Alimentos e saúde mental

Meditação, yoga, aromaterapia são algumas das opções que bastante gente tem buscado para ter uma mente saudável. Porém, uma série de fatores podem colaborar com uma boa saúde mental. Além dos exercícios físicos, que são essenciais nesse processo, a alimentação pode ser fundamental, pois muitos alimentos são grandes vilões. O café, o chocolate e o açúcar, por exemplo, oferecem uma ótima sensação assim que ingeridos, mas são os principais causadores de estresse. Farmacêutico Márcio Antoniassi

A cafeína do café estimula o sistema nervoso central, afetando o raciocínio e a concentração. Já o açúcar e o chocolate estimulam o sistema límbico, responsável por emoções. A falta deles provoca sintomas desagradáveis de abstinência.

Se você também quer contar com a alimentação para melhorar o humor e dar um up na saúde mental, separamos alguns alimentos que podem ser seus aliados nessa missão, veja só:

Frutas – Algumas frutas podem garantir o bom humor, como melancia, mamão, tangerina, abacate e limão. A laranja e a banana, por sua vez, promovem o bom funcionamento do sistema nervoso, combatendo o estresse e a fadiga.

Verduras – Por possuírem uma vitamina importante do complexo B, o folato, as folhas verde-escuras estão associadas à menor prevalência dos sintomas depressivos. A falta de vitamina B12 costuma ser comum entre pessoas diagnosticadas com depressão, por isso, vale a pena colocá-la no prato!

Mel – Ele pode nos dar a sensação de prazer e bem-estar, pois estimula a produção de serotonina, hormônio que também regula o humor. Mas sem exagero, ok? Duas colheres de sobremesa por dia são suficientes.

Oleaginosas – Elas podem ajudar a diminuir o estresse e melhorar os sintomas da depressão. Possui um antioxidante muito importante chamado selênio, que também fortalece o sistema imunológico.

Carnes magras e peixes – O atum e salmão, principalmente, contém um aminoácido chamado triptofano, importante para sintetizar a serotonina e promover o bem-estar, a sensação de relaxamento, e a redução do estresse. Só vantagens! Outra dica importante para o fortalecimento da saúde mental, é comer regularmente e fazer um café da manhã super-reforçado. Mas não deixe de consultar um nutricionista, ele vai avaliar a melhor forma de consumir os alimentos citados.

Fonte: R7 (Alelo)

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Manjericão

A palavra ocimum é derivada do grego e significa “para cheirar”, devido ao aroma pungente que parte das plantas desse gênero. Na medicina chinesa, o manjericão já era usado há muitos séculos. Ainda é tradicionalmente utilizado na Índia, onde é uma planta sagrada para Krishna e Vishnu, e citado como protetor espiritual para a família.
Por suas qualidades refrescantes e revitalizantes, é um excelente tônico para os nervos, fortalece a concentração e clareia a mente. Estimula os centros vitais.
Apresenta diversas variedades, mas a recomendada para aromaterapia é o manjericão-cheiroso, que tem flores cor de rosa pálido e um elevado percentual de linalol. Possui uma fragrância herbal agradável, doce, leve e refrescante.

FAMILIA BOTÂNICA: Lamiaceae (Labiatae)

PARTE UTILIZADA: florações e folhas

PROCESSO DE EXTRAÇÃO: destilação a vapor

PRINCIPAIS COMPONENTES QUÍMICOS: linalol, borneol, fenchol, cânfora, cineol, metilcavicol, eugenol, ocimeno, pineno, silvestreno, β-cariofileno.

PAÍS DE ORIGEM: natural da Ásia e da África, e hoje, amplamente cultivado na França, Itália, Bulgária, Egito, Hungria, Austrália e África do Sul.

COMBINA BEM COM: bergamota, pimenta do reino, sálvia-esclaréia, eucalipto, gerânio, Gengibre, Lavanda, Melissa, Néroli, Alecrim, Sândalo e Litsea Cubeba.

PROPRIEDADES: Analgésico, antidepressivo, antisséptico, antiespasmódico, carminativo, cefálico, digestivo, emenagogo, expectorante, antitérmico e nervino.

INDICAÇÕES: picadas de inseto, náusea, vômito, dispepsia, soluços, asma, bronquite, regras irregulares, cólicas menstruais, ansiedade, depressão, enxaqueca, dores de cabeça e tensão nervosa.

PRECAUÇÕES: Pode causar sensibilidade e irritação em pessoas com tendências alérgicas. Deve ser evitado em gestantes e crianças.

Fonte:
CORAZZA, S. Aromacologia – uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora Senac, 2004.
HOARE, Joanna. Guia completo de Aromaterapia. São Paulo: Pensamento, 2010.

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