Borba Gato deve cair

Por quais estátuas os sinos do nosso luto dobram, e por quais não? Thiagio AmparoGeledés

Foi sem choro que Hilter, na Alemanha, Franco, na Espanha, Hussein, no Iraque, foram arrancados dos panteões públicos. Ao ver que por aqui ainda choram a morte das figuras engessadas de Leopold II, na Bélgica, Colston, na Inglaterra, e Borba Gato, no Brasil, a ponto de compará-las a imagens religiosas destruídas em guerras entre católicos e protestantes no século 16, nos resta a dúvida àqueles que sofrem de luto.

O que nelas ainda consideram sacrossanto, senão a supremacia colonial que, em vida, utilizaram para dizimar centenas e que, em morte, enaltecemos com vergonha insincera?

África do Sul, 9 de março de 2015. No centro da praça central da Universidade da Cidade do Cabo jaz uma escultura em bronze do colonizador britânico Cecil John Rhodes. Nela, um dos principais arquitetos da segregação sul-africana se senta em uma cadeira, com as mãos no rosto, impávido e sereno.

Naquele dia, o estudante Chumani Maxwele sujaria a estátua aos gritos solitários de “Onde estão nossos heróis e ancestrais?”. Levou 1 mês de protestos com milhares de jovens no movimento #RhodesMustFall (em português, RhodesDeveCair) até que a estátua de Rhodes seria retirada, sob aplausos de uma multidão de estudantes, e choro dos que ainda sentem falta do apartheid colonial.

Aqui, argumento que não é nas sociedades europeias que devemos nos inspirar para entender o que se passa ou que ainda há de se passar no Brasil. É da fonte de sociedades desiguais e pós-coloniais como a nossa que deveríamos beber. Da fonte de uma juventude indignada com a persistência da segregação de fato na África do Sul pós-apartheid. Da fonte de manifestantes antirracistas que, diante do monumento do general confederado Robert Lee, batalharam contra supremacistas da Ku Klux Klan em Charlottesville nos EUA em 2017.

Descolonizar a nossa história passa por arrancar de seu pedestal os assassinos que chamamos de heróis, para, enfim, fazer das suas cinzas um futuro que valha a todos.

Cidades são locais de memória e nosso direito a elas passa por poder dar novos sentidos àqueles que outrora esculpimos em pedra. Não se apaga a história, escrita com a caneta dos vencedores.

Do ponto de vista epistêmico, é um debate diferente da liberdade, na minha visão quase total, da veiculação ou não de filmes ou livros. No caso de estátuas, questiona-se quem merece um pedestal público.

Escolha não está entre depredar monumentos ou deixá-los intocáveis. Podemos, ao invés disso, ter a maturidade de escolher não elogiar genocidas em nosso espaço público e botar monumentos ao chão. Civilidade essa que é, aliás, infinitamente superior à das figuras neles representadas. Seja para pô-los em museus, para colocá-los em cemitérios de esculturas, para resignificá-los, quando o valor artístico permite, seja para destruí-los, quando este valor for pífio.

No livro “Written in Stone: Public Monuments in Changing Societies”’, republicado em 2018, Levinson detalha comissões estabelecidas na cidade de NY em 2018 e na universidade de Yale em 2016 que fizeram, mesmo com resultados modestos, justamente isso: detalharam quais princípios devem servir de base para analisar, caso a caso, a representação da história no espaço público. Por exemplo, nas redondezas de um Monumento às Bandeiras, dado o seu valor artístico, pode-se incorporar um monumento em memória ao genocídio indígena, preservando assim a obra, mas resignificando-a.

Tal como Lee, Colston e Leopold II, Borba Gato deve cair. Defender que se trata de revisionismo histórico ignora que é a própria heroicização dos bandeirantes, e não as matanças que cometiam, que configura revisionismo. Era extermínio antes, e o é hoje.

Borba Gato é em si produto do revisionismo da imagem de bandeirantes, revisionismo esse que mal tem um século. Em “Brasil: Uma Biografia”, historiadoras Schwarcz e Starling apontam que a imagem de bandeirantes como “destemidos exploradores” somente viria a ser reciclada no começo do século 20.

Se é a imagem revisionista de herói que se quer preservar em Borba Gato, pergunto: o que perderemos se a enterrarmos junto com a feiura da obra, senão o mito fundador da pujança sudestina construída sobre os ossos de indígenas dizimados, estes sim relegados ao esquecimento?

Desconheço da tolerância liberal que, iliberalmente, torna assassinos em santos e usa do poder do estado para vigiar 24h a versão oficial da história.

