Motorista de ônibus de bike!?!

Kwai

De acordo com o Art. 201 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), motoristas de veículos automotores devem respeitar a distância lateral de um metro e cinquenta centímetros (1,5m) ao passar ou ultrapassar um ciclista.

“Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:
(…)
XIII – ao ultrapassar ciclista:
Infração – grave;
Penalidade – multa.”

O que o Código de Trânsito diz sobre bicicletas e ciclistas.

Com o objetivo de conscientizar seus motoristas de uma maneira prática sobre os riscos de não respeitar a distância mínima de rodagem em relação aos ciclistas, uma empresa de San Luis, no México, resolveu realizar um treinamento diferente. Jornal do Caminhoneiro

MOTORISTA DE ÔNIBUS X BIKESaint Clair CICLISTA

Motoristas de ônibus em treinamento sentido na pele o que passa o ciclista quando ele passam em velocidade por eles.

Uma das maiores empresas de ônibus do Grande Recife, a Itamaracá, realizou um treinamento prático colocando os motoristas em bicicletas, enquanto os coletivos tiravam “fino” deles (ou “fina”, dependendo do lugar do Brasil onde você está). “A proposta é sensibilizar os condutores da nossa equipe de motoristas para uma boa convivência com os ciclistas”, conta Maria Amélia, diretora da empresa. Vá de Bike

Motoristas de ônibus vivem dia de ciclistas em treinamentoDiário de Pernambuco

Os motoristas de ônibus tiveram a oportunidade de se colocar no lugar dos ciclistas que enfrentam, diariamente, o trânsito da Região Metropolitana do Recife (RMR).

O treinamento foi realizado durante a SIPATMA, Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho e Meio Ambiente, em 2013. A atividade prática foi uma sugestão da Ameciclo – Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife.

Entrevista com motoristaRoberta Soares

Para aproximar motoristas de ônibus e ciclistas a empresa Itamaracá, uma das maiores do Grande Recife, realizou um treinamento prático colocando os motoristas para pedalar, enquanto os coletivos tiravam fino deles.

Entrevista com diretora da Itamaracá

“Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(…)
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.”

Motoristas de ônibus no papel de ciclistas3

Buze-se: Toda bike importa, Industria da multa, Capivaras na faixa!?!, Seguro e certeiro?!?, Bike or die!

Andando de bike por ai!!!

Conde Nast  – Pinterest
Só o Brasil mesmo - meme
Só o brasil mesmo – Memedroid

Bicize-se: Ciclista desenha rena, 2º Pedal Anchieta, hiBike, Multa Moral, Carro autônomo vai atropelar VOCÊ, Dia Mundial Sem Carro, CADTEC e Lei de Zoneamento, 7 applicativos para ciclistas, Velório da Floresta!, Batata Frita, o Ladrão de Bicicleta

Toda bike importa

Aqui na redação repudiamos esse tipo de postura. Milhares de ciclistas já morreram em acidentes assim. Acreditamos que, além de mal gosto, essas colocações de Murilo Couto podem estimular atitudes criminosas contra ciclistas. Bike aos pedaços

Não nos cabe dizer quais são os limites do humor, mas sim alertar que, quando se trata da vida e da sobrevivência de pessoas, o efeito imediato das falas do Sr. Murilo Couto é a banalização das mortes. Sim, uma piada pode promover mais mortes, classificando a atitude do humorista como incitação ao crime (art. 286 do Código Penal) e discurso de ódio, travestidos de “humor”.

Como disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, enfrentar o discurso de ódio não significa limitar ou proibir a liberdade de expressão. Significa evitar que este discurso se transforme em algo mais perigoso, particularmente que incite discriminação, hostilidade e violência, o que é proibido pela legislação internacional.

