Patrick Kilonzo Mwalua

Patrick Kilonzo Mwalua, water man, kenya

The story of Patrick Kilonzo Mwalua, the farmer bringing water to animals during droughts, has fascinated many. We asked him about his new project.

To many, Mwalua is a hero. When we point this out to him, he bursts out in sincere and melodious laughter. It seems like fame hasn’t changed him at all: he’s driven by his love for animals and for his land, a remote region of Kenya located about fifty kilometres from Tsavo National Park. It all started in November 2016, when Mwalua decided to rent a truck, get behind the wheel and drive for hours, multiple times a week, to bring water to the animals in the park, whose survival was being threatened by a terrible drought.  Ever since, he has made a name for himself as the “water man“. Buffalos and zebras know they can count on him. And now that his first project has taken off thanks to the contribution of those who believed in its potential, Mwalua wants to launch a new one. Something as simple as it is brilliant, that could contribute to safeguarding elephants, bees and communities: cultivating sunflowers. Elisabetta ScuriLifegate

Como aprendemos a comer plantas tóxicas sem ajuda da ciência

Ao longo das gerações, nossos ancestrais acumularam ideias úteis por tentativa e erro, que foram copiadas pelas gerações seguintes.

Em 1860, os exploradores Robert Burke e William Wills lideraram a primeira famosa expedição europeia pelo interior desconhecido da Austrália, mas a sorte não esteve ao lado deles. Devido a uma combinação de falta de comando, mau planejamento e azar, ficaram sem comida na viagem de volta.

Os yandruwandha deram aos exploradores bolos feitos a partir de vagens esmagadas de uma samambaia chamada nardoo, que é um tipo de samambaia nativa da Austrália. Burke brigou com eles e, imprudentemente, os afastou ao disparar sua pistola.
O nardoo, um tipo de samambaia, é coberta por uma enzima chamada tiaminase, que é tóxica para o corpo humano. A tiaminase impede a absorção pelo corpo da vitamina B1, que tem entre suas principais funções o metabolismo dos carboidratos, lipídios e proteínas e a estimulação de nervos periféricos.

Como comida, a nardoo é mais uma curiosidade. O que não é o caso da mandioca, que é uma fonte vital de calorias em várias regiões do mundo, em particular na África e na América Latina.
À rigor, há dois tipos de mandioca, a mandioca mansa, também chamada de mandioca de mesa (conhecida também no Brasil pelos nomes de macaxeira e aipim), e a mandioca brava, conhecida como mandioca de indústria, mas a mandioca brava é altamente tóxica – e requer um procedimento industrial ou um ritual de preparação tedioso e complexo para torná-la um alimento seguro. Ela libera cianeto de hidrogênio.

Plantas tóxicas estão por toda parte. Às vezes, processos simples de cozimento são suficientes para torná-las comestíveis. Mas como alguém aprende a elaborada preparação necessária para a mandioca ou o nardoo?

Para Joseph Henrich, professor de biologia evolucionária humana na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, esse conhecimento é cultural, e nossas culturas evoluem por meio de um processo de tentativa e erro análogo à evolução em espécies biológicas.

Na América do Sul, onde humanos comem mandioca há milhares de anos, as tribos aprenderam os muitos passos necessários para desintoxicá-la completamente: raspar, ralar, lavar, ferver o líquido, deixar a massa repousar por dois dias e depois assar.
Estudos realizados posteriormente mostram que o comportamento de imitar é instintivo entre humanos. Os psicólogos chamam isso de superimitação. Acordo Coletivo

Alexandra Baldeh Loras

Alexandra Baldeh Loras é ex-consulesa da França em São Paulo e considerada hoje uma das líderes francesas mais influentes. Jornalista formada na tradicional Sciences Po, é uma ativista engajada na discussão sobre a representação da população negra na mídia e na educação e os efeitos que isso tem na construção da identidade negra, especialmente das crianças.

