Ilha de plástico

Uma realidade que poucos conhecem são as chamadas “ilhas de plástico” que existem nos oceanos, sendo formadas por gigantescas concentrações de lixo – basicamente plásticos (microplásticos – até 5 milímetros) que são atraídos por correntes rotativas e nelas ficam presos. Atualmente são reconhecidas 5 (cinco) grandes ilhas de plástico: (a) duas no Pacífico, (b) duas no Atlântico e (c) uma no Índico. Foi em 1997 que Charles Moore descobriu a ilha de plástico do Pacífico. A “ilha” é formada basicamente por micro plásticos, mas não só. As suas dimensões chegam a 1,6 milhão de metros quadrados que englobam cerca de 79 mil toneladas de plástico. O Fórum Econômico Mundial acredita que, em 2050, os mares e oceanos terão mais plásticos do que peixes. Paulo de Bessa AntunesGenJurídico

Estima-se que cerca de 80% da poluição dos mares tem origem telúrica. No Brasil não é diferente.  O Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo indica que plásticos, medicamentos, drogas e esgoto doméstico formam a grande parte da poluição de nossos mares.

O Fundo Mundial para a Natureza – WWF identificou os seguintes danos econômicos causados pela poluição por  plásticos dos mares e oceanos: (a) redução de suprimento e demanda por frutos do mar   “devido às mortes dos animais e à preocupação da ingestão de plástico pelos animais. “, (b) obstrução dos motores das embarcações. Em relação a tais itens, estima-se que “os custos referentes à interrupção do comércio devido à poluição plástica na União Europeia sejam de 0,9% do total das receitas da indústria, o que equivale a € 61,7 milhões ao ano”. Ainda segundo o estudo “Solucionar a Poluição Plástica: Transparência e Responsabilização”, a Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC) estimou o custo de danos por poluição à navegação comercial em US$ 297 milhões ao ano.

Em relação ao turismo, a poluição plástica pode reduzir as receitas e aumentar os custos da indústria do turismo. A poluição por plásticos é uma das mais graves que assolam os mares e oceanos. A cada ano são lançadas cerca de 8 milhões de toneladas de plástico nos mares, causando danos vultosos; acredita-se que até 1 milhão de pássaros marinhos e 100 mil mamíferos possam ser mortos anualmente em razão da quantidade de lixo plástico presente nos mares.

O Brasil possui litoral com aproximadamente 8,5 mil quilômetros de extensão, abrangendo 17 Estados e 280 municípios, por volta de 80% da população nacional está localizada a menos de 200 quilômetros do litoral, no que tange à zona econômica exclusiva, a sua extensão é de 4,5 milhões de quilômetros quadrados. Conforme consta do Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, lançado pelo Ministério do Meio Ambiente, 90% do lixo monitorado em praias e restingas do litoral brasileiro são constituídos por resíduos plásticos, sendo os elementos mais comuns os seguintes: (1) tampas de garrafas e tampas em geral; (2) garrafas; (3) embalagens de comida; (4) sacolas plásticas; (5) cigarros, filtros ou bitucas; (6) derivados de cordas e cabos; cordas e cabos (menores que 1 metro); (7) hastes flexíveis; (8) fragmentos não identificados; (9) esponjas, espumas, espumas vinílicas acetinadas – EVAs; (10) copos e embalagens de isopor; (11) boias de isopor e fragmentos; (12) fragmentos de isopor. Aproximadamente 70% das tartarugas que encalham no litoral brasileiro ingeriram plástico.

WWF / Banco Mundial (What a Waste 2.0: A Global Snapshot of Solid Waste Management to 2050) * Valor total de lixo plástico descartado em resíduos sólidos urbanos, resíduos industriais, resíduos de construção, lixo eletrônico e resíduos agrícolas, na fabricação de produtos durante um ano.

Em 2010, pesquisadores do Centro de Análises Ecológicas da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, contabilizaram 8 milhões de toneladas – e estimaram 9,1 milhões de toneladas para 2015.

O mesmo estudo, publicado na revista acadêmica Science em 2015, analisou 192 países com território à beira-mar que estão contribuindo para o lançamento de resíduos de plástico nos oceanos. E descobriu que 13 dos 20 principais responsáveis pela poluição marinha são nações asiáticas.

Enquanto a China está no topo da lista, os Estados Unidos aparecem na 20ª posição.

O Brasil ocupa, por sua vez, o 16º lugar do ranking, que leva em conta o tamanho da população vivendo em áreas costeiras, o total de resíduos gerados e o total de plástico jogado fora. BBC news

Fonte: Iberdrola

O Brasil ostenta a posição de 4º maior produtor de plásticos no mundo, produzindo cerca de 11,3 milhões de toneladas do material, tendo um índice de coleta elevado, todavia, a reciclagem não passa de 1,28% para uma média global de 9%, o que, também se julga baixa.

