Mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus!?!

O estudo foi feito pelo instituto Ifop para a Associação dos Jornalistas de Informação para as Religiões, mostra que pouco mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus. Factótum Cultural

“Fala-se cada vez menos de religião”, escreve o jornal católico La Croix.

A pesquisa mostra que a religião é muito mais presente nos meios rurais do que nas cidades. Além disso, as pessoas com menos de 35 anos ou mais de 65 são as mais ligadas à crença.

“Você acredita em Deus?” foi a pergunta feita a 1.028 pessoas, numa amostra representativa da população francesa com mais de 18 anos, nos dias 24 e 25 de agosto.

Este ano, 51% dos entrevistados disseram “não”. Em 2011 e 2004, 44% responderam não acreditar em Deus. Em 1947, 66% dos franceses afirmaram crer em Deus.

Outra questão levantada foi se o incêndio da catedral de Notre-Dame de Paris, em 2019, suscitou sentimentos religiosos ou de “teor espiritual” – 79% responderam que não, mas 21% falaram que sim.

A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família: 38% atualmente, contra 58% em 2009. Hoje em dia apenas 29% das pessoas falam sobre o assunto entre amigos, contra 49% em 2009.

Sobre o papa Francisco, 41% pensam que ele “defende bem” os valores do catolicismo, enquanto 44% opinam que “nem bem, nem mal”, e 15%, “mal”.

Para 54% dos interrogados, “todas as religiões são válidas”.

A Reforma do Cristianismo, no século XVI, e o cisma que se seguiu, mergulhou a França em longas guerras religiosas, como outros países da Europa. Católicos e protestantes massacravam-se uns aos outros e disputavam os favores dos monarcas em busca de privilégios políticos, de monopólio ideológico ou de mero direito à existência. Olé – Universidade Federal Fluminense

Nesse século houve nada menos do que oito guerras entre católicos e protestantes, na França, sendo ora uns ora outros vencedores. O último deles culminou com o Édito de Nantes, de 1598, no qual o rei Henrique IV assegurou a liberdade de culto no país.

Nove décadas depois, o édito foi revogado por Luís XIV, porque os huguenotes (nome dado aos calvinistas na França) opuseram-se ao seu absolutismo. O resultado foi a emigração em massa de protestantes, que buscaram refúgio na Grã-Bretanha, na Alemanha, na Holanda e em outros países, inclusive em colônias europeias na América do Norte, onde existia maior liberdade religiosa.

O século XVIII foi denominado pelos seus contemporâneos de “século das luzes”, alusão ao movimento filosófico que nele se desenvolveu: o iluminismo. Ainda que não fossem homogêneos nas ideias a respeito do homem e da sociedade, os filósofos pretendiam que a razão iluminasse as trevas da superstição e da ignorância com as luzes da razão, de modo que as descobertas científicas referentes ao mundo natural pudessem se estender ao mundo humano. Para isso, seria preciso, em primeiro lugar, recusar o princípio de autoridade, tão caro à Igreja Católica e à monarquia absolutista.

Munidos desse pensamento inédito, os filósofos do século XVIII submeteram a vida social de seu tempo a uma crítica implacável. Denunciaram as superstições, o fanatismo e a intolerância decorrentes da religião e atacaram os privilégios da nobreza, bem como as restrições por ela impostas à manufatura e ao comércio. Para eles, tudo isso mostrava que as instituições existentes – políticas, culturais, religiosas e morais – eram irracionais, isto é, contrárias à natureza racional do homem, impedindo, portanto, a realização plena de suas potencialidades.

A revolução francesa de 1789 abriu caminho para a prevalência do iluminismo na política, que resultou na desapropriação de bens eclesiásticos, inclusive as vastas propriedades rurais, na supressão dos privilégios políticos do clero e até mesmo na limitação do culto católico, tudo isso com forte apoio popular.

A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão proclamou a independência do Estado diante de qualquer religião, especialmente no artigo 10, que dizia: “Ninguém deve ser molestado por suas opiniões, mesmo religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.” Nesse curto texto, encontram-se os dois pilares dos processos de secularização da cultura e da laicidade do Estado: a liberdade de crença e a prevalência do Estado (ordem pública) sobre a religião.

Embora o Estado francês esteja impedido, desde a lei de 1905, de subsidiar qualquer culto, mecanismos indiretos de apoio financeiro mantiveram-se, até hoje, tanto às escolas confessionais quanto às entidades assistenciais religiosas. São 8.500 os estabelecimentos de ensino católicos, “contratados” pelo governo, com 2 milhões de alunos, ou seja 20% da população escolar francesa (exceto no grau superior). Essas escolas ministram o programa oficial e adicionam o ensino religioso, com possibilidade de dispensa.

A laicidade do Estado francês não é homogênea, pois há um verdadeiro estatuto   enclave concordatário na região Alsácia-Mosela, onde as escolas públicas oferecerem ensino religioso, como faziam quando eram parte da Alemanha. Nessa região, onde há cultos reconhecidos pelo Estado, a manifestação pública da religião praticada por cada indivíduo é uma prática social antiga, que se expressa também no ensino religioso.

O panorama religioso da população francesa atual só pode ser quantificado por pesquisas amostrais ou por inferências, devido à proibição de que ela conste como quesito dos censos oficiais. As estimativas mais confiáveis dão conta de 65% de católicos na França, 6% de muçulmanos (de expressões bem diversas) e 2% de protestantes. Os ateus, agnósticos e sem religião somam 25% da população.

O gráfico abaixo apresenta a proporção de católicos entre os jovens de 16 a 29 anos de 22 países. Nota-se que os católicos são maioria em apenas 5 países, com destaque para a Polônia, com 82% de católicos, 17% de jovens sem religião e apenas 1% das outras religiões. Em segundo lugar vem a Lituânia com 71% de católicos, 25% de sem religião e 4% para todas as outras. Eslovênia, Irlanda e Portugal tinham em torno de 54% de católicos e algo em torno de 40% de sem religião. Em seguida, na ordem da proporção de católicos, vinha a Áustria (44%) e a Espanha (37%). José Eustáquio Diniz Alves – EcoDebate

Nos demais 15 países, os católicos estavam bem abaixo de 30%, sendo Hungria (26%) e Suíça, França, Bélgica e Alemanha variando entre 24% e 20%. No Reino Unido os católicos são 10% e no restante das 9 nações, a proporção de católicos estava entre 7% e 0%.

