Gatoterapia

A gatoterapia é um tratamento para os problemas de ansiedade, estresse e depressão.  Melhora a qualidade de vida e cria uma conexão muito especial entre o felino e seu dono. Além disso, de acordo com vários estudos, as pessoas que sofrem de algum tipo de cardiopatia mostram uma progressiva melhoria após conviver com um gato. Acordo Coletivo

É bastante curioso que a mesma pesquisa realizada com cães tenha demonstrado resultados completamente diferentes. Os donos de cachorros, diferentemente dos donos de gatos, continuaram se mantendo na média. Isso significa que pessoas que possuem gatos têm menos chances de falecer por causa de um infarto do que as que não têm.

Os felinos costumam ser bastante recomendados para pessoas que vivem sozinhas, principalmente no caso dos idosos. Inclusive, pessoas que sofrem algum tipo de demência, como o Alzheimer, podem ter lembranças ao fazer carinho nos gatos, retardando a degeneração neuronal que sofrem. O ronronar do animal, por sua vez, estimula algumas terminações nervosas fundamentais na hora de se lembrar de histórias passadas.

Durante centenas de anos, os gatos foram tratados como seres infernais. Acreditava-se que eles eram os fiéis companheiros das bruxas, mensageiros do azar e enviados do diabo. O caráter indomável e imprevisível deles era temido tanto por pessoas comuns quanto por pessoas poderosas. Em algumas civilizações a presença dos gatos, no entanto, sempre foi sagrada. No Egito eles eram venerados por serem os protetores do deus mais importante.

Lendas à parte, a história dos gatos como animais domésticos também foi bastante curiosa. Diferentemente dos cachorros, utilizados como guardiões de ovelhas e caçadores, os gatos no início se mantiveram selvagens. Segundo estudos recentes, acredita-se que eles mesmos tenham decidido se aproximar dos humanos ao perceber que estes lhes proporcionariam comida.

Mulher idosa com seu gato

BENEFÍCIOS DA GATOTERAPIA

Melhora os sintomas da depressão e do estresse

Os felinos provocam uma notável melhoria nas pessoas que sofrem de transtornos de estresse, ansiedade e depressão. O ronronar é muito relaxante, estimula a concentração e cria um ambiente muito acolhedor.

Ajuda no tratamento do Alzheimer, do autismo e do TDAH

Como mencionamos anteriormente, os gatos são usados como terapia complementar em casos de autismo, Alzheimer ou TDAH. Embora cientificamente não existam pesquisas que apoiem esse uso, são conhecidos milhares de casos nos quais a presença dos gatos melhorou a qualidade de vida dos seus donos.

Representa uma companhia

Para uma pessoa que vive sozinha, o gato é a melhor opção. Ele é um animal muito independente quando quer, mas também muito carinhoso. Às vezes ele vai ser tão irritante que você vai desejar que não estivesse ali!

Uma oportunidade de conferir responsabilidade às crianças

Ter um gato em casa é uma grande responsabilidade para as crianças porque elas vão precisar cuidar, dar comida e educar o animal, o que nem sempre é uma tarefa fácil. É importante conversar com as crianças sobre o tema para que elas tenham consciência da importância das tarefas que devem realizar.

Não se esqueça de deixar claro que um animal NÃO é um brinquedo.

Não exigem muitos cuidados

Ao contrário de outros animais, os gatos não precisam de muitos cuidados além de vacinas ou alimentação. Eles são seres muito limpos e quando aprendem a utilizar a caixa de areia, vão utilizá-la sempre. Eles mesmos se banham e não exigem constante atenção.

Entretanto, é bom dar banho nos gatos de vez em quando. Também é preciso garantir que a alimentação oferecida seja adequada e não se esquecer de fazer consultas periódicas com o veterinário. Lembre-se de que um gato saudável representa um ser humano saudável.

Gatoze-se: Centro Municipal de adoção de cães e gatos, Dia do gato, Comedouro para cães e gatos com garrafas PET, 12 gatos, 12 artistas, São Francisco Gatos de Assis, Gato ‘estudante’, Vlog do Gato do Mal, 11 fotos de gatos que traduzem perfeitamente sua relação com dinheiro., Capa de disco com gatos.

COMO BRINCAM AS CRIANÇAS COM AUTISMO

As crianças com autismo sabem brincar?