A grande quantidade de resíduos de plástico é resultado do estilo de vida moderno, em que o plástico é usado como matéria-prima para diversos itens descartáveis ou “de uso único”, como garrafas de bebida, fraldas, cotonetes e talheres.

Em 2016, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar alertou para o crescente risco à saúde humana, dada a possibilidade de micropartículas de plástico estarem presentes nos tecidos dos peixes comercializados.

Uma pesquisa da Universidade de Plymouth, na Inglaterra, mostrou que resíduos de plástico foram encontrados em um terço dos peixes capturados no Reino Unido, entre eles o bacalhau.

Além de resultar em desnutrição e fome para os peixes, os pesquisadores dizem que, ao consumir frutos do mar, os seres humanos podem estar se alimentando, por tabela, de fragmentos de plástico. E os efeitos disso ainda são desconhecidos.

Plastifiqueze-se: , , , Iemanjá, Giorggio Abrantes,  Comida para pássaros, Reciclável e/ou não!,

8 de Maio de 1945

El monumento conmemorativo soviético de Treptower Park fue erigido entre 1946 y 1949 como un monumental lugar funerario para 5.000 soldados de la Armada Roja que murieron en batalla. El diseño fue realizado por un colectivo de artistas al que pertenecían Jakow S. Belopolski (arquitecto), Jewgeni W. Wutschetitsch (escultor), Alexander A. Gorpenko (pintor) y la ingeniera Sarra S. Valerius. Berlin.de

4.800 soldados caídos en batalla están enterrados bajo las secciones de la superficie de césped situadas más profundas; otros 200 soldados están enterrados bajo la colina sobre la que se encuentra el mausoleo. Ocho sarcófagos situados a lado y lado de las secciones de césped rectangulares simbolizan las 15 repúblicas de la antigua Unión Soviética. Los relieves representan las escenas de la “Gran Guerra Patriótica” contra la Alemania nacionalsocialista.

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O Memorial é um belo exemplo de um monumento soviético típico da época. Mesmo não havendo imagens do líder soviético na área memorial, Stalin é muito presente nas diversas citações encontradas nos painéis em ambos os lados do espaço aberto. Este memorial pode ser visto como um presente de Stalin para o grupo de soldados e suas famílias, mas também era um lembrete para os alemães orientais de que foi o Exército Vermelho que os libertou dos nazistas. Sowjetisches Ehrenmal ainda serve como um memorial vivo para os veteranos do Exército Vermelho que detêm regularmente cerimônias no local onde eles colocam grinaldas no mausoléu para honrar os seus camaradas caídos. Alemalizando

O sol se põe sobre o Treptower Park, nos arredores de Berlim, e eu observo uma estátua que faz um desenho dramático contra o horizonte. Com 12 metros de altura, ela mostra um soldado soviético segurando uma espada numa mão e uma menina alemã na outra, pisando sobre uma suástica quebrada.

A estátua marca um lugar onde estão enterrados 5 mil dos 80 mil soldados do Exército Vermelho mortos na Batalha por Berlim entre 16 de abril e 2 de maio de 1945. A proporção colossal do monumento reflete o sacrifício destes soldados. No entanto, para alguns, a estátua poderia ser chamada de Túmulo do Estuprador Desconhecido.

Setenta anos depois do fim da guerra, pesquisas ainda revelam a dimensão da violência sexual sofrida pelas alemãs nas mãos não apenas dos soviéticos, mas também de americanos, dos britânicos e dos franceses.

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Em 2008, o diário da berlinense foi transformado em um filme, chamado de Anonyma, com uma atriz alemã conhecida, Nina Hoss. O filme teve um efeito catártico na Alemanha e estimulou muitas mulheres a falarem sobre suas experiências. Entre elas estava Ingeborg Bullert (foto), hoje com 90 anos. Ela mora em Hamburgo, no norte da Alemanha. Em 1945, ela tinha 20 anos, sonhava em ser atriz e vivia com a mãe em Berlim.

Os estupros afetaram mulheres em toda Berlim. Ingeborg lembra que as mulheres entre 15 e 55 anos tinham que fazer exames para doenças sexualmente transmissíveis. ,”Você precisava do atestado médico para conseguir os cupons de comida e lembro que todos os médicos faziam estes atestados e que as salas de espera estavam cheias de mulheres.”

Há documentos que expõem um alto número de pedidos de aborto – contra a lei na época –, devido à “situação especial”.