Choro, ao invés, pelos monumentos que não erguemos. Não erguemos monumentos para os milhares de corpos escravizados encontrados no centro do Rio de Janeiro em 2018 durante obras de transporte público. Sob o cemitério de pretos novos se construiu uma linha de trem. Não erguemos monumentos para os Yanomani massacrados ontem em 1993 e hoje em 2020 pelo garimpo ilegal. Não erguemos os monumentos para quem a história relegou a condição de perdedores. É por estes e estas que o sino do meu luto dobra.

Caize-se: Borba Gato, em chamas., Levante indígena, gente branca, 365 NUS, The Rarámuri or Tarahumara, Felipe Guamán Poma de Ayala, Brincadeira meio idiota., Makota Valdina, TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA, Conselhos para escrever bem!, Observar e Absorver

Prêmio Darwin

“Em memória de Charles Darwin, o prêmio Darwin presta homenagem aos indivíduos que protegem nosso ‘pool’ de genes através do supremo sacrifício de suas vidas. Os galardoados eliminaram a si mesmo do rol dos vivos de uma forma extraordinariamente idiota, portanto aumentando as chances de nossa espécie de sobrevivência a longo prazo”. B. PIROPOTechTudo

O Prêmio Darwin ou Darwin Awards surgiu a partir de um grupo de usuários da internet que foi colecionando situações inusitadas a partir de dados pesquisados na imprensa, em 1985. Por volta de 1991 a cientista britânica Wendy Northcutt, que vez por outra costumava a mandar para os amigos estas situações institucionalizou o Prêmio. Em 1993 ela organizou um site onde publica todas as situações com base no que foi publicado na imprensa. Mas que situações são essas? Cidade Verde

Charles Darwin estabeleceu as bases da Evolução Moderna. Darwin criou a Teoria da Seleção Natural, segundo a qual a vida, que apresenta grande diversidade (cores, formas, modelos, tamanhos, comportamentos, estágios, estratégias, formas de nutrição, modos de acasalamento etc.) é selecionada pela própria natureza. Ou seja: a natureza seleciona os mais aptos. O que os criadores do Prêmio Darwin fizeram foi passar a selecionar situações de pessoas que cometeram atos tão estúpidos que terminaram sendo vítima de sua própria burrice.

Livro “O prêmio Darwin – a evolução em ação”, publicado em 2001

Há um pitada de humor negro nas histórias, mas para nós, o mais interessante é a reflexão que precisa ser feita antes de tomarmos determinadas atitudes, vamos encontrar dezenas de milhares de situações que nos empurram fatalmente a candidatos ao Prêmio Darwin.

“Somente duas coisas são infinitas – o universo e a estupidez humana, e não estou certo quanto ao Universo”. Albert Einstein

Todo ano são concedidos alguns prêmios Darwin e eu costumo citar os mais relevantes. São exemplos que ilustram fielmente uma característica inerente à nossa espécie cuja crescente magnitude não cessa de me causar admiração: a estupidez. Tanto assim que, na página de abertura do sítio “The Darwin Awards: In Search Of Smart” (de onde foram extraídos os exemplos abaixo, cujos direitos autorais pertencem, portanto, à responsável por sua compilação, Wendy Northcutt) consta a afirmação: “Human Intelligence is MIA, Presumed Dead”. “MIA” é o acrônimo da expressão do inglês: “perdido em combate”, portanto a frase significa “A inteligência humana foi perdida em combate. Presumivelmente está morta”. O que faz todo o sentido.

Darwinze-se: Darwin cadê você?, Chora Darwin., Bishop e o “Oasis”, Eu te disse, eu te disse., Brincando de lógica, Bandeirantes Modernos, Horrible Histories, Bardo Thodol, Batman – O Livro dos mortos, Juan dos Mortos, E…que Deus nos ajude!!, Oito filmes que retratam o suicídio

Viajando na leitura! As Tranças de Bintou

“As tranças de Bintou” da autora Sylviane Anne Diouf, uma americana afrodescendente que acredita que muitas pessoas ainda precisam adquirir conhecimento sobre o povo africano, principalmente as crianças, para que estes cresçam bem mais informados que as gerações anteriores. Plataforma Espaço Digital

A Biblioteca Infantil de Pirituba, posteriormente denominada Biblioteca Infanto-Juvenil Orígenes Lessa, foi inaugurada em 18 de março de 1965, mas não pôde entrar em funcionamento por falta de funcionários. Neste ínterim, foi criada a Administração Regional de Pirituba Perus que, por não ter um local para se instalar, ocupou o mesmo prédio pertencente à biblioteca.

Leze-se: LITERATURA INDÍGENA: POR ONDE COMEÇAR?, George Orwell, 1984 e Revolução dos Bichos, Cuaracy Ra’Angaba – O céu Tupi Guarani, Preconceitos, padrões, estigmas e outras anomalias, 10 livros que ensinam as criancas cuidar do planeta

Glândula pineal, e a calcificação da pinha.

