Xokleng

Os índios Xokleng da TI Ibirama em Santa Catarina, são os sobreviventes de um processo brutal de colonização do sul do Brasil iniciado em meados do século passado, que quase os exterminou em sua totalidade. Apesar do extermínio de alguns subgrupos Xokleng no Estado, e do confinamento dos sobreviventes em área determinada, em 1914, o que garantiu a “paz” para os colonos e a conseqüente expansão e progresso do vale do rio Itajaí, os Xokleng continuaram lutando para sobreviver a esta invasão, mesmo após a extinção quase total dos recursos naturais de sua terra, agravada pela construção da Barragem Norte. Povos Indígenas no Brasil

Cacique ‘Camrém’, líder dos Xokleng à época do contato com E. Hoerhan. Foto de autoria provável de E. Hoerhan. Acervo Arquivo Histórico José Ferreira da Silva (AHJFS), da Fundação Cultural de Blumenau

A história do nome dos Xokleng tem provocado muitos debates. Desde seus primeiros contatos amistosos com os funcionários do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), a partir de 1914, as denominações dadas ao grupo foram as mais variadas: “Bugres”, “Botocudos”, “Aweikoma”, “Xokleng”, “Xokrén”, “Kaingang de Santa Catarina” e “Aweikoma-Kaingang”.

Os índios Xokleng receberam vários nomes: Bugre, Botocudo, Aweikoma, Xokrén e Kaingang. Prefeitura de Jaraguá do Sul

  • Bugre = é um tempo para designar qualquer índio no sentido de selvagem e inimigo.
  • Botocudo = devido ao enfeite labial uma espécie de botoque (tembetá) usado pelos adultos (homens).
  • Aweikoma = é uma deturpação da frase destinada a convidar uma mulher para cópula (relação sexual).
  • Xokrén = significa taipa de pedra, da mesma maneira que Xokleng.
  • Kaingang = designa homem, qualquer homem.

As línguas dos Xokleng e dos Kaingang constituem o ramo meridional da família Jê.

De acordo com os índios, na TI Ibirama (SC), fala-se o “xokleng”, um idioma próximo ao kaingang. Os Xokleng dizem entender alguma coisa de kaingang, mas não o falam. Nos últimos vinte anos, o número de falantes de xokleng se reduziu bastante. A grande maioria dos jovens fala somente português. Isso se deve ao aumento de casamentos com não indígenas; às inúmeras rupturas sociais, políticas, econômicas e culturais provocadas pela construção da Barragem Norte; e à presença de escolas para indígenas com a mesma grade curricular das demais escolas públicas, que não estimulam e nem consideram as particularidades culturais.

A TI Ibirama está situada ao longo dos rios Hercílio (antigo Itajaí do Norte) e Plate, que moldam um dos vales formadores da bacia do rio Itajaí-açu, e está a cerca de 260 km a noroeste de Florianópolis e 100 a oeste de Blumenau. Localizada em quatro municípios catarinenses, cerca de 70% da área está dentro dos limites dos municípios José Boiteux e Doutor Pedrinho. Essa TI inicialmente denominada Posto Indígena Duque de Caxias, foi criada pelo chefe do governo catarinense, Adolfo Konder, em 1926, que destinou aos Xokleng uma área de 20.000 hectares. Em 1965 foi oficialmente demarcada e em 1975 recebeu o nome de Ibirama.

A população da TI Ibirama é flutuante, multiétnica, e sua configuração vem se alterando ao longo dos 84 anos de contato. O último censo feito em 1997, além do total de 1.009 pessoas vivendo na TI, contou cerca de 20 famílias Xokleng morando nas periferias das cidades de Blumenau, Joinville e Itajaí.

