Mônica Lopes Ferreira toma o chá de agrotóxico, aceita um gole?!?

https://youtu.be/eR-RCyOxg7UVídeo: Agrotóxicos são seguros? por Mônica Lopes-Ferreira – Daniele Bragança (Texto e Vídeo), Márcio Lázaro (Edição)
Há 30 anos, a imunologista Mônica Lopes Ferreira desempenha uma celebrada carreira no Instituto Butantan, instituição pública centenária ligada à Secretaria da Saúde de São Paulo, que atua como centro de pesquisa biológica.A imunologista analisou dez agrotóxicos que estão entre os mais utilizados no Brasil e revelou que todos, em qualquer quantidade aplicada, causam graves prejuízos à saúde humana. São eles: abamectina, acefato, alfacipermetrina, bendiocarb, carbofurano, diazinon, etofenprox, glifosato, malathion e piripoxifem.

Os resultados demonstram que os pesticidas causam mortes e malformação de fetos em embriões de peixe-zebra até mesmo em dosagens equivalentes a até um trigésimo do recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Quando ele não matava, causava anomalia, o que para mim é uma coisa extremamente preocupante”, alerta Mônica, explicando que a genética do zebrafish, como é conhecido, é 70% semelhante à dos seres humanos.

O estudo foi encomendado em 2018 pela Fiocruz, pertencente ao Ministério da Saúde – que indicou os agrotóxicos a serem testados, o diretor da Anvisa Renato Porto e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, deram entrevistas contestando o estudo. Além deles, o ex-secretário de Agricultura e de Meio Ambiente de São Paulo, Xico Graziano, que tem ecoado a linha da ministra em seu blog, publicou um tweet desqualificando a pesquisa.

No final de 2018, eu comecei a ser procurada por um pesquisador da Fiocruz e me disseram que eu tinha sido indicada pelo próprio Ministério de Saúde para realizar uma análise de toxicidade por agrotóxicos usando o zebrafish. A Fiocruz, por ser um órgão do Ministério da Saúde, foi quem me enviou os dez agrotóxicos a serem testados, com a tabela já das doses. Essas eram as doses que eles consideram ideal para a saúde humana. Eu fui então testar cada um desses.

Ou eles causam mortalidade nos animais ou eles causam anomalias. Não morreu? Mas o bicho ficou doente, ficou com uma anomalia. Eu não fui a primeira a dizer que agrotóxicos causam problemas. Não fui a primeira e não serei a única. Existem muito estudos sobre isso.

Alguns outros colegas que eu conheço que trabalham com agrotóxicos me relataram que eles também têm sido perseguidos por conta dos agrotóxicos. Eu não sabia, até então, que existia todo um mundo de perseguição contra pessoas que estudam os agrotóxicos. Mariana Simões, Agência Pública/Repórter BrasilEsta entrevista (clique aqui para ler na íntegra) faz parte do projeto Por Trás do Alimento, uma parceria da Agência Pública e Repórter Brasil para investigar o uso de Agrotóxicos no Brasil. A cobertura completa está no site do projeto.

O Danio rerio é geneticamente parecido com a espécie humana e possui todo genoma sequenciado.

Os pesquisadores testaram dosagens variadas dos dez agrotóxicos mais usados no país – Abamectina, Acefato, Alfacipermetrina, Bendiocarb, Carbofurano, Diazinon, Etofenprox, Glifosato, Malathion e Piriproxifem –, desde as doses mínimas indicadas pelos fabricantes até concentrações 30 vezes inferiores, e que, portanto, deveriam a princípio ser consideradas inofensivas à vida e ao meio ambiente. A pesquisa mostrou o contrário: mesmo exposto a concentrações mínimas, o Zebrafish apresentava anomalias ou não resistia após ser submetido ao veneno. Oeco

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Substituto de agrotóxico: eucalipto

Uma pesquisadora baiana dedicou um olhar mais sensível para esta problemática e questionou se poderia haver um agrotóxico capaz de prevenir pragas, mas que não ameaçasse a saúde. A partir daí, a engenheira florestal Cátia Libarino desenvolveu um estudo com óleo de eucalipto para reduzir a manifestação de doenças em plantas.