Carol Capel – Facebook

Anatomia Radiológica: Pineal e assoalho do terceiro ventrículoJezreel

Cisto da pineal e calcificação da pineal: causas e tratamentosJulio Pereira – Neurocirurgião

O que é a Glândula Pineal?Sérgio Felipe de Oliveira

#GLÂNDULA#PINEAL – COMO EVITAR SUA #CALCIFICAÇÃO. Goldene Füsschen Gleide Neubaner – Suiça

Pinhaze-se: Glândula Pineal, Flúor reduz o QI?, 10x + y, Uma Mente Brilhante, Mapa 3D do cérebro humano, Como exercitar o cérebro no dia a dia, Beterraba, O que é colágeno?!?, Alimentos e saúde mental, vidacell®

Mandrágora

Los poderes de la Mandrágora – Criaturas Legendarias. Canal HISTORIA

Cultive sua Mandrágora de verdade!- DIY HARRY POTTER

Nome científico: Mandragora officinarum; Família: Solanaceae (batata).

O uso da raiz da mandrágora é muito antigo. Na Bíblia, em textos do antigo testamento (no livro do Gênesis e no Cântico dos Cânticos), é citado em Genesis 30:14 e Cantares 7:13. Sandra Rivetti – Jardim Cor

Desde tempos remotos usa-se a mandrágora para os mais diversos fins; dizem que ela possui qualidades de natureza medicinal e, tanto médicos como curandeiros, a recomendavam principalmente como analgésico e narcótico. Mas seu uso ia muito mais além, pois acreditava-se que ela era afrodisíaca e alucinógena. Vale do Mago

Era muito utilizada pelos antigos romanos como anestésico em suas cirurgias, mas em tempos medievais poucos a utilizavam por ser considerada uma planta de mau agouro.

Na Idade Média, acreditava-se que devia ser colhida somente em noite de lua cheia e arrancada da terra por um cão preto, pois se outro animal ou pessoa o fizesse, a raiz gritaria tão alto, que provocaria a morte.

As mandrágoras fazem parte do currículo de Herbologia do segundo ano da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. No ano letivo 1992-1993, o crescimento das mandrágoras da escola serviu para fazer uma poção restaurativa para reviver as vítimas de petrificação após a re-abertura da Câmara Secreta. Harry Potter Wiki

Durante a Batalha de Hogwarts, a Professora SproutNeville Longbottom e outros estudantes lançaram mandrágoras sobre as ameias do Castelo para atacar os Comensais da Morte.

Sempre que desenterrada, a raiz grita. O grito de uma mandrágora madura matará qualquer pessoa que o ouça, mas os gritos de uma mandrágora jovem normalmente só farão a pessoa desmaiar por algumas horas. Para estudá-las em Herbologia, a professora Pomona Sprout pede a seus alunos que usem abafadores para proteger seus ouvidos dos gritos. O grito de uma mandrágora é muito parecido com (se não o mesmo que) um grito de banshee, que também é fatal.

Entre as páginas do livro “Harry Potter e a Câmara dos Segredos”, de J.K.Rowling e de obras como “Romeu e Julieta” de William Shakespeare ou até em imagens de filmes como “Labirinto de Fauno”, de Guillermo Del Toro, a mandrágora está presente e desperta curiosidade em quem a vê.  Renata SilvaCiência 2.0

“A mandrágora é uma planta perene e que tem uma grande raiz principal, bifurcada e muito ramificada e que por vezes adquire a forma humana. As folhas têm 30 centímetros e são verde-escuras, ovadas, basais e as flores são de cor amarela ou púrpura”, explicou Carla Lixa, professora de Biologia. Os frutos por ela originados são carnosos e de cor amarela, sendo aromáticos e tóxicos. Foram apelidados pelos árabes como “as maçãs do diabo”, por terem propriedades consideradas afrodisíacas.

A mandrágora, planta que tem várias espécies e não apenas a referida, pertence à família botânica Solanaceae, é conhecida na história de várias civilizações por diversos nomes. A sua nomeclatura foi evoluindo ao longo dos anos, até que o nome científico que conhecemos hoje – Mandragora officinarum L. – foi dado pelo botânico sueco Carl von Linné (em Português, Carlos Lineu), criador da chamada nomenclatura binomial.

Há dois gêneros de plantas de nome “mandrágora” que são bem distintas e de famílias diferentes. Uma é parente do tomate e é considerada a verdadeiraTrata-se da Mandragora officinalis ; possui flores roxas e suas folhas se assemelham às da tançagem. A outra (Bryonia dioica) é parente da abóbora e possui as folhas em forma de palma; tem flores brancas e pequenos frutos vermelhos; é também conhecida como “Nabo-do-diabo”.

O nome mais abrangente desta planta, de acordo com o trabalho de Carla Lixa, provém do inglês, “mandrake”, ou seja, por um lado homem, devido à raiz que parece ter uma forma humana, por outro o “drake”, derivado de dragão, que faz alusão aos poderes mágicos.