O relatório também traz a proporção de jovens que frequentam as igrejas. Evidentemente, a maior participação nos cultos ocorre na Polônia com 39% dos jovens dizendo que frequentam os cultos uma ou mais vezes por semana. Estranhamente, na Lituânia – que tem 71% de população católica – apenas 4% dos jovens dizem frequentar os cultos uma ou mais vezes por semana. Já na República Tcheca, 70% dos jovens jamais vão aos cultos. O número de jovens ausentes das igrejas é também muito elevado (em torno de 60%) na Holanda, Espanha, Reino Unido, Bélgica e França.

Para o continente como um todo, o cenário é de prevalência dos jovens sem religião ou daqueles que declaram uma filiação religiosa mas frequentam muito pouco os cultos semanais. O declínio da influência cristã (católicos e protestantes/evangélicos) é evidente. Os muçulmanos, em geral, são ampla minoria, mas fazem parte do grupo religioso com o maior crescimento e na Holanda e nos países nórdicos já superam os católicos.

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Qual foi o primeiro carro do mundo?!?

O Ford Model T, considerado por muitos como o primeiro carro do mundo, fabricado em Highland Park, em Michigan, nos Estados Unidos, o primeiro carro do mundo a ser comercializado foi testado pelo próprio Henry Ford e ficou famoso por algumas acrobacias que podia realizar, incluindo subir as escadas do Capitólio do Estado do Tennessee e chegar ao topo do Pikes Peak. Canaltech

Entre as tecnologias modernas (para a época, é claro), podemos destacar o volante do lado esquerdo, o tanque de gasolina alocado sob o banco do passageiro, a cabeça do cilindro removível e o uso extensivo da liga leve, também chamada de aço vanádio. O preço baixo também era uma atração, pois o Ford Model T era vendido por algo entre US$ 260 e US$ 850 (R$ 1.338 e R$ 4.376, na cotação atual).

Uma outra corrente de especialistas do segmento automotivo dá ao Benz-Patent Motorwagen o título de primeiro carro do mundo.

Patenteado em 29 de janeiro de 1886 por Karl Benz, o Benz-Patent Motorwagen tinha um motor monocilíndrico de quatro tempos e 954 cilindradas. Ele desenvolvia “impressionantes” 0.75 CV a 400 rpm e atingia velocidade máxima de apenas 16 km/h.

Se formos levar a ferro e fogo o conceito de carro aplicando-o ao primeiro veículo do mundo a andar sem ser puxado por cavalos, o título vai para este meio de locomoção esquisitão da foto aí em embaixo. Na verdade, ele está aqui na matéria apenas para ilustrar, pois não é, exatamente, o primeiro carro do mundo.

O projeto é, na verdade, um trator movido a vapor, criado pelo francês Joseph Cugnot, em 1771, antes mesmo do surgimento das locomotivas e de outros veículos movidos a vapor, combustão ou eletricidade.

O título de primeiro carro do mundo, na verdade, pertence à invenção do austríaco Siegfried Marcus, datada de 1870. Ele era bastante rústico, mas contava com um motor movido a combustão interna, o que basta para caracterizá-lo como o primeiro carro do mundo.

Em 1884, o francês Édouard Delamare-Deboutteville patenteou o que poderia ser considerado o segundo carro do mundo, equipado com motor bicilíndrico, alimentado por gás de petróleo, quatro rodas e transmissão por correntes para as rodas traseiras.

E você sabe o porquê de nenhum desses dois ser considerado o primeiro carro do mundo? O do francês tem até um motivo justificável, pois, como não foi produzido em série, acabou sendo “desconsiderado” pela História. O carro criado pelo austríaco Siegfried Marcus, no entanto, ficou para trás por culpa do regime nazista alemão.

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Cânhamo: e a descontaminação de solos

Cientistas de todo o mundo se dedicam a comprovar a capacidade do cânhamo de limpar solos contaminados. The Green Hub

O maior acidente nuclear da história aconteceu em 1986, na usina de Chernobyl, em Pripiat, no norte da Ucrânia.

Anos depois, grandes áreas no entorno da cidade abandonada foram cobertas de pés de cânhamo, com o objetivo de descontaminar o solo. Pois é, além dos inúmeros usos industriais que sempre citamos por aqui, o cânhamo ainda é eficaz para a fitorremediação (fito = planta e remediação = corrigir), método que utiliza plantas e comunidades microbianas para degradar, extrair, conter ou imobilizar contaminantes do solo e da água.

Várias plantas foram utilizadas em Chernobyl por sua capacidade de absorver contaminantes específicos – duas variedades de brássicas para remover cromo, chumbo, cobre e níquel, milho para absorver chumbo (vários estudos demonstraram a excelente capacidade de absorção de chumbo desta importante cultura) e, mais recentemente, girassol e cânhamo.

Em 1990, apenas quatro anos após a explosão inicial, a administração soviética da época solicitou que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) avaliasse a situação ambiental. Na área de exclusão de 30 km ao redor de Chernobyl, foram encontradas no solo altas concentrações de vários metais tóxicos, incluindo chumbo, césio-137, estrôncio-90 e plutônio, bem como nos tecidos de plantas e animais. DaBoa Brasil

Em resposta, foi decidido que seria realizado um esforço conjunto para reduzir a contaminação do solo por meio do uso de plantas benéficas. Esse processo, conhecido como fitorremediação, foi implementado quase que imediatamente.

A iniciativa de utilizar o cânhamo para retirar elementos tóxicos do solo da chamada zona de exclusão – região no entorno de Chernobyl onde o acesso é restrito e não se pode cultivar – foi da empresa americana de biotecnologia Phytotech, em parceria com a Academia Ucraniana de Ciências Agrárias. Após o plantio, realizado em 1999, eles informaram ter obtido fibra de cânhamo limpa, apesar de a planta permanecer rica em césio – elemento químico radioativo.

Neste experimento, os restos contaminados do cânhamo foram queimados em um incinerador lacrado, nos quais ficaram as cinzas com elementos radioativos. O resultado apontou a capacidade da planta de extrair cerca de 1% do césio do solo. Pode parecer pouco, mas os pesquisadores consideraram a conclusão positiva, já que a técnica poderia ser associada a outras, ajudando na recuperação da área.

Assim como na Ucrânia, áreas rurais na vizinha Bielo-Rússia foram afetadas pelo incidente de Chernobyl. As autoridades locais também consideraram o uso de cânhamo como descontaminante.

Com base na experiência de Chernobyl, a Associação Flecha Verde, que reúne moradores de Palomares, na província de Almería, na Espanha, apresentou um projeto para uso do cânhamo, com o objetivo de limpeza do solo da região. As terras de Palomares foram atingidas por quatro bombas nucleares, em 1966, quando dois aviões da força aérea dos Estados Unidos colidiram no ar durante uma manobra de abastecimento. Até hoje, uma superfície de 40 hectares de terra está contaminada com plutônio procedente das bombas.

