Nutrição a favor da imunidade

Uma boa nutrição, além de um bom controle glicêmico, pode ser usada a favor da imunidade, auxiliando na proteção de diversas doenças, em tempos de pandemia. Saiba quais os alimentos que podem dar um ‘up’ no seu sistema imunológico. Nutriçâo e Prazer

Através da alimentação e outros cuidados associados ao estilo de vida, é possível fortalecer o sistema imunológico e assim, evitar doenças de menor e/ou maior magnitude.

Vitaminas e minerais

– Vitamina A: A vitamina auxilia na regulação do sistema imunológico, pois modula a resposta de células fagocitárias, estimulando a fagocitose – processo que auxilia no combate ao vírus, bactérias e invasores em geral. As principais fontes são os alimentos alaranjados como cenoura, mamão, abóbora, além de ovos, manga, couve, espinafre, pimentão vermelho, leite e derivados.

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– Vitaminas do complexo B: Cereais integrais como aveia, arroz integral, quinoa e amaranto, entre outros, são ricos em vitamina B6, cuja deficiência está ligada a problemas de defesa do sistema imune. A deficiência de B6 pode comprometer a produção de anticorpos e a atividade das células de defesa do organismo. Além disso, a vitamina B12, encontrada em ovos, carnes em geral, leite e derivados, trabalha em conjunto com o folato na síntese de DNA e das células vermelhas do sangue.

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– Vitamina C: Também conhecida como ácido ascórbico, a vitamina C é uma vitamina hidrossolúvel essencial para o organismo, com alto poder antioxidante e impacto positivo sobre o sistema imunológico. Além disso, protege o organismo contra infecções, estimulando a formação de anticorpos. Fontes: frutas cítricas (limão, laranja, abacaxi, acerola, etc.), goiaba, vegetais crus, pimentão, entre outros.

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– Ferro: Diversos estudos apontam que a deficiência de ferro interfere negativamente na imunidade, promovendo a redução da proliferação, diferenciação e do número de ‘células T’, bem como redução da produção de citocinas por essas células. Além disso, gera defeitos na chamada resposta inata, como a redução da capacidade fagocitária dos neutrófilos, com falhas na atividade das células ‘natural killer’, também conhecidas como células exterminadoras naturais. Sendo assim, alimentos fontes de ferro devem compor a rotina alimentar, tais como vegetais verdes escuros, leguminosas como feijão e carnes em geral, principalmente as vermelhas e vísceras (fígado, rim e coração).

Dica: para melhorar a absorção de Ferro, especialmente encontrado em alimentos de origem vegetal como feijão e vegetais verde escuros, consuma alguma fonte de vitamina C na mesma refeição (ex. espremer limão na salada ou consumir uma laranja de sobremesa)

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– Zinco: O zinco é essencial para diversos processos biológicos, especialmente para o bom funcionamento do sistema imune. Há relação direta entre o mineral e as células do sistema imunológico, incluindo atividade de ‘células T’ auxiliadoras, desenvolvimento de linfócitos T citotóxicos, hipersensibilidade retardada, proliferação de linfócitos T, entre outros. Fontes: cereais integrais, feijões, oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas, etc.), carnes em geral, aves e frutos do mar.

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– Selênio: O selênio, encontrado em oleaginosas, especialmente na castanha do Brasil (conhecida popularmente como castanha do Pará), possui ação antioxidante e auxilia diretamente na proteção e fortalecimento da imunidade. Duas unidades de castanha do Brasil por dia é o suficiente para atingir a dosagem diária desse mineral.

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Probióticos e prebióticos

Os probióticos contribuem para a saúde intestinal, com efeito imunoestimulante, além de favorecem a absorção dos nutrientes. Estão presentes em iogurtes, bebidas lácteas fermentadas, kefir e kombucha. Em alguns casos, suplementos a base de probióticos, prebióticos ou simbióticos (em cápsula ou em pó) podem ser indicados por um profissional especializado, que deve supervisionar a indicação e uso.

A relação direta entre intestino e sistema imunológico há anos é confirmada pela ciência, sendo fundamental garantirmos a integridade da microbiota e prevenir ou tratar quadros de disbiose – quando há desequilíbrio entre as boas e más bactérias. Fique atento ao excesso de gases, irregularidade intestinal (constipação/diarreia) e presença de muco nas fezes. Uma microbiota intestinal saudável é necessária para alcançar a função imune. Desta forma, os prebióticos, como o amido resistente presente na biomassa de banana verde, a inulina do chuchu e outras fibras encontradas na chicória, alho, cebola, beneficiam a saúde intestinal, modulando várias propriedades do sistema imunológico.

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Suplementação alimentar com polivitamínicos

A suplementação de vitaminas e minerais deve ser orientada e supervisionada por um profissional médico ou nutricionista. Isso porque, uma análise prévia é necessária, considerando que tanto a falta como o excesso de nutrientes pode ser prejudicial à saúde. O importante é manter uma alimentação balanceada, com garantia de uma boa absorção de nutrientes via sistema gastrointestinal, evitando oscilações na eficiência do sistema imunológico.