Essa é a pergunta que as pesquisadoras Maria Angélica e Daniele Nunes, sob a perspectiva da Teoria Histórico-Cultural, tendo Vygotsky como seu expoente, visam responder nesta obra. E nos mostram por meio dados empíricos que sim, a criança com autismo brinca e imagina.  Para tanto, as autoras enfatizaram o brincar de faz de conta, focalizando o desenvolvimento dos processos de simbolização no uso de brinquedos ( objeto pivô) e na configuração dos jogos de papéis. DIÁRIO DA INCLUSÃO SOCIAL

Considerando a brincadeira uma atividade relacionada ao desenvolvimento das funções superiores, pesquisadores têm se dedicado à investigação dos processos lúdicos em crianças com autismo. Contrariando as pesquisas clássicas em psicologia, defendem que a criança com autismo brinca; constrói objetos-pivô; e apresenta indícios de assunção de papéis.

A pesquisadora revela que o não brincar da criança com autismo está relacionado à falta de experiência e de acesso aos brinquedos e/ou às brincadeiras, e não simplesmente aos impeditivos orgânicos. Para ela, os pares imediatos ( familiares, professores e/ou colegas) da criança desistem de tentar uma brincadeira ou apresentar-lhes um brinquedo, pois acreditam que ela é incapaz de imaginar. Configurando uma privação do lúdico, que repercute negativamente no desenvolvimento dessas crianças.

Para Martins (2009) apud Silva e Silva ( 2019), as dificuldades apresentadas pela criança com a autismo não estão associadas ao fracasso na interação com os pais e/ou pessoas mais próximas. Porém a forma como as pessoas próximas reagem à sua falta de respostas e contato, certamente afeta o desenvolvimento da criança, muitas vezes cristalizando o quadro já instalado.

Todos esses aspectos revelam como a vivência lúdica é fundamental para o desenvolvimento de qualquer criança com autismo, pois sem a potência da imaginação, ela fica submetida a negatividade de seu diagnóstico. Focar na imaginação ( na criação) é o que possibilita libertar-se das amarras físicas e situacionais – e essa premissa vale para qualquer criança. Silva, Maria Angélica da. Silva, Daniele Nunes Henrique. Como brincam as crianças com autismo – Campinas/SP: Mercado de Letras, 2019.

Na psicologia, que uma criança brinca para repetir situações que foram muito legais para ela, mas também para elaborar situações que foram traumáticas ou dolorosas, ela expressa seus conflitos pelas brincadeiras. Mayra Gaiato

Brincar com a criança com autismo pode ser diferente. Elas apresentam Déficit na comunicação social – então é isso que precisamos ESTIMULAR!

Comece brincando do que a criança gosta. Siga a liderança e a iniciativa dela nas brincadeiras. Mostre que você entende o que ela quer e que gosta da idéia que ela teve, as atividades sensório-social são as preferidas. Busque contato visual, reciprocidade, tenha como objetivo tirar sorriso da criança o tempo todo!

Veja dicas de como  brincar com a criança com autismo, aqui: https://youtu.be/KbHEBh9czFs

Brinze-se: TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA), FERNANDA SAZUKIPOSITIVIDADERELIGIÃO MENTALDEPRESSÃO MASCULINA, SÍNDROME DE ASPERGER: CARACTERÍSTICAS, Rick & Morty & Você, um personagem da 4ª temporada?!?, Auti interação, Localize Noite Estrelada

SÍNDROME DE ASPERGER: CARACTERÍSTICAS

Tende a ter inteligência de acima da média a excepcional, frequentemente (mas não sempre) com divisões significativas entre as habilidades de raciocínio verbal e perceptual, velocidades mais baixas de memória de trabalho e/ou processamento, dificuldades de aprendizagem (por exemplo, discalculia, dislexia, dificuldade na compreensão de leitura). journey – Acordo Coletivo

  • Memória de longo prazo mais forte.
  • Memória de curto prazo mais fraca.
  • Pode se perder facilmente no campus, perder objetos, chegar atrasada para classes ou provas.
  • Preferência por interações sociais um-a-um, tendo uma única amizade próxima.
  • Precisa de mais tempo afastada de pessoas do que seus pares (solidão).
  • Pode ficar confusa em situações de grupos sociais.
  • Prefere conversar sobre seus interesses especiais.
  • Realmente não gosta de ‘papo fiado’ ou conversas que não possuem uma função ou propósito.
  • Histórico de sofrer bullying, ser provocada, deixada de lado e/ou não se adequando a colegas de mesma idade, a menos que ela tenha amigos Aspies.
  • Forte antipatia por conversa fiada, fofocas, coisas sem sentido, mentidas.
  • Desgosto intenso por mentiras, apesar de poder mentir.
  • Tem habilidade em socializar, mas é incapaz de o fazer por longos períodos de tempo. Sofre de “exaustão social” ou de uma “ressaca social” quando socializa por muito tempo. A ressaca pode durar de algumas horas a alguns dias, o que pode ser debilitante.
  • Tem grandes dificuldades em conflitos, discussões, quando alguém grita com ela, brigas, guerra.
  • Tem muita dificuldade em se afirmar, pedir ajuda, estabelecer limites.
  • Pode precisar beber para ser sociável.
  • Pode ter atualmente ou no passado transtorno de estresse pós-traumático, por ser mal compreendida, mal diagnosticada, maltratada e/ou medicada erroneamente.
  • Diferentes habilidades sociais — é excepcionalmente boa em conversas um-a-um e apresentando para grupos, mas tem dificuldades trabalhando em situações de grupos.
  • Pode se achar em situações sociais ou relacionamentos em que ela se sente infeliz, mas não sabe como sair deles.
  • Histórico de outros tirarem vantagem dela, apesar de ela seguir apropriadamente os conselhos de negócios, legais ou sociais das outras pessoas.
  • Frequentemente entediada em situações sociais ou festas e/ou não sabe como agir em situações sociais.
  • Pode aceitar ir em eventos sociais, e mais tarde inventar uma desculpa do porquê ela não pode ir, frequentemente ficando em casa sozinha.
  • Frequentemente prefere se dedicar ao seu interesse especial, ao invés de socializar.
  • Outras pessoas a consideram diferente, estranha e excêntrica.