São nessas áreas em que a Associação Palomares Flecha Verde pretende intervir, uma organização recém-criada e farta com o passar dos anos e décadas, onde ninguém tenha feito algo contra a poluição causada por um dos maiores acidentes nucleares do mundo. Um estudo do governo espanhol, realizado em 2008, encontrou meio quilo de plutônio em 50.000 metros cúbicos de terra. E agora, uma plantação de cannabis poderia acabar com toda essa contaminação. Smoke Buddies

No sul da Itália, agricultores da cidade de Taranto, na região de Puglia, têm uma história parecida para contar. Cerca de 100 fazendeiros são responsáveis pelo plantio de 300 hectares de cânhamo, que abastecem toda uma indústria baseada na planta, já consolidada por lá.

Segundo reportagem do Slate, as plantações de cânhamo cresceram de 3 para 300 hectares na cidade de Taranto – mais precisamente na região de Puglia, onde cerca de 100 fazendeiros dedicam-se a este tipo de cultivo.

Tradição em Puglia, a criação de gado para fabricação de carnes e laticínios está proibida na região graças à contaminação por substâncias tóxicas, como níquel e chumbo.

“Nós nos encontramos numa encruzilhada e tivemos que decidir entre sair ou ficar”, declarou o fazendeiro Vincenzo Fornaro. “Decidimos permanecer para defender nossa terra.”

Mais do que fomentar um crescente mercado – onde prosperam empresas como a CannaPuglia – o cultivo de cânhamo na região tem o objetivo de ajudar a descontaminar o solo da região, poluído por resquícios de metais pesados oriundos da maior fábrica de aço da Europa. Marijuana

O cânhamo está sendo usado em larga escala para auxiliar na descontaminação de alguns dos solos mais poluídos da Europa. A usina siderúrgica Ilva, a maior de seu tipo na Europa, envenenou o solo local, plantas, animais e residentes humanos durante décadas com suas emissões tóxicas. Dentro de um raio de 20 km da fábrica, o pasto de gado é proibido.

A presença de níquel e chumbo fez com que atividades tradicionais da área, como a criação de gado, fossem suspensas. Os moradores se uniram e encontraram no cânhamo o caminho para recuperar suas terras.

Desde 2012, quando a extensão da crise se tornou aparente, os agricultores plantaram milhões de plantas de cannabis em um esforço para descontaminar o solo. Cerca de 100 agricultores estão cultivando cânhamo, e o movimento já provou ser um estímulo econômico. Uma nova fábrica de processamento de cânhamo foi inaugurada para converter a colheita

O estado norte-americano da Pensilvânia foi o local escolhido por cientistas para comprovar, de uma vez por todas, as propriedades do cânhamo para fitorremediação. Eles investigaram a capacidade da Cannabis sativa L. – nome científico do cânhamo – de crescer de forma sustentável e limpar solos de minas de carvão abandonadas na Pensilvânia.

Foram plantadas seis variedades diferentes de cânhamo, em diferentes tipos de solo, contaminados ou não. Os pesquisadores analisaram a presença ​​de metais pesados nas plantas e no solo. A conclusão deles revelou que o solo tinha níveis significativamente mais altos de substâncias tóxicas antes do plantio. Este estudo fez ainda outra descoberta positiva: o canabidiol (CBD) – um dos principais elementos da cannabis utilizado para fins medicinais – produzido a partir do cânhamo plantado em solo contaminado, não apresentou sinais de contaminação.

Isso significa, a princípio, que seria possível descontaminar o solo e produzir CBD seguro ao mesmo tempo.

Em 2002, outra análise foi conduzida por pesquisadores da Universidade de Wuppertal, na Alemanha. Eles destacaram a capacidade do cânhamo para crescer em solo contaminado, sem que suas fibras ou o hurd – interior do caule e das hastes da planta – sejam prejudicados. O mesmo estudo apontou a capacidade do cânhamo de extrair metais pesados, óleo e diesel do solo.

Desde o devastador acidente na usina nuclear de Fukushima Dai-ichi em 2011, tem havido pedidos para que o Japão implemente a fitorremediação de cânhamo. No entanto, devido à Lei de Controle de Cannabis imposta à lei japonesa pelas potências ocupantes dos EUA em 1948, o cânhamo só pode ser cultivado sob licença – e estas são altamente restritas e difíceis de obter.

No Japão, optaram pelo milho para absorver metais pesados do reator de Fukushima, porque sua legislação os impedia de recorrer ao uso da cannabis.

Poucos meses depois do incidente, os residentes de Fukushima começaram a plantar milhões de girassóis, bem como mostarda e amaranto do campo, na tentativa de absorver o césio e outras toxinas do solo. A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão também iniciou um projeto experimental envolvendo girassóis em 2011, e vários projetos desde então investigaram algas, trigo sarraceno e espinafre por sua capacidade de absorção.

Conheça estudos que destacam o poder de fitorremediação do cânhamo:

Há uma extensa pesquisa sobre a capacidade da cannabis de atuar como agente fitorremediador. Um estudo italiano publicado na Plant and Soil em 2003 mostrou que o cânhamo tinha a capacidade de absorver cádmio, cromo e níquel do solo, e que altas concentrações dos metais pesados tinham pouco efeito na morfologia da planta.

Em 2005, um estudo alemão publicado na Biologia Plantarum concluiu que o cânhamo não foi afetado por concentrações de cádmio na raiz de até 800 mg/kg, mas que as concentrações de folha e caule de 50 – 100 mg/kg “tiveram um forte efeito na viabilidade da planta e vitalidade”. Este estudo também observou que o pH do solo afetou a taxa de absorção de cádmio.

No entanto, em 2009, outro estudo chinês mostrou que a concentração de cádmio era 25-29,5 vezes maior nas raízes do cânhamo em comparação com os brotos, “sugerindo que a planta pode ser classificada como excludente de Cd”.

Em 2010, um estudo chinês investigou oito cultivos, incluindo o cânhamo, por sua capacidade de absorver zinco. O zinco é um metal pesado benéfico em pequenas quantidades, mas potencialmente fitotóxico em concentrações mais altas.

Em 2012, um estudo romeno investigou a segurança nutricional de sementes de cânhamo produzidas a partir de plantas cultivadas em solos contendo cádmio, magnésio, ferro e vários outros metais. O estudo descobriu que cinco cepas distintas de cânhamo romeno desenvolveram perfis nutricionais diferentes de acordo com a absorção de vários metais no solo.

Mais recentemente, um estudo paquistanês publicado em 2015 identificou vários genes no cânhamo associados à tolerância a metais pesados, incluindo níquel, cádmio e cobre. Esses resultados podem auxiliar no desenvolvimento de variedades transgênicas de cânhamo com maior capacidade de absorção de metais.

