As ferramentas de tatuagem mais antigas conhecidas

Os registros das primeiras tatuagens são antigos. Já foram encontrados registros no antigo Egito. Da mesma forma que indícios de  desenhos sobre a pele também já foram encontrados em diferentes povos de culturas milenares.   – Fatos Desconhecidos

Ferramentas de tatuagem antigas são difíceis de encontrar ou sequer reconhecer como instrumentos para criar desenhos de pele. Mas novos estudos microscópicos de dois ossos de pernas de peru com pontas afiadas indicam que os nativos da América do Norte usaram esses itens para fazer tatuagens entre cerca de 5.520 e 3.620 anos atrás. Vivimetalium

Esses ossos manchados de pigmento são as ferramentas de tatuagem mais antigas conhecidas do mundo, diz o arqueólogo Aaron Deter-Wolf, da Divisão de Arqueologia do Tennessee, em Nashville (EUA), e seus colegas.

Ötzi, o Homem de Gelo, que viveu cerca de 5.250 anos na Europa, exibe as tatuagens mais antigas conhecidas, mas os pesquisadores não encontraram nenhuma das ferramentas usadas para fazer as tatuagens do Homem de Gelo.

Escavações em 1985 revelaram esses ossos de peru e outros elementos de um provável kit de tatuagem no túmulo de um homem no local de Fernvale, no Tennessee, relatam os pesquisadores no June Journal of Archaeological Science: Reports. Os danos nas pontas dos dois ossos de pernas de peru se assemelham ao desgaste característico observado anteriormente em ferramentas experimentais de tatuagem feitas a partir de ossos de cervos, diz a equipe do Deter-Wolf.

Dois ossos de asa de peru encontrados na mesma sepultura de Fernvale exibem desgaste microscópico e resíduos de pigmento que provavelmente resultaram da aplicação de pigmento durante a tatuagem, dizem os cientistas. Conchas manchadas de pigmento na sepultura podem ter mantido soluções nas quais tatuadores mergulharam essas ferramentas.

Massacre de Nanquim, e/ou O Estupro de Nanquim

Ao longo de um extenso histórico de guerras, invasões e acontecimentos bárbaros nos quais ambas as nações se envolveram, a revolta do povo chinês é com o fato de que os japoneses preferiram fechar os olhos para tudo o que fizeram, chegando a passar uma borracha, queimar e atenuar os eventos de seus livros históricos só para preservarem a imagem que gostariam de apresentar para o mundo e para as gerações futuras. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Soldados japoneses durante a guerra em foto colorizada – Wikimedia Commons

Em 1937, o conflito entre soldados japoneses e chineses num dos acontecimentos denominado como O Incidente na Ponte de Marco Polo, foi o pretexto necessário para que o Japão colocasse em prática os seus projetos expansionistas. Valendo-se do estado de vulnerabilidade em que a China estava por conta da guerra civil das forças nacionalistas, o império do Sol Nascente deu início a uma invasão agressiva e em larga escala que foi fulminante.

No dia seguinte, em 13 de dezembro de 1937, o Exército Imperial Japonês, sob as ordens do general Asaka Yasuhiko, invadiu Nanquim e começou a matar todos no caminho, independente de idade e gênero. Foram seis semanas de massacre sistemático, o que incluía torturas e estupros de adolescentes e mulheres.

As atrocidades cometidas foram registradas em documentos oficiais e narradas pelos sobreviventes. Há relatos de chineses sendo enterrados vivos ou decapitados em praça pública.