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Rick & Morty & Você, um personagem da 4ª temporada?!?

Entrando em parceria com o site beneficente Prizeo, Rick and Morty promove um concurso onde o vencedor pode ser desenhado em um dos novos episódios da série animada da Adult Swim. Observatório Do CinemaNo final da 3 ª Temporada de Rick & Morty, algumas questões importantes foram deixadas sem resposta: Evil Morty voltando? O que aconteceu com Morty Jr.? Como está o Sr. Bunda Cagada?

Quer saber tudo isso e muito mais por si mesmo? Por uma doação de apenas US$ 10, você e um amigo podem ganhar uma viagem para Los Angeles, conhecer os criadores Justin Roiland e Dan Harmon e visitar o estúdio de produção de Rick & Morty.

Sua doação apoia o NEXT for AUTISM e o United Way de Bergen County, ajudando a transformar o cenário mundial de serviços para pessoas com autismo. Se você quiser doar mais, terá entradas extras e ganhará ótimas recompensas de Rick & Morty!

Para doar, basta clicar aqui!

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Tendo em vista os eventos que ocorreram no final da 3ª Temporada, este novo arco da animação pode ser um pouco mais “sombrio” do que o habitual. E como vimos anteriormente, agora temos um “Morty do Mal” dominando a Cidadela. Sabendo que os planos deste Morty ainda não foram revelados, muitos imaginam que a nova temporada poderá promover um massacre. Sendo assim, Morty tomaria o lugar dos Rick’s, e escravizaria as diferentes versões de seu avô. Combo Infinito

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Auti interação

Uma das principais características do Autismo ( Transtorno do Espectro Autista – TEA) é a dificuldade de interação com outras pessoas, devido a uma série de dificuldades que acompanham a síndrome, tais como: problemas sensoriais, atraso de linguagem, dificuldades para usar formas de comunicação e de perceber sentimentos, gestos e faces humanas.

A interação do autista é possível sim: através de muitos estímulos, paciência, dedicação e carinho. Confiram as dicas que preparamos para auxiliá-los nesse processo! Talita Cazassus Dall’Agnol – DIS

1- A escola é fundamental;

2- Procure a ajuda de profissionais;

3- Comunique-se com fotos e aplicativos;

4- Regras de linguagem social;

5-Ajude-o a fazer amigos.

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Localize Noite Estrelada

Ao invés do preconceito, a criatividade dos pais para tornarem a vida de pessoas com autismo ainda mais normal, nos brinda com iniciativas inspiradoras. Uma família da Flórida, nos Estados Unidos, que transformou sua casa numa obra de arte, para evitar que o filho autista se perdesse, brindaram o garoto com ilustrações de seu artista favorito.

A obra de autoria de Richard Barrenechea se tornou uma atração turística do bairro, atraindo milhares de visitantes. Vivimetaliun


Nancy Nembhauser e Lubomir Jastrzebski são pais de um jovem de 25 anos com autismo fascinado pelas obras do pintor Vincent Van Gogh. Super Spectro


O quadro A Noite Estrelada,de Vincent Van Gogh, foi pintado em 1889. É um óleo sobre tela, com 74 cm X 92 cm, e se encontra no Museu de Arte Moderna de São Francisco (SFMOMA). A pintura retrata a vista da janela do quarto do artista no hospício de Saint-Rémy-de-Provence. Cultura Genial

Timeout

TIMEOUT – A SUA MANEIRATimeout Rock Band

Usualmente, pessoas com autismo são subestimadas, infantilizadas e colocadas em um lugar de exclusão, diferenciadas das pessoas consideradas ‘normais’. Acreditamos que a banda é uma verdadeira transgressão social nesse sentido”, afirma o psicólogo Paolo Rietveld, o idealizador da Timeout, em conversa com o Razões para Acreditar.

