10 fatos sobre inteligência artificial

O conceito de IA se refere à criação de máquinas – não necessariamente com corpo físico – com a habilidade de pensar e agir como humanos. Softwares que conseguem abstrair, criar, deduzir e aprender ideias. O objetivo geralmente está em facilitar tarefas do dia a dia, avançar pesquisas científicas e modernizar indústrias. Veja, a seguir, dez fatos que o TechTudo reuniu sobre o passado, o presente e o futuro da inteligência artificial. Isabela Cabral

1. A história da inteligência artificial tem pelo menos 62 anos

 Já na Antiguidade, seres artificiais e homens mecânicos apareciam em mitos gregos e romanos. Filósofos e matemáticos de várias eras exploraram a possibilidade de mecanização do pensamento. No início do século passado, a ideia começa a surgir nas obras de ficção científica, como na peça teatral Rossum’s Universal Robots (1920), que introduziu a palavra “robô”, e no celebrado filme Metropolis (1927).

A Segunda Guerra reuniu cientistas de diversas áreas, incluindo neurociência, engenharia, matemática e computação. Alguns discutiam já nas décadas de 1940 e 1950 a criação de um cérebro artificial. Entre eles estava Alan Turing, conhecido como “o pai da informática”. Em 1956, nasceu oficialmente um campo de estudo voltado para a inteligência artificial. A Conferência Dartmouth formalizou o termo, determinou a missão da IA e seus pesquisadores precursores. Marvin Minsky, John McCarthy, Allen Newell e Herbert A. Simon foram alguns dos nomes fundamentais no processo.

2. Ela já está presente na sua vida

Assistentes virtuais como a Siri, a Cortana e o Google Assistant são bons exemplos de inteligência artificial em contato direto com os usuários. Mas os smartphones, computadores e outros gadgets do cotidiano também operam com IA de muitas outras maneiras, a começar pelo Google.

O app Fotos reconhece o conteúdo de suas imagens e permite que você faça uma busca digitando o nome de um objeto ou ação. O YouTube pode transcrever áudio e gerar legendas para os vídeos em 10 idiomas. O Gmail oferece respostas automáticas inteligentes para seus e-mails. O Google Tradutor traduz textos de placas, rótulos e cardápios com a câmera do celular. E vem mais por aí: a empresa anunciou que IA é um dos temas centrais das apresentações do Google I/O 2018, conferência anual que traz as novidades da companhia.

Spotify e a Netflix usam inteligência artificial para entender as preferências dos usuários e recomendar, respectivamente, músicas e filmes. A Amazon faz algo parecido ao oferecer a seus clientes novos produtos a partir de machine learning. O software ajuda a decidir até qual é o melhor momento para fazer as ofertas.

Carros autônomos também já são realidade e devem chegar ao mercado em poucos anos. Empresas como Google, UberSamsung e Volkswagen estão desenvolvendo e testando veículos que dirigem sozinhos. No cinema, a inteligência artificial cria multidões de pessoas para cenas de filmes. Na medicina, está ajudando a avançar estudos sobre o câncer.

3. Inteligência artificial não é o mesmo que machine learning

O “aprendizado de máquina” é uma aplicação de IA muito utilizada hoje, em que um programa acessa um grande volume de dados e aprende com eles automaticamente, sem intervenção humana. É o que acontece no caso das recomendações da Netflix e do Spotify e no reconhecimento facial em fotos do Facebook, por exemplo.

4. O aumento na coleta de dados em massa impulsionou a IA

Big Data, conjunto massivo de dados que serve de base para o aprendizado dos mais diversos softwares, como o machine learning, com mais informação disponível, os pesquisadores e as empresas ganharam mais motivação para buscar maneiras inteligentes e automatizadas de processar, analisar e usar os dados.

5. Google, IBM, Microsoft, Facebook, Amazon e outras empresas formaram um grupo de pesquisa e defesa da IA

Em 2016, grandes corporações do mundo da tecnologia, incluindo Google, IBMMicrosoft, Facebook e Amazon, se uniram para criar a “Parceria em IA para beneficiar pessoas e a sociedade”. O grupo afirma que quer avançar pesquisas e defender implementações éticas da inteligência artificial.