Haviam competições bárbaras de homicídio entre os guerrilheiros, como a exposta pelo Japan Adviser, que confirmou que os suboficiais Mukai e Noda, apostavam qual deles alcançaria a primeira centena de cabeças decepadas em apenas um dia de massacre. Um deles atingiu a margem de 106 e o outro de 105. Todas as vítimas eram civis.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, entidades chinesas e coreanas vêm exigindo que o Japão reconheça e peça desculpas formais pelos crimes de guerra cometidos durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa (1937-1945). PAULA LEPINSKIUol

No documentário Nanking (2007), um sobrevivente conta como viu a sua mãe ser morta a facadas e o seu irmão, apenas um bebê, atravessado por uma baioneta e atirado em um canto de sua casa. Outra sobrevivente narra como mulheres eram recrutadas para servirem como mulheres de conforto – as escravas sexuais que os japoneses dizem não terem existido.

O maior símbolo dessa ambiguidade é o Santuário Yasukuni, celebrando os militares mortos no país desde 1868. Lá militares japoneses condenados por crimes contra a Humanidade continuam a ser celebrados como heróis, recebendo ocasionais visitas de autoridades do Estado.

Na visão oficial da época do Império – e de nacionalistas ainda hoje – os japoneses eram os libertadores da Ásia contra imperialistas ocidentais. Seu exército se inspirava na tradição do bushido, o código de conduta dos samurais, pelo qual a brutal infâmia do Massacre e do estupro seria inaceitável.

Celebração da vitória / Crédito: Wikimedia Common

E a memória seletiva é quase oficial. No aniversário do fim da Segunda Guerra, em 2015, o presidente Shinzo Abe manifestou profundo remorso pelas ações do país. Mas, frustrando aos que exigem uma reparação mais formal, disse que não caberia às próximas gerações estarem predestinadas a se desculparem eternamente.

O MASSACRE DE NANKIM – Avesso da História. POLIS CONSULTORIA

Existem fatos históricos que os livros não contam, mas o AVESSO DA HISTÓRIA esta aqui para contar:

O Massacre de Nanquim, foi um episódio de assassinato em massa cometidos por tropas do Império do Japão contra a cidade de Nanquim, na China, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, na Segunda Guerra Mundial.

Após décadas de protestos, os chineses parecem dispostos a perdoar – ou esquecer. O silêncio do Presidente foi acompanhado por uma declaração de Yu Zhengsheng, Presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês – um cargo decorativo, mas prestigiado.

Ele afirmou que os dois países deveriam investir em uma “cooperação pacífica e amigável” e “transmitir amizade para as próximas gerações”.

Uma vez um dos centros industriais mais prósperos e crescentes de toda a China, Nanquim levou décadas para se recuperar da destruição física causada pelos japoneses, enquanto socialmente jamais se reergueu. Por volta de 300 mil chineses foram brutalmente exterminados pelas tropas, entre soldados e civis. E, apesar de tudo, até hoje o Japão dá a outra face diante os eventos, alegando que os números e os fatos foram manipulados ou aumentados, sendo que nunca mostraram ao mundo a maioria de seus documentos da guerra.

Nanquize-se: Esquecimento, Google Street View Olímpiadas Japan e others app, Society 5.0, Extintion by Japan, A China será a nova dona de Hollywood, China e 11 milhões de plásticos, Doria visita sede da BYD na China e reforça que São Paulo terá 60 ônibus elétricos ainda este ano

Adriana Plens e o Tanque Grande

https://m.youtube.com/channel/UCMpZentw-Q8GgvycrFTozww
Entre os séculos XVI e XVII, antes que se iniciasse o Ciclo do Ouro em Minas Gerais, o território atualmente ocupado pelo município de Guarulhos, na Grande São Paulo, foi o principal polo de produção aurífera do País. O levantamento desse patrimônio – que inclui longos túneis escavados na rocha para o fornecimento de água destinada à lavagem do cascalho na lavra do ouro – foi realizado pelo Projeto de Inventário e Pesquisa Arqueológica de Guarulhos (Pipag), coordenado pela arqueóloga Cláudia Regina Plens e apoiado pela Fapesp por meio de um acordo de cooperação com o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat).