Acreditava-se que a mandrágora tinha poderes mágicos, tendo sido associada muitas vezes a rituais de bruxaria, e que servia como tratamento, por exemplo, para a infertilidade. Ao longo de vários séculos, autores clássicos, como Sócrates, Demóstenes, Macróbio e Teodoreto, escreveram sobre as propriedades soníferas e anestésicas desta planta.

Mandrágora

De acordo com Rubim Almeida, docente de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, consultado pelo Ciência 2.0, todas as mandrágoras “contêm alcaloídes (atropina, escopolamina, etc) que provocam delírios e outros efeitos hipnóticos e depressivos que podem causar muitos outros sintomas como bradicardia, delírios, vómitos e morte”.

No jardim de plantas mágicas e medicinais da Europa medieval do Cloisters, a filial do Museu Metropolitan à beira do Rio Hudson, no extremo norte de Nova York, reluzia a estrela em questão: a mandrágora. Marcelo Marthe – veja

Devido às dificuldades em encontrar mandrágoras em países fora da Europa, quando se trata de fins mágicos, utiliza-se, ao invés delas, o gengibre ou o ginseng. Ambas raízes também têm aspectos que se assemelham a um ser humano (antropomorfismo), com a vantagem de não serem venenosas.

Talvez, na Idade Média, onde as matas europeias eram mais densas, fosse mais fácil encontra-las na natureza. Hoje é realmente algo raro de se ver.

Teofrasto, filósofo grego que escreveu o primeiro tratado sobre plantas, contou, no livro “Enquiry Into Plants II” a história da lenda das mandrágoras que passamos a citar: “O herborista só o poderia fazer à noite. Primeiro, teria de se inclinar em direção do sol poente e homenagear as divindades infernais, isto é, as forças telúricas. O produtor deveria desenhar três círculos ao redor da planta com a sua espada de ferro virgem. Então, de frente para o oeste para evitar feitiços, ele deveria cortar porções das raízes secundárias. Em seguida, não deveria proceder pessoalmente à colheita pois, no momento em que era arrancada, a planta lançava um grito que matava ou enlouquecia aquele que o ouvisse. Por isso, depois de ter cuidadosamente tapado os ouvidos com cera, o herborista amarrava um cão à planta e atirava-lhe um pedaço de carne um pouco além do seu alcance. O cão corria e caía morto. Mas a mandrágora estava arrancada. Uma colheita tão perigosa merecia uma grande retribuição. Mas que importância tinha, já que a mandrágora reembolsava largamente seu comprador. Bastava fechá-la num cofre para que ela dobrasse o número de moedas que ele continha”.

 Jesse e Katherine Oldfield resolveram fazer um ensaio newborn do filho Theodore baseado em Harry Potter e a Câmara Secreta 

Jesse e Katherine Oldfield são moradores de Oregon, nos Estados Unidos, e grandes fãs de Harry Potter. Quando o primeiro filho do casal nasceu, Sebastian, ele teve um ensaio de fotos em que aparecia como o bruxo em um cemitério e foi um sucesso absoluto. NATHALIA SALVADOvírgula

Por isso, quando Theodore nasceu, eles decidiram fazer exatamente a mesma coisa. Inspirado na cena de Harry Potter e a Câmara Secreta, o bebê recém-nascido aparece como uma mandrágora chorosa, enquanto é observado por seu irmão mais velho.

Mandragoze-se: O colírio de Bald, poção de bruxa!, 4 receitas de bebidas que ajudam você a perder peso, Beterraba, Farmácia nunca mais, Ervas, chás e sucos para limpeza natural dos rins, 19 ervas medicinais, O Mundo Vegetal e as constelações, FAKE X DISCERNIMENTO e CARTA 7 de Platão, DENTE DE LEÃO, Cerveja Amanteigada de “Harry Potter “

A maior mentira contada contra a humanidade

MANIFESTO
CARTA ABERTA DE EXPOSIÇÃO DA OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE)

Você já parou para pensar no absurdo que é a proibição da maconha ao redor do mundo? Já parou para se perguntar por que tanta criminalização e perseguição a uma “simples planta”? Doctor Banz

É justamente isso. A maconha pode ser tudo, menos, uma “simples planta”. E todo mundo já sabe disso.

Hoje em dia, milhares de pessoas já se beneficiam da maconha com tratamentos medicinais. Além disso, ela gera energia, tecido, fibra, alimento e estima-se que é possível diversificá-la em mais de 20 mil produtos. Todos biodegradáveis e autossustentáveis. Perfeitos para os dias em que vivemos e nossas reais necessidades.

Com tantos benefícios e diversidade, ela só poderia se tornar um perigo eminente para as grandes corporações que logo, mostraram-se como a grande mola propulsora e uma das principais causadoras de sua proibição em boa parte do mundo.