Inspiração é a palavra de ordem. Segundo a ex-consulesa, uma importante forma de combater o racismo é trabalhar a autoestima das crianças, resgatando narrativas sobre protagonistas negros que realizaram importantes feitos na história da humanidade. “Somos responsáveis por reconstruir e reequilibrar a história, mostrando toda a contribuição à civilização dos afrodescendentes”.

Alexandra conta que é frequente, durante recepções em eventos e jantares no Consulado, que os convidados passem direto por ela, imaginando tratar-se de uma funcionária indicando o caminho para a festa, e não da consulesa os recepcionando, conforme determina o protocolo francês. Iolanda Barros – afreaka


O racismo é muito mais forte no Brasil do que em qualquer lugar por onde passei. Aqui nós não somos minoria. Pelo contrário, somos uma maioria. Então o problema é muito mais grave. Em outros lugares do mundo a questão racial pode ser tratada com descaso, por estar relacionada a uma pequena parte da população. Mas aqui é totalmente diferente. Há quem diga que o racismo no Brasil é velado. Não é velado de jeito nenhum. Estamos num País que ainda está numa dinâmica de feudalismo que, inclusive, choca os gringos. Uma dinâmica de ricos e pobres, em que os mais abastados são servidos pelos mais pobres, sem ninguém questionar. Aliás, ninguém questiona o uniforme branco das babás por aqui, que nada tem a ver com higiene. Tem a ver, sim, com o período da escravidão, quando as mulheres escravizadas trabalhavam na casa-grande. Elas tinham que se apresentar sempre de branco, limpinhas, para se diferenciar dos negros escravizados que trabalhavam no campo. Esse uniforme já era uma questão de status. Em nenhum outro país as babás estão vestidas de branco, só no Brasil. Geledés

A sombra e a escuridão!?!

Os caçadores furtivos se metem em reservas protegidas para tentar caçar alguns animais, especialmente os rinocerontes, porém, às vezes, a própria natureza age e consegue proteger espécies ameaçadas pela estupidez humana, por meio de outros animais, que agem apenas por instinto. Planeta dos Animais


Em março de 1898, os ingleses começaram a construir uma ferrovia sobre o rio Tsavo, no Quênia. Para a construção havia sido contratado o engenheiro Coronel John Henry Patterson (1865 – 1947) e logo após sua chegada ao local, mortes violentas começaram a acontecer durante a noite. Os autores dos assassinatos foram identificados como dois leões que rondavam a região da obra: Sombra e Escuridão. @museudeimagens.

UMA HISTORIA REAL – OS LEÕES DE TSAVO A SOMBRA E A ESCURIDÃODenis Coruja

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‘Ibaré Lewá’: amizade bonita entre Orixá e natureza

O Orixá é uma divindade e também é energia presente nos elementos da natureza. Na água doce dos rios e cachoeiras; na salgada dos mares; em meio aos caminhos de florestas e matas, fato é que ‘kosi ewe kosi orisà’. ‘Sem folha não há orixá’.

Em iorubá, língua falada especialmente em países da África Ocidental, entre eles a Nigéria, ibaré lewá quer dizer amizade bonita entre uma pessoa e seu ancestral. Ancestralidade tão bem retratada pela colaboração entre Erica Azeviche, expoente do cenário artístico brasileiro e formada em Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e a fotógrafa francesa Claire Jean. Vivimetaliun

Tudo começou em novembro de 2013, quando a artista Erica Azeviche vivenciou os costumes Ketu e Efon com a Iyalorisá Maria Helena Ti Yoba na casa de candomblé Àse Egbé Òmò Yoba Tunde, de Pirituba, em São Paulo. Na ocasião a artista e candomblecista aprofundou pesquisas de costumes africanos da antiga civilização iorubana que chegou ao Brasil por meio de pessoas trazidas na condição de escravos. Tais atividades existem hoje no país em mosaicos culturais de encontros entre africanos, indígenas, portugueses etc. Durante os rituais iniciáticos, Erica Azeviche teve a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre seus ancestrais africanos, neste caso, a rainha da sociedade Elekô Yoba. geledes