A pesquisadora conta que há um déficit sobre estudos do controle de doenças em plantas com o uso de produtos de origem vegetal, em vez de químicos.

A extração do óleo é produzida através de um processo chamado hidrodestilação. As árvores de eucalipto atualmente são utilizadas desde a sua madeira, para construção de vigas, fabricação de móveis, etc, passando pelas suas flores que dão origem a essências, até a celulose que dá origem ao papel. Neste processo, é comum que as folhas sejam desprezadas, entretanto, utilizá-las para gerar um agrotóxico natural pode ser uma alternativa para evitar que as mesmas sejam descartadas.

O projeto recebeu apoio dos professores Quelmo Novaes e Dalton Júnior, da Uesb – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, além da professora Patrícia Krepsky, da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Correio

Um dos parasitas mais comuns nas criações de gado leiteiro, a mosca-do-chifre alimenta-se do sangue das vacas debilitando o animal. Atualmente são utilizados no controle do vetor inseticidas sintéticos altamente tóxicos que acabam contaminando o leite produzido.Na busca por alternativas menos tóxicas, o laboratório de pesquisa em entomologia da Universidade Anhanguera Uniderp, com a coordenação do engenheiro agrônomo Prof. Silvio Fávero, trabalha há mais de seis anos na produção de um óleo de eucalipto que seja capaz de atuar como repelente destes vetores. IAGRO
“Já temos resultados positivos na utilização do óleo de eucalipto no combate às pragas agrícolas como a lagarta do cartucho e o percevejo marrom da soja, além de ser eficaz em vetores como o barbeiro e a mosca doméstica”, afirma Fávero.
Segundo o pesquisador, o óleo possui uma ação inseticida que age diretamente no sistema nervoso do inseto nos sítios octopaminérgicos. “Esta solução é menos tóxica para o homem e fatal para a mosca”, garante o pesquisador. Fundect – Publicado por: kventorim@semagroEm consequência a alta demanda de alimentos, existe a necessidade de aumentar a produtividade, sem perdas qualitativas e quantitativas. As perdas nos processos de armazenagem do feijão ocorrem, principalmente, pelo ataque do caruncho Acanthoscelides obtectus, sendo seu controle feito por
inseticidas líquidos aplicados diretamente nos grãos ou por expurgos. A aplicação destes produtos
químicos tornam preocupante o consumo dos grãos na alimentação, tendo em vista o resíduos que
permanece nos mesmos (Mazzonetto e Vendramin, 2003). Segundo a ANVISA (2006) o consumo de
produtos que contenham agrotóxicos envolvem riscos para a saúde humana, pois seus efeitos cumulativos podem ser desconhecidos em longo prazo.
Em razão destes resíduos existe uma necessidade crescente na busca por métodos alternativos
no controle do caruncho Acanthoscelides obtectus. Neste sentido, os óleos essenciais surgem como uma opção para esse controle, não deixando resíduos nos alimentos e sendo de fácil obtenção. De acordo com Gallo et al. (2002), a utilização de plantas como inseticida apresentam inúmeras vantagens, dentre elas
menor toxicidade a mamíferos, baixa probabilidade de desenvolver resistência e grande disponibilidade
de matéria prima na natureza. USO DE ÓLEOS ESSENCIAIS DE Eucalyptus NO CONTROLE DE Acanthoscelides obtectus EM GRÃOS DE FEIJÃO
ARMAZENADO – UFRGS
Os tratamentos folha de eucalipto, expurgo e tratamento ténnico-folha de eucalipto se equivalem em eficiência. Os tratamentos ténnico-folha de eucalipto, expurgo-folha de eucalipto, inseticida, tratamento ténnico-inseticida e expurgo-inseticida também se equivalem em eficiência e foram os que se mostraram mais eficazes no controle do caruncho do feijão armazenado, sendo que o tratamento alternativo mais indicado para a conservação do produto foi o tratamento ténnico- folha de eucalipto. Ester Rodrigues – Unicamp

A pesquisadora Cátia Libarino deu início a um estudo com eucaliptos, que vem sendo desenvolvido no Mestrado em Ciências Florestais da Uesb.