Mas a algo bem pior por trás disso tudo e todo o esforço do lobby corporativo proibicionista perdem sua importância quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) assume toda a responsabilidade, atestando para o mundo inteiro que a maconha é uma droga letal, como fez na Convenção única de 1961, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A partir daí, a maconha passa a ser proibida no mundo inteiro, praticamente. A partir dessa mentira! Uma mentira consciente que gera um prejuízo incalculável para a humanidade e a biodiversidade de todo o planeta, até os dias atuais.

Aliás, eles sempre souberam que a maconha é muito mais do que uma droga. Uma das plantas mais versáteis de toda a flora, que poderia mudar o estilo de vida de todo o planeta.

Diante disso, tentar calcular o prejuízo à vida humana, gerado por essa mentira, seria o mesmo que somar todas as pragas, conflitos, guerras, racismo, xenofobia e mortes ao redor do mundo desde o início de nossa sociedade até a atual guerra as drogas, e não chegaríamos perto desse número. É estarrecedor.

Esse cálculo torna-se inimaginável e incalculável, quando se acrescenta mais de 60 anos de paralização de pesquisa científica. O resultado é um absurdo tão gigantesco que poderíamos dizer que essa é uma das mentiras que mais prejuízo gerou ao planeta e a todos nós. Desafiamos a você tentar fazer esse cálculo!

Não se acaba com uma doença, tomando remédio para a dor. E sim, atacando a causa. Estamos enxugando gelo.

Quando rebobinamos a fita, percebemos que todo problema em relação à maconha, tem origem nessa covarde e cruel mentira. Assinada e abalizada pela ONU e principalmente por quem quer gerir nossa saúde, a OMS.

É cruel demais. Covarde demais.
Eles têm que ser expostos.
Eles têm que assumir essa culpa!
A OMS tem que pagar por esse crime hediondo!

(Antonio Zanon)

https://www.instagram.com/zanonart/
https://www.behance.net/zanonart
zanonartcontato@gmail.com

Manifesteze-se: CDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!, SOBRE MACONHA, Milton Friedman, MACONHA E A VANGUARDA BRASILEIRA, Uma breve história da maconha, Maconha, o prozac dos pobres?!?, O pai da maconha medicinal moderna, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?, Vaginóides!

Fusca Porsche é um dos mais caros do Brasil

Parece que a ligação do André com o VW Fusca já estava marcada desde o seu nascimento, pois a porta do quarto da maternidade estava decorada com o Fusca abaixo, e o melhor da história é que ele nasceu no dia 20 de janeiro — que depois viria a ser o Dia Nacional do Fusca! Alexander GromowFalando de Fusca & Afins

Entre 1976 e 1990, as importações estavam fechadas no Brasil. Em outras palavras isso quer dizer que nada poderia ser trazido de fora seja para indústria automobilística ou outros setores. Renato Bellote – iCarros

Por conta da proibição, esse período é considerado um dos mais criativos em termos de veículos fora de série. Utilizando a plataforma Volkswagen do Fusca ou da Brasília, criadores pensaram em projetos bem diferentes e até mesmo bastante ousados pra época.

Fusca Cintra reproduz visual do Porsche 959 e só 3 exemplares foram feitos; pioneiro foi restaurado e teve proposta de R$ 300 mil - Arquivo pessoal

André Cintra, um estudante paulista de 15 anos, em 1988 teve a ideia de colocar o visual arrojado do Porsche em um Fusca. Quatro anos depois, nascia o Fusca “959 Cintra”, que foi manchete de revistas especializadas da época. Alessandro Reis – UOL

Primeiro Fusca Cintra produzido foi restaurado e hoje está com colecionador anônimo de Balneário Camboriú (SC) - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Os três exemplares, todos produzidos artesanalmente no início dos anos 1990, estavam sumidos nos últimos anos e foram resgatados em 2020. Hoje pertencem a um colecionador anônimo de Santa Catarina e são bastante valiosos.

Interior do Fusca 959 Cintra pioneiro; carro traz motor 1.8 a ar sobrealimentado com turbo - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Quem conta a história é o caçador de carros antigos Rodrigo Ziliani, o Bilinha, que “salvou” os Fuscas e os repassou a esse colecionador. Cada carro, conta ele, foi achado em local diferente de São Paulo. Todos em estado de abandono.

No ano passado, 2020, o André foi informado que os três carros que ele montou originalmente foram encontrados. Isto foi o resultado do diligente trabalho do Rodrigo “Bilinha”.

Além disso, Rodrigo irá construir outros três Cintras em parceria com seu criador. Hoje com 48 anos, André Cintra revela que ainda tem os moldes originais para produzir as peças de fibra de vidro.