Em 2017, a University of Virginia anunciou uma colaboração com uma empresa de biotecnologia conhecida como 22nd Century, que “desenvolveu plantas de cânhamo que são particularmente adequadas para uso em fitorremediação”.

A Phytotech, a empresa de biotecnologia envolvida com a empresa de Chernobyl, usou “plantas especialmente selecionadas e projetadas”, embora pareça haver pouca informação disponível sobre o desenvolvimento das variedades de cânhamo utilizadas.

Assim, mesmo que o cânhamo usado para remover o cádmio do solo contaminado seja inseguro para consumo, sua fibra ainda pode ser útil para aplicações têxteis e de construção. Além disso, a biomassa do cânhamo pode ser usada em uma série de outras aplicações industriais, como biocombustível.

O cânhamo é eficiente para a fitorremediação e o plantio ainda resulta em matéria-prima para uma indústria rica e variada. Além disso, a planta requer menos cuidados para o cultivo em comparação, por exemplo, aos girassóis, espécie cuja capacidade de descontaminação do solo também é reconhecida.

Como uma ferramenta comprovada e valiosa na luta para reparar os danos causados ​​pelo homem aos nossos solos e ecossistemas, a cannabis pode beneficiar centenas de milhares de locais em todo o mundo. Estima-se que somente nos EUA haja 30.000 locais que precisam de fitorremediação.

Então, com tantas comprovações científicas e casos de sucesso, por que ainda não estamos usando o cânhamo em todo o mundo para descontaminar solos?

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Nunca atrapalhou!?!

Com 253 atletas, o Brasil tem a maior delegação das Paralimpíadas de Tóquio 2021. A expectativa do País para esta edição dos Jogos Paralímpicos é expandir seu quadro de medalhas, composto de 301 no total, sendo 87 de ouro, 112 de prata e 102 de bronze. O Povo

A primeira medalha brasileira foi obtida em Toronto 1976. Os responsáveis foram Robson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos da Costa, dupla que angariou a prata na modalidade lawn bowls, parecida com a bocha e praticada na grama. Quatro anos antes, o Brasil estreava nas Paralimpíadas, durante a edição de 1972, em Heidelberg, Alemanha.

A presença e o impacto do País nos Jogos Paralímpicos foram crescendo ao longo do tempo. Na edição de Atlanta, em 1996, o País logrou 21 medalhas, um crescimento de 200% em relação às sete medalhas conquistadas na edição anterior, Barcelona 1992.

As Paralimpíadas de Tóquio 2021 dão oportunidade para diversos tipos de pessoas se destacarem esportivamente, de acordo com suas habilidades e aptidões físicas. Em Tóquio, serão disputadas 22 modalidades, que por sua vez se dividem em provas específicas, delimitadas por gênero, peso, distância, dentre outros requisitos. O Povo

Veja as modalidades das Paralimpíadas de Tóquio

  1. Atletismo
  2. Badminton
  3. Basquetebol (em cadeira de rodas)
  4. Bocha
  5. Canoagem
  6. Ciclismo (estrada e pista)
  7. Esgrima (em cadeira de rodas)
  8. Futebol de 5
  9. Goalball
  10. Hipismo
  11. Judô
  12. Levantamento de peso
  13. Natação
  14. Remo
  15. Rugby (em cadeira de rodas)
  16. Taekwondo
  17. Tênis de mesa
  18. Tênis (em cadeira de rodas)
  19. Tiro esportivo
  20. Tiro com arco
  21. Triatlo
  22. Vôlei sentado

Os Jogos Paralímpicos, no formato como conhecemos hoje, acontecem desde 1960, ano em que o evento foi sediado em Roma, na Itália. Porém, a origem das Paralimpíadas teve início em 1939, quando o neurologista alemão de origem judia Ludwig Guttmann organizou um conjunto de competições esportivas para homens com deficiências resultantes do tempo de combate na Segunda Guerra Mundial. O Povo

Este evento aconteceu em 28 de julho, mesmo dia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, a 56 quilômetros de Stoke Mandeville, onde Guttmann atuava. A partir de então, as competições entre pessoas com deficiências passaram a ocorrer anualmente e se tornaram internacionais em 1952, quando atletas dos Países Baixos participaram.

O tênis de mesa é um dos poucos que está desde a primeira edição dos Jogos Paralímpicos, em Roma-1960. Na Itália, foram disputadas apenas os torneios de simples e de duplas, tanto no feminino quanto no masculino. Isso mudou em 1972, quando começaram as competições por equipes. Surto Olímpico

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O motorista e o palestrante.

Havia, certa vez, um palestrante que era muito famoso. As pessoas o convidavam para fazer palestras em cidades distantes. Ele ia de carro, e tinha o seu motorista. PE. ANTÔNIO QUEIROZ – A12

Um dia, durante uma longa viagem, o palestrante ficou afônico. Perdeu completamente a voz. Ao se aproximar da cidade, teve uma ideia. Disse ao motorista: “Você já ouviu muitíssimas vezes a minha palestra. Sabe-a de cor. Como ninguém nos conhece pessoalmente aqui, faça a palestra no meu lugar”.O motorista aceitou.

Pararam o carro e trocaram as roupas. O palestrante assumiu a direção do corro e foram. Chegaram em cima da hora, com o auditório já repleto. O “palestrante” foi recebido pomposamente, ficando o “motorista” sentado no meio da plateia. Fez uma brilhante palestra. Todos bateram palmas.

Terminada a fala, vieram as perguntas. Eram também as mesmas de sempre, cujas respostas o motorista sabia de cor. Foi respondendo a todas, com a maior desenvoltura.

Mas, de repente, surgiu uma pergunta nova. O motorista foi criativo. Disse para os ouvintes: “Eu já estou com a voz um pouco cansada, mas como esta pergunta é muito fácil, peço ao meu motorista que a responda”.

O palestrante verdadeiro, que nesta hora já estava um pouco melhor, devido ao uso de algumas pastilhas, subiu no palco, pegou o microfone e respondeu de forma magistral aquela pergunta e as demais que surgiram. No final, os dois foram aplaudidos de pé. E os ouvintes saíram comentando: “O homem é um gênio mesmo; até o motorista dele nos supera de longe!”

Existe certa semelhança entre essa história e Jesus, trocando de liderança conosco. Ele não ficou rouco, mas foi para o Céu, deixando-nos no seu lugar.

Em 1918, o professor alemão Max Plank ganhou o Prêmio Nobel de Física pelo seu excelente trabalho com a intricada Mecânica Quântica. Com a notoriedade, Plank foi convidado para inúmeras palestras pelo país e passou praticamente o ano inteiro viajando com seu motorista particular de cidade em cidade pela Alemanha. Wagner BrennerUpdate or Die

Certo dia o motorista falou brincando:

“Professor Plank, eu já assisti a sua palestra tantas vezes que eu seria capaz de repetí-la!”