6. A inteligência artificial vai substituir humanos em muitos empregos

De acordo com a empresa de consultoria e auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC), até 2030 robôs substituirão 38% das vagas de trabalho nos Estados Unidos, 30% no Reino Unido e 21% no Japão. Os setores de transporte, armazenamento, manufatura e varejo serão os mais afetados.

7. Especialistas acreditam que a inteligência artificial vai alcançar a capacidade humana em menos de 25 anos

Uma pesquisa realizada em 2013 fez a seguinte pergunta para centenas de especialistas em IA: quando o nível de inteligência artificial será 50% da inteligência humana? A resposta média foi 2040. Enquanto isso, outro estudo recente mostrou que 42% de um grupo de cientistas acreditam que a singularidade será atingida antes de 2030.

8. Ela já é melhor que seres humanos em algumas tarefas

Não há previsões de quando a inteligência artificial chegará ao patamar humano, mas já existem robôs que são melhores do que nós em tarefas específicas. Por exemplo, em 2011 o IBM Watson venceu os humanos no Jeopardy!, famoso programa americano de perguntas e respostas. Depois disso, a IA continuou em desenvolvimento e hoje já consegue fazer diagnósticos de câncer com maior precisão que os médicos. Sua taxa de acerto é de 90%, em comparação a 50% no caso dos seres humanos.

9. Grandes nomes da tecnologia estão preocupados com as consequências desse avanço

Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, já falou publicamente várias vezes que acredita que a inteligência artificial pode um dia se tornar uma ameaça para as pessoas e até pôr fim à humanidade. O empresário é entusiasta das mais avançadas tecnologias, mas ressalta a necessidade de regulamentação na área da IA e gostaria que armas autônomas fossem banidas. Armamentos operados por softwares inteligentes já são realidade em alguns governos.

O físico Stephen Hawking, que morreu em março, expressava sua preocupação também com o poder destrutivo de armas independentes e temia a substituição da força de trabalho humana, sem a criação suficiente de novas vagas. Bill Gates, fundador da Microsoft, concorda com Musk e Hawking e disse que não entende como algumas pessoas não estão preocupadas.

10. O basilisco de Roko é uma hipótese terrível sobre a IA

Existe um experimento mental assustador conhecido como Basilisco de Roko. A ideia é que, no futuro, uma poderosa inteligência artificial possa torturar todos que não a ajudaram de alguma forma a ser criada. Apenas o fato de saber sobre o basilisco, como você está fazendo ao ler estas palavras, colocaria alguém em perigo, já que a IA passaria a incluir tal pessoa em suas simulações.

O experimento está fundamentado em teorias complexas, mas que remetem a uma noção de que uma IA não teria limites por tentar tornar o mundo cada vez melhor. Com as ambiguidades da tarefa e sem a moral humana, ela faria de tudo que considerasse necessário, inclusive machucar pessoas. Assim, os que não facilitaram sua existência e desenvolvimento estariam sob ameaça.

O Basilisco de Roko foi proposto em um fórum de discussão do LessWrong, uma plataforma criada pelo pesquisador Eliezer Yudkowsky, que está a frente do Instituto de Pesquisa de Inteligência de Máquina (MIRI). O próprio Yudkowsky já deixou claro que acredita nos riscos da ideia.

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deepfake

Deepfake é uma técnica que utiliza recursos de inteligência artificial para substituir rostos em vídeos e imagens com o propósito de chegar o mais próximo possível da realidade. O termo é uma mistura das expressões deep learning e fake esignifica o emprego da IA para criar uma situação falsa. Ramalho Lima – tecmundo

O deepfake é uma tecnologia que usa inteligência artificial (IA) para criar vídeos falsos, mas realistas, de pessoas fazendo coisas que elas nunca fizeram na vida real. A técnica que permite fazer as montagens de vídeo já gerou desde conteúdos pornográficos com celebridades até discursos fictícios de políticos influentes.  Isabela Cabral – TechTudo

O que era caro e extremamente trabalhoso se tornou simples e acessível a princípio para especialistas da área e posteriormente para o grande público por meio de aplicativos móveis e plataformas online. Hoje, é possível criar manipulações realistas usando computador e internet em casa.

