Fusca versão Porsche

Como uns dos carros os mais legendários de todos os tempos, o Volkswagen Fusca não necessita nenhuma introdução. Mais de 21 milhões de fuscas foram construídos nos últimos 65 anos e, embora a sua forma seja imediatamente reconhecível, está longe de ser o carro mais elegante alguma vez construído. Auto Car Style

O Fusca passou longe de ser esportivo, mas sabemos da relação que o modelo tem com os primeiros Porsche, principalmente quando se trata do motor boxer. Renan Bandeira – mobiauto

Ícone da indústria, modelo às vezes sofre nas mãos de entusiastas, digamos, empolgados demais, e recebe as mais impresíveis modificações

Na década de 1950, a empresa alemã Okrasa já realizava preparações nos Volkswagen. Mas mostrou que ainda não era o bastante quando lançou, em 1973, um Fusca com visual inspirado no Porsche 935, que era movido pelo motor boxer seis-cilindros de 255 cv.

Seus olhos, pode quase confundir com um velho Porsche 356 Speedster. O fundador de Memminger, Georg Memmingming, começou a restaurar os Clássicos Beetles, que são hoje o principal negócio da empresa, já em 1992. No entanto, acolher o Memminger Roadster 2.7 como um autêntico fusca pode ser um desafio.

O Fusca esportivo é obra dos alemães da Memminger Feine-Cabrios, empresa de restauração e customização de conversíveis e limusines. O Volkswagen surgir sob a forma de um rodster, com direito a motor 2.7 boxer de quatro cilindros e 210 cv. Gazeta do Povo

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O modelo usado para a transformação foi um exemplar de 1992. O teto foi retirado e o carro ficou só com dois lugares, ao melhor estilo roadster. Também ganhou freios a disco de um Porsche 911, suspensão reforçada e rodas de liga aro 18.

O propulsor foi instalado em posição central para melhorar a distribuição do peso, afinal o Fusca teve o peso reduzido para 800 kg e ficou arisco demais com a nova motorização. O câmbio é manual de cinco marchas também emprestado da Porsche, o restaurador alemão transforma modelo original e instala motor 2.7 do Porsche 914, com 210 cavalos de potência

O Fusca roadster será exclusivíssimo, com apenas 20 unidades produzidas e colocadas à venda na Alemanha.

Além de mais largo e baixo, o pequeno conversível recebeu faróis com lâmpadas de xenônio, dupla saída de escapamento na traseira e rodas de aro 18 montadas com pneus largos. iG São Paulo

O visual é um tanto diferente dos demais Fusca. Ele tem a bitola mais larga, é mais baixo, e teve os bancos traseiros removidos, substituídos por santantônios para os passageiros da frente. Os pneus são bem mais largos do que os do modelo “civil” – 225/45 na frente e 255/40 atrás. G1

Fusca conversível da Memminger — Foto: Divulgação

Por dentro, os bancos com apoios laterais mais largos, volante de três raios e cluster com cinco instrumentos: velocímetro, contagiros, relógio e marcadores da pressão e do nível de óleo do motor.

Fuzca-se: Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, Antártica 1, Bumblebee era um Fusca???, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, Rolê De Natal Volks Club Mooca, Volkswagen SP2 Clássico, Van movida a energia solar ou com banheiro?!?, Wellcome Boxerville (Adulto)

Borba Gato deve cair

Por quais estátuas os sinos do nosso luto dobram, e por quais não? Thiagio AmparoGeledés

Foi sem choro que Hilter, na Alemanha, Franco, na Espanha, Hussein, no Iraque, foram arrancados dos panteões públicos. Ao ver que por aqui ainda choram a morte das figuras engessadas de Leopold II, na Bélgica, Colston, na Inglaterra, e Borba Gato, no Brasil, a ponto de compará-las a imagens religiosas destruídas em guerras entre católicos e protestantes no século 16, nos resta a dúvida àqueles que sofrem de luto.

O que nelas ainda consideram sacrossanto, senão a supremacia colonial que, em vida, utilizaram para dizimar centenas e que, em morte, enaltecemos com vergonha insincera?