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INTRODUÇÃO A FERMENTAÇÃO SELVAGEM

A fermentação selvagem transforma e preserva os alimentos através da ação de bactérias e começou a fermenta-los há milhares de anos, motivados pela necessidade de preservar os alimentos. O interesse de algumas pessoas em alimentos fermentados deve-se por causa da alquimia e sabores interessantes que são criados e outros pelos inúmeros benefícios. Jardim do Mundo

A fermentação selvagem está baseada em criar as condições para que organismos naturalmente prosperem e proliferem. Ela não necessita de alta tecnologia. Faz parte de rituais ancestrais que nós humanos temos realizado através das gerações. É uma conexão com a magia do mundo natural e com nossos antepassados, os quais através de suas práticas e observações nos permitem desfrutar ainda hoje os benefícios de todas essas transformações.fermentação selvagem

A regra é deixar que a natureza realize o processo em que as culturas de micro-organismos já presentes nas frutas e vegetais fermentem o alimento, com o mínimo de interferência externa possível.

Mais de 70% das células responsáveis pelo nosso sistema imunológico se encontram no intestino, por isso ingerir fermentados é uma das melhores formas de prevenir várias doenças. Além de aumentar a imunidade e equilibrar a microbiota intestinal, o consumo de alimentos fermentados oferece outros benefícios:

– Facilitam a digestão dos alimentos, pois os micro-organismos fermentadores degradam açúcares e proteínas em moléculas menores.

– Aumentam a biodisponibilidade de nutrientes, pois no processo de fermentação muitos fatores antinutricionais são degradados. Além disso, a fermentação pode aumentar a concentração de vitaminas e minerais.

– Melhoram a imunidade, pois alimentos fermentados são ricos em bactérias probióticas, essenciais para o bom funcionamento do sistema imunológico da mucosa do sistema digestório, ajudando na produção de anticorpos que combatem agentes patogênicos.

– Favorecem o processo de detoxificação, pois os alimentos fermentados são excelentes quelantes de toxinas e metais pesados, facilitando sua eliminação pelo organismo.

– Auxiliam a modular o humor, podendo prevenir ou tratar depressão e ansiedade.

– Contribuem para a reposição da microbiota intestinal após o uso de antibióticos.

A fermentação básica de vegetais envolve apenas dois ingredientes: vegetais e sal. Especiarias adicionam variedade. Use vegetais e especiarias orgânicas para evitar produtos químicos que possam interferir no processo de fermentação. E use sais minimamente processados ​​e livres de aditivos. O sal marinho (não refinado) contém cerca de 84 elementos/minerais importantes na saúde humana, que são eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo na produção do “sal” refinado.

O sal de mesa comum, por exemplo, NÃO é uma boa escolha. Provavelmente contém iodo e agentes antiaglomerantes que podem inibir o processo de fermentação. Os sais colhidos naturalmente que não são submetidos aos processos comerciais comuns oferecem os melhores resultados.

Recomendamos sais marinhos ou sal rosa do Himalaia que são extraídos com métodos naturais e ecológicos. Dado pouco ou nenhum processamento adicional, eles retêm minerais e outros componentes naturais benéficos para nossa alquimia.

Água limpa também é essencial para uma fermentação bem-sucedida. Água diretamente da torneira NÃO é uma boa escolha. O cloro ou cloramina que as estações municipais de tratamento de água adicionam ao suprimento de água para matar bactérias nocivas também mata as bactérias benéficas da fermentação. Infelizmente, muitas águas engarrafadas, apesar de serem rotuladas como “água de nascente”, podem conter o mesmo cloro e cloraminas que inibem o processo que estão na água da torneira. A água boa e testada do poço funcionará – desde que não contenha minerais como enxofre e ferro que podem afetar o sabor dos alimentos fermentados.

A melhor opção aqui é ferver a água de deixar descansar em um recipiente destampado por 1 hora.

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No passado as técnicas de fermentação eram amplamente utilizadas para estocar vegetais e frutas para o inverno, para tornar a comida mais digerível, para tirar as toxinas, para melhorar seu sabor ou para produzir álcool.

A fermentação é um processo lento e artesanal, não é de se estranhar que produtos fermentados naturalmente tenham sumido nas últimas décadas. A indústria foi muito eficiente em convencer as pessoas de que esses alimentos significariam comida estragada. Com isso, fomos desaprendendo a preparar e apreciar uma infinidade de itens que fazem parte de culturas alimentares e, de quebra, trazem enormes ganhos para a saúde.

Timo

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No meio do peito, debaixo do esterno, em cima do coração. Do grego, thymos, significa energia vital e a glândula timo está diretamente relacionada com o chacra cardíaco. Greenme

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A glândula faz as conexões do nosso organismo com o meio externo e o inverso também,  reage imediatamente quando estamos sob ataque de micróbios ou toxinas e é sensível a imagens, cores, luzes, odores, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos e até sentimentos como amor e ódio.