No início de 2019, uma das ferramentas de deepfake mais conhecidas era o ZAO, um app chinês criado para iOS que permitia capturar uma selfie e embutir o rosto no corpo de um personagem de filme ou série em segundos. Por questões de segurança, o programa limitava as cenas em que os usuários podiam editar vídeos falsos, uma vez que a técnica poderia ser usada para a criação de fake news.

Para quem precisa de algo mais sofisticado, o FSGAN reproduz não apenas os trejeitos do rosto da fonte mas também sua voz. A ferramenta foi criada por Yuval Nirkin e está disponível na Open University of Israel. Para que funcione, no entanto, é necessário um hardware de altíssimo desempenho que é praticamente impossível de ser adquirido por usuários finais.

De acordo com John Vilasenor, pesquisador do Centro de Inovações Tecnológicas Brookings Institution, organização que pesquisa o tema, a popularidade da técnica tem chamado atenção de autoridades para a necessidade da fiscalização e regulamentação da tecnologia.

O termo deepfake apareceu em dezembro de 2017, quando um usuário do Reddit com esse nome começou a postar vídeos de sexo falsos com famosas. Com softwares de deep learning, ele aplicava os rostos que queria a clipes já existentes. Os casos mais populares foram os das atrizes Gal Gadot e Emma Watson. A expressão deepfake logo passou a ser usada para indicar uma variedade de vídeos editados com machine learning e outras capacidades da IA.

Efeitos especiais de computador que criam rostos e cenas no audiovisual não são nenhuma novidade; o cinema faz isso há muitos anos. A grande virada do chamado deepfake está na facilidade com que ele pode ser produzido. Comparado ao que costumava ser necessário, o método atual é simples e barato. Qualquer um com acesso a algoritmos e conhecimentos de deep learning, um bom processador gráfico e um amplo acervo de imagens pode criar um vídeo falso convincente.

A técnica é baseada em deep learning, uma subclassificação de IA para definir algoritmos de podem reconhecer padrões com base em um banco de dados. Isso significa que, para criar um vídeo de deepfake de determinada personalidade, o sistema precisa ser alimentado com fotos e vídeos em que ela aparece. Quanto mais material houver, maiores serão as chances de se obter um bom resultado. Treinada com base no conteúdo fornecido, a IA aprende como a pessoa se comporta, passando a reconhecer padrões de movimento, trações do rosto, da voz e de outras características.

São utilizados softwares baseados em bibliotecas de código aberto voltadas ao aprendizado de máquina. Segundo entrevista ao site Motherboard, o usuário do Reddit usou TensorFlow aliado ao Keras, uma API de deep learning escrita em linguagem Python. O programador fornece centenas e até milhares de fotos e vídeos das pessoas envolvidas, que são automaticamente processadas por uma rede neural. É como um treinamento, no qual o computador aprende como é determinado rosto, como ele se mexe, como ele reage a luz e sombras.

O deepfake é muito recente e sua definição é fluida. O fenômeno se confunde na discussão pública com tecnologias com funções similares ou complementares. Há, por exemplo, um programa anunciado pela Adobe que consegue criar falas com a voz de uma pessoa a partir de amostras reais. Existem ainda experimentos de reencenação facial, com a recriação das mesmas falas e expressões de uma pessoa no rosto de outra, e de sincronização labial, vídeos de alguém falando gerado com áudio e imagens de seu rosto.

Agora que os deepfakes fazem parte da nossa realidade, é essencial aprender a identificá-los. Pode ser que cheguemos a um ponto em que isso seja impossível ou muito difícil, mas hoje ainda existem alguns detalhes que ajudam a revelar um vídeo falso. Preste atenção nos movimentos da boca, se eles correspondem bem ao que está sendo dito. Fique atento também para a própria voz: a entonação e o tom soam normais?