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O projeto do Instituto Ninar e formada por jovens com neuro-diversidades, como TEA e quadros assemelhados tem seu principal objetivo desenvolver e aprimorar habilidades sociais, lúdicas e até motoras por meio da arte.

Estamos ensaiando semanalmente pra mostrar a vocês um trabalho com muita dedicação e qualidade – afirma a banda.

 

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Para a banda o nome Timeout significa literalmente um “tempo fora” de todos os termos e técnicas de terapia, um suspiro para a diversão e a espontaneidade, isso tanto para os meninos quanto para os terapeutas. Cultura Rock DF

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Essa foto representa o que é a timeout e nossa felicidade de ontem. Tocar pela primeira vez para um público desconhecido e enorme foi verdadeiramente incrível. A recepção não poderia ter sido melhor. Vimos pessoas se emocionarem, pularem e cantarem com os músicos mais audaciosos desse planeta. Gostariamos muito de agradecer a oportunidade dada pelo @brasiliacapitalmotoweek, por toda nossa equipe e familiares, ao nosso público fantástico e, principalmente, aos nossos meninos, que surpreendem mais a cada dia — em Brasília Capital Moto Week.

Mude conceitos, você pode e deve: FERNANDA SAZUKIPOSITIVIDADERELIGIÃO MENTALDEPRESSÃO MASCULINAVIDACELL®NICK CAVEA ULTIMA CEIASURFISTA PRATEADO VS DR. MANHATTANRESERVE™MINHA CRENÇA MORTALEI ROUANETANESTESIA MENTAL.TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Os Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) referem-se a um grupo de transtornos caracterizados por um espectro compartilhado de prejuízos qualitativos na interação social, associados a comportamentos repetitivos e interesses restritos pronunciados (Brentani et al, 2013). AUTISMO & REALIDADE

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Deve preencher os critérios 1, 2 e 3 abaixo:

Déficits clinicamente significativos e persistentes na comunicação social e nas interações sociais, manifestadas de todas as maneiras seguintes:
Déficits expressivos na comunicação não verbal e verbal usadas para interação social;
b. Falta de reciprocidade social;
c. Incapacidade para desenvolver e manter relacionamentos de amizade apropriados para o estágio de desenvolvimento.
Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos duas das maneiras abaixo:
Comportamentos motores ou verbais estereotipados, ou comportamentos sensoriais incomuns;
b. Excessiva adesão/aderência a rotinas e padrões ritualizados de comportamento;
c. Interesses restritos, fixos e intensos.
Os sintomas devem estar presentes no início da infância, mas podem não se manifestar completamente até que as demandas sociais excedam o limite de suas capacidades. DSM-V : Transtorno do Espectro do Autismo

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“O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá.” Madre Teresa de Calcutá

Contribua com a causa: Autismo, uma Realidade.

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Entenda mais: FERNANDA SAZUKI, POSITIVIDADE, RELIGIÃO MENTAL, DEPRESSÃO MASCULINA, NICK CAVE, A ULTIMA CEIA, SURFISTA PRATEADO VS DR. MANHATTAN, MINHA CRENÇA MORTA, LEI ROUANET, ANESTESIA MENTAL.

Emprego Apoiado

“Não existe pessoa normal”. Romeu Kazumi Sassaki

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O Emprego Apoiado é uma metodologia personalizada para a inclusão de Pessoas com Deficiência Severa e/ou com necessidades mais significativas para o Mercado de Trabalho. Tendência Inclusiva

O emprego apoiado é definido como trabalho competitivo, em recintos inclusivos, que por causa das deficiências, necessitam serviços de apoio contínuo para desempenhar tal trabalho. Para isso, utiliza-se a lógica colocar-e-treinar e não a tradicional treinar-e-colocar. Romeu Kazumi Sassaki

O Emprego Apoiado não se caracteriza pelo assistencialismo, ou seja, o empregador deve estar satisfeito com a qualidade e produtividade do trabalho oferecido pelo empregado, assim como este último deve estar satisfeito com a função exercida e com as condições do emprego, as quais deverão ocorrer em igualdade às de seus companheiros de trabalho. ITS Brasil

Veja também: Ser ou não ser., A Meditação e seu cerébro, FORDISMO??, EduFin, Coletores de sementes, Arte Fora do Museu, Somos todos doadores, Assédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico)., Cerveja no trabalho pode?, Neste Chão Tudo Dá, Voluntário, Repo man, Brasileiro Reclama De Quê?, Alzheimer