Sabre de luz capaz de cortar aço

O engenheiro James Hobson, do canal The Hacksmith, mostrou um sabre de luz real, do tipo usado pelos Jedis no filme Star Wars, poderoso o suficiente para cortar uma porta de aço. Incrível, não é mesmo? Ademilson RamosEngenharia é

Sobre o equipamento, o líder da equipe de engenheiros afirma que se trata do “primeiro sabre de luz retrátil baseado em plasma do mundo”. Seu punho, construído no estilo steampunk, é capaz de enviar um fluxo laminar de gás propano líquido comprimido e também de oxigênio, que queima a uma temperatura, pasmem, de 2,2 mil graus Celsius.

O primeiro efeito notável de um sabre de luz é a sua a cor. Ela é obtida por meio da adição de alguns produtos químicos à mistura. Exemplo: colocando cloreto de sódio – sal de cozinha, o feixe do sabre se torna amarelo, como o da Rey (Daisy Ridley) no Episódio IX: A Ascensão de Skywalker.

Ácido bórico torna o feixe verde, o cloreto de estrôncio deixa-o vermelho e o de cálcio traz uma cor âmbar.

O segundo item do sabre de luz, importante por sinal, é a energia, seria necessário uma usina nuclear para ser como a que vemos nos filmes, de acordo com Hobson. Na falta de uma usina disponível, o canal The Hacksmith adaptou uma mochila personalizada para servir de fonte, com um circuito que controla o fluxo de gás.

4000° PLASMA PROTO-LIGHTSABER BUILD (RETRACTABLE BLADE!)Hacksmith Industries

Petrovita

O mineral foi encontrado na região vulcânica do extremo leste da Rússia, no topo do vulcão Tolbachik, na Península de Kamchatka. Marcelo Ribeiro


O histórico de erupções de Tolbachik remonta a milhares de anos, mas, nos últimos tempos, dois eventos notáveis ​​se destacam: a ‘Grande Erupção da Fissura de Tolbachik’ de 1975–1976 e um segundo menor que ocorreu entre 2012–2013.

A força das erupções durante o primeiro evento rasgou numerosos cones de cinzas no complexo vulcânico, abrindo terreno rochoso que desde então foi descoberto ser um rico filão de depósitos de fumarolas e minerais desconhecidos nunca vistos em nenhum outro lugar.


No total, o vulcão Tolbachik possui 130 tipos de minerais locais que foram identificados ali pela primeira vez, o último dos quais é a petrovita, um mineral de sulfato que tem forma de agregados globulares azuis de cristais tabulares, muitos contendo inclusões gasosas.


No nível químico, a petrovita representa um novo tipo de estrutura cristalina, embora tenha semelhanças com a saranchinaita, da qual pode ser produzida, hipoteticamente falando.

O átomo de cobre na estrutura cristalina da petrovita tem uma coordenação incomum e muito rara de sete átomos de oxigênio”, explica o pesquisador e cristalógrafo Stanislav Filatov, da Universidade de São Petersburgo.

Uma equipe de pesquisadores liderada por Stanislav Filatov, especialista em cristais – cristalógrafo – da Universidade de São Petersburgo, encontrou uma nova integrante para o mundo dos minerais: a petrovita. Ademilson Ramos


“Este território é único em sua diversidade mineralógica”, disse a Universidade em comunicado no dia 17 de novembro. “Nos últimos anos, pesquisadores descobriram dezenas de novos minerais aqui, muitos dos quais são únicos no mundo”. Complementa a Universidade.

O nome petrovita veio em homenagem ao geólogo e cristalógrafo Tomas Petrov, professor da Universidade de São Petersburgo, com a descoberta sendo devidamente publicada na revista Mineralogical MagazinePatrícia Gnipper


Com fórmula química Na10CaCu2(SO4)8, a petrovita se apresenta em aglomerados globulares azuis, formados por cristais e, por ser repleta de gases em seu interior, acaba sendo um mineral poroso e pouco denso. Em seus espaços “vazios”, os átomos de sódio acabam circulando, e tal condutividade iônica faz com que o mineral tenha potencial de ser usado como um material ideal para a criação de baterias de íons de sódio.


O desafio, nesse caso, é apenas aumentar a condutividade do material. Além do mais, ainda é preciso encontrar uma forma barata de sintetizar esse mineral em laboratório. Socientifica


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Painéis solares em Curitiba recebe destaque internacional

O programa de energia limpa e renovável de Curitiba, o Curitiba Mais Energia, ganhou destaque como estudo de caso de sustentabilidade. As informações são relativas aos projetos de implantação de energia solar em telhados públicos, que recebem suporte do C40 Cities Finance Facility. Ademilson Ramos

Os dados estão na Urban Sustainability Exchange, iniciativa da rede Metropolis e da cidade de Berlin, na Alemanha.

“Curitiba serve de exemplo para cidades do Brasil e América Latina quando o assunto é implantar energia limpa e barata enquanto reduz a dependência do consumo da rede elétrica tradicional”, destaca a publicação.

O projeto selecionado pelo C40 entre os de outras 120 cidades do mundo, recebe recursos na ordem de US$ 1 milhão para estruturação. Para agora, o suporte é para a implantação de usinas fotovoltaicas no bairro Caximba, no antigo aterro sanitário, na Rodoviária de Curitiba e nos terminais de ônibus do Pinheirinho, Santa Cândida e também Boqueirão. Engenharia e