Tec Concursos

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Incluir é necessário primordialmente para melhorar as condições da escola, de modo que nela se possam formar gerações mais preparadas para viver a vida na sua plenitude, livremente, sem preconceitos, sem barreiras.

Assinale a alternativa correta considerando a sincronia do trecho citado e a consonância com a imagem.

(A) Não há necessidade de formar gerações vindouras com o entendimento do que é inclusão e o bem-estar do educando.

(B) No trecho da charge em que a criança diz ao pai “ficou doido?” nota-se claramente um ato de exclusão e desinteresse no processo de inclusão.

(C) O padrão imposto pela sociedade inclui, de forma igualitária, alunos típicos e alunos com deficiência, gerando padrões de competição de forma mais justa.

(D) No trecho da charge em que a criança diz: “ele joga muito melhor do que eu!”, evidencia-se o olhar de que pessoas com deficiência podem ter uma vida sem barreiras e preconceitos e apresentar habilidades em diversas áreas.

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Fortalecer a imunidade é importante: saiba o que comer e o que evitar

O sistema imunológico é responsável pela defesa do nosso organismo contra invasores externos como bactérias, fungos e vírus. Portanto, estar com uma boa imunidade diminui as chances de contrair algum desses microorganismos e, consequentemente, algumas doenças. Uma das formas de aumentar a imunidade é através da alimentação e, por causa da pandemia da Covid-19, tem aumentando bastante a procura por alimentos que ajudem a aumentar a imunidade, embora nenhum alimento ou vitamina seja capaz de combater o novo coronavirus. Professor José Costa

Mas de acordo com a coaching nutricional Tamara Ferreira, especialista em nutrição clínica e esportiva, uma alimentação balanceada e rica em alimentos e compostos bioativos fortalece o sistema imunológico e com isso as chances de evitar as formas mais graves da Covid-19. “O sistema imunológico é o exército que nos protege de gripes, resfriados e infecções. E mesmo após a pandemia, eu considero importante que as pessoas continuem a se preocupar com a imunidade uma vez que ela nos protege contra diversos tipos de doenças e infecções”.

Ela indica os grupos de alimentos que favorecem a imunidade:

Vitamina C: laranja, limão, acerola, abacaxi, kiwi, pimentão, tomate, goiaba, caju e folhas verde escuras. Podem ser consumidos no café da manhã, lanches, sobremesa e na ceia (antes e dormir).

Ácido fólico: folhas verdes escuras como couve, agrião, espinafre, rúcula, brócolis, assim como lentilha, feijão, fígado e quiabo. Podem ser consumidos como salada ou na sopa. E também assados, cozidos, refogados ou grelhados. A couve, o espinafre e o agrião podem ser batidos com frutas para fazer sucos.

Zinco: amendoim, castanha de caju, amêndoa, fígado, ostra e carne vermelha. As oleaginosas podem ser consumidas no lanche ou junto com frutas, e em receitas como bolos.

Selênio: castanha do Pará, semente de abóbora, semente de girassol, carne, ovo, atum, feijão, queijo, aveia.

Vitamina D: Gema de ovo, atum, sardinha, fígado, cavala.

Ômega 3: semente de linhaça, semente de chia, atum, cavala, sardinha, castanha, nozes, amêndoas, azeite de oliva.

Temperos e especiarias: alho, cebola, açafrão, pimenta preta, gengibre, aipo, coentro.

Também é indicado:

Aumentar a ingestão de água e o consumo de fibras para o melhor funcionamento do intestino, que é um importante órgão do sistema imunológico. Sugestão de fibras: aveia, farelo de aveia, farinha de linhaça e farinha de chia.

Aumentar o consumo de beterraba, cenoura, abóbora, chuchu, folhas verde escuras, batata yacon, iogurte, de preferência natural, ameixa e banana.

Aumentar o consumo de frutas, com casca e bagaço, como maçã, uva e pera.

O que evitar (não favorece a imunidade):

Alimentos ricos em sal, como salgadinhos de pacote; alimentos ricos em açúcar como refrigerantes, doces, chocolates com muito açúcar, biscoitos recheados; embutidos como mortadela, salame, peito de peru, presunto; e excesso de bebida alcoólica

Suplementos e medicamentos manipulados

De acordo com a farmacêutica Anick Andrade Cunha, diretora técnica da A Fórmula, farmácia de manipulação com produtos para a saúde, beleza e bem-estar, o avanço da medicina preventiva tem feito as pessoas se preocuparem mais com a imunidade, o que fez crescer muito o consumo de produtos e medicamentos naturais e suplementos, mas após a pandemia a procura aumentou bastante, principalmente por vitamina C , vitamina D, e Zinco.