Portanto, repudiamos com veemência as falas do Sr. Murilo Couto. As risadas de um punhado de pessoas em uma sala de teatro não podem justificar a morte de milhares de ciclistas e o luto de seus familiares e amigos. Basta de mortes no trânsito e de discursos de ódio. Aliança Bike – Associação Brasileira do Setor de Bicicletas

 (crédito: WILLFOTOGRAFO)

Em sua apresentação o humorista fala com alguém da plateia e o questiona sobre qual esporte pratica, quando a resposta é ciclismo, Murilo começa a fazer comentários sobre a modalidade. O motivo da protocolação é a fala sobre o atropelamento de ciclistas “No caso dos ciclistas, eu dou razão para o motorista de ônibus que atropela” diz, Murilo. Correio Braziliense

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os ciclistas devem utilizar ciclofaixas, ciclovias ou acostamentos. No caso de não haver estes espaços, devem usar a borda direita da pista, no mesmo sentido dos demais veículos.

O responsável pela denuncia é o defensor público, Alessandro Tertuliano, que apresentou queixa como cidadão e praticante da modalidade. A iniciativa veio através da revolta da classe pela “piada” sobre algo delicado para quem é praticante. “Sou ciclista amador e pedalo de 5 a 6 vezes, toda semana e sinto na pele o perigo que corremos diariamente com motoristas que não gostam de Ciclistas, como o Murilo Couto” afirma Alessandro.

“Ficamos alarmados que uma pessoa pública estimule que um motorista possa vir a ferir ou matar um ciclista. Acreditamos na liberdade de expressão como princípio fundamental da democracia, mas é inadmissível a expressão de discursos que incentivem o ódio e a violência contra quem quer que seja”, disse a União Brasileira dos Ciclistas (UBC) em nota. Diario do Nordeste

Bikeze-se: Bike or die!, Não Foi Acidente, NÃO É CARRO X BICICLETA., Uma Noite de 12 Anos, Muda Mooca, Eu vou de bike, e você?, Trânsito, amigo!, Bicimáquinas, Uma viagem de bicicleta, Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA

Imagem Movimento Frank Zappa

“Quero a utopia, quero tudo e mais;
Quero a felicidade nos olhos de um pai;
Quero a alegria muita gente feliz,
Quero que a justiça reine em meu país.
Quero a liberdade, quero o vinho e o pão;
Quero ser amizade, quero amor, prazer;
Quero nossa cidade sempre ensolarada, 
Os meninos e o povo no poder, eu quero ver.

In: Coração Civil – de Milton Nascimento

A palavra “utopia” tem origem grega e é formada pelo u (prefixo de negação) e topos (lugar), representando, assim, o ‘não-lugar’ ou ‘o lugar que não existe’. O termo foi cunhado pelo humanista inglês Thomas More que, em 1516, chamou sua história de uma imaginária viagem até uma ilha idealmente governada chamada Utopia. HELOISA LIMAO sentido do ser

Esta Utopia apresentava uma realidade exemplar, justa e sem falhas. No livro, ela resultava em um sistema político ideal, uma sociedade perfeita com indivíduos bons que criavam e viviam em uma comunidade igualitária, harmoniosa e feliz. Diante da ameaça de censura política e religiosa, o autor resolveu colocar a ação em um mundo fictício, na desconhecida ilha Utopia, onde a liberdade era o bem mais precioso a ser resguardado.

E o que é liberdade para mim?

Primeiro, é uma bela palavra que emociona. Porque sempre penso que todos deveriam ter a liberdade de pensar, de escolher, de amar e de percorrer todas estas possibilidades tão fantásticas.

Assim, me entristece ver que para que pouquíssimos sejam “felizes”, uma esmagadora maioria seja alijada de uma vida mais plena, feliz e ‘utópica’.

Muitos filósofos já escreveram sobre a liberdade da mesma forma como falamos dela – a de fazer o que gostamos, de trabalhar naquilo que apreciamos, de escolher o homem ou a mulher com a qual queremos nos relacionar, de decidir em paz entre ler um livro, comprar uma bicicleta ou casar.