Para facilitar o acesso às obras a exposição também está disponível no sitehttp://www.ibarelewa.com
Para facilitar o acesso às obras, a exposição também está disponível aqui: https://www.facebook.com/ibarelewa/

África Liberdade

Em 1821, foi o grito por liberdade do soldado negro condenado à forca Francisco José das Chagas uma das possíveis razões do nome atual do bairro. CECÍLIA GARCIA
No período pós-abolição, que tem seu início em 1888, a população negra vivia em casas e cortiços no centro da cidade; era naquela região que homens e mulheres sem acesso a direitos básicos como moradia conseguiam trabalho. Segundo a historiadora Cláudia Rosalina Adão no livro A Luta Contra o Racismo do Brasil, tanto a vinda de operários imigrantes como também os chamados trabalhos de melhoramentos da cidade – políticas de Estado para embranquecer e europeizar o centro – empurraram a comunidade pobre e também a negra para as periferias da cidade. Cidades Educadoras
O nome correto da Igreja de Santa Cruz, também conhecida por Igreja das Almas e localizada no ponto central do bairro, é Igreja da Santa Cruz dos Enforcados, pois era exatamente naquele local onde senhores e seus capangas cometiam a punição mais severa contras os negros.
A missão da pesquisadora Patrícia Oliveira é encontrar a memória trágica dos negros até a virada do século XX na maior cidade do país. Encontrar porque esses locais não por acaso foram apagados, apontando assim as histórias negligenciadas, as pessoas indesejadas, e formando o caldo daquilo que pode ainda ser a base de reparações históricas. CAROL SCORCE, da Carta EducaçãoGeledes

A estação do metrô Liberdade mudou de nome , se chama Japão Liberdade . O bairro da liberdade era originalmente um bairro de negros , muito antes da chegada da comunidade nipônica, se chamava Largo da Forca, pois era palco de execução de escravos negros fugitivos e condenados à pena de morte. Foi, aliás, por causa de um negro que a praça e o bairro foram chamados de Liberdade. Em 1821, um soldado chamado Chaguinha, condenado à morte por liderar uma rebelião por pagamento de soldo, sobreviveu a duas tentativas de enforcamento, ao que o público atribuía a um milagre e passava a gritar “liberdade” – só foi morto após o carrasco usar um laço de vaqueiro. Chaguinha, então, se tornou um santo padroeiro do bairro e protetor da Capela dos Aflitos, onde esteve antes de ser levado à forca, e da Igreja Santa Cruz dos Enforcados, construída décadas mais tarde em frente à praça, que abrigava organizações de ex-escravos e seus descendentes . Neste bairro também foi instalado à Frente Negra Brasileira , o Paulistano da Glória, e o cemitério dos escravos . Os imigrantes japoneses chegaram no bairro em 1912. O nome Liberdade é foi uma resposta à opressão. Miriam S. Ramos (WhatsApp)

Observe mais: MULTIVERSO MARVEL, LUMINESCE™, OUTROS VIAJANTES DO TEMPO, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™, CANCERIANO SEM LAR, AUSTRALIA DAY, NAARA BEAUTY DRINK!!!, EM BUSCA DA VERDADE, LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, INSTANTLY AGELESS ™, 11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESO, MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…, VIDACELL®, NAVE TIERRA, HO’OPONOPONO, EMV, ROBÔ EM BUSCA DE LIBERDADE, A INVASÃO DO BRASIL

Olhos Azuis

Documentário da socióloga americana Jane Elliot sobre discriminação racial.