África do Sul, 9 de março de 2015. No centro da praça central da Universidade da Cidade do Cabo jaz uma escultura em bronze do colonizador britânico Cecil John Rhodes. Nela, um dos principais arquitetos da segregação sul-africana se senta em uma cadeira, com as mãos no rosto, impávido e sereno.

Naquele dia, o estudante Chumani Maxwele sujaria a estátua aos gritos solitários de “Onde estão nossos heróis e ancestrais?”. Levou 1 mês de protestos com milhares de jovens no movimento #RhodesMustFall (em português, RhodesDeveCair) até que a estátua de Rhodes seria retirada, sob aplausos de uma multidão de estudantes, e choro dos que ainda sentem falta do apartheid colonial.

Aqui, argumento que não é nas sociedades europeias que devemos nos inspirar para entender o que se passa ou que ainda há de se passar no Brasil. É da fonte de sociedades desiguais e pós-coloniais como a nossa que deveríamos beber. Da fonte de uma juventude indignada com a persistência da segregação de fato na África do Sul pós-apartheid. Da fonte de manifestantes antirracistas que, diante do monumento do general confederado Robert Lee, batalharam contra supremacistas da Ku Klux Klan em Charlottesville nos EUA em 2017.

Descolonizar a nossa história passa por arrancar de seu pedestal os assassinos que chamamos de heróis, para, enfim, fazer das suas cinzas um futuro que valha a todos.

Cidades são locais de memória e nosso direito a elas passa por poder dar novos sentidos àqueles que outrora esculpimos em pedra. Não se apaga a história, escrita com a caneta dos vencedores.

Do ponto de vista epistêmico, é um debate diferente da liberdade, na minha visão quase total, da veiculação ou não de filmes ou livros. No caso de estátuas, questiona-se quem merece um pedestal público.

Escolha não está entre depredar monumentos ou deixá-los intocáveis. Podemos, ao invés disso, ter a maturidade de escolher não elogiar genocidas em nosso espaço público e botar monumentos ao chão. Civilidade essa que é, aliás, infinitamente superior à das figuras neles representadas. Seja para pô-los em museus, para colocá-los em cemitérios de esculturas, para resignificá-los, quando o valor artístico permite, seja para destruí-los, quando este valor for pífio.

No livro “Written in Stone: Public Monuments in Changing Societies”’, republicado em 2018, Levinson detalha comissões estabelecidas na cidade de NY em 2018 e na universidade de Yale em 2016 que fizeram, mesmo com resultados modestos, justamente isso: detalharam quais princípios devem servir de base para analisar, caso a caso, a representação da história no espaço público. Por exemplo, nas redondezas de um Monumento às Bandeiras, dado o seu valor artístico, pode-se incorporar um monumento em memória ao genocídio indígena, preservando assim a obra, mas resignificando-a.

Tal como Lee, Colston e Leopold II, Borba Gato deve cair. Defender que se trata de revisionismo histórico ignora que é a própria heroicização dos bandeirantes, e não as matanças que cometiam, que configura revisionismo. Era extermínio antes, e o é hoje.

Borba Gato é em si produto do revisionismo da imagem de bandeirantes, revisionismo esse que mal tem um século. Em “Brasil: Uma Biografia”, historiadoras Schwarcz e Starling apontam que a imagem de bandeirantes como “destemidos exploradores” somente viria a ser reciclada no começo do século 20.

Se é a imagem revisionista de herói que se quer preservar em Borba Gato, pergunto: o que perderemos se a enterrarmos junto com a feiura da obra, senão o mito fundador da pujança sudestina construída sobre os ossos de indígenas dizimados, estes sim relegados ao esquecimento?

Desconheço da tolerância liberal que, iliberalmente, torna assassinos em santos e usa do poder do estado para vigiar 24h a versão oficial da história.

Choro, ao invés, pelos monumentos que não erguemos. Não erguemos monumentos para os milhares de corpos escravizados encontrados no centro do Rio de Janeiro em 2018 durante obras de transporte público. Sob o cemitério de pretos novos se construiu uma linha de trem. Não erguemos monumentos para os Yanomani massacrados ontem em 1993 e hoje em 2020 pelo garimpo ilegal. Não erguemos os monumentos para quem a história relegou a condição de perdedores. É por estes e estas que o sino do meu luto dobra.