Os moldes foram feitos sobre o Fusca modelado, com os moldes prontos seguiu-se o penoso trabalho de “desmoldar” o Fusca retirando todo o poliuretano expandido e a massa plástica, para depois aplicar as peças em fibra de vidro formando o ‘CINTRA 959’.

O trabalho de confecção dos moldes foi muito bem feito já que eles se mantiveram preservados até os dias de hoje e foram usados na confecção de um quarto carro como veremos abaixo:

Resgate dos três carros originais reacendeu a vontade de produzir mais veículos, como este de corrida - Julio D'Paula/PhotoPress - Julio D'Paula/PhotoPress

Daí veio a a amizade com Ziliani e a ideia de dobrar a produção original do Fusca 959 Cintra. Os três novos veículos serão para uso pessoal, pontua o arquiteto, Cintra.

André conta que o primeiro carro da nova safra acabou de ser concluído e é de corrida, pois só pode ser usado em circuitos fechados.

Esboços da transformação que resultaria no Fusca 959, feitos por André Cintra há cerca de 30 anos - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

A fabricação dos carros número cinco e seis já começou em um galpão de Tupi Paulista com as participações de Bilinha e Plínio Cintra – primo de André que cedeu o chassi para a produção do Fusca Cintra número 4, o de competição – equipado com motor AP 1.6 injetado de 130 cv.

Cartaz do curso que André fez com o designer Anísio Campos, de quem se tornaria discípulo e amigo - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

André Durgante Da Cunha Cintra relata que os primeiros esboços do Fusca 959 nasceram em 1988, durante o curso 1ª Oficina de Design de Automóveis. Os professores foram os designers Fernando Stickel e Anisio Campos – desenhista de clássicos nacionais como Puma GT e Kadron Tropi, considerado o primeiro buggy brasileiro.

Um estudo usando “overlay” em papel vegetal do desenho da lateral de um Fusca de maneira a poder visualizar as partes que seriam modificadas com apliques em fibra de vidro.

Os desenhos que Cintra apresentou ao Anísio Campos no contexto da 1º Oficina de Design de Automóveis e que deram início aos acontecimentos que levaram à confecção dos ‘CINTRA 959’, eles datam de julho de 1988! Verdadeiras raridades.

Cintra recorda que projeto exigiu criatividade; faróis do Porsche original valiam mais do que Fusca 'doador' - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Apresentação do Fusca Cintra foi realizada em meados de 1992, no mesmo local onde André fez o curso. O Fusca 959 Cintra pioneiro traz motor 1.8 a ar sobrealimentado com turbo e faróis do Porsche original valiam mais do que Fusca ‘doador’.

O ‘CINTRA 959’ participou de vários eventos como o 5º Encontro Nacional do Fusca realizado em Interlagos no dia 17 de janeiro de 1993 pelo Fusca Clube do Brasil que eu presidia. Neste evento ele foi distinguido com o prêmio de “Fusca mais excêntrico” ganhando uma placa comemorativa.

Fusze-se: Porsche, Fusca: a volta dos que não foram., Blue Bug, Fusca de Lego, A última despedida do Fusca!?!, Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, DIA NACIONAL DO FUSCA, PARABÉNS!!!, FUSCA ACELERADOS, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, GURGEL MOTORES: O LEGADO

DUBAI CRIA PRIMEIRA TEMPESTADE ARTIFICIAL

A cidade de Dubai inovou mais uma vez no uso da tecnologia. Nesta sexta-feira (23), a cidade iniciou uma série de tempestades de chuva artificiais que visam aliviar o calor que assola a região, cujos termômetros tem marcado mais de 50ºC. FERNANDA DE ANDRADE FANTINELvírgula

O que chama a atenção nesse caso é que o governo do país afirma que as chuvas foram criadas por drones especialmente elaborados para “semear” nuvens.  Eduardo SorrentinoOlhar Digital

A técnica da “semeadura de nuvens” foi criada em 1940 nos Estados Unidos por cientistas que usavam partículas — geralmente cloreto de sódio (sal) ou iodeto de prata — para obrigar a precipitação de chuvas em regiões específicas.

A chuva foi feita com o auxílio de diversos drones, que liberaram cargas elétricas variadas nas nuvens da cidade, o que fez com que elas se aglutinassem e formassem chuva. Essa foi a primeira vez que esse tipo de tecnologia foi usada de maneira bem sucedida.

O projeto foi feito em parceria com pesquisadores ingleses, que estudam a tecnica desde meados do século passado. “O que estamos tentando fazer é fazer com que as gotículas dentro das nuvens sejam grandes o suficiente para que, quando caem da nuvem, sobrevivam até a superfície”, explicou Keri Nicoll, meteorologista da Universidade de Reading.

A ideia é que esse pequeno pulso elétrico ajude no agrupamento de gotículas de água e outras partículas, que formam novas nuvens, essas maiores, que realmente têm chances de criar chuvas. Por estar localizado em uma zona desértica, Dubai normalmente vê apenas cerca de dez centímetros de chuva por ano.