A presença de Kaingang e seus descendentes na TI Ibirama deve-se ao fato do SPI ter usado duas famílias Kaingang, provenientes do Paraná, para ajudar na atração e “pacificação” dos Xokleng, dando aos Kaingang o direito ao usufruto da terra. Desde então casamentos interétnicos vêm ocorrendo, e o número de mestiços Kaingang/ Xokleng tornou-se marcante. Porém, boa parte dos Kaingang e Mestiços se casou com não-índios, principalmente com funcionários do SPI e com colonos italianos; com a construção da barragem, algumas mulheres Xokleng se casaram, ou tiveram filhos, com os operários; e quando se deu início à exploração de madeira muitos não-índios se casaram com Xokleng e Kaingang para usufruir do direito de explorar e vender a madeira. Mais recentemente, vários Xokleng se casaram com mulheres Kaingang de outras terras indígenas do Paraná e Santa Catarina.

Os Cafuzos que viviam na TI Ibirama são na verdade negros remanescentes da Guerra do Contestado, sem terra, trazidos por iniciativa do então chefe do Posto Indígena, Eduardo de Silva Lima Hoerhann, a partir da segunda metade da década de 40, e usados como mão-de-obra agrícola quase escrava. Em 1991, quase todos saíram para uma terra próxima cedida pelo INCRA. Os casamentos entre Xokleng e Cafuzos foram raros.

As primeiras famílias Guarani chegaram à TI Ibirama vindas do sudoeste e das fronteiras com o Paraguai e Argentina, nos anos 50. Eles vivem social, cultural e geograficamente isolados dos outros grupos; não tiveram direito à extração da madeira e nem às indenizações pela inundação. Em 1991 metade dos Guarani migrou para o litoral. Os casamentos entre Guaranis e Xokleng foram raros.

Os censos mostram também a morte em massa dos primeiros Xokleng contatados, vítimas de grandes epidemias de gripe, febre amarela e sarampo (entre 1914, o ano do contato, e 1935 morreram dois terços dos Xokleng).

A ocupação destes territórios “tradicionais” Xokleng por imigrantes foi conflituosa; na região do vale do Itajaí, por exemplo, ocorreram vários assaltos aos colonos e o clima de insegurança dos mesmos frente a estes ataques ameaçava todo o processo de colonização.

Criança Xokleng em acampamento na floresta, em 1963
Criança Xokleng em acampamento na floresta, em 1963. Acervo SCS

Os indígenas Xokleng que se autodenominam “Laklanõ” (“gente do sol” ou “gente ligeira”) vêm lutando para preservar sua cultura, seu idioma e mitologia após processos de aculturação e ataques ao seu território. Mariana Trindade – Câmara dos Deputados

O Serviço de Proteção ao Índio (SPI), criado em 1910, serviu, em grande medida, para “pacificar” os indígenas e viabilizar a construção da estrada de ferro São Paulo-Rio Grande e a concessão de terras a colonos. Nesse processo de “pacificação”, duas famílias Kaingang contribuíram com o SPI em troca do direito ao usufruto daquelas terras. Desde então casamentos interétnicos vêm ocorrendo, e o número de mestiços Kaingang/Xokleng tornou-se um traço marcante nessas comunidades.

Ainda nesse processo de “pacificação”, o órgão indigenista reduziu o território ocupado pelos Laklaño de 40 mil hectares para 15 mil, apesar de já haver, na época do Império, lei que reconhecia o direito indígena sobre seus territórios (Lei 601, de 1850).

A comunidade indígena buscou, na Justiça, o cumprimento de um protocolo de intenções firmado com o Estado de Santa Catarina, a Funai e a União. Os indígenas ganharam em primeira instância, mas a União e o estado recorreram e o processo encontra-se no Supremo Tribunal Federal.

Apenas em 1998, foi criado um grupo de trabalho pela Funai, que reconheceu o confinamento dos indígenas em área reduzida pelo próprio Estado e constatou a necessidade de ampliação dos seus limites. Em 2003, o Ministério da Justiça publicou Portaria Declaratória, restando pendente apenas a homologação da demarcação pelo Presidente da República, a última etapa da demarcação.

Hoje, mais de dois mil indígenas de três povos, Xokleng, Guarani e Kaingang, residem na Terra Indígena Ibirama-La Klaño, com 37 mil hectares, à margem do rio Itajaí do Norte, em Santa Catarina. Estão sobrepostas sobre 10% do território a Reserva Biológica Sassafrás e a Área de Relevante Interesse Ecológico Serra da Abelha.