A ideia de trabalhar com produtos menos nocivos surge em meio à divisão entre ruralistas, entidades de saúde e meio ambiente, devido ao Projeto de Lei 6299/02, que visa atualizar a legislação dos Agrotóxicos de 1989. A proposta segue em tramitação no legislativo, mas, na prática, a flexibilização na liberação dos produtos, que está entre os pontos da pauta, já vem acontecendo. Resultado disso é que, até junho deste ano, o Ministério da Agricultura liberou 239 novos agrotóxicos no país, de acordo com publicações do Diário Oficial da União (DOU). Uesb – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

“Os pequenos agricultores podem comercializar um novo produto, que são as próprias plantas, mas agora com um viés diferente, que é vender o óleo fungicida natural. Além disso, caso não possa produzi-lo, o próprio extrato das folhas pode ser uma opção imediata (mesmo não sendo tão eficaz quanto o óleo), pois é fácil de preparar com um processador mecânico, e sua capacidade de biodegradabilidade no ambiente torna o processo mais acessível”, concluiu Cátia Libarino. Ascom/Fapesb
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Mapa do envenenamento de alimentos no Brasil

O atlas de envenenamento, um trabalho de geografia que mapeou o nível de envenenamento dos alimentos produzidos no Brasil, lançado em Berlim, Alemanha, país que sedia as maiores empresas agroquímicas do mundo: a Bayer/Monsanto (incorporada pelo grupo Bayer) e a Basf, que dominam a produção de toda a cadeia alimentar – sementes, fertilizantes e agrotóxicos.

Fotomontagem: Moisés Dorado

O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia apresenta informação sobre o elevado índice de resíduos agrotóxicos permitidos em alimentos, na água potável, e que, potencialmente, contamina o solo, provoca doenças e mata pessoas. A obra, que já foi publicada no Brasil, é de autoria da geógrafa Larissa Mies Bombardi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.O Brasil é campeão mundial no uso de pesticidas na agricultura, alternando a posição dependendo da ocasião apenas com os Estados Unidos. O feijão, a base da alimentação brasileira, tem um nível permitido de resíduo de malationa (inseticida) que é 400 vezes maior do que aquele permitido pela União Europeia; na água potável brasileira permite-se 5 mil vezes mais resíduo de glifosato (herbicida); na soja, 200 vezes mais resíduos de glifosato, de acordo com o estudo, que é rico em imagens, gráficos e infográficos. “E como se não bastasse o Brasil liderar este perverso ranking, tramita no Congresso nacional leis que flexibilizam as atuais regras para registro, produção, comercialização e utilização de agrotóxicos”, relata Larissa.

Segundo a geógrafa, as perdas não se limitam à contaminação de alimentos e dos cursos d’água. O atlas traz informações de que, depois de extensa exposição aos agrotóxicos, ocorrem também casos de mortes e suicídios associados ao contato ou à ingestão dessas substâncias.

Mapa de intoxicação por agrotóxicos de uso agrícola (2007-2014)
O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia, em português, foi lançado no Brasil em 2017 e traz um conjunto de mais de 150 imagens entre mapas, gráficos e infográficos que abordam a realidade do uso de agrotóxicos no Brasil e os impactos diretos deste uso no País. A pesquisa que deu origem à publicação teve o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Jornal da USP


Geógrafa Larissa Bombardi, autora da pesquisa que deu origem ao atlas da Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Mais informações: Larissa Mies Bombardi, larissab@usp.br ou pelo telefone (11) 3091-3769. Atlas versão em português Atlas versão inglês.
Veja também: Veneno ecológico para matar ratos., Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Agrotóxicos da mesa nossa de cada dia., Brasil: o mercado internacional dos agrotóxicos, Pés no chão, Suíça, veneno aqui não!!!, Monsanto, Opção de escolha?, Pai (de quem) trocinio!, Você é o que você come., Bolsa ruralista, quer que desenhe?, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, Manual de Apicultura em Pequena Escala

Suíça, veneno aqui não!!!

