analisar também a planta em que se pretende fazer o enxerto. Ambas as plantas devem estar isentas de microrganismos prejudicais e sinais de doenças. A parte da planta que recebe o enxerto é chamada de cavalo ou porta-enxerto e a enxertada de cavaleiro. https://hortaseplantas.digitalsm.net/enxertia-de-plantas/
Entenda mais: HORTAS E TEMPEROS, INSETICIDA NATURAL CONTRA LESMAS E LAGARTAS, CONTRA TODOS OS MALES, NESTE CHÃO TUDO DÁ, MANUAL DE AGRICULTURA URBANA, FLOREIRA, CAFÉ COM DENGUE., ECO-GRAFITE, CASA SUSTENTÁVEL, ÍNDIO EDUCA

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Extintor Humano!!

Apesar de representarem apenas 0,01% dos seres vivos do planeta, os humanos são responsáveis pela destruição de muitas espécies. Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, revela, inclusive, que a espécie humana acabou com 83% dos mamíferos selvagens da Terra. Galileu

Publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, a pesquisa compila os tipos de biomassa — matéria orgânica — dos reinos animais. “A análise revela uma visão holística da composição da biosfera e nos permite observar padrões de categorias taxonômicas e locais geográficos”, escrevem os cientistas.

Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, revela que a espécie humana já acabou com 83% dos mamíferos selvagens da Terra.

E outros milhares de espécies de seres vivos correm risco. Das 93.577 espécies registradas pela Lista Vermelha, da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), 26.197 sofrem ameaça de serem extintas.

O Ministério do Meio Ambiente no Brasil lançou no ano passado a Estratégia Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção. O projeto prevê que, a partir da identificação de oportunidades e priorização de ações, todas as espécies ameaçadas de extinção estejam sob alguma medida de conservação até 2022. O projeto contou com uma doação de US$ 13.435.000 (R$ 51.698.141) do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, sigla em inglês para Global Environment Facility Trust Fund). Observatório do Terceiro Setor

Ron Milo, professor do Instituto Weizmann de Ciência em Israel e líder do estudo, teria dito ao The Guardian:

“Espero que isso dê às pessoas uma perspectiva sobre o papel muito dominante que a humanidade desempenha agora na Terra.”

Fez questão de acrescentar que ele tem comido menos carne em um esforço para evitar contribuir para a dependência da pecuária de nosso atual sistema alimentar global, este simples passo pode beneficiar seriamente nosso único planeta – estudos mostraram que mudar para uma dieta baseada em vegetais pode reduzir sua pegada de carbono pela metade e economizar 162.486 galões de água a cada ano. Fonte: One Green Planet, in Veganos Brasil

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE:Existe Água em SP, PHOTOSHOP CC 2018 E MAQUETE ELETRÔNICA 3DS MAX 2018 E VRAY: FREE, Um grande contador de histórias, Quando será anova crise hídrica?!?, ÍNDIOS, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, BURGUESIA (VERSION ME),INSTANTLY AGELESS ™, SEDE PASSANTES

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hotspots de biodiversidade

Criado por Dr. Norman Myers, em 1988, o termo hotspots de biodiversidade refere-se a uma área de relevância ecológica. A Consevation International (CI) avalia a existência de espécies endêmicas, espécies restritas e exclusivas de um determinado ecossistema – são consideradas áreas que contém pelo menos 1.500 espécies endêmicas de plantas e 75% ou mais da sua vegetação destruída. Por Redação Pensamento Verde

O termo em inglês hotspot significa algo como um ponto quente, um ponto importante para alguma finalidade. O responsável por cunhar este termo foi o britânico Norman Myers em um artigo publicado na revista The Environmentalist, onde define como Hotspots áreas em florestas tropicais que se enquadrem em dois requisitos: Luiz Bento

“a) Apresentem uma concentração de espécies excepcional com níveis de endemismo excepcionais , e que,
b) Estejam diante de graus de ameaça excepcionais.”