A imagem do município de Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, ficou fortemente associada à urbanização descontrolada que se seguiu à construção, em meados da década de 1980, do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos Governador André Franco Montoro. A cidade, que é a segunda mais populosa e tem o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) no Estado de São Paulo, possui um patrimônio arqueológico-histórico que remonta ao primeiro século da colonização portuguesa.
Há construções belíssimas escondidas no meio da mata, a força de trabalho empregada na mineração e nas obras de infraestrutura era constituída por índios escravizados, a pesquisadora estima que os habitantes originais da área faziam parte do tronco Jê.
Um importante patrimônio remanescente dessa época é o Tanque Grande, um complexo de estruturas voltadas para a mineração, construído por mão de obra indígena escravizada por volta de 1600.
Situado no ponto de confluência de dois rios do Sistema Cantareira, o Tanque Grande represava grande volume de água, que era conduzida por gravidade ao local da lavra através de canais a céu aberto e túneis escavados na rocha que somavam cerca de nove quilômetros de extensão. Jornal da USP

Uma reportagem, com a participação de Plens, foi produzida no local pela TV Cultura e pode ser vista em:

www.youtube.com/watch?v=96ER7jF1rNI.

Primeiros brasileiros mortos

Entender como as populações ancestrais lidavam com a morte é também uma maneira de entender a cultura e a própria vida dos primeiros brasileiros, que habitavam nossa região num período entre 8.000 e 10.500 anos atrás. Numa caverna em Matozinhos, cidade de Minas Gerais, num local conhecido como Lapa do Santo, o arqueólogo André Strauss lidera uma série de expedições que descobriram verdadeiros enigmas em restos mortais.

Os pesquisadores sugerem se tratar de hábitos simbólicos e complexos, sobre possíveis rituais realizados por tais populações com seus mortos. Foi na mesma região, de Lagoa Santa, em Minas Gerais, que o crânio de Luzia, a mais antiga brasileira que se tem notícia, foi encontrado. Vivimetaliun

Entre 2001 e 2009, foram exumados 26 sepultamentos em Lapa do Santo, distribuídos em sete padrões distintos: enterros simples e articulados; manipulação perimortem e o subsequente enterro dos ossos desarticulados de múltiplos indivíduos; esqueletos desarticulados de um único indivíduo, cujos ossos longos comumente apresentam fraturas perimortem, depositados em covas circulares; esqueletos cujos membros foram removidos; enterro de esqueleto completo desarticulado na forma de feixe; cremação; e enterro em cova circular, recoberto por blocos de arenito. Vivimetaliun2
Enxergue mais: THE X-FILES, L7, A TERRA A GASTAR, EDUFIN, PLANKTON INVASION, LICITAÇÕES, BE MY EYES APP, INSTANTLY AGELESS ™, MORADOR DE RUA CUIDA DE 11 CÃES, ECONOMIA DE MERCADO, POR QUE CONSTRUIR UMA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CULTURA DE PAZ PARA A CIDADE DE SÃO PAULO?, VIDACELL®, JUIZ, MAS NÃO DEUS!, VLIBRAS, OITAVO ANJO, RESERVE™, O BRASIL CORRE O RISCO DE PERDER ATÉ 60 DIFERENTES LÍNGUAS INDÍGENAS, TI-AMAT

Eduardo Góes Neves

Eduardo Góes Neves, do MAE-USP, explica por que a floresta não deve ser vista apenas como produto da história natural, mas também do manejo exercido por milênios. Vídeo – Pesquisa Fapesp

A ocupação humana do que é hoje o território brasileiro antes da chegada dos europeus, a História Antiga do Brasil, onde os homens vivem há, pelo menos, 9 mil anos, sobre o Brasil Central e a Amazônia. TV Cultura
a coisa vai ficando cada vez mais clara: uma parte dessa biodiversidade da Amazônia foi formada por humanos, por uma interação entre humanos e não-humanos, plantas e animais, ao longo dos últimos 10, 12 mil anos. O que se percebe em populações tradicionais, não só indígenas, mas quilombolas também, e populações ribeirinhas, é o interesse em estimular a diversidade, experimentar plantas diferentes, plantar, colher, trazer para o quintal, ver para que serve, ver como funciona. NEXO JORNAL

Mude conceitos, você pode e deve: PHOTOSHOP CC 2018 E MAQUETE ELETRÔNICA 3DS MAX 2018 E VRAY: FREE, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, LUMINESCE™, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, INSTANTLY AGELESS ™, ECO-GRAFITE, ANDROID 2016 – DESENVOLVIMENTO DE APPS (GRATUITO)

Editado via celular.