As tropas se deslocavam pelas trilhas à noite, em silêncio. Os homens, entre 8 e 15, evitavam até fumar para não chamar a atenção. João Fellet -Correio Braziliense

Ao localizar um acampamento, atacavam de surpresa.

“Primeiro, disparavam-se uns tiros. Depois passava-se o resto no fio do facão”, relatou Ireno Pinheiro sobre as expedições que realizava no interior de Santa Catarina até os anos 1930 para exterminar indígenas a mando de autoridades locais.

Pinheiro era um “bugreiro”, como eram conhecidos no Sul do Brasil milicianos contratados para dizimar indígenas (ou “bugres”, termo racista que vigorava na região naquela época).

O relato está no livro Os Índios Xokleng – Memória Visual, publicado em 1997 pelo antropólogo Silvio Coelho dos Santos.

“O corpo é que nem bananeira, corta macio”, prossegue o bugreiro na descrição dos ataques. “Cortavam-se as orelhas. Cada par tinha preço. Às vezes, para mostrar, a gente trazia algumas mulheres e crianças. Tinha que matar todos. Se não, algum sobrevivente fazia vingança”, completou.

“Nunca houve, e nem há, critérios seguros para se demarcar áreas indígenas, ficando a sociedade à mercê do entendimento pessoal do antropólogo que se encontra fazendo o trabalho num determinado momento”, argumentaram os deputados ao justificar o decreto.

Em 1908, o etnógrafo tcheco Albert Vojtech Fric discursou em um congresso em Viena, na Áustria, sobre o impacto da imigração europeia nas populações indígenas do Sul do Brasil.

Segundo Fric, a “colonização se processava sobre os cadáveres de centenas de índios, mortos sem compaixão pelos bugreiros, atendendo os interesses de companhias de colonização, de comerciantes de terras e do governo”.

Em 1910, durante a presidência de Nilo Peçanha, foi criado o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), precursor da atual Funai.

Inspirado por ideais positivistas, o órgão dizia ter como objetivo “civilizar” os indígenas e incorporá-los à sociedade brasileira — postura enterrada pela Constituição de 1988, que reconheceu aos indígenas o direito de manter seus costumes e modos de vida.

As missões para aniquilar povos nativos aconteciam enquanto, na Europa, Adolf Hitler punha em marcha seu plano de exterminar os judeus.

Ou enquanto artistas brasileiros passavam a valorizar a participação indígena na formação nacional, influenciados pela Semana de Arte Moderna de 1922.

Mulheres e crianças Xokleng
Mulheres e crianças Xokleng capturadas por bugreiros e entregues a freiras em Blumenau; duas mulheres e duas crianças conseguiram fugir, voltando à floresta. Acervo SCS

Em entrevista à BBC News Brasil por telefone, Brasílio Pripra, de 63 anos e uma das principais lideranças Xokleng, chora ao falar de um massacre ocorrido em 1904 contra seus antepassados.

“As crianças foram jogadas para cima e espetadas com punhal. Naquele dia, 244 indígenas foram covardemente mortos pelo Estado”, afirma.

“Eu choro, me emociono. Sou neto de pessoas que ajudaram a trazer a comunidade ‘para fora’, a fazer o contato (com não indígenas). É por isso que luto.”

Em 1910, teve sua origem o Serviço de Proteção aos Índios. Isto aconteceu devido a uma conferência pronunciada por Alberto Vojtech Fritch no XVI Congresso Internacional de Americanistas. Viena em 1908 Fric (como era conhecido em SC), demonstrou que a colonização no Sul do Brasil se processava sobre os cadáveres de centenas de índios, mortos sem compaixão pelos bugreiros. E, finalmente solicitou que o congresso (…) “protestasse contra esses atos de barbárie para que fosse tirada essa mancha da história da moderna conquista européia na América do Sul e dado um fim para sempre, à esta caçada humana”. (Stauffer, 1960: 171).

No Brasil, esse depoimento repercutiu como uma bomba, dando a impressão de que a colonização estaria falida.