Caize-se: Borba Gato, em chamas., Levante indígena, gente branca, 365 NUS, The Rarámuri or Tarahumara, Felipe Guamán Poma de Ayala, Brincadeira meio idiota., Makota Valdina, TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA, Conselhos para escrever bem!, Observar e Absorver

8 de Maio de 1945

El monumento conmemorativo soviético de Treptower Park fue erigido entre 1946 y 1949 como un monumental lugar funerario para 5.000 soldados de la Armada Roja que murieron en batalla. El diseño fue realizado por un colectivo de artistas al que pertenecían Jakow S. Belopolski (arquitecto), Jewgeni W. Wutschetitsch (escultor), Alexander A. Gorpenko (pintor) y la ingeniera Sarra S. Valerius. Berlin.de

4.800 soldados caídos en batalla están enterrados bajo las secciones de la superficie de césped situadas más profundas; otros 200 soldados están enterrados bajo la colina sobre la que se encuentra el mausoleo. Ocho sarcófagos situados a lado y lado de las secciones de césped rectangulares simbolizan las 15 repúblicas de la antigua Unión Soviética. Los relieves representan las escenas de la “Gran Guerra Patriótica” contra la Alemania nacionalsocialista.

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O Memorial é um belo exemplo de um monumento soviético típico da época. Mesmo não havendo imagens do líder soviético na área memorial, Stalin é muito presente nas diversas citações encontradas nos painéis em ambos os lados do espaço aberto. Este memorial pode ser visto como um presente de Stalin para o grupo de soldados e suas famílias, mas também era um lembrete para os alemães orientais de que foi o Exército Vermelho que os libertou dos nazistas. Sowjetisches Ehrenmal ainda serve como um memorial vivo para os veteranos do Exército Vermelho que detêm regularmente cerimônias no local onde eles colocam grinaldas no mausoléu para honrar os seus camaradas caídos. Alemalizando

O sol se põe sobre o Treptower Park, nos arredores de Berlim, e eu observo uma estátua que faz um desenho dramático contra o horizonte. Com 12 metros de altura, ela mostra um soldado soviético segurando uma espada numa mão e uma menina alemã na outra, pisando sobre uma suástica quebrada.

A estátua marca um lugar onde estão enterrados 5 mil dos 80 mil soldados do Exército Vermelho mortos na Batalha por Berlim entre 16 de abril e 2 de maio de 1945. A proporção colossal do monumento reflete o sacrifício destes soldados. No entanto, para alguns, a estátua poderia ser chamada de Túmulo do Estuprador Desconhecido.

Setenta anos depois do fim da guerra, pesquisas ainda revelam a dimensão da violência sexual sofrida pelas alemãs nas mãos não apenas dos soviéticos, mas também de americanos, dos britânicos e dos franceses.

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Em 2008, o diário da berlinense foi transformado em um filme, chamado de Anonyma, com uma atriz alemã conhecida, Nina Hoss. O filme teve um efeito catártico na Alemanha e estimulou muitas mulheres a falarem sobre suas experiências. Entre elas estava Ingeborg Bullert (foto), hoje com 90 anos. Ela mora em Hamburgo, no norte da Alemanha. Em 1945, ela tinha 20 anos, sonhava em ser atriz e vivia com a mãe em Berlim.

Os estupros afetaram mulheres em toda Berlim. Ingeborg lembra que as mulheres entre 15 e 55 anos tinham que fazer exames para doenças sexualmente transmissíveis. ,”Você precisava do atestado médico para conseguir os cupons de comida e lembro que todos os médicos faziam estes atestados e que as salas de espera estavam cheias de mulheres.”

Há documentos que expõem um alto número de pedidos de aborto – contra a lei na época –, devido à “situação especial”.

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Uma das muitas fontes de informação sobre estes estupros é o diário mantido por um jovem oficial soviético judeu, Vladimir Gelfand, um tenente vindo da região central da Ucrânia, que, de 1941 ao fim da Guerra, pôs no papel seus relatos, apesar de os soviéticos terem proibido diários de militares.

Os manuscritos – que nunca foram publicados – mostram como a situação era difícil nos batalhões: alimentação pobre, piolhos, antissemitismo e soldados roubando botas uns dos outros.