O professor ficou imediatamente obcecado pela ideia e pela possibilidade. E misturando seu lado científico, naturalmente inclinado por experiências, mais uma boa dose de entediamento, propôs:

“Pois é exatamente isso o que nos vamos fazer. Vamos trocar de lugar. Na próxima cidade, você vai subir ao palco e fazer a palestra. E eu vou ficar sentado na primeira fileira, com uniforme e quepe de chofer. Vamos ver se conseguimos enganar a platéia!”

E assim foi. O motorista proferiu uma longa palestra completa sobre mecânica quântica avançada para uma platéia inteira de intelectuais, professores e universitários que o aplaudiram de pé.

Porém, após a ovação, um dos convidados resolveu levantar a mão e disparou um pergunta complicadíssima sobre o tema.

O motorista, sem pestanejar, respondeu:

“Humpf. Ora…  mas essa pergunta é tão… tão ridícula… mas tãããão ridícula… que eu vou até deixar essa pro meu motorista , aqui na primeira fileria, responder. Explica pra ele vai.”

Um matemático seguia em sua limusine para dar mais uma palestra de geometria simplética, quando seu motorista comentou:

– Patrão, ouvi sua palestra tantas vezes que tenho certeza de que poderia fazê-la em seu lugar. Brainly

– Impossível!

– Quer apostar?

Ao chegar ao local, trocaram de roupa e o motorista foi para o palco, enquanto o matemático se sentou na última fileira. No fim da palestra, começou a sessão de perguntas e o motorista respondeu todas com precisão até que, a certo momento, um sujeito fez uma pergunta dificílima.

O motorista, muito calmo, disse:

– Meu jovem, essa pergunta é tão fácil que vou pedir para meu motorista responder.

O motorista de aplicativo Filipe Mota ajudou uma jovem no parto, que ocorreu dentro do carro. Uma das muitas experiências transformadoras que esses trabalhadores têm com frequência. Victor Furtado – O Liberal

Faltava pouco para chegar. A estimativa do GPS era de 10 minutos. Foi quando a jovem disse “minha bolsa estourou”. Foi um susto imediato e Filipe disse ter buscado na memória tudo o que sabia sobre partos. “Lembrei que entre o rompimento da bolsa e o parto em si leva algum tempo”, conta. Mas o conhecimento empírico de nada valeu. Em cinco minutos após o chocante comunicado, saía um menino.

Palestrize-se: Qual sua vestimenta?, Industria da multa, Toda bike importa, Mas que dogs, AMAZON APRESENTA TÁXI ROBÔ,

eBussy, os Carros Modulares chegaram!

Os Carros Modulares chegaram! (e parecem um transformer..)Elementar

Algumas empresas inclusive estão desenvolvendo o que eles chamam de o Android dos carros, uma estrutura que qualquer empresa pode comprar e construir o seu modelo em cima.

Os veículos elétricos oferecem aos fabricantes de automóveis a oportunidade única de apresentar projetos exclusivos. Hitechglitz

Empresas como a General Motors e a Rivian desenvolveram os chamados “skates”, que permitem usar a mesma potência e o mesmo trem de acionamento para um grande número de veículos e mudar a carroceria de acordo com as necessidades do cliente.

Este é o primeiro veículo de quatro rodas real da Electric Brands, mais conhecido por fabricar scooters, e a nova oferta é certamente única. A empresa diz que oferecerá o eBussy em 10 variações diferentes (algumas das quais são mostradas acima), incluindo uma picape, um caminhão basculante, uma van de painel e meu favorito pessoal, um motorhome.

Além desses princípios básicos do acionamento elétrico, a coisa mais fascinante sobre o eBussy é o design modular e personalizável. O chassi está disponível em duas configurações: Offroad e City. Você também pode escolher entre dez estilos diferentes de corpo. Isso significa que você pode mudar de um simples carro de passageiro para uma pick-up, um motorhome ou até um carro de surf. Se você quer uma van, basta substituir um novo corpo.

La estética, aunque no se podría definir una sola, se basa en un cuerpo de rectangular y como detalle en su parte frontal, una franja que incorpora lo que serían los faros de luz, y un parachoques de una pieza que sobresale ligeramente. Ventanas en todo el contorno de la carrocería. Jessica Paola Vera García – el carro colombiano

En el interior del eBussy, se encuentra adaptado un volante que se puede pasar fácilmente de izquierda a derecha o ajustar en la parte centrar del panel, simplemente deslizándolo. Esta opción se ofrece, gracias a que el vehículo utiliza tecnología de conducción por cable.

O eBussy também terá painéis solares no telhado para carregar as baterias quando o sol estiver lá fora.

Segundo a Electric Brands, o eBussy está equipado com uma bateria de 10 kWh que oferece um alcance de 200 km. Também é oferecido um modelo de 30 kWh, que aumenta o alcance para mais de 595 km. O eBussy também usará motores durante o curso – semelhante ao captador elétrico de Lordstown Endurance.

E mesmo sendo bem pequeno, com apenas 3,64 de comprimento, ele pode levar até mil quilos de carga, o suficiente para o acoplamento de um trailer. Para carregar tamanho peso, o torque disponibilizado pelos motores elétricos do veículo impressiona: são 101,6 kgf/m, praticamente o dobro da picape média Volkswagen Amarok V6, uma das maiores e mais fortes já avaliadas pelo Canaltech.

A troca de bateria, em que você dirige para uma estação especial, remove as pilhas vazias e as substitui por novas, totalmente carregadas, foi vista como uma boa resposta para aumentar a ansiedade. Isso permitiria aos motoristas “reabastecerem” seus veículos elétricos em minutos, em vez de horas.

O modelo básico começa em cerca de US $ 18.000 e sobe para US $ 33.000 para o modelo mais caro, o campista off-road. befitglitz

Agora, a Electric Brands evoluiu o conceito e lançou a versão definitiva do protótipo, já com a nova designação X-Bus, mas seguindo o mesmo princípio Lego, de construção por módulos que se trocam de forma bastante fácil num distribuidor ou por duas pessoas, sem a necessidade de ferramentas especiais.

O X-Bus está classificado como veículo de classe L7e, para quadriciclos. Motor 24

O modelo é apontado à produção em série, na fábrica em Itzehoe, na Alemanha, já em meados de 2022, por preços que arrancam nos 17.000 euros. Mas na página oficial da Electric Brands já é possível configurar o versátil elétrico em todas as suas versões, incluindo como autocaravana.