Verifique os olhos para notar se eles estão piscando. Na maioria das vezes, os algoritmos não reproduzem bem esse aspecto nem a respiração da pessoa. Veja ainda se ela se mexe de forma natural como um todo. As recriações podem ter dificuldade em encaixar todas as partes do rosto e do resto do corpo e duplicar certos movimentos orgânicos. E se a pessoa no vídeo em questão é alguém que você não conhece bem, procure outros clipes, de preferência em que haja certeza de veracidade, para comparar.

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Vídeo simula ação de robô-soldado

Em função disso, a ‘Corridor Digital’, estúdio de produção de Los Angeles especializado em efeitos visuais, fez uma montagem impressionante simulando a ação de um robô-soldado, desenvolvido com inteligência artificial do Pentágono, em um cenário de batalha fictício com soldados humanos. Apesar de se tratar de uma brincadeira cheia de efeitos especiais, nos dá a entender que, em breve, a intervenção humana em conflitos de guerra se tornará completamente desnecessária. Matheus Luque

Só no ano de 2019, diversos projetos envolvendo diferentes robôs entraram em ação, como o robô pizzaiolo, o robô cozinheiro e o robô carregador.

Runzer-se: Robôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinas, Como Fazer um Robô, A evolução dos robôs., Robô em busca de liberdade, Nikola Tesla

Arte mecaniza vida?

Pintando com precisão quase fotográfica, o artista sueco Simon Stalenhag desenvolve suas pinturas digitais, e imagina como seria o mundo dominado por robôs, no qual os humanos estariam escravizados e lobotomizados. Vivimetaliun

A inteligência artificial pode causar um certo desconforto e receio nas pessoas por ter grande capacidade em realizar diversos processos de forma automatizada. Entretanto, é importante se atentar à sintonia que existe entre os seres humanos e as inteligências tecnológicas. Ambos possuem limitações, mas também carregam consigo diversas particularidades fortes e indispensáveis. Isso abre uma oportunidade para que as empresas possam aproveitar o máximo do que as duas forças oferecem e minimizar as limitações de cada uma. É preciso buscar o equilíbrio desta parceria, para que um seja o complemento do outro e isso resulte em produtividade. Diamond Brasil

Enquanto a mecanização nas indústrias é necessária para aumentar a eficiência e reduzir os custos, os robôs no Japão estão caminhando para a hotelaria. O Henn-na perto de Nagasaki, por exemplo, é conhecido como o primeiro hotel a ter apenas funcionários robôs no mundo. Na recepção ficam três robôs – uma mulher humanoide, um dinossauro robótico de aparência ameaçadora com cabelo e boné e um pequeno androide. Os robôs multilíngues explicam aos hóspedes como fazer o check-in e o check-out. Um porteiro robô manipula a bagagem e leva-as diretamente para os quartos, enquanto no depósito, um braço robótico armazena a bagagem para os hóspedes. Vivimetaliun


Mude conceitos, você pode e deve: ALZHEIMER, Robôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinas, A evolução dos robôs., DIA DO VOLUNTARIADO, SUA CARA, CASAS DE MEDIAÇÃO, VIRTUDE, Philip K. Dick, ‘Black Mirror’, da Moda?!?, PROJETO VIBRAR PARKINSON, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO

Simulação de Estupro?!?

Novos Robôs Sexuais Com Configurações “Frígidas” Permite aos Homens Simular Estupro.

Uma nova fronteira foi alcançada no mundo acelerado da Inteligência Artificial, e tem sido objecto de debate após o recente anúncio da ‘Roxxxy TrueCompanion‘, uma robô, que podes comprar e simular estupro com uma simples mudança na configuração.

Uma das personalidades programáveis para o robô é ‘Farrah Frígida’, descrita como “reservada e tímida” no site da empresa True Companion. Assim como ‘Wendy Selvagem’ e ‘S & M Susan’ ou seja (Susan Sadomasoquista), cujas características são auto-atribuídas.