“Se as pessoas não querem saber a verdade, estão apenas se iludindo. O mundo todo entende (que ocorreram estupros), a Rússia entende e as pessoas por trás das novas leis sobre difamar o passado, até elas entendem. Não podemos avançar sem olhar para o passado”, disse Vitaly Gelfand, filho do autor do diário, Vladimir Gelfand, não nega que muitos soldados soviéticos demonstraram bravura e sacrifício durante a guerra, mas, segundo ele, esta não é a única história.

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The Russian parliament recently passed a law that states that anyone who disparages history of Russia in World War II may have to pay fines or be imprisoned for up to five years.  Andre Marques – O Sentinela

A young historian of Moscow University of Humanities, Vera Dubina, only found out about the rapes after going to Berlin because of a scholarship. She wrote a study on the subject, but struggled to publish it.

Desmaio-se: Simulação de Estupro?!?Mulheres ou Bruxas?Mulheres ou Bruxas?Dos crimes contra a honraAs aventuras de Alice sob a terraCinquenta Tons de CinzaIndivíduos perigosos, Faça uma EvoluçãoSexo seguro!O que podemos aprender com a gripe espanhola?!?

 

Silêncio, aulas?

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Rundling: Um vilarejo em Berlim

Grandes cidades – Berlim: Um vilarejo autossustentável (2016)

A ideia do arquiteto Harald Zenke era simples: criar um Rundling, uma forma circular de vila, composta por 20 casas eletricamente autossustentáveis, construídas pelos próprios moradores e utilizando materiais recicláveis e reutilizáveis dentro de Berlim. A energia térmica e os painéis solares são responsáveis por 2/3 da água quente e da eletricidade. A calefação de todas as casas é gerada por um enorme aquecedor que utiliza a queima de gravetos como fonte de calor. Cada um tem seu próprio lugar, mas os moradores da vila se reúnem para cozinhar e celebrar juntos no espaço comunitário da vila, mantendo, ao mesmo tempo, proximidade e distância entre eles. Tv Escola

Editado via celular

Adeus Lênin

Escrito por Bernd Lichtenberg, Adeus, Lênin! tem início em 1989, quando a Sra. Christiane Kerner, fervorosa defensora do regime comunista da República Democrática Alemã, sofre um ataque cardíaco e fica oito meses em coma, deixando de presenciar a queda do muro de Berlim. Cinema em Cena


Uma divertida comédia de costumes, junto com uma importante mensagem de fé, união e esperança. papo de cinema

Editado via celular.

Cadeia para quem?!?

CADEIA PRA QUEM?

https://videopress.com/v/Pn7Rwljb?hd=0&autoPlay=0&permalink=0&loop=0

O Brasil é o quarto país com mais presos na lista, com um total de 607 mil detentos. Os Estados Unidos aparecem no topo do ranking, com mais de 2,2 milhões de presidiários, seguidos pela China, com 1,65 milhão, e Rússia, com 640 mil.

O site Bored Panda compilou fotografais de celas de prisão em diferentes países ao redor do mundo para mostrar como os conceitos de punição e reabilitação podem variar radicalmente entre uma nação e outra.

O Brasil é o quarto país com mais presos na lista, com um total de 607 mil detentos. Os Estados Unidos aparecem no topo do ranking, com mais de 2,2 milhões de presidiários, seguidos pela China, com 1,65 milhão, e Rússia, com 640 mil.

O site Bored Panda compilou fotografais de celas de prisão em diferentes países ao redor do mundo para mostrar como os conceitos de punição e reabilitação podem variar radicalmente entre uma nação e outra.

Mude conceitos, você pode e deve:DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, NEVO™, TERRA SEM MALES, O mar de Aral virou areia.,Território, Índias, LUMINESCE™, Que País É Esse?, Brô Mc´s, Todo Dia Era Dia de Índio,De que lado você esta?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Cadê os Amarildos?, Águas de março, BOLSA FAMÍLIA, Cama, mesa e banho!