Os seus estudos e listou uma série de regiões que se encaixavam nessas características, tendo como critério a seguinte composição: áreas com 1500 espécies endêmicas (aquelas que só existem na região em questão) e que já perderam ¾ de sua vegetação original. Brasil Escola

Nos anos 1990, Russell Mittermeier aprofundou os estudos sobre as áreas naturais do planeta e conseguiu ampliar o número de hotspots mundiais para vinte e cinco. Na mesma medida, em 2005, a ONG Conservação Internacional ampliou esse número para 34 e, finalmente, incluiu o Cerrado brasileiro nessa lista, atendendo a uma série de apelos de grupos ambientalistas do país. Alunos Online

Mude conceitos, você pode e deve: Mídia Ninja, Miniusina de energia, Viabilidade???, Free Energy, Empoderamento dos recursos, Por que falta água?, Problemas sociais, O papel da lareira, Todo Dia Era Dia de Índio, Na trave!, Qual o volume ocupado por 1 trilhão de reais?, Simulador Solar, Planta autosuficiente, Instituto Pindorama, voluntariado., Casa sustentável

Neste Chão Tudo Dá

“O Roundup é o espelho do completo ignorante”. Ernest Gotsch

“Neste Chão Tudo Dá – semeando conhecimento e colhendo resultados”.

Documentário realizado em 2008. Como registro de uma viagem à Bahia, o filme fala sobre o pensamento e o trabalho desenvolvido pelo pesquisador e agricultor suiço Ernest Gotsch, que transformou, por meio da prática agroflorestal, uma área de solo pobre em um dos locais com o solo mais fértil do estado. Por meio do contato com essa prática, alguns agricultores rurais começaram a aprimorar suas técnicas agrícolas e melhorar a qualidade de vida de suas famílias. Tv Escola

Veja também: Comer faz bem, Instituto Pindorama, voluntariado., Financiando árvores, Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Clima louco?, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, Infinito paralelo, Repo man, Steve’n’Seagulls, Hortas e temperos, Minhocário., Manual de agricultura urbana

Experimento científico?

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Agora, o Banco de Sementes Svalbard começa a tornar-se interessante. Mas fica ainda melhor. ‘O Projecto’ a que me referi é o projeto da Fundação Rockefeller e poderosos interesses financeiros desde a década de 1920 para utilizar a eugenia, mais tarde rebatizado de genética, para justificar a criação de um Mestre raça geneticamente modificadas. Hitler e os nazistas chamavam de Mestre Raça Ayran. Natural Cures Not Medicine

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Veteranas de guerra

UMA HOMENAGEM ÀS ÁRVORES SOBREVIVENTES DA MATA ATLÂNTICA

São Paulo é o dinâmico resultado da demolição e reconstrução de sucessivas cidades em pouco mais de um século. Nesse curto espaço de tempo, a cidadela com 30 mil habitantes tornou-se a metrópole com 20 milhões de habitantes, e sua natureza praticamente desapareceu. Originalmente muito rica em biodiversidade, São Paulo apresentava extensas florestas de Mata Atlântica, araucárias, cerrados e várzeas, que formavam uma paisagem única. Durante o processo de urbanização, a vegetação ancestral foi sendo eliminada e substituída por espécies de origem estrangeira, motivação cultural que acarretou na extinção em massa da fauna e flora nativas e a situação atual de 80% da vegetação urbana ser de origem estrangeira, ou seja, exótica.

Mesmo com esse grave quadro ambiental, alguns exemplares da Mata Atlântica alcançaram nossa época, resistindo a gerações de interesses contrários, loteamentos e aberturas de ruas e avenidas que poderiam em poucos minutos acabar com a sua história, assim como aconteceu a inúmeras outras que não pudemos conhecer.

Árvores da Mata Atlântica sobreviventes em condições tão adversas podem ser consideradas monumentos vegetais e históricos paulistanos, um patrimônio ambiental que representa uma imensa herança não reconhecida. Muitas dessas árvores estão ameaçadas pelo descaso, poluição e idade avançada, e são sobreviventes de populações quase ou extintas e detentoras de genética única resultante de milhares de anos de evolução com o clima, solo e biodiversidade local, precisando ser valorizadas, tombadas e reproduzidas para sua perpetuação e repovoamento na cidade de São Paulo.

O meio ambiente urbano deve ser uma prioridade no século XXI, o século das cidades.

Ricardo Cardim, botânico e ambientalista

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