Se fôssemos verdadeiramente livres, o que faríamos com essa liberdade? Certamente a usaríamos para nos expressarmos, nos relacionarmos e para fazermos o que honestamente desejamos. Sem subjugar ninguém e sem mostrar submissão a quem quer que fosse.

Ser o que se quer“. A frase é curta, mas traduz uma perspectiva difícil. A liberdade deveria ser a maior prerrogativa de todo ser independente e que tivesse vontade de superar seus obstáculos.

No mundo criado por Georges Orwell, no sempre tão atual livro 1984, as pessoas são condicionadas a pensar que “a liberdade é escravidão“. Como agora, em pleno século XXI, ainda o são.

No entanto, sem a autoridade sábia e benevolente de uma verdadeira e solidária comunidade, a ideia de liberdade estará sempre baseada nos dogmas de uma determinada classe social, naquilo que a família ‘crê’, nas doutrinas religiosas, nos programas de televisão, nas exigências do mercado de trabalho ou no projeto político e sombrio do momento. Ou seja: em tudo aquilo que não inclua uma coletividade desinteressada.

E foi pensando em todas estas questões que me vi inspirada a contar a história de uma comunidade que há tempos conheci: Užupis.

Lá nos idos de 1995, um grupo de artistas e intelectuais residentes da cidade de Vilnius, capital da Lituânia, construiu e levantou uma estátua de Frank Zappa. Dois anos depois, no ‘dia dos insetos’ – primeiro de abril de 1997 – o bairro boêmio da cidade se declarou uma República Independente, contando, naquela altura, com um ‘exército’ de 17 homens.

Pouco depois, foram criadas quatro bandeiras nacionais (uma para cada estação do ano) assim como elaborada uma constituição que logo mais explicarei.

Passados mais de vinte anos, a ‘república’ ainda não foi invadida e permanece como um glorioso hino à liberdade.

O nome Užupis quer dizer “do outro lado do rio” que, no caso, é o Rio Vilnia, o mesmo que deu nome à Vilnius.

Esta área por muito tempo ficou isolada do restante da cidade por conta deste rio que formava uma divisória natural. Até que, no século XVI, alguns moradores da cidade resolveram construir duas pontes e ali passaram a viver.

Durante muitos anos a região foi povoada por judeus que foram perseguidos em tempos de guerras e mortos durante a ocupação nazista. Depois de alguns anos, passou a ser habitada por marginais, mendigos, desabrigados em geral, prostitutas e, posteriormente, também por artistas e boêmios.

Até março de 1990 tratava-se de um território absolutamente abandonado. Logo depois, essas mesmas pessoas revitalizaram todo aquele espaço pintando paredes, criando e fixando esculturas modernas, promovendo encontros culturais e musicais, dentre outras atividades artísticas. E tudo isso se desenrolou sem nenhum tipo de interferência política, justamente por tratar-se de uma zona totalmente negligenciada pela administração local.

Naquela altura, alguns artistas escolheram o trabalho de Frank Zappa (cantor, guitarrista e produtor da vanguarda norte-americana) como representante da “Republika” e começaram a coletar assinaturas para sua fundação. Apesar da total irrelevância de Zappa para a Lituânia, as pessoas aceitaram a ideia e deram uma enorme demonstração de apoio que deixou as autoridades muito perplexas.

E foi assim que, em 1997, Užupis declarou a sua independência.

Inicialmente levada como uma brincadeira, a ação foi ficando séria – o que levou à eleição de um ‘presidente’, à criação de uma moeda própria, uma bandeira e um hino nacional. Hoje, conta com representantes em vários países do mundo (incluindo o Brasil). Atualmente, além de residências, bares, restaurantes e lojas, possui feiras e exposições de arte ao ar livre.

A história de Užupis é um conto bizarro e, ao mesmo tempo, estranhamente encorajador acerca do que pode acontecer quando um grupo de libertadores encontra um espaço para edificar seus projetos.