Mas para defender os colonizadores, Herman Von lhering publicou um texto no jornal “O Estado de São Paulo” de 12 de outubro de 1908, que dizia:

“Os actuais índios do Estado de São Paulo não representam um elemento de trabalho e progresso. Como também nos outros estados do Brasil, não se pode esperar trabalho sério e continuando dos índios civilizados e, como os Caingangs selvagens, são um empecilho para civilização das regiões do sertão que habitam, parece que não há outro meio, de que se possa lançar mão, senão o seu extermínio”.

Esta nota no jornal, ao invés de ajudar os colonizadores, foi na realidade o principal motivo de muitas entidades particulares e o próprio governo se postarem a favor dos indígenas.

Para completar esse quadro, Candido Marciano da Silva Rodon, por ter convivido com os índios por mais de 20 anos, defendia os silvícolas em suas inúmeras conferências . Numa delas ele diz:

“Para compreender-se quanto é injusta a acusação levantada contra eles de serem indolentes e inúteis, basta lembrar que na zona ocupada pelos expedicionários de 1907, 1908 e 1909, não havia um estabelicimento de seringa, de caucho, de poaia(erva rasteira com raízes nodosos), no qual grande parte, e as vezes todos os trabalhos, não fossem feitos por índios. Desrespeitados em suas pessoas e em suas famílias; perseguidos, caluniados, eles vivem em situação misérima: se aceitam a sociedade do branco ficam reduzidos à pior das escravidões; (…) se embrenham nas matas, são acossados e exterminados a ferro e fogo. Onde está a nossa justiça de povo culto e civilizado; onde está o nosso sentimento de equidade e de gente crescida à sombra das admiráveis instituições romanas; onde está a nossa bondade de homens formados sob os influxos da cavalaria e do catolicismo, para assim chegarmos a essa montruosa iniqüdade de só negarmos o direito à vida e à propriedade, em terras do Brasil, aos brasileiros de mais lídima naturalidade?!!!” (Rondon, 1946: 101/102).

Xoklengze-se: RE 1.017.365, Bandeirantes Modernos, Unesco disponibiliza mais de 80 filmes indígenas gratuitamente, Indígenas doam alimentos, Demarcação de terras indígenas ou a MP 886!?!, Arrendamento de terras indígenas ilegal, A Invasão do Brasil

Bicimáquinas

Manuales para construir bicimáquinas.

Bicimolino
Bicibomba de agua
Biciclasificadora de semillas
Bici Batidora Para Miel
Bicidespulpadora de Cafe
Biciesmeril
Bicilavadora
Bicidescascadora de Nueces
Bicitostadora
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En 1997, una ONG guatemalteca llamada Maya Pedal empezó a desarrollar este proyecto que hoy día ha transformado a la comunidad de San Andrés Itzapa. En sus casi 19 años de vida, esta ONG ha creado más de 1.200 bicimáquinas para los vecinos de esta localidad guatemalteca, que cuenta con una población de 32.000 habitantes.

Las bicimáquinas se construyen en un taller que la ONG tiene, donde trabajan empleados locales y voluntarios. En este taller se reparan bicicletas para venderlas o para transformarlas en bicimáquinas. Las bicicletas son donadas y vienen de países por todo el mundo.

Hoy día hay grupos o talleres para la construcción de bicimáquinas por todo el mundo, en México, Perú, Argentina, Brasil, entre otros. Incluso el MIT ha colaborado para perfeccionar los diseños actuales y elaborar nuevos.

Bicize-se: Giorggio Abrantes, Uma viagem de bicicleta, NÃO É CARRO X BICICLETA., Batata Frita, o Ladrão de Bicicleta, Bicicleta emprestada!, CopenHill, a usina de lixo., Ciclista desenha rena, hiBike

A Odisseia dos Tontos

A Odisseia dos tontos é distribuído pela Warner Bros e apresenta uma divertida e cativante história situada na crise econômica Argentina, em 2001 e estreou oficialmente quinta-feira (31/10) nos cinemas, o longa tem direção de Sebastián Borensztein (Um Conto Chinês), e inspira-se no livro de mesmo nome, escrito por Eduardo Sacheri. Aliança Geek

A obra conta a ingrata jornada do ex-jogador de futebol Fermín Perlassi que, em uma tentativa de montar uma cooperativa agrícola junto a um grupo de sócios, tem suas economias bloqueadas pelo banco e o desespero bate à porta.