Desde o começo deste ano, o Centro Nacional de Meteorologia (NCM) do país já induziu artificialmente a ocorrência de 126 chuvas em todo o território nacional. Jornal Ciência

De acordo com a revista Newsweek, os Emirados Árabes já investiram mais de 15 milhões de dólares desde 2017 para buscar uma solução para o calor intenso e a falta de umidade.

Dubai, que fica nos Emirados Árabes, faz parte de uma região desértica – como consequência, tem baixos índices pluviométricos. De acordo com autoridades da região, as tempestades que tem caído na cidade se assemelham as chuvas de monções que acontecem (naturalmente) na Índia.

A iniciativa serviu para diminuir os efeitos de uma forte onda de calor que tem atingido a cidade, que é uma das mais tecnológicas do mundo. Esse aumento repentino na temperatura é o mesmo que tem atingido países mais frios também localizados no hemisfério norte, como Canadá e Estados Unidos, que têm experimentado as temperaturas mais quentes dos últimos tempos.

Porém, apesar de representar uma esperança para locais como Dubai, o desenvolvimento de tecnologias capazes de alterar o clima em algumas áreas pode ser motivo de preocupação em outros locais. Segundo especialistas, equipamentos do tipo poderiam ser transformados em armas que “roubam” chuvas de um local e as levam para outro, provocando estiagens em países inimigos.

Chuze-se: Forte chuva causa estragos inimagináveis na Alemanha e Bélgica, Tempestade / Love Vigilantes, Nós, povos da Amazônia, estamos cheios de medo. Em breve vocês também terão., A Africa vai virar Mar, Concreto verde e parede viva

Borba Gato, em chamas.

O monumento, inaugurado em 1963, exalta o bandeirante acusado de homicídios e estupro de indígenas. Yahoo Notícias

No dia em que são realizadas manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), um grupo de 15 pessoas ateou fogo em uma estátua em homenagem ao bandeirante Borba Gato na avenida Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Jovem Pan

“Manuel de Borba Gato fez fama e fortuna na segunda metade do século 18 percorrendo os sertões brasileiros à caça de indígenas para escravizar. Era também um fugitivo da lei e contrabandista de ouro”, conta o historiador Laurentino Gomes.

“Era também fugitivo da Lei e contrabandista de ouro, acusado de matar dom Rodrigo de Castelo, fidalgo português administrador-geral das Minas”, diz o jornalista, autor da trilogias 1808, 1822 e 1889.

Borba Gato foi um dos mais importantes representantes das bandeiras expedições custeadas pela Coroa portuguesa para ocupar e explorar territórios no interior do Brasil.

“Em 28 de agosto de 1682, Borba Gato tinha se acobertado com seu bando na região do Rio das Velhas, em Minas Gerais. Em troca da localização das minas, o rei de Portugal não apenas anistiou o bandeirante como lhe cumulou cargos e honrarias. Num piscar de olhos, Borba Gato deixou de ser um criminoso fugido da lei e foi imediatamente promovido a fidalgo e guarda-mor das Minas de Caetés”, explicou o escritor em uma publicação feita no ano passado no Twitter.

O monumento aparenta não ter sofrido grande dano. Uma bandeira com os dizeres “Revolução Periférica” também foi estendida no local. Ontem (23),  o coletivo  divulgou um vídeo perguntando: “Você sabe quem foi Borba Gato?” em seu instagram.

Obra do escultor Júlio Guerra, que nasceu no bairro, a estátua faz homenagem ao bandeirante Borba Gato e foi inaugurada em 1963. São 10 metros de altura em concreto, com peso de 20 toneladas. Correio 24 horas

Assinada pelo artista plástico Júlio Guerra (1912-2001), a escultura com 13 metros de altura (incluindo o pedestal) levou seis anos para ficar pronta. 

Este não foi o primeiro ato contra o monumento. Em 2016, a estátua de Borba Gato foi atacada com um banho de tinta.

Grupo incendeia estátua de Borba Gato, na zona sul de São Paulo

Os bombeiros chegaram ao local por volta das 14h e deram início ao combate às chamas. “O fogo foi controlado em poucos minutos, mas a estátua ficou chamuscada e com algumas rachaduras na perna”, disse a fotojornalista Thais Haliski, que estava no local no momento do início das chamas. Brasil de Fato

Ze-se: Direito dos bandeirantes e para que servem as leis., Cãolho math, Ausonia Donato, entre outras., Um Caranguejo Elétrico, Bandeirantes Modernos, Cavalo louco, I AMazonia, Joaquim, O Brasil visto do Céu, O último Tanaru, Nenhuma gota a mais!!!

CDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!