Perguntei a um artista local se a concepção de Užupis inicialmente era a de um espaço, um estado ou um estilo de vida.

Tentamos ainda perseguir uma certa utopia“, explicou. “Reconhecendo que a implementação de todas as utopias anteriores foi uma experiência miserável, não buscamos mudar o mundo, mas simplesmente torná-lo mais agradável. Queremos criar um pequeno país onde possamos ser bons. Onde se pode aposentar-se e desaparecer. ‘Escapar’, em algum momento da vida. Uma vez passada a ponte sobre o rio, encontramo-nos em segurança no nosso país mítico. Se todos nós somos uma espécie de exilados, então, em certo sentido, Užupis é uma metáfora.

O espírito de Zappa nos persuadiu a declarar a independência do resto de Vilnius“, completou.

Sua constituição (traduzida em diversas línguas) é muito bonita e feliz para não ser compartilhada. Veja:

1. Homens e Mulheres têm o direito de viver nas margens do rio Vilnia e o rio Vilnia tem o direito de correr por entre todos eles.
2. Homens e Mulheres têm direito à água quente, ao aquecimento no inverno e a um telhado.
3. Homens e Mulheres têm o direito de morrer, não sendo, no entanto, uma obrigação.
4. Homens e Mulheres têm o direito de cometer erros.
5. Homens e Mulheres têm o direito de ser únicos.
6. Homens e Mulheres têm o direito de amar.
7. Homens e Mulheres têm o direito de não ser amados, mas não necessariamente.
8. Homens e Mulheres têm o direito de ser medíocres e desconhecidos.
9. Homens e Mulheres têm o direito de caminhar lentamente.
10. Homens e Mulheres têm o direito de amar e cuidar de um gato.
11. Homens e Mulheres têm o direito de cuidar de um cão até que um deles morra.
12. Um cão tem o direito de ser cão.
13. Um gato não é obrigado a amar o seu dono, mas deve ajudar em tempos de necessidade.
14. Algumas vezes, Homens e Mulheres, têm o direito de não ter consciência de seus deveres.
15. Homens e Mulheres têm o direito de estar em dúvida, mas isso não é uma obrigação.
16. Homens e Mulheres têm o direito de serem felizes.
17. Homens e Mulheres têm o direito de serem infelizes.
18. Homens e Mulheres têm o direito de ficar em silêncio.
19. Homens e Mulheres têm o direito de ter fé.
20. Ninguém tem o direito à violência.
21. Homens e Mulheres têm o direito de apreciar a sua insignificância.
22. Ninguém tem o direito de ter desígnios sobre a eternidade.
23. Homens e Mulheres têm o direito de compreender tudo.
24. Homens e Mulheres têm o direito de não compreender nada.
25. Homens e Mulheres têm o direito de ter qualquer nacionalidade.
26. Homens e Mulheres têm o direito de celebrar ou não celebrar o seu aniversário.
27. Homens e Mulheres devem lembrar-se do seu nome.
28. Homens e Mulheres podem partilhar o que possuem.
29. Ninguém pode partilhar o que não possui.
30. Homens e Mulheres têm o direito de ter irmãos, irmãs e pais.
31. Homens e Mulheres podem ser independentes.
32. Cada um é responsável pela sua liberdade.
33. Homens e Mulheres têm o direito de chorar.
34. Homens e Mulheres têm o direito de ser mal interpretados.
35. Ninguém tem o direito de culpar outra pessoa.
36. Homens e Mulheres têm o direito de ser um indivíduo.
37. Homens e Mulheres têm o direito de não ter direitos.
38. Homens e Mulheres têm o direito de não ter medo.
39. Não se anulem;
40. Não retruquem;
41. Não se rendam.

Infelizmente, Frank Zappa morreu dois anos antes de ter a chance de ver, no centro da cidade antiga de Vilnius, a estátua em sua homenagem erguida.