A Electric Brands já disponibilizou encomendas do XBus em seu site oficial para toda a Europa, com preços partindo de € 18.070 na configuração Freedom. Seu lançamento está marcado para 2022.

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Fusca versão Porsche

Como uns dos carros os mais legendários de todos os tempos, o Volkswagen Fusca não necessita nenhuma introdução. Mais de 21 milhões de fuscas foram construídos nos últimos 65 anos e, embora a sua forma seja imediatamente reconhecível, está longe de ser o carro mais elegante alguma vez construído. Auto Car Style

O Fusca passou longe de ser esportivo, mas sabemos da relação que o modelo tem com os primeiros Porsche, principalmente quando se trata do motor boxer. Renan Bandeira – mobiauto

Ícone da indústria, modelo às vezes sofre nas mãos de entusiastas, digamos, empolgados demais, e recebe as mais impresíveis modificações

Na década de 1950, a empresa alemã Okrasa já realizava preparações nos Volkswagen. Mas mostrou que ainda não era o bastante quando lançou, em 1973, um Fusca com visual inspirado no Porsche 935, que era movido pelo motor boxer seis-cilindros de 255 cv.

Seus olhos, pode quase confundir com um velho Porsche 356 Speedster. O fundador de Memminger, Georg Memmingming, começou a restaurar os Clássicos Beetles, que são hoje o principal negócio da empresa, já em 1992. No entanto, acolher o Memminger Roadster 2.7 como um autêntico fusca pode ser um desafio.

O Fusca esportivo é obra dos alemães da Memminger Feine-Cabrios, empresa de restauração e customização de conversíveis e limusines. O Volkswagen surgir sob a forma de um rodster, com direito a motor 2.7 boxer de quatro cilindros e 210 cv. Gazeta do Povo

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O modelo usado para a transformação foi um exemplar de 1992. O teto foi retirado e o carro ficou só com dois lugares, ao melhor estilo roadster. Também ganhou freios a disco de um Porsche 911, suspensão reforçada e rodas de liga aro 18.

O propulsor foi instalado em posição central para melhorar a distribuição do peso, afinal o Fusca teve o peso reduzido para 800 kg e ficou arisco demais com a nova motorização. O câmbio é manual de cinco marchas também emprestado da Porsche, o restaurador alemão transforma modelo original e instala motor 2.7 do Porsche 914, com 210 cavalos de potência

O Fusca roadster será exclusivíssimo, com apenas 20 unidades produzidas e colocadas à venda na Alemanha.

Além de mais largo e baixo, o pequeno conversível recebeu faróis com lâmpadas de xenônio, dupla saída de escapamento na traseira e rodas de aro 18 montadas com pneus largos. iG São Paulo

O visual é um tanto diferente dos demais Fusca. Ele tem a bitola mais larga, é mais baixo, e teve os bancos traseiros removidos, substituídos por santantônios para os passageiros da frente. Os pneus são bem mais largos do que os do modelo “civil” – 225/45 na frente e 255/40 atrás. G1

Fusca conversível da Memminger — Foto: Divulgação

Por dentro, os bancos com apoios laterais mais largos, volante de três raios e cluster com cinco instrumentos: velocímetro, contagiros, relógio e marcadores da pressão e do nível de óleo do motor.

Fuzca-se: Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, Antártica 1, Bumblebee era um Fusca???, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, Rolê De Natal Volks Club Mooca, Volkswagen SP2 Clássico, Van movida a energia solar ou com banheiro?!?, Wellcome Boxerville (Adulto)

Borba Gato deve cair

Por quais estátuas os sinos do nosso luto dobram, e por quais não? Thiagio AmparoGeledés

Foi sem choro que Hilter, na Alemanha, Franco, na Espanha, Hussein, no Iraque, foram arrancados dos panteões públicos. Ao ver que por aqui ainda choram a morte das figuras engessadas de Leopold II, na Bélgica, Colston, na Inglaterra, e Borba Gato, no Brasil, a ponto de compará-las a imagens religiosas destruídas em guerras entre católicos e protestantes no século 16, nos resta a dúvida àqueles que sofrem de luto.

O que nelas ainda consideram sacrossanto, senão a supremacia colonial que, em vida, utilizaram para dizimar centenas e que, em morte, enaltecemos com vergonha insincera?

África do Sul, 9 de março de 2015. No centro da praça central da Universidade da Cidade do Cabo jaz uma escultura em bronze do colonizador britânico Cecil John Rhodes. Nela, um dos principais arquitetos da segregação sul-africana se senta em uma cadeira, com as mãos no rosto, impávido e sereno.

Naquele dia, o estudante Chumani Maxwele sujaria a estátua aos gritos solitários de “Onde estão nossos heróis e ancestrais?”. Levou 1 mês de protestos com milhares de jovens no movimento #RhodesMustFall (em português, RhodesDeveCair) até que a estátua de Rhodes seria retirada, sob aplausos de uma multidão de estudantes, e choro dos que ainda sentem falta do apartheid colonial.

Aqui, argumento que não é nas sociedades europeias que devemos nos inspirar para entender o que se passa ou que ainda há de se passar no Brasil. É da fonte de sociedades desiguais e pós-coloniais como a nossa que deveríamos beber. Da fonte de uma juventude indignada com a persistência da segregação de fato na África do Sul pós-apartheid. Da fonte de manifestantes antirracistas que, diante do monumento do general confederado Robert Lee, batalharam contra supremacistas da Ku Klux Klan em Charlottesville nos EUA em 2017.

Descolonizar a nossa história passa por arrancar de seu pedestal os assassinos que chamamos de heróis, para, enfim, fazer das suas cinzas um futuro que valha a todos.

Cidades são locais de memória e nosso direito a elas passa por poder dar novos sentidos àqueles que outrora esculpimos em pedra. Não se apaga a história, escrita com a caneta dos vencedores.

Do ponto de vista epistêmico, é um debate diferente da liberdade, na minha visão quase total, da veiculação ou não de filmes ou livros. No caso de estátuas, questiona-se quem merece um pedestal público.

Escolha não está entre depredar monumentos ou deixá-los intocáveis. Podemos, ao invés disso, ter a maturidade de escolher não elogiar genocidas em nosso espaço público e botar monumentos ao chão. Civilidade essa que é, aliás, infinitamente superior à das figuras neles representadas. Seja para pô-los em museus, para colocá-los em cemitérios de esculturas, para resignificá-los, quando o valor artístico permite, seja para destruí-los, quando este valor for pífio.