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Uma das muitas fontes de informação sobre estes estupros é o diário mantido por um jovem oficial soviético judeu, Vladimir Gelfand, um tenente vindo da região central da Ucrânia, que, de 1941 ao fim da Guerra, pôs no papel seus relatos, apesar de os soviéticos terem proibido diários de militares.

Os manuscritos – que nunca foram publicados – mostram como a situação era difícil nos batalhões: alimentação pobre, piolhos, antissemitismo e soldados roubando botas uns dos outros.

“Se as pessoas não querem saber a verdade, estão apenas se iludindo. O mundo todo entende (que ocorreram estupros), a Rússia entende e as pessoas por trás das novas leis sobre difamar o passado, até elas entendem. Não podemos avançar sem olhar para o passado”, disse Vitaly Gelfand, filho do autor do diário, Vladimir Gelfand, não nega que muitos soldados soviéticos demonstraram bravura e sacrifício durante a guerra, mas, segundo ele, esta não é a única história.

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The Russian parliament recently passed a law that states that anyone who disparages history of Russia in World War II may have to pay fines or be imprisoned for up to five years.  Andre Marques – O Sentinela

A young historian of Moscow University of Humanities, Vera Dubina, only found out about the rapes after going to Berlin because of a scholarship. She wrote a study on the subject, but struggled to publish it.

Desmaio-se: Simulação de Estupro?!?Mulheres ou Bruxas?Mulheres ou Bruxas?Dos crimes contra a honraAs aventuras de Alice sob a terraCinquenta Tons de CinzaIndivíduos perigosos, Faça uma EvoluçãoSexo seguro!O que podemos aprender com a gripe espanhola?!?

 

Imunidade de rebanho

A idéia de “gerenciar a disseminação” de uma doença para que a população ganhe imunidade, conhecida como “imunidade de grupo” ou “efeito rebanho”, de acordo com esse conceito, aqueles que estão em risco de infecção podem ser protegidos porque estão cercados por pessoas resistentes à doença. Pallab Ghosh – BBC News

A “imunidade de grupo” é normalmente usada por epidemiologistas para falar dos benefícios da aplicação de vacinas recebidos por pessoas que não as tomaram. Isso porque, uma vez vacinados, elas ganham imunidade contra um determinado patógeno, beneficiando indiretamente toda uma comunidade, inclusive aqueles que não tiveram acesso à vacinação.

Imunidade de rebanho é o conceito que explica como a maioria de uma população adquire resistência a um agente infeccioso, pode-se cogitar que apenas cruzar os braços enquanto a população fosse infectada pelo novo coronavírus e protegendo os mais vulneráveis.

imunidade de rebanho pode ser entendida assim, quanto maior o número de infectados pelo SARS-CoV-2, mais pessoas se tornariam resistente ao vírus devido à memória imunológica adquirida, chegando a um momento em que o patógeno pararia de se disseminar a rodo por falta de hospedeiros suscetíveis.

problema desse raciocínio é que o coronavírus é um agente infeccioso novo e não sabemos quantas pessoas ele é capaz de infectar caso nenhuma medida seja adotada. Além disso, a imunidade de rebanho tem ótimos resultados quando é feita de forma controlada, utilizando vacinas. Natalia Pasternak e Luiz Gustavo de Almeida

Era comum mães de crianças com catapora ou sarampo juntarem os filhos contaminados com outros pequenos saudáveis. Eram as “festas do sarampo”. Até podia funcionar, mas o processo não era isento de riscos. 

O número de reprodução básico (R0) é utilizado para medir o potencial de transmissão de um vírus, esse número é uma média de para quantas pessoas um paciente infectado é capaz de transmitir o patógeno, assumindo que as pessoas próximas ao paciente não são imunes a ele, fatores como condições ambientais, forma de transmissão, duração da infecção e comportamento da população infectada, afetam diretamente o cálculo.

O número de infecção efetivo (R), considerando que uma população raramente será totalmente suscetível a uma infecção no mundo real. Alguns contatos estarão imunes devido a uma infecção prévia que conferiu imunidade ou como resultado de imunização anterior, pela ação das vacinas. Portanto, nem todos os contatos serão infectados e o número médio de casos secundários por caso infeccioso será menor que o número básico de reprodução. Nesse cálculo, levamos em consideração as pessoas que são suscetíveis e não suscetíveis.

Com essas informações apresentadas, podemos concluir que, caso o valor de R seja maior do que 1, o número de casos aumentará, iniciando uma epidemia. Para que um vírus pare de se espalhar, o R tem que ser menor do que 1. Para fazer uma estimativa de R, multiplicamos o valor de R0 pela fração suscetível de uma população.