Algumas coisas que a Ciência tem a dizer sobre olhos azuis:

1. Tendências alcoólatras;

2. Mesmo ancestral

3. Maior tolerância à dor

4. Competitividade

5. Menos confiáveis

6. Mais sensíveis. r7

Red eyes: This is the rarest eye color in the world and is owned mostly by the albinos. In their case, the iris doesn’t contain melanin and the light passes through it and reflects the hemoglobin from the blood vessels of the retina. Glamgrid

A cor dos olhos é uma característica poligênica e é determinada pelo tipo e quantidade de pigmentos na íris do olho, nos olhos humanos, essas variações de cores são atribuídas a diversos rácios de eumelanina produzido por melanócitos na íris ou por mutações genéticas. Três elementos principais dentro da íris contribuem para a sua cor: a melanina do epitélio pigmentar da íris, a melanina dentro do estroma da íris e a densidade celular do estroma da íris.  – Conheça as 5 cores de olhos mais raras do mundoMundo Conectado

Stroma Medical desenvolveu um método pioneiro e ainda único no mundo que altera permanentemente a cor de seus olhos de castanho par azul em semanas.

“O princípio fundamental é que sob cada olho castanho existe um olho azul. A única diferença entre um olho castanho e um olho azul é esta camada muito fina de pigmento na superfície. Se você retirar esse pigmento, em seguida a luz pode entrar nas fibras do estroma e quando a luz se dispersa ela apenas reflete os comprimentos de onda mais curtos e que são a extremidade azul do espectro”, disse Gregg Homer.  – Portal Virgula

Uma pesquisa realizada pelo geneticista dinamarquês Hans Eiberg com DNA mitocondrial revelou que todas as pessoas com olhos azuis descendem do mesmo ser humano, localizou essa mudança na coloração da íris com exatidão de tempo e espaço: esse humano de olho mutante vivia na região do Mar Negro (sul da Europa), cerca de 7 mil anos atrás. A mutação foi seguindo geração em geração e se manteve nas características humanas até os dias atuais – 300 gerações depois. Olhos azuis correspondem a 8% da população da Terra, cerca de 600 milhões de pessoas. Hamilton Kage – Eu nem sabia…

O que se sabe até hoje é que pessoas que possuem olhos mais claros são mais sensíveis à luz, pelo fato de que não há pigmento o suficiente para bloquear os raios de luz e proteger a visão. Um estudo realizado na Universidade de Louisville revelou que pessoas de olhos mais escuros têm, no geral, melhores performances em tarefas que exigem rápido tempo de reação, como acertar bolas, jogar como goleiro e até no boxe, aquelas com olhos mais claros, obtêm melhores resultados em tarefas que exigem mais precisão, como arremessar bolas de baseball, jogar golfe ou boliche. hypescience

Enxergue mais: MAKOTA VALDINATÁXI VS UBEREVOLUIMOS?NÃO É CARRO X BICICLETA.QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?NAARA BEAUTY DRINK!!!GLOSS DELIVERYEMVBE MY EYES APPINSTANTLY AGELESS ™PALAVRAS QUE NÃO PODEM SER TRADUZIDASÍNDIO EDUCAVOCÊ É SENSITIVO?VIDACELL®, CAMPANHA RECOLHE ÓLEO DE FRITURA PARA FABRICAÇÃO DE BIODIESELVLIBRASEMDRIVE – O MOTOR IMPOSSÍVELRESERVE™, PARABÉNS NESTLÉWIKIAVESOUTRO OLHAR

Baobá

A árvore é um dos símbolos fundamentais das culturas africanas tradicionais. Na Cosmogonia Yorubá, cultura da atual Nigéria,  na época em que o homem adorava árvores, o baobá surge como o princípio da conexão entre o mundo sobrenatural e o mundo material. Serravalle na África do Sul

O baobá é uma árvore perene, nativa da África, que produz flores brancas e frutos utilizados medicinalmente, sua cortiça possui composto medicinal para combater a epilepsia. Como plantar um baobá a partir de uma semente – Rachel Turner

O Recife não é muito arborizado, árvore ameaçada de extinção, foram sendo informalmente adotados, plantados, suas mudas cultivadas e alguns dos defensores dessas grandes árvores, de tronco largo e casca sensível não titubeiam em dizer: Recife é a cidade dos baobás. Oranyan