Australia Day

O HOMEM SE ADAPTAVA DE MODO SOFISTICADO AO AMBIENTE: USAVA A TERRA SEM DESTRUÍ-LA E AUMENTAVA A BIODIVERSIDADE”, AFIRMA O ESTUDIOSO DO ALTO XINGU MICHAEL HECKENBERGER, DA UNIVERSIDADE DA FLÓRIDA. Hebreu Israelita
The 150th anniversary of white settlement in 1938 was marked with official ceremonies around the nation celebrating the arrival of Captain Phillip. It marks the arrival of the First Fleet of British Ships at Port Jackson, New South Wales on that date in 1788, and the raising of the Flag of Great Britain by Captain Arthur Phillip. OfficeHolidays
A Wave Rock, em Hyden – Australia (Western Australia Outback), uma Onda de Pedra com 14 metros de altura e quase 110 de extensão, a formação em diferentes horas do dia, dependendo da posição da luz solar as cores e aparência da Wave Rock variam ainda mais. THIAGO MANCINIAUSTRALIAVida Outside
The main languages used in Australia are English, German, Italian, Greek and many aboriginal dialects. There are 240 languages other than English, 50 of these are indigenous. 15% of households in Australia speak a language other than English. At the onset of European settlement, there were more than 250 native languages. Today, only about 30 are regularly spoken and taught. JourneyMart.com
“O devoramento por amor tem uma razão; o ser humano não quer perder suas pessoas queridas e, portanto pretende atrair para sí suas almas devorando-lhes o corpo. Até a mãe devora as carnes do próprio filho e leva consigo os ossos do ente querido bem arrumadinhos e pintados de vermelho. Aqui rege o desejo de conservar o ente querido; no devoramento do inimigo abatido representa o principal papel a transferência da sua força. Se não se pode comer o corpo todo, come-se pelo menos seu cérebro ou a gordura em volta dos rins, que curiosamente é considerada o centro das faculdades especiais”. Essas idéias de consumação do devoramento para encarnar as qualidades dos mortos deu origem as principais religiões da humanidade e possui referências diretas até hoje nos cultos humanos. (Hermann Klaatsch – “A Evolução da Humanidade e os Primodios da Cultura”) – Odisseia Antropofagica
O povo aborígene da Austrália é a mais antiga e contínua sociedade sobrevivendo na Terra. Dizem que as histórias preservadas em sua tradição oral remontam a 60 mil anos, até uma época que chamam de ”Tempo do Sonho” e que contêm descrições fascinantes de como a vida começou e nosso planeta foi semeado por extraterrestres. Filosofia Imortal

A idéia de que a humanidade é o produto da engenharia genética, conduzida por alienígenas de algum lugar fora de nosso pequeno planeta desafia tanto a evolução darwinista e criacionismo baseado em um Deus criador. Cristianismo proclama que um suposto Deus Todo-Poderoso criou nossos primeiros pais da ” lama “tanto como um oleiro molda o barro. Só quando Adão e Eva quebrar as regras de seu criador estão sujeitos a dor, a doença ea morte. Por desobedecer a esse Deus também condenou a sua prole, ou toda a humanidade, para ser pecadores. Cristianismo deriva sua história de Adão e Eva do primeiro livro da Bíblia Hebraica ou Velho Testamento: Gênesis. Arquivo X BR