“Não posso escolher o presidente do Brasil, mas posso escolher o que vou comer.” Presidente do grupo Paradiset, Johannes Cullberg

Do total de 197 agrotóxicos já autorizados neste ano pelo Ministério da Agricultura, 26% são proibidos na União Europeia, em razão dos riscos à saúde humana e ao meio ambiente.

A Paradiset é a maior rede de produtos orgânicos da Escandinávia. Ela já retirou de suas prateleiras os seguintes produtos brasileiros: quatro diferentes tipos de melão, melancia, papaya, limão, manga, água de coco e duas marcas de café, além de uma barra de chocolate que contém 76% de cacau brasileiro em sua composição.

“Não podemos em sã consciência continuar a oferecer alimentos do Brasil a nossos consumidores, num momento em que tanto a quantidade como o ritmo da aprovação de novos agrotóxicos aumenta drasticamente no país. Decidimos portanto retirar os produtos de nossas prateleiras”, disse Johannes Cullberg em comunicado divulgado à imprensa sueca e publicado com destaque pelo Dagens Nyheter, um dos maiores jornais do país.

“Não temos carne brasileira em nossas lojas, e certamente não iremos comprar”, acrescentou Alexander Elling, assessor de comunicação da Paradiset. Blog da Cidadania

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) alertou que, mesmo que alguns dos efeitos de intoxicação por agrotóxicos sejam classificados como medianos ou pouco tóxicos, não se deve perder de vista os “efeitos crônicos que podem ocorrer meses, anos ou até décadas após a exposição, manifestando-se em doenças congênitas” como câncer, malformação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos e mentais.

A Syngenta, uma das líderes do mercado mundial de agrotóxicos, tem sede em São Paulo. Mas, como endereço de fabricação do fungicida Elatus Trio — um dos cinco produtos da multinacional aprovados neste ano – constam localidades na Alemanha, Reino Unido, Suíça e China. Nenhuma no Brasil. Empresas de países como China, Índia, Japão e Estados Unidos estão entre as que garantiram novas permissões de comercialização no Brasil em 2019.
Os agrotóxicos recém aprovados que chegarão à mesa do brasileiro virão de fora. Levantamento inédito da Agência Pública e Repórter Brasil identificou que, dos 166 pesticidas com registros aprovados e publicados no Diário Oficial da União neste ano, apenas 64 foram para empresas brasileiras. Mas a participação nacional é ainda menor na fabricação dos produtos. Só 36 registros têm pelo menos uma cidade brasileira como endereço de fabricação do agrotóxico ou do ingrediente ativo. E somente nove – ou 5% – são totalmente produzidos no Brasil. Pedro Grigori – amazônia

Apenas cerca de 26% dos produtos ativos (matéria-prima para o agrotóxico) usados na agricultura brasileira são produzidos no país, segundo quadro de Produção, Importação, Exportação e Vendas de Ingredientes Ativos de 2017 publicado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Segundo companhias brasileiras e especialistas ouvidos pela reportagem, a pouca participação nacional no mercado é resultado do menor custo para produção dos produtos vindos de fora, da falta de tecnologia e de equipamentos para sintetizar os ingredientes ativos no Brasil, há a dificuldade de competir com gigantes do mercado de agrotóxicos, atraídas por incentivos fiscais. Desde 2004, a Lei nº 10.925 reduziu a zero as alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS para importação e comercialização de fertilizantes e agrotóxicos e têm, ainda, redução de 60% da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

Parte do bolo envenenado é divido por políticos descomprometidos com a saúde pública que, ironicamente, junto de suas famílias, serão impactados com os venenos que liberam, uma vez que os mesmos não têm fronteiras sociais e contaminam as águas, os alimentos, os solos e o ar de todos os habitantes do planeta. Naturalmente, cada estrato social é afetado em intensidades diferentes, mas todos são atingidos em algum grau. Isso é uma insensatez humana inexplicável uma vez que não há dinheiro que consiga curar o câncer ou o autismo e essas doenças estão cada vez mais próximas de todos nós. Elaine de Azevedo – LE MONDE DIPLOMATIQUE

Dia Mundial do Meio Ambiente.