Mas nós todos continuamos vivos para refletirmos sobre este peculiar exemplo. Possível, desde que construído a partir do que genuinamente temos. E junto a quem verdadeiramente confiamos e amamos.

Afinal, o mundo é muito desconfortável para a maioria das pessoas – ainda que haja espaço e condições para todos viverem em equilíbrio.

Todos sonham com um lugar onde possam viver em paz, onde se possa manter o sentimento de harmonia, que é a unidade entre homens e alegria.

Então, deve haver um pequeno pedaço de terra onde a vida, desta forma, seja possível, não?

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Care me!

A boca fala do que o coração está cheio. De coisas cinzentas o mundo está cheio. Vamos compartilhar um arco-íris de cores? NICOLE GUIMARÃESentre conversas e flores

Confesso que é difícil não julgar aqueles que pensam ou agem diferente de mim, mas é uma mudança que estou buscando. Antes de apontar o dedo para o outro, comecei a olhar para meu mundo interior. Por que estou julgando? Se for para criticar, que seja partindo da empatia, da vontade de desejar o bem e com afeto.

Caze-se: A VIDA… E SUAS PEDRAS!, Horas Iguais!!!, Elegância, eu?, Ponto de vista do amor, Não adoeça, LEIS DA GRATIDÃO, Tipos de amor by Greece, How Do You Do!, Dinamarca, combate depressão com vitamina de cultura, A arte de culpar, PK, Insensatez, CVV

Ciclista desenha rena

O passatempo de Anthony Hoyte, que tem 51 anos, de Cheltenham (150 km de Londres), é criar desenhos usando um aplicativo chamado Strava, que monitora atividades físicas. Para isso, ele planeja complexas rotas ciclísticas e pedala por elas. Seu rastro fica registrado no aplicativo, formando, ao final, a imagem de um mapa, e é aí que começa a brincadeira.

A rota desenhada para criar uma rena teve 126 quilômetros, começando em Hammersmith, no oeste de Londres, passando pelo norte até Edgware, depois seguindo para o sul e para o leste por Hampstead Heath e Wood Green, retornou ao sul através de Kilburn e Maida Vale e terminou ao longo da Euston Road, no centro de Londres.
Outras rotas que Hoyte fez de bicicleta incluem: um Yorkshire terrier em Leeds, dois elefantes em Birmingham e um bando de pássaros em Bristol. Em 2017, ele produziu seu primeiro trabalho ao pedalar a imagem de um boneco de neve em Londres, seguido por um Papai Noel, no ano passado, em Birmingham. UOL
“Cometi alguns erros, mas eles são tão pequenos, que ninguém notará realmente. Estou feliz. Se parece com o que eu queria que parecesse.”… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/12/10/ciclista-pedala-por-9-horas-em-londres-para-fazer-mapa-com-desenho-de-rena.htm?cmpid=copiaecola

hiBike

O aplicativo hiBike é uma ferramenta gratuita intuitiva feita exclusivamente para quem pedala, muito ou pouco. Lá você cadastra seu perfil, monitora o seu uso da bicicleta, ganha pedais, encontra nossa rede de descontos e empresas parceiras, localiza amigos, descobre eventos, e muito mais.

Disponível na Google Play
Disponível na App Store

MOTORHOME

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Motorhome é um sonho de milhões de pessoas, mas muitos poucos no Brasil conseguem adquirir um, e desses que adquirem, talvez uns 5% viajam, os 95% vão de casa para um Encontro de Motorhomes, é a forma mais gostosa de viajar pelo Brasil. Universo dos Viajantes

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Será que autoridades, legisladores, proprietários de certos campings e outros chatos não aprenderam, ou pelo menos não se deram a mente a observar que cachorro não é o problema. Problema são os humanos. Universo dos Viajantes

A bike trailler foi criada por Kevin Cyr, um designer baseado em Nova Iorque, especialista em desenhos e criações alternativas, como é o caso deste veículo onde o nível de independência é elevado a outro nível sem depender de combustíveis e seus preços exorbitantes. Metamorfose Digital