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Cantada de Natal

“Era uma linda noite de luar, o chão gelado, branco por quase toda parte, e, por volta das 7, 8 horas, havia muita comoção nas trincheiras alemãs e muitas luzes – não sei de onde vinham”, escreveu o cabo Albert Moren, da 2º Regimento da Rainha, paralisado nas vizinhanças de La Chapelle d’Armentières. “De repente, começaram a cantar Noite Feliz Stille Nacht. Nunca vou esquecer de música tão bonita.” Carta Capital

E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez centenas de vozes no escuro. Cantam “Stille Nacht, Heilige Nacht”. Atônitos, os britânicos escutam a melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz. Em inglês, ela é conhecida como “Silent Night”; em português, foi batizada de “Noite Feliz”. Quando a música acaba o silêncio retorna, mas por pouco tempo.
“Bom, velho Fritz!”, grita um britânico. Um alemão responde com “Feliz Natal, ingleses!”, seguido de palavras num inglês arrastado: “Nós não atiramos, vocês não atiram”.
Para que não se apague a memória dessa possibilidade de nobreza diante da brutalidade, em 11 de novembro de 2008 um Memorial para a Trégua do Natal de 1914 foi inaugurado no parque público da vila francesa de Frelinghien, na fronteira da França com a Bélgica. É o primeiro memorial oficial para este evento notável. Sylvio Mário Bazote

Paul McCartney – Pipes of Peace

Em algumas partes das trincheiras, a luta continuou, e oficiais chegaram a atirar contra seus próprios homens que tentavam confraternizar com os inimigos.

Muitos soldados também se opuseram à trégua, incluindo um jovem chamado Adolf Hitler. Universo Who

Mude conceitos, você pode e deve: Sucos verdes, Somos todos doadores, X-Maus, Ministério da Saúde, Catador de ministros, Miniusina de energia, José Mujica maconheiro?, Cultura da paz?, Rotina, Saudação ao Sol, Bicicleta emprestada!, Feliz dia do índio!!!, Brasileiro Reclama De Quê?

Free Energy

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Experimento científico?

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Agora, o Banco de Sementes Svalbard começa a tornar-se interessante. Mas fica ainda melhor. ‘O Projecto’ a que me referi é o projeto da Fundação Rockefeller e poderosos interesses financeiros desde a década de 1920 para utilizar a eugenia, mais tarde rebatizado de genética, para justificar a criação de um Mestre raça geneticamente modificadas. Hitler e os nazistas chamavam de Mestre Raça Ayran. Natural Cures Not Medicine

ArcadeNoemoderna
terminator

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O pai da propaganda

heil hitlerSieg Heil!, Heil Hitler!, Heil mein Führer!
august landmesse
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hitlergenuinodirceu
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Punho-fechado-lula

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Memória dos Campos

Em 1945, Alfred Hitchcock ficou em choque. O “mestre do suspense” ficou tão horrorizado ao ver as imagens da chegada das tropas aliadas aos campos de concentração, no fim da Segunda Guerra Mundial, que ficou uma semana sem conseguir voltar aos estúdios. Em seguida, empenhou-se na produção do filme, que editaria as imagens chocantes para mostrar aos alemães a dimensão dos horrores do Holocausto. Folha Social

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Urna fraudetrônica

mais-seg-transp-e-cred


erronosistemabrazil
votoimpressoja
Urna eletrônica ou máquina de votação é a combinação de equipamentos mecânicos, eletromecânicos ou eletrônico (incluindo software, firmware e documentação necessária para controle do programa e apoiar equipamento), que é usado para definir escrutínios; expressos e contagem de votos; para relatar ou exibir resultados eleitorais; e para manter e produzir qualquer informação de trilha de auditoria. As primeiras máquinas de votação foram mecânicas, mas é cada vez mais comuns o uso de máquinas de votação eletrônicas. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Otário A. Anonymous

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Fair Play

Fair Play significa jogo justo, jogar limpo e ter espírito esportivo. O conceito de fair play está vinculado à ética no meio esportivo, onde os praticantes devem procurar jogar de maneira que não prejudiquem o adversário de forma proposital, sob pena de serem desclassificados, empregada em outros segmentos da sociedade significa trabalhar ou apresentar conduta de acordo com padrões éticos, sociais e morais.
copagasto
A influência do marketing e da mídia pressionando os atletas por melhores resultados, a pensar na vitória a qualquer preço, muitas vezes utilizando meios ilícitos, como o doping, a manipulação genética, processos de naturalização, distorcendo os princípios do jogo limpo. Significados

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