O primeiro a identificar essa relação dos moradores da cidade com os baobás foi o antropólogo jamaicano John Rashford, professor da North Carolina University, em passagem pelo Brasil justamente para estudar a árvore – natural do continente africano, mas presente em vários países americanos. Celso Calheiros

Originário da África, o baobá é uma das maiores e mais antigas árvores do mundo, chegando a alcançar, quando adulto, de 5 a 25 m de altura e de 7 a 11 m de diâmetro no tronco. Essa planta é milenar e pode viver até 6000 anos, existem oito espécies de Baobás: seis nativas de Madagascar, uma da Austrália e uma do Senegal. Giuliana Flores

Lendas do baobá

Dizem que, no momento da criação, Deus presenteou todos os animais com a semente de uma árvore. O babuíno, um macaco conhecido por sua preguiça, recebeu as sementes de baobá e, ao invés de plantá-las, simplesmente as jogou na terra. As sementes teriam brotado de ponta-cabeça, deixando as raízes da árvore à mostra e sua copa enterrada. Algumas tribos africanas atribuem a aparência da árvore a esta incrível lenda.

Conta a lenda africana que, após ter colocado o baobá sobre a terra, o Criador continuou o seu trabalho, e a árvore o vigiava em tudo e dizia: “Isso não vai funcionar”. “Aquilo não está bem”, dando opinião sobre todas as espécies que eram criadas. Certo dia, o Criador cansou-se de ser contrariado pelo baobá, tomou-o nas mãos, plantou-o com as raízes para cima e perguntou: “E agora, eu acertei? Está bem assim?”.  Sociedade nossa cara

A outra lenda diz que a árvore reinava sobre toda a África, mas o baobá era tão soberbo que os deuses se enfureceram e as colocaram de cabeça para baixo como castigo. A lenda diz, ainda, que aqueles que comerem seus frutos serão amaldiçoados com a morte pela boca de um leão. Pensamento Verde

Uma antiga lenda africana, diz que se um morto for sepultado dentro de um baobá, sua alma irá viver enquanto a planta existir. ARTEANDO

Antes da chegada do homem branco uma phyton adorada pelos nativos vivia dentro do tronco oco da mesma. Os nativos pediam a serpente por chuva, boas colheitas e boas caças e sempre eram atendidos. O primeiro caçador branco na África matou a phyton e as conseqüências foram desastrosas. Até hoje os nativos dizem ouvir durante as noites o sibilar da cobra perto da árvore.

Aula sobre o baobá - Edna dos Santos. SlideShare
Aula sobre o baobá – Edna dos Santos. SlideShare

No Parque Nacional Kafue na Zâmbia a lenda diz que a Baobab é raptora de donzelas. Reza a lenda que a árvore se apaixonou por quatro lindas virgens que se deitavam a sua sombra. As moças cresceram e se casaram. A árvore enfurecida de ciúmes durante uma noite de tempestade abriu se tronco e levou as quatro moças para dentro. Até hoje os nativos dizem que a água das chuvas sã as lágrimas das donzelas raptadas.

A Baobab reinava sobre as outras árvores com soberba, o que causou a ira dos Deuses que como castigo a deixaram para sempre de ponta cabeça com as raízes para cima. Todos que colhem suas lindas e doces flores brancas também serão amaldiçoados com uma morte terrível: assassinados por um leão. Quatro Cantos do Mundo – Eder & Fabi Rezende

Os sobas dizem que os embondeiros já nascem velhos e talvez tenham razão. No meio da savana contemplam o mundo com o vagar da experiência, económicos em gestos: nem sequer se agitam ao vento.  – O Berço do Mundo

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Hakuna Matata

Hakuna Matata é uma frase do idioma suaíle, uma língua falada na África oriental, que significa “sem problemas” ou “não se preocupe“.

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My Wonderland: Letters* Keep Calm!