Os três tipos mais populares de Panspermia são:
Panspermia Dirigida: Esta é a semeadura intencional de outros planetas por civilizações alienígenas avançadas ou até mesmo a raça humana do futuro.
Panspermia Balística: Rochas expulsas da superfície de um planeta por impactos de cometas e meteoritos servem como meios de transporte de material biológico de um planeta para outro dentro do mesmo sistema solar.
Litopanspermia: Rochas expulsas da superfície de um planeta habitado transportam material biológico de um sistema solar para outro dentro de um cometa que impacta sobre um planeta, semeando assim a vida sobre este planeta. A Luz é Invencível

Para determinar a idade do fragmento de zircão, os cientistas utilizaram duas técnicas: a primeira determina o nível de radioatividade de urânio ao longo do tempo na amostra mineral; para confirmar, eles fizeram também a contagem por um método sofisticado que consiste em identificar átomos individuais de chumbo no cristal e determinar sua massa, o que confirmou que o zircão tinha 4,4 bilhões de anos. Noticias terra


Os aborígenes acreditam que a Uluru, um imenso rochedo vermelho é o centro do mundo. Hoje, ele está dentro de um grande parque que pertence ao povo indígena. Eles são considerados os verdadeiros donos da terra, mas quase não aparecem para os visitantes e vivem em aldeias. O governo australiano é que toma conta do parque, mas, com todo cuidado, para não desrespeitar as tradições aborígenes. CLAÚDIA BOMTEMPO

Observe mais: ZOOLUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMMORADORES: 5 MIL REAIS X PREFEITURA RJ: 270 MILMAKOTA VALDINAFALANDO SOBRE PATO FUBoas Idéias Que Todos Os Países Deveriam AdotarCOMO A SUÉCIA RECICLA 99% DO LIXO QUE PRODUZ?NAARA BEAUTY DRINK!!!PLANKTON INVASIONERRANTEFOR WHAT IT’S WORTH 1967DIA MUNDIAL DO ROCK (SÓ NO BRAZIL)EMVBE MY EYES APPINSTANTLY AGELESS ™L7ÍNDIO EDUCAVANUSA SABBATHVIDACELL®VLIBRASLEONARD COENRESERVE™STORY OF MY LIFEOITAVO ANDAR

O MISTÉRIO DO DISCO SUBMERSO NO BÁLTICO

Saindo da Matrix: O MISTÉRIO DO DISCO SUBMERSO NO BÁLTICO.

Millenium Falcon

O Saindo da Matrix apresenta a planilha de trabalho dos irmãos de Plêiades para o dia 21/12/12. (horário não está ajustado pro horário de verão)

Programação Fim do Mundo:

06:30 – Início do Fim
07:00 – Chuva de meteoritos
08:30 – Chegada da primeira tsunami
10:00 – Boas vindas dos OVNI’s
10:30 – OVNI’s dançando Gangnam Style em flashmob
11:36 – Início da Destruição
12:00 – Eclipse e alinhamento de todos os planetas do sistema solar
12:00 a 14:00 – pausa para almoço
14:15 – Inversão dos Pólos Magnéticos da Terra
15:00 – Super Aquecimento Global
16:30 – Início da Aniquilação dos Terráqueos
17:00 – Show de Nilwayne Nilrex com queima de fogos e explosões dos principais monumentos do mundo.
18:00 – Revelação de Terráqueos Alienígenas
19:00 – Resgate de prisioneiros da área 51 e de Varginha
20:00 – Re-abertura do túnel São Tomé Das Letras/ Machu Picchu
21:00 – Aproximação do planeta Nibiru
22:00 – Arrebatamento dos fiéis pro paraíso (somente com o dízimo em dia)
23:00 – Chegada do Tinhoso pra terminar o serviço
23:30 – Fim do Mundo

Veja também: Via Láctea pelo navegador, Jornada ninja, Signo Geek, Quarto poder, O mar de Aral virou areia., Vida inteligente., Reign Over Me, Saindo da Matrix, OceanX, Wikipédia