Utilizando o mesmo exemplo do sarampo, temos o R0 = 15. Esse vírus começa a se disseminar em um local em que 60% da população é imune, logo 40% da população é suscetível. O número reprodutivo efetivo para o sarampo nessa população é 15 x 0,4 = 6. Nessas circunstâncias, um único caso de sarampo produziria uma média de seis novos casos.

Utilizando o mesmo exemplo do sarampo, temos o R0 = 15. Esse vírus começa a se disseminar em um local em que 60% da população é imune, logo 40% da população é suscetível. O número reprodutivo efetivo para o sarampo nessa população é 15 x 0,4 = 6. Nessas circunstâncias, um único caso de sarampo produziria uma média de seis novos casos.

No cenário do sarampo, já conseguimos captar a importância da vacinação e podemos entender por que os agentes de saúde defendem que, nesse caso, precisamos ter uma cobertura vacinal de 95% da população. Não adianta 90%, tem que ser 95%. Veja os cálculos nesses dois cenários com esse vírus:

  • Se vacinarmos 90% da população, estimamos que 10% da população é suscetível, portanto o cálculo de R é 15 x 0,1 = 1,5. O R ainda é maior do que 1 e o vírus vai se espalhar.
  • Se vacinarmos 95% da população, estimamos que 5% da população é suscetível, portanto o cálculo de R é 15 x 0,05 = 0,75. O R é menor do que 1 e o vírus vai parar de se disseminar.

 Vacinar, portanto, não é uma questão pessoal, mas social. Ainda assim, vale notar que, em 2019, tivemos mais de 13 mil casos de sarampo no Brasil.

A conta toda é bem mais complicada e simplificamos ao máximo para que se tenha uma ideia da importância da vacinação e da irresponsabilidade de deixar a população exposta ao vírus sem tomar medidas não farmacológicas, caso do isolamento social.

Imunize-se: Pegadas na areia, Nós existimos para ajudar aqueles que precisam, Timo, Uma pandemia simulada?!?, Córnea feita de células-tronco “reprogramadas”, Abelha, o ser humano mais importante do planeta

10 razões para legalizar as drogas

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Por Juan Carlos Hidalgo

1. A legalização colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente.

2. A legalização reduziria dramaticamente o preço das drogas, ao acabar com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.

3. Legalizar as drogas faria com que a fabricação dessas substâncias se encontre dentro do alcance das regulações próprias do mercado legal. Abaixo da proibição, não existem controles de qualidade ou vendas de doses padronizadas.

4. O narcotráfico tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países. A legalização acabaria com esta nefasta aliança do narcotráfico e o poder político.

5. Legalizar as drogas acabaria com um fonte importante de corrupção, a qual aumenta em todos os níveis do governo devido ao fato de uma substancial parte de toda a classe de autoridades tem sido compradas, subornadas e extorquidas por narcotraficantes, criando um grande ambiente de desconfiança por parte da população quanto ao setor público de forma geral.

6. Os governos deixariam de desperdiçar bilhões de dólares no combate as drogas, recursos que seriam destinados a combater os verdadeiros criminosos: os que violam os direitos dos demais (homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões etc).

7. Com a legalização se acaba com o pretexto do Estado de violar nossas liberdades civis com o fim de levar a cabo esta guerra contra as drogas. Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas são atos que atentam contra nossa liberdade e autonomia como indivíduos.

8. Legalizar as drogas desativará a bomba-relógio em que se converteu a América Latina, especialmente os países andinos, América Central e México. Isto tem levado a uma intervenção crescente por parte dos EUA, país que desde quase mais de uma década vem fortalecendo sua presença militar na região de uma maneira nunca vista desde o fim da Guerra Fria.

9. Em uma sociedade onde as drogas são legais, o número de vítimas inocentes produzidas pelo consumo e venda de entorpecentes seria reduzido substancialmente. Grande quantidade de pessoas que nunca consumiram essas substâncias ou que não estão relacionadas com essa atividade se veem prejudicadas ou perdem a vida devido as “externalidades” da guerra contra as drogas: violência urbana, abusos policiais, confiscos de propriedades, revistas e buscas equivocadas, entre muitos outros casos.

10. A legalização conduzirá a sociedade a aprender a conviver com as drogas, tal e como tem feito com outras substâncias como o álcool e o cigarro. O processo de aprendizagem social é extremamente valioso para poder diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.

Veja também: UM “DEVOGADO” E… DUS BÃO!‏, O crime compensa, Hemp Car, Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, Patrocinadores da Copa, 3º opção, Advogados, Não Foi Acidente, Deixa eu Falar, E agora???, Gente ridícula