A Odisseia dos Tontos teve êxito ao explorar o cenário de pessoas simples, que foram prejudicadas por um sistema falho, e que buscam, de alguma maneira, correr atrás do que é justo. Isto nos sensibiliza por ser tão próximo do real.


Na Argentina de 2001, uma turma de amigos decide juntar dinheiro para reabrir uma cooperativa agrícola e aquecer os negócios da pequena cidade onde vivem. Mas, assim que fazem o investimento, a economia argentina entra em colapso e eles descobrem que sofreram um golpe do advogado e do gerente do banco. O filme é baseado no livro La Noche de la Usina, do escritor Eduardo Sacheri. 43ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA

Poetize-se: NÃO SOU DE POSTAR COISAS RELIGIOSAS, MAS AS VEZES, ESSE TIPO DE COISA É QUE ME DEIXA COM MUITA RAIVA DA SOCIEDADE!, Lionel Messi abriu as portas para o frio., PHILIP K. DICK, NAARA BEAUTY DRINK!!!, GLÂNDULA PINEAL, TORNE-SE UM MENDIGO., ADORO ESSA PARTE DA ANATOMIA FEMIMINA., Erva Mate, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, ÍNDIO EDUCA, VIDACELL®, DEPRESSÃO MASCULINA, REMÉDIO QUE CURA QUALQUER DOENÇA, IDONEIDADE MORAL E SOCIAL, Relatos Salvajes, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ, RELIGIÃO MENTAL, A solução do problema, Morcego do interior

Lionel Messi abriu as portas para o frio.

Uma propriedade que pertence a família de La Pulga promove uma linda iniciativa pensando nos moradores de rua de Rosario, cidade onde Messi nasceu e cresceu a pouco menos de 300 km de Buenos Aires. Alberto BarbosaFutebolatino

“Comida quente e abrigo! Se sabes de alguém em situação de rua, convide-o a passar pelo Vip das 19 às 21 h, lhe daremos algo quente para comer e agasalhos!”

O craque argentino Lionel Messi abriu as portas do seu restaurante em Rosário, na Argentina, para pessoas que vivem nas ruas se alimentarem durante 15 dias. O restaurante “Bar Vip Rosário” também informou, por meio de redes sociais, que está recolhendo agasalhos para doação.

Conforme a publicação, feita na sexta-feira (5), o restaurante irá oferecer alimento para as pessoas que forem até o local entre 19h e 21h. Já as roupas de frio serão doadas as pessoas que pedirem. É inverno na Argentina, e a temperatura de Rosário, de acordo com o Climatempo, na madrugada desta terça-feira foi de 4°c. Super.FC

Erva Mate

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Batismo da Erva Mate

Nesse lindo ritual Mbya Guarani, as falas são sagradas, emanadas as mais belas palavras. Nada de exuberâncias externas. Tudo é voltando para o interior. Fumaça sagrada do tabaco nos petynguás (cachimbos). Também a fumaça do fogo que esquenta a água do Mate nossa principal convidada. Fumaça agradável, que acalma e sacraliza o momento. Como um incenso. A mente se acalma! Existe Guarani em SP

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Os guaranis da região nordeste da Argentina parecem ter sido os descobridores do uso da erva-mate. No século 16, os guaranis passaram este conhecimento aos colonizadores espanhóis, que o disseminaram por todo o Vice-Reino do Rio da Prata. A erva chegou a ser proibida no sul do Brasil durante o século XVI, sendo considerada “erva do diabo” pelos padres jesuítas das reduções do Guayrá. A partir do século XVII, no entanto, os jesuítas passaram a incentivar o seu uso pelos índios com o objetivo de afastá-los das bebidas alcoólicas. Wikipédia

Mude conceitos, você pode e deve: RELATÓRIO FIGUEIREDO, A INVASÃO DO BRASIL, VOTO ABERTO, NEVO ™, Empoderamento dos recursos, AUDIÊNCIA PÚBLICA: COMISSÃO DA VERDADE MUNICIPAL, THE LONE RANGER, INSTANTLY AGELESS ™, ÍNDIO EDUCA, Inside Job, HORRIBLE HISTORIES, VIDACELL®, Brasileiro Reclama De Quê?, HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, Não Foi Acidente, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™, TERRA SEM MALES