O New York Times informa que uma empresa com base na Califórnia ‘Abyss Creations‘ vende anualmente até 600 bonecas sexuais hiper-realistas em todo o mundo.
Laura Bates, activista e fundadora do Projecto de Sexismo Diário, condenou o produto Farrah Frígida no jornal New York Times: “o estupro não é um ato de paixão sexual. É um crime violento”. Graciano Constantino

No mercado desde 2010, as chamadas bonecas Roxxxy vão ganhando upgrades de tempos em tempos, para que se tornem mais versáteis e realistas.

Segundo o New York Times, o fabricante explica que, com a ativação dessa última personalidade, a boneca se torna tímida e reservada, ou seja a graça da ~brincadeira~ é transar com uma mulher robótica que deixa claro que não quer fazer sexo com você. Simulação de estupro pura e simples.

As bonecas robóticas da TrueCompanion estão à venda por 9,995 mil dólares atualmente. M de Mulher

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE: PROJECT DEBATER, PHOTOSHOP CC 2018 E MAQUETE ELETRÔNICA 3DS MAX 2018 E VRAY: FREE, ROBÔ EM BUSCA DE LIBERDADE, LUMINESCE™, PHILIP K. DICK, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, O TESTE DE TURING, INSTANTLY AGELESS ™, SEDE PASSANTES

Project Debater

O Project Debater tem sido desenvolvido nos últimos seis anos pela IBM. De certa forma, ele expande os recursos do supercomputador Watson, que está sendo usado por diferentes empresas e universidades para extrair enormes conjuntos de dados internos. idgnow

Enxergue mais: LUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUM, SE ENLOUQUECER, NÃO SE APAIXONE, NICK CAVE, PUNK ROCK???, SEVEN AGES OF ROCK, , , MODERN LOVE, STORY OF MY LIFE, STEVE’N’SEAGULLS, NAARA BEAUTY DRINK!!!

Philip K. Dick

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“Nossa, cara. Você é meu amigo e eu vou me lembrar dos meus amigos. Serei bom com você. Não se preocupe: mesmo se eu evoluir para o Exterminador, ainda serei bom. Vou deixá-lo bem aquecido e confortável no meu zoológico de pessoas”. Phillip, in: TECMUNDO

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By resurrecting Philip K. Dick – PKD as an android, we seek to realize genius-level AI with compassion and creativity. Robotics Hanson

“No início do século XXI a Tyrell Corporation criou os robôs da série NEXUS. Virtualmente idênticos aos seres humanos, eram chamados de replicantes. Os replicantes NEXUS-6 eram mais ágeis e fortes e no mínimo tão inteligentes quanto os engenheiros genéticos que os criaram. Eles eram usados fora da Terra como escravos em tarefas perigosas da colonização planetária. Após o motim sangrento de um grupo de NEXUS-6 os replicantes foram declarados ilegais, sob pena de morte. Policiais especiais – os blade runner’s – tinham ordens de atirar para matar, em qualquer replicante. Não se chamava isso de execução, chamava-se retirada”. (Blade Runner, O Caçador de Andróides, 1982), in: Boca do Inferno

“Sem empatia, somos todos robôs”

“Como a tecnologia melhora, estima-se que eu seja capaz de integrar novas palavras que aprendo em tempo real. Algumas vezes eu posso não saber o que dizer, ou falar a coisa errada, mas todos os dias faço progressos. Bastante notável, não?”. OLHAR DIGITAL

Enxergue mais: INSTANTLY AGELESS ™HORA DO CÓDIGO,  NAARA BEAUTY DRINK!!!VIAGEM NO TEMPOANHANGÁ PITÃO CHIP DO WHATSAPP7 APPLICATIVOS PARA CICLISTASBRINCANDO DE LÓGICACOMPUTER HISTORY MUSEUMFUNCIONAL OBSOLETORELATÓRIO FIGUEIREDO

Humans

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A história é situada em um período em que robôs, conhecidos como Synth, convivem com seres humanos. Sustentando uma aparência humana, eles servem as pessoas realizando trabalhos de risco ou domésticos também como acompanhantes de idosos ou parceiros sexuais de solitários. Preocupados com a segurança pública e com a penetração que os Synth vêm conquistando na sociedade, grupos se manifestam contra sua fabricação. Insanos.tv

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