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O timo situa-se na porção superior do mediastino anterior, plenamente desenvolvido, é de formato piramidal, encapsulado e formado por dois lobos fundidos. Por ocasião do nascimento pesa de 10 a 35g e continua crescendo de tamanho até a puberdade, 15 anos, quando alcança um peso máximo de 20 a 50g. Daí por diante sofre atrofia progressiva e passa a pesar pouco mais de 5 a 15g no idoso, o timo continua a exercer sua função protetora, com a produção complementar de anticorpos, mesmo que nesse período seu desempenho já não seja vital, pois há uma compensação pela proteção imunológica conferida pelo baço e nodos linfáticos, ainda imaturos nos recém-nascidos.

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A timo é “um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligada aos sentidos, à consciência e à linguagem”.

Algumas das ervas que ajudam na manutenção da glândula timo são o gengibre e o alecrim.

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Alguns exercícios para manutenção da glândula timo

Na parte da manhã ao levantar ou à noite antes de dormir:

a) Em pé, joelhos levemente dobrados (a distância entre os pés deve ser o mesmo ombro). Coloque o seu peso em toda sola do seu pé mas sobre os dedos e não sobre o calcanhar e mantenha todos os músculos muito relaxados.

b) Feche qualquer uma das mãos e começar a tocar continuamente com os nós dos dedos no centro do peito, marcando o ritmo, assim uma forte e duas fracas. Siga fazendo isso de 3 a 5 minutos, respirando calmamente, enquanto observa a vibração em toda a região torácica.

c) O primeiro exercício, básico e fundamental, é massagear a glândula timo. Você consegue fazer essa massagem ao dar batidinhas leves, com as pontas dos dedos, sobre o esterno, no meio do peito, respirando suavemente, em situação de relaxamento. Você também se ajudará se, ao fazer o exercício, mentalizar uma imagem luminosa agradável, em rosa e verde, que são as cores de alimentação do chacra cardíaco.

d) Os movimentos de alongamento dos membros superiores, do pescoço, da nuca, dos ombros, também ajudam muito na saúde da glândula timo, mais uma razão para praticá-los rotineiramente. Blog do Dirceu Rabelo

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Estes exercícios estimulam a timo, a tireóide, a paratireóide, os chacras cardíaco e laríngeo e também o músculo cardíaco, ou seja o coração físico.

1º Exercício: feche a mão totalmente e role as juntas (as falanges proximais e médias) por sobre o Timo, na região central do peito, entre os mamilos e em sua direção, com certa pressão para ativar este centro energético e sua glândula. Esses movimentos ativam a timo e liberam a estagnação do coração.

2º Exercício: a pronúncia da vogal “A” muito lentamente e aberta, com consciência, trabalha a amorosidade no ser e faz vibrar a glândula e a região ao redor, como o chakra laríngeo, transformando todas as estagnações que neles houver. É o cardíaco sendo acionado e elevando-se ao seu chakra superior, o chakra do verbo.

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Bolsa família

Os povos que viviam na terra chamada de Pindorama – quando chegou Cabral – se organizavam em grandes grupos, mas não chegaram a formar civilizações como aconteceu com os incas, maias e astecas, em outras regiões deste grande continente. Os daqui eram nômades e coletores. Viviam num espaço tão generoso em água e frutos que não tinham ainda encontrado necessidade de organizar cidades ou outras estruturas parecidas como já faziam os povos andinos, premidos pelo ambiente inóspito. Hoje, sabe-se que todos os povos do continente de alguma forma se conheciam e se encontravam, como prova o Caminho de Piabeiru, que sai do litoral sul de Santa Catarina até a região inca, ligando os dois oceanos. O que faz crer que outros caminhos havia e que muitos encontros de davam, não necessariamente de conquista. Enfim, as gentes viviam aqui do seu jeito e com sua organização. Essa não era uma terra vazia. Elaine Tavares

A primeira missa no Brasil foi celebrada em um Domingo, dia 26 de abril, na ilhota da Coroa Vermelha. O que Victor Meirelles representou em seu quadro de 1860 é a primeira Missa celebrada em terras continentais do Brasil, na sexta-feira, 1º de maio de 1500. Salvem a Liturgia!

O processo de colonização levou á extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos, estes números nos dão uma idéia da imensa quantidade de pessoas e sociedades indígenas inteiras exterminadas, seja pela ação das armas e da força, seja pelo contágio de doenças trazidas dos países europeus para as quais os índios não tinham anticorpos ou ainda, pela aplicação de políticas visando a “assimilação” dos índios à nova sociedade implantada, com forte influencia européia. Portal São Francisco
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O tupi (ou tupi-guarani) é a língua indígena brasileira, hoje extinta, pertencente ao grupo linguístico nativo tupi-guarani. Era originário dos índios tupinambá, ramo do grande povo tupi (que significa “o grande pai” ou “líder”), que viviam ao longo da costa brasileira, sendo também os primeiros habitantes nativos do país, com os quais os portugueses estabeleceram contato. A partir desta língua formaram-se dois dialetos que são considerados línguas independentes: a língua geral paulista, agora extinta, uma mistura de Tupi com o Português (que até o final do século XVIII manteve-se como a “língua brasileira”, isto é, a língua da maior parte da população do país) e o nheengatu, a língua geral da Amazônia, que até hoje é falada naquela região. Gabriele D’Annunzio Baraldi

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