Relatos Salvajes

O humor sofisticado e inteligente é a principal característica de “Relatos Selvagens”, que foi escrito por Szifron e segue formato de antologia: são seis histórias diferentes, todas bastante regulares, algo raro no gênero, unidas por protagonistas fora de controle, que decidem fazer justiça com as próprias mãos. Luísa Pécora , iG São Paulo

Conviver, seja em casa, no trabalho ou no trânsito, é um exercício constante de paciência no qual nem sempre nos saímos bem. Naturalmente, algumas pessoas são mais tolerantes do que as outras, mas todo mundo tem um limite que, se quebrado, liberta o lado animalesco que há dentro de cada um de nós. Já viu esse? – LUCIANF 

Dirigido por Szifrón e fotografado por Javier Julia de maneira minimalista e praticamente invisível (o que se revela uma estratégia apropriada por conferir unidade visual ao projeto), Relatos Selvagens é irregular como boa parte das antologias, mas também pontualmente divertido em suas tentativas de vingar o espectador de bem das agruras da vida adulta neste mundo muitas vezes burocrático, algumas outras entediante e sempre limitador de nossos impulsos mais animais. Cinema de Buteco.

Enxergue mais: NÃO SOU DE POSTAR COISAS RELIGIOSAS, MAS AS VEZES, ESSE TIPO DE COISA É QUE ME DEIXA COM MUITA RAIVA DA SOCIEDADE!SANDUÍCHES SEM PÃOPHILIP K. DICKNAARA BEAUTY DRINK!!!GLÂNDULA PINEALTORNE-SE UM MENDIGO.EMVBE MY EYES APPADORO ESSA PARTE DA ANATOMIA FEMIMINA.INSTANTLY AGELESS ™MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINEÍNDIO EDUCAVIDACELL®DEPRESSÃO MASCULINAREMÉDIO QUE CURA QUALQUER DOENÇAIDONEIDADE MORAL E SOCIALRESERVE™A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁRELIGIÃO MENTALDESENHO DE CRIANÇA

A HORA DO SUFOCO

Boechat percorre trajeto de trem entre zona leste e centro de São Paulo a fim de verificar de perto o que passam os passageiros que são obrigados a enfrentar duas vezes por dia os vagões e plataformas superlotados. Ricardo Eugênio Boechat

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Cardiologista explica os efeitos do estresse nos usuários de trens e metrôs, Rafael Munerato, lembra que não é por acaso que esses transportes têm serviço de socorro para quem está passando mal. Veja a entrevista completa para o Jornal da Band com exclusividade.

Panes e superlotação fazem parte da rotina dos usuários de trem e metrô, o drama diário dos passageiros, as viagens em meios de transporte geram desgastes físicos e emocionais, em São Paulo, não são raras as disputas por lugares em trens e metrôs terminarem em cenas de guerra. Jornal da Band

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Jornal da Band registra aperto em trens e metrôs de cidades brasileiras para mostrar o sofrimento dos passageiros que não têm alternativa além do transporte público, embarcou nos vagões nos horários de maior movimento. Jornal da Band

Veja também: O de Otário, A culpa é de quem!, Ficha Limpa!!!, 2014, Ano do Pão e Circo, Carta à Sra. “Presidenta” da República, A guerra do vintém, Vinte centavos, Eu vou de bike, e você?, Marcha Fúnebre da Arte, Instituto Pindorama, voluntariado., Neste Chão Tudo Dá

10 razões para legalizar as drogas

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Por Juan Carlos Hidalgo

1. A legalização colocaria fim a parte exageradamente lucrativa do negócio do narcotráfico, ao trazer para a superfície o mercado negro existente.

2. A legalização reduziria dramaticamente o preço das drogas, ao acabar com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é viciada nestas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o atual preço inflacionado destas substâncias.