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Pequeno motor home montado sobre um VW fusca, cuja carroceria original só restou mesmo a frente. MACAMP

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Centro de Esportes Radicais

Em 2012, com autorização da Subprefeitura de Itaquera e os recursos de uma empresa, os skatistas da região revitalizaram uma praça que estava abandonada. Vivian Reis – G1 São Paulo

centroesporteskt

O centro esportivo fica na Marginal do Tietê número 5.700, sentido rodovia Ayrton Senna.

centroesportesktpista

Centro com pistas poliesportivas inaugurado pela Prefeitura na Marginal Tietê,  o novo centro esportivo atenderá skate, bike e patins. Vivian Reis – G1 São Paulo

centroesportesktoval

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De Todos Os Loucos do Mundo

Clarice Falcão – De Todos Os Loucos do Mundo

De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque eu tava cansada de ser louca assim sozinha
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque a sua loucura parece um pouco com a minha

Você esconde a mão, diz que é Napoleão
Boa parte de mim acredita que sim
Se eu converso com ar, no meio do jantar
Você espera a vez dele de falar
Você fala chinês pela primeira vez
Eu dou opinião num perfeito alemão
Se eu emito um som que você acha bom
A gente faz um dueto fora do tom

De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque eu tava cansada de ser louca assim sozinha
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque a sua loucura parece um pouco com a minha

Você fala chinês pela primeira vez
Eu dou opinião num perfeito alemão
Se eu emito um som que você acha bom
A gente faz um dueto fora do tom

De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque eu tava cansada de ser louca assim sozinha
De todos os loucos do mundo eu quis você
Porque a sua loucura parece um pouco com a minha

Poetize-se: FUMAÇA LOUCA, ALLUCINAZIONI E DELIRIO, CLARICE LISPECTOR DO SAMBA, CLARA NUNES., FLASH NA BIBLIOTECA, Ecofalante, Dinâmicos, EVOLUSEX

Jacob’s Well

Jacob’s Well, é um dos lugares mais bonitos e perigosos do mundo. Visto da superfície, o local até parece inofensivo. O poço, de cerca de 4 metros de diâmetro e de 10 metros de profundidade, liga a uma caverna subaquática.
jacobs_well1
bicicletafumarcães

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Bicicleta emprestada!

Uma enfermeira inglesa resolveu testar a bondade da pessoa que havia roubado sua bicicleta e foi recompensada.

E enfermeira inglesa Eileen Remedios, de 55 anos, deixou sua bicicleta presa a um poste enquanto ia visitar uma paciente. Ao voltar, percebeu que a bike havia sido roubada. Pensou então em fazer algo para testar a bondade do ladrão e escreveu o seguinte bilhete:

“Por favor devolva minha bicicleta. Ela é velha, mas amada, e vai ficar assustada sem sua dona. :(“*
Deixou o recado preso no mesmo poste e voltou no dia seguinte. Encontrou sua bicicleta junto com as chaves do cadeado e um bilhete do “ladrão arrependido”.

“Um grande e gordo pedido de desculpas! Do ‘ladrão de bicicletas arrependido’ (eu não cheguei a danificá-la)”.

Eileen ficou tão feliz coma ação que decidiu espalhar a história para todo mundo que conhecia. Não sem antes, claro, deixar seu agradecimento.

“Para a doce pessoa que pegou emprestada minha bicicleta, obrigada por devolvê-la. Ela disse que teve uma boa experiência, mas está feliz por estar de volta para mim. Obrigado.”
Catraca Livre
embiciate

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Multa não, ciclovia!


Casey Neistat resolveu fazer uma vídeo, após receber uma multa da polícia de Nova York por pedalar fora da ciclovia, para mostrar como seria a vida do ciclista caso não saísse em hipótese alguma da faixa reservada para as bicicletas.
bikeseguranca
bikepedalar

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