A frase é muito utilizada em países como a Tanzânia e o  Quênia. A expressão é usada com enorme frequência, com o sentido de “ok “e “sem problemas”, para responder perguntas. “Hakuna” significa não há, e  mesmo entre falantes, “matata” significa problemas. Significados: descubra o que significa, conceitos e definições.

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Hakuna Matata – O Rei Leão

Compositor: Walt Disney

Hakuna Matata
É lindo dizer
Hakuna matata, sim vai entender
Os seus problemas você deve esquecer, isso é viver
É aprender hakuna matata

[Simba] Hakuna matata?
[Pumba]É, é o nosso lema
[Simba] Lema?O que é isso?
[Timão] Nada, não confunda com lesma hahaha
[Pumba] Sabe garoto.. essas duas palavras resolvem
Todos os seus problemas
[Timão] Tem razão, veja o Pumba por exemplo…. Ouça
[Timão] Quando ele era um Filhote…
[Pumba] Quando eu era um filhóóóóóte
[Timão] É foi Bom Isso, hein?
[Pumba] Obrigado!

[Timão]savana
Sentiu que seu cheiro era de um porcalhão
Esvaziava a  depois da refeição…

[Pumba]
Era Só Eu Chegar, e era um tormento.
Quando via todo mundo sentar contra o vento.
Ai que vexame!!

[Timão]
Era um vexame.
[Pumba]
Quis mudar meu nome!!!
[Timão]
Ah, que que tem o nome?
[Pumba]
Me sentia tão triste!!
[Timão]
Se Sentia Triste
[Pumba]
Cada vez que eu…
[Timão]
Ei Pumba, na frente das crianças não…

[Pumba]
Ah, desculpe!

[Timão e Pumba]
Hakuna Matata, é lindo dizer.
Hakuna Matata, sim vai entender.
[Simba]
Os seus problemas, você deve esquecer.
[Timão] É isso aí garoto

[Simba e Timão] Isso é viver
[Pumba] É aprender!

[Simba, Timão]
Hakuna Matata

[Simba, Timão] Hakuna Matata, Hakuna Matata, Hakuna Matata, Hakuna
[Simba] Os seus problemas você deve esquecer
[Simba, Timão] Isso é viver, é aprender…
[Timão] Hakuna matata
[Simba] Hakuna matata
[Timão] Hakuna matata
[Timão] Hakuuuuuuuuna matata
[Timão] Hakuna matata iiiiiiiié…

hakunamatatareal

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Horrible Histories

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maxresdefault

horriblemouse

http://vimeo.com/101143821

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Repo man

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”Se você não paga as parcelas do carro, o banco vem e pega o carro de volta… Se você não paga a hipoteca da casa, o banco vem e toma a casa de você”. Este é o meu trabalho… “Se você não paga as prestações dos seus órgãos, nós o pegamos de volta”. Cinema BH

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Nelson Ned d’Ávila Pinto

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Um homem com um vozeirão grave, apesar de seu um metro e doze de altura (característica que gerou umas 800 mil piadas e tornou seu nome um dos principais sinônimos para “anão”). Já reparou?

Nasceu em Ubá e desde cedo se interessou por música. Nos anos 60 começou a se apresentar e gravar discos, inclusive nos países da América Latina, onde é extremamente popular. Com repertório voltado para a música romântica, seus shows atraem multidões em estádios e teatros. CliqueMusic

A trajetória artística começava a deslanchar e Nelson passou a participar de programas da TV Itacolomi, como o ‘Cirquinho do Bolão’ e o ‘Clube do Pererê’, e a cantar nas rádios Guarani e Inconfidência. Na ocasião da entrevista, questionado sobre suas lembranças de Belo Horizonte, o artista ficou pensativo, mas logo disse: “Aldair Pinto, radialista da Inconfidência’’. Foi ele quem te lançou? E Nelson respondeu, categórico: “Não. Quem me lançou foi Deus”. (Com informações de Ana Clara Brant) EM Digital

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