3. Legalizar as drogas faria com que a fabricação dessas substâncias se encontre dentro do alcance das regulações próprias do mercado legal. Abaixo da proibição, não existem controles de qualidade ou vendas de doses padronizadas.

4. O narcotráfico tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países. A legalização acabaria com esta nefasta aliança do narcotráfico e o poder político.

5. Legalizar as drogas acabaria com um fonte importante de corrupção, a qual aumenta em todos os níveis do governo devido ao fato de uma substancial parte de toda a classe de autoridades tem sido compradas, subornadas e extorquidas por narcotraficantes, criando um grande ambiente de desconfiança por parte da população quanto ao setor público de forma geral.

6. Os governos deixariam de desperdiçar bilhões de dólares no combate as drogas, recursos que seriam destinados a combater os verdadeiros criminosos: os que violam os direitos dos demais (homicidas, fraudadores, estupradores, ladrões etc).

7. Com a legalização se acaba com o pretexto do Estado de violar nossas liberdades civis com o fim de levar a cabo esta guerra contra as drogas. Grampos telefônicos, buscas, registros legais, censura e controle de armas são atos que atentam contra nossa liberdade e autonomia como indivíduos.

8. Legalizar as drogas desativará a bomba-relógio em que se converteu a América Latina, especialmente os países andinos, América Central e México. Isto tem levado a uma intervenção crescente por parte dos EUA, país que desde quase mais de uma década vem fortalecendo sua presença militar na região de uma maneira nunca vista desde o fim da Guerra Fria.

9. Em uma sociedade onde as drogas são legais, o número de vítimas inocentes produzidas pelo consumo e venda de entorpecentes seria reduzido substancialmente. Grande quantidade de pessoas que nunca consumiram essas substâncias ou que não estão relacionadas com essa atividade se veem prejudicadas ou perdem a vida devido as “externalidades” da guerra contra as drogas: violência urbana, abusos policiais, confiscos de propriedades, revistas e buscas equivocadas, entre muitos outros casos.

10. A legalização conduzirá a sociedade a aprender a conviver com as drogas, tal e como tem feito com outras substâncias como o álcool e o cigarro. O processo de aprendizagem social é extremamente valioso para poder diminuir e internalizar os efeitos negativos que derivam do consumo e abuso de certas substâncias.

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Free Energy

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Vergonha alheia!!!

Os caídos que se levantem!

Os que estão perdidos que lutem!

Quem reconhece a situação como pode calar-se?

Os vencidos de agora serão os vencedores de amanhã.

E o “hoje” nascerá do “jamais”.

(Elogio da dialética, Bertolt Brecht)
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DESAPARECIDOS?! PRESENTES! AHORA Y SIEMPRE!!

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Urna fraudetrônica

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Urna eletrônica ou máquina de votação é a combinação de equipamentos mecânicos, eletromecânicos ou eletrônico (incluindo software, firmware e documentação necessária para controle do programa e apoiar equipamento), que é usado para definir escrutínios; expressos e contagem de votos; para relatar ou exibir resultados eleitorais; e para manter e produzir qualquer informação de trilha de auditoria. As primeiras máquinas de votação foram mecânicas, mas é cada vez mais comuns o uso de máquinas de votação eletrônicas. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Otário A. Anonymous

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Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ

A UMAPAZ , Departamento de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) da Prefeitura do Município de São Paulo, opera por meio de uma rede de parcerias. Foi concebida em 2005 e iniciou suas atividades em janeiro de 2006. Em 2009, como departamento, passou a coordenar também a Escola Municipal de Jardinagem, a Divisão de Astronomia e Astrofísica e o Programa A3P.


UMAPAZ is the Environmental Education Department of the Municipal Secretariat for Environment of Sao Paulo City Hall, and it functions through a network of partnerships. Created in 2005, it started operating in January, 2006. In 2009, it also became coordinator to the Municipal School of Gardening, the Astronomy and Astrophisics Division and the A3P Programme.

Veja também: Carta da Terra, Reciclável e/ou não!, Curupira, Eu sou Guarani Kaiowá, Dia Mundial da Água, Santo Padre José de Anchieta, Clima louco?, Só um minuto!, Brô Mc´s