Ela explica que os medicamentos e suplementos são fundamentais para o perfeito funcionamento do nosso corpo e podem, e devem, ser usados por qualquer pessoa, mas desde que orientado por um profissional de saúde. “O tipo de suplemento, assim como a dose, pode variar de acordo com a necessidade de cada um, por isso precisa ser avaliado individualmente. Não podemos esquecer que nosso corpo é a nossa morada, então devemos zelar por ele”.

De acordo com ela, cada um de nós temos nossas próprias necessidades nutricionais ou deficiências metabólicas e por isso o medicamento manipulado faz toda a diferença, porque a dose vai ser preparada especialmente para isso. “Ou seja, é um medicamento manipulado para atender a necessidade de cada um”.

A nutricionista Tamara reforça, que além de ser fundamental  a prescrição de um profissional de saúde, é importante alertar que nenhum suplemento, sozinho, aumenta a imunidade. “Precisa estar associado a uma alimentação saudável e equilibrada. Por isso é importante individualizar a prescrição”.

De acordo com a nutricionista, os suplementos mais indicados são:  probiótico, ômega 3, glutamina, vitamina C, zinco, vitamina D, curcuma, quercitina, capsula de alho, whey protein e extrato de própolis.

Além da alimentação, a prática de outros cuidados favorece o sistema imunológico:

Atividade física

Sono regular

Reduzir o estresse

Evitar o tabagismo

Evitar o consumo de bebida alcoólica,

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Inverno x sistema imunológico: saiba como a alimentação é importante nessa época de gripes e resfriados

Infecções bacterianas, viroses de repetição e presença de quadros clínicos mais complicados e extensos, são indicadores de imunidade baixa. E no inverno, onde se agravam as doenças típicas da estação, como gripe, resfriado, rinite, asma e bronquite, alguns cuidados precisam ser redobrados.  Professor José Costa

Uma alimentação saudável e adequada é essencial para a manutenção do sistema imune e, consequentemente, na prevenção de doenças. Frutas, vegetais, folhosos, oleaginosas, proteínas de alto valor biológico e gorduras insaturadas são altamente recomendados pelos nutricionistas, assim como alimentos ricos em zinco, importante nutriente no combate a resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico.

 “Uma alimentação natural, equilibrada e variada, oferece vitaminas, minerais e compostos indispensáveis para o funcionamento do sistema imune”, alerta a nutricionista Camila Avelar, professora, autora e pesquisadora, com especialização em fitoterapia.

Alimentos essenciais para o sistema imune:

Frutas e vegetais, de forma geral, contêm vitaminas e minerais, além de compostos bioativos;

Cereais integrais, sementes, leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), ostras e frutos do mar, dentre outros, são alimentos ricos em zinco, que está envolvido em mais de 300 reações metabólicas, e é fundamental ao sistema imune;

Fontes de ômega 3, como peixes, ajudam a reduzir processo inflamatório e a melhorar a imunidade;

Para os temperos, os indicados são alecrim, orégano, manjericão, açafrão e pimenta do reino, compostos antibacterianos, antifúngico e antioxidante.

Controle do apetite x imunidade baixa

O inverno é uma época que parece aumentar a vontade de comer alimentos mais calóricos, portanto é importante ter um controle adequado com a alimentação, para evitar o sobrepeso, a obesidade e prejudicar o sistema imunológico.

Para quem está com quadro de imunidade baixa, ou precise de maiores cuidados, a orientação é procurar um nutricionista para individualizar a dieta e identificar a melhor forma de equilibrar o apetite e preservar a imunidade.

Mas, de forma geral, a indicação é aumentar ingestão de alimentos ricos em fibras e gorduras oleaginosas, óleos vegetais e peixes, e também aumentar a ingestão de líquidos e alimentos ricos em água. “No inverno, as pessoas tendem a beber menos água e muitas vezes a sensação de fome pode representar sede, e não fome, de fato”, alerta a nutricionista.

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