No livro “Written in Stone: Public Monuments in Changing Societies”’, republicado em 2018, Levinson detalha comissões estabelecidas na cidade de NY em 2018 e na universidade de Yale em 2016 que fizeram, mesmo com resultados modestos, justamente isso: detalharam quais princípios devem servir de base para analisar, caso a caso, a representação da história no espaço público. Por exemplo, nas redondezas de um Monumento às Bandeiras, dado o seu valor artístico, pode-se incorporar um monumento em memória ao genocídio indígena, preservando assim a obra, mas resignificando-a.

Tal como Lee, Colston e Leopold II, Borba Gato deve cair. Defender que se trata de revisionismo histórico ignora que é a própria heroicização dos bandeirantes, e não as matanças que cometiam, que configura revisionismo. Era extermínio antes, e o é hoje.

Borba Gato é em si produto do revisionismo da imagem de bandeirantes, revisionismo esse que mal tem um século. Em “Brasil: Uma Biografia”, historiadoras Schwarcz e Starling apontam que a imagem de bandeirantes como “destemidos exploradores” somente viria a ser reciclada no começo do século 20.

Se é a imagem revisionista de herói que se quer preservar em Borba Gato, pergunto: o que perderemos se a enterrarmos junto com a feiura da obra, senão o mito fundador da pujança sudestina construída sobre os ossos de indígenas dizimados, estes sim relegados ao esquecimento?

Desconheço da tolerância liberal que, iliberalmente, torna assassinos em santos e usa do poder do estado para vigiar 24h a versão oficial da história.

Choro, ao invés, pelos monumentos que não erguemos. Não erguemos monumentos para os milhares de corpos escravizados encontrados no centro do Rio de Janeiro em 2018 durante obras de transporte público. Sob o cemitério de pretos novos se construiu uma linha de trem. Não erguemos monumentos para os Yanomani massacrados ontem em 1993 e hoje em 2020 pelo garimpo ilegal. Não erguemos os monumentos para quem a história relegou a condição de perdedores. É por estes e estas que o sino do meu luto dobra.

Caize-se: Borba Gato, em chamas., Levante indígena, gente branca, 365 NUS, The Rarámuri or Tarahumara, Felipe Guamán Poma de Ayala, Brincadeira meio idiota., Makota Valdina, TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA, Conselhos para escrever bem!, Observar e Absorver

8 de Maio de 1945

El monumento conmemorativo soviético de Treptower Park fue erigido entre 1946 y 1949 como un monumental lugar funerario para 5.000 soldados de la Armada Roja que murieron en batalla. El diseño fue realizado por un colectivo de artistas al que pertenecían Jakow S. Belopolski (arquitecto), Jewgeni W. Wutschetitsch (escultor), Alexander A. Gorpenko (pintor) y la ingeniera Sarra S. Valerius. Berlin.de

4.800 soldados caídos en batalla están enterrados bajo las secciones de la superficie de césped situadas más profundas; otros 200 soldados están enterrados bajo la colina sobre la que se encuentra el mausoleo. Ocho sarcófagos situados a lado y lado de las secciones de césped rectangulares simbolizan las 15 repúblicas de la antigua Unión Soviética. Los relieves representan las escenas de la “Gran Guerra Patriótica” contra la Alemania nacionalsocialista.

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O Memorial é um belo exemplo de um monumento soviético típico da época. Mesmo não havendo imagens do líder soviético na área memorial, Stalin é muito presente nas diversas citações encontradas nos painéis em ambos os lados do espaço aberto. Este memorial pode ser visto como um presente de Stalin para o grupo de soldados e suas famílias, mas também era um lembrete para os alemães orientais de que foi o Exército Vermelho que os libertou dos nazistas. Sowjetisches Ehrenmal ainda serve como um memorial vivo para os veteranos do Exército Vermelho que detêm regularmente cerimônias no local onde eles colocam grinaldas no mausoléu para honrar os seus camaradas caídos. Alemalizando

O sol se põe sobre o Treptower Park, nos arredores de Berlim, e eu observo uma estátua que faz um desenho dramático contra o horizonte. Com 12 metros de altura, ela mostra um soldado soviético segurando uma espada numa mão e uma menina alemã na outra, pisando sobre uma suástica quebrada.

A estátua marca um lugar onde estão enterrados 5 mil dos 80 mil soldados do Exército Vermelho mortos na Batalha por Berlim entre 16 de abril e 2 de maio de 1945. A proporção colossal do monumento reflete o sacrifício destes soldados. No entanto, para alguns, a estátua poderia ser chamada de Túmulo do Estuprador Desconhecido.

Setenta anos depois do fim da guerra, pesquisas ainda revelam a dimensão da violência sexual sofrida pelas alemãs nas mãos não apenas dos soviéticos, mas também de americanos, dos britânicos e dos franceses.

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Em 2008, o diário da berlinense foi transformado em um filme, chamado de Anonyma, com uma atriz alemã conhecida, Nina Hoss. O filme teve um efeito catártico na Alemanha e estimulou muitas mulheres a falarem sobre suas experiências. Entre elas estava Ingeborg Bullert (foto), hoje com 90 anos. Ela mora em Hamburgo, no norte da Alemanha. Em 1945, ela tinha 20 anos, sonhava em ser atriz e vivia com a mãe em Berlim.

Os estupros afetaram mulheres em toda Berlim. Ingeborg lembra que as mulheres entre 15 e 55 anos tinham que fazer exames para doenças sexualmente transmissíveis. ,”Você precisava do atestado médico para conseguir os cupons de comida e lembro que todos os médicos faziam estes atestados e que as salas de espera estavam cheias de mulheres.”

Há documentos que expõem um alto número de pedidos de aborto – contra a lei na época –, devido à “situação especial”.

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Uma das muitas fontes de informação sobre estes estupros é o diário mantido por um jovem oficial soviético judeu, Vladimir Gelfand, um tenente vindo da região central da Ucrânia, que, de 1941 ao fim da Guerra, pôs no papel seus relatos, apesar de os soviéticos terem proibido diários de militares.

Os manuscritos – que nunca foram publicados – mostram como a situação era difícil nos batalhões: alimentação pobre, piolhos, antissemitismo e soldados roubando botas uns dos outros.

“Se as pessoas não querem saber a verdade, estão apenas se iludindo. O mundo todo entende (que ocorreram estupros), a Rússia entende e as pessoas por trás das novas leis sobre difamar o passado, até elas entendem. Não podemos avançar sem olhar para o passado”, disse Vitaly Gelfand, filho do autor do diário, Vladimir Gelfand, não nega que muitos soldados soviéticos demonstraram bravura e sacrifício durante a guerra, mas, segundo ele, esta não é a única história.

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The Russian parliament recently passed a law that states that anyone who disparages history of Russia in World War II may have to pay fines or be imprisoned for up to five years.  Andre Marques – O Sentinela

A young historian of Moscow University of Humanities, Vera Dubina, only found out about the rapes after going to Berlin because of a scholarship. She wrote a study on the subject, but struggled to publish it.