O que vc está fazendo por Ele?

Reciclar reduz a utilização desenfreada dos recursos naturais, economiza água, energia, gera trabalho e renda para milhares de pessoas. Lembrando sempre que Consumismo e Prosperidade são coisas antagônicas.

Os 5 R’s nos ajudam a entender e avaliar melhor nossas atitudes, comece devagar ou se já começou introduza novos hábitos, mas faça disso um jogo diário, o jogo da Vida.

Considere suas atitudes e veja o que pode fazer ainda mais pelo Meio Ambiente.
· Antes de comprar perguntar: Preciso realmente disto?
· Posso ir a pé a determinados lugares em vez de carro? E que tal ir de bicicleta, mais divertido?
· Separo embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha?
· Prefiro embalagens de papel ou papelão?
· Jogo no lixo apenas o que não é mais reutilizável ou reciclável?
· Procuro utilizar produtos de limpeza orgânicos e biodegradáveis ou alternativas caseiras como vinagre, sal, limão e bicarbonato de sódio, mais baratos e que não fazem mal à Saúde e à Natureza?
· Utilizo lâmpadas econômicas e pilhas recarregáveis?
· Evito o excesso de sacos plásticos e embalagens? Hoje temos sacolas de pano bem legais para nossas compras, e não só no supermercado, recuse plásticos na farmácia, nas lojas, e onde mais puder. Sempre esclarecendo à vendedora que plástico polui, por isso não uso.
· Escolha produtos com embalagens mais econômicas, priorize as retornáveis.
· Prefira produtos certificados que não agridam o Meio Ambiente e cobre Empresas quanto ao quesito Saúde. Porque temos que engolir agrotóxicos e transgênicos? Porque os amidos de milho como Maizena e Yoki , ou produtos como Cremogema, Arrozina, Fermento Royal tem o símbolo de transgênico tão pequeno se Transgênico é “legal” ? Não devia vir em letras bem grandes como um benefício?
· Exija qualidade, pois nela está embutida a durabilidade do produto. Portanto, menos resíduos e desperdícios (água, energia e recursos naturais).
· Na cozinha invente receitas e reaproveite de forma integral os alimentos, sendo orgânicos não precisamos descartar as cascas por causa dos agrotóxicos, então podemos aproveitar melhor e diminuir o lixo orgânico.
· Que tal uma composteira caseira, é mais fácil do que você imagina.
· Alugue equipamentos em vez de comprar. Quer um exemplo? Quantas vezes realmente usou sua furadeira? Então você precisava de um furo e não de uma furadeira, não é?
· Utilize melhor seu computador, crie pastas de documentos em vez de imprimir, quando não puder evitar a impressão, faça frente e verso e utilize papel reciclado. Faça blocos de papel-rascunho.
· Crie ou procure artesãos que criam produtos artesanais e alternativos reutilizando embalagens de papel, vidro, plástico, metal, isopor e CDs .
· Doe objetos e roupas que possam servir a outras pessoas.
· Crie a reciclagem em seu prédio, em sua casa ou escritório. Temos estações de reciclagem nos Supermercados e Lojas de materiais de construção, não custa levar até lá, enquanto a Prefeitura não se organiza para isso. Afinal a Prefeitura não se organizou ainda porque nós cidadãos não cobramos dela, assim como não cobramos das Empresas que nos atendem mal ou oferecem produtos ruins e prejudiciais.
Instituto Pedro Cozzi – Espaço DAR VIDA

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Agrotóxicos da mesa nossa de cada dia.

Da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), sobre os resultados do relatório:

…chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil. De acordo com Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”.

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