Desmaio-se: Simulação de Estupro?!?Mulheres ou Bruxas?Mulheres ou Bruxas?Dos crimes contra a honraAs aventuras de Alice sob a terraCinquenta Tons de CinzaIndivíduos perigosos, Faça uma EvoluçãoSexo seguro!O que podemos aprender com a gripe espanhola?!?

 

Silêncio, aulas?

Veja também: Planeta dos Macacos, Universidades do mundo, Meio o quê?, Arveres somos nozes, Canal do Ensino, Flash na Biblioteca, Biblioteca Web, A importância do Doutorado, Museu Virtual, Neil Armstrong, Catraca Livre, Vida respeitável, Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Lixo! Eu?, Empoderamento dos recursos,Orçamento doméstico, Bike or die!, A Melhor plástica de todas!!!, Mídia Ninja,Olimpíadas, A casa dos outros, Meu nome é Jonas, I Have a Dream, Lixo ou resíduos?Edited by cell

Rundling: Um vilarejo em Berlim

Grandes cidades – Berlim: Um vilarejo autossustentável (2016)

A ideia do arquiteto Harald Zenke era simples: criar um Rundling, uma forma circular de vila, composta por 20 casas eletricamente autossustentáveis, construídas pelos próprios moradores e utilizando materiais recicláveis e reutilizáveis dentro de Berlim. A energia térmica e os painéis solares são responsáveis por 2/3 da água quente e da eletricidade. A calefação de todas as casas é gerada por um enorme aquecedor que utiliza a queima de gravetos como fonte de calor. Cada um tem seu próprio lugar, mas os moradores da vila se reúnem para cozinhar e celebrar juntos no espaço comunitário da vila, mantendo, ao mesmo tempo, proximidade e distância entre eles. Tv Escola

Editado via celular

Adeus Lênin

Escrito por Bernd Lichtenberg, Adeus, Lênin! tem início em 1989, quando a Sra. Christiane Kerner, fervorosa defensora do regime comunista da República Democrática Alemã, sofre um ataque cardíaco e fica oito meses em coma, deixando de presenciar a queda do muro de Berlim. Cinema em Cena


Uma divertida comédia de costumes, junto com uma importante mensagem de fé, união e esperança. papo de cinema

Editado via celular.

Cadeia para quem?!?

CADEIA PRA QUEM?

https://videopress.com/v/Pn7Rwljb?hd=0&autoPlay=0&permalink=0&loop=0

O Brasil é o quarto país com mais presos na lista, com um total de 607 mil detentos. Os Estados Unidos aparecem no topo do ranking, com mais de 2,2 milhões de presidiários, seguidos pela China, com 1,65 milhão, e Rússia, com 640 mil.

O site Bored Panda compilou fotografais de celas de prisão em diferentes países ao redor do mundo para mostrar como os conceitos de punição e reabilitação podem variar radicalmente entre uma nação e outra.

O Brasil é o quarto país com mais presos na lista, com um total de 607 mil detentos. Os Estados Unidos aparecem no topo do ranking, com mais de 2,2 milhões de presidiários, seguidos pela China, com 1,65 milhão, e Rússia, com 640 mil.

O site Bored Panda compilou fotografais de celas de prisão em diferentes países ao redor do mundo para mostrar como os conceitos de punição e reabilitação podem variar radicalmente entre uma nação e outra.

Mude conceitos, você pode e deve:DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, NEVO™, TERRA SEM MALES, O mar de Aral virou areia.,Território, Índias, LUMINESCE™, Que País É Esse?, Brô Mc´s, Todo Dia Era Dia de Índio,De que lado você esta?, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Cadê os Amarildos?, Águas de março, BOLSA FAMÍLIA, Cama, mesa e banho!

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Cantada de Natal

“Era uma linda noite de luar, o chão gelado, branco por quase toda parte, e, por volta das 7, 8 horas, havia muita comoção nas trincheiras alemãs e muitas luzes – não sei de onde vinham”, escreveu o cabo Albert Moren, da 2º Regimento da Rainha, paralisado nas vizinhanças de La Chapelle d’Armentières. “De repente, começaram a cantar Noite Feliz Stille Nacht. Nunca vou esquecer de música tão bonita.” Carta Capital

E de repente o silêncio é quebrado. Das trincheiras alemãs, ouve-se alguém cantando. Os companheiros fazem coro e logo há dezenas, talvez centenas de vozes no escuro. Cantam “Stille Nacht, Heilige Nacht”. Atônitos, os britânicos escutam a melodia sem compreender o que diz a letra. Mas nem precisam: mesmo quem jamais a tivesse escutado descobriria que a música fala de paz. Em inglês, ela é conhecida como “Silent Night”; em português, foi batizada de “Noite Feliz”. Quando a música acaba o silêncio retorna, mas por pouco tempo.
“Bom, velho Fritz!”, grita um britânico. Um alemão responde com “Feliz Natal, ingleses!”, seguido de palavras num inglês arrastado: “Nós não atiramos, vocês não atiram”.
Para que não se apague a memória dessa possibilidade de nobreza diante da brutalidade, em 11 de novembro de 2008 um Memorial para a Trégua do Natal de 1914 foi inaugurado no parque público da vila francesa de Frelinghien, na fronteira da França com a Bélgica. É o primeiro memorial oficial para este evento notável. Sylvio Mário Bazote

Paul McCartney – Pipes of Peace

Em algumas partes das trincheiras, a luta continuou, e oficiais chegaram a atirar contra seus próprios homens que tentavam confraternizar com os inimigos.

Muitos soldados também se opuseram à trégua, incluindo um jovem chamado Adolf Hitler. Universo Who

Mude conceitos, você pode e deve: Sucos verdes, Somos todos doadores, X-Maus, Ministério da Saúde, Catador de ministros, Miniusina de energia, José Mujica maconheiro?, Cultura da paz?, Rotina, Saudação ao Sol, Bicicleta emprestada!, Feliz dia do índio!!!, Brasileiro Reclama De Quê?

Free Energy

florestapulmaocalor-ciclovivo

nautilus_wind_turbine_rooftop

bartfish3eye

Veja também: Turbinados, Air Purifier Bike, The Matrix Norris, Empoderamento dos recursos, Viabilidade???, Cadeia plástica, Quase imortal!!!, Miniusina de energia, Casa sustentável, Instituto Pindorama, voluntariado., Qual o volume ocupado por 1 trilhão de reais?, Águas de março, Michael Moore, Todo Dia Era Dia de Índio, Portal da Transparência, Tirinha do Dia: E qual é o melhor amigo do homem?, O papel da lareira, Funcional Obsoleto