Desde o surgimento da WADA, em 1999, os cannabinóides THC e CBD eram considerados de uso ilegal em competições esportivas oficiais, essa será a primeira Olimpíada onde atletas poderão se beneficiar dos efeitos do CBD em sua recuperação muscular e outros usos voltados ao esporte. Dr. Banz! 

Liberado pela Agencia Mundial Antidoping (WADA) em 2017 e retirado da lista de substâncias proibidas no esporte pela organização em 2018, o CBD já é uma realidade nas Olimpíadas de Tóquio deste ano. Atletas como o maratonista Daniel Chaves, que faz uso do CBD desde 2016 por conta uma depressão, afirma que a substância salvou sua carreira no esporte. João R. Negromonte – Sechat

De início, ele buscou ajuda nos remédios de tarja preta. “Não foi legal. Tomar aqueles medicamentos me deixava prostrado, por causa dos efeitos colaterais. Então parei de usá-los, mas não conseguia ficar estável”, relembra o corredor, que conheceu o óleo de canabidiol, também chamado de CBD, em 2018, por meio de um amigo que o utilizava para tratar dores resultantes de uma batida de carro. ANITA KREPP – piauí

Outros atletas brasileiros reforçam o time de Daniel, como o catarinense Pedro Barros, de 25 anos, considerado hoje o maior nome do skate brasileiro e Bruno Soares, tenista de 39 anos que faz uso do CBD há três anos.

O médico neurologista Renato Anghinah, professor da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) afirma também que não há relatos de efeitos colaterais relacionados com o uso da substância e que por isso, pode ser que cada vez mais atletas se interessem por esse medicamento.

Sha’Carri Richardson era a grande esperança dos Estados Unidos para acabar com o domínio da Jamaica na prova mais nobre do atletismo. O problema é que a norte-americana de 21 anos corre risco de ficar fora dos Jogos Olímpicos de Tóquio por ter testado positivo para o uso de maconha. Kauê Vieira – Hypeness

Os outros compostos da cannabis, porém, continuam vetados. Não à toa, Sha’Carri Richardson, velocista norte-americana favorita ao ouro em Tóquio, foi suspensa dos cem metros rasos por testar positivo para o THC, a parte psicoativa da cannabis, que exibe propriedades terapêuticas similares às do canabidiol, mas também causa euforia e, dado o nível de estimulação dos atletas é um composto que possivelmente não sairá da lista de substâncias proibidas no esporte nos próximos anos.

O maratonista Daniel Chaves: atleta diz que o canabidiol o ajudou a vencer a depressão
O maratonista Daniel Chaves: atleta diz que o canabidiol o ajudou a vencer a depressão – FOTO: CADU VIGILIA/DIVULGAÇÃO

O episódio reavivou um debate antigo: por que seguir proibindo o THC se hoje os cientistas já sabem que o consumo da substância não influencia no rendimento dos atletas? Tanto é assim que até a Casa Branca, ainda em cima do muro sobre a legalização da cannabis em todos os Estados Unidos, vem tentando uma reunião com a Wada para discutir o afrouxamento das regras sobre o uso da planta por esportistas.

“Acredito que já na Olimpíada de 2024 o THC será permitido. Tomara, pois vai melhorar a qualidade de vida de muita gente. Eu sou a prova dos benefícios que a cannabis pode trazer quando ministrada na quantidade certa”, afirma Chaves. Com a pandemia, a procura pelo CBD aumentou no Brasil. Muita gente começou a buscá-lo para neutralizar a insônia e outros distúrbios psíquicos trazidos pela crise sanitária.

O tratamento de Chaves é patrocinado pela USA Hemp, empresa que produz desde medicamentos até sais de banho à base de cannabis. Criada em 2014 por uma família de Goiás que se estabeleceu nos Estados Unidos há 25 anos, a companhia reserva 500 mil reais por ano para apoiar atletas e doar produtos a brasileiros de baixa renda que necessitam de tratamento canábico. “A história de superação do Daniel nos inspirou tanto que vamos lançar uma linha com seu nome”, diz a matriarca Corina Silva, CEO da empresa.

Cada vez mais, empreendedores do gênero buscam patrocinar atletas de alto rendimento no Brasil como parte de um plano de marketing, uma vez que a publicidade explícita de produtos de cannabis está proibida no país, assim como o seu plantio (já importação, venda e uso são permitidos desde 2015 por uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a RDC 17/15). Motivar um esportista a relatar sua experiência positiva com a erva pode ser um golaço.

Na verdade, o óleo nunca enfrentou grandes barreiras no universo desportivo. Ao contrário, foi recebido com curiosidade por boa parte dos atletas profissionais no mundo. Só que a maioria dos adeptos ainda teme tocar publicamente num assunto que é tabu há várias décadas.

Dr Banz - CBD legalizado nas Olimpíadas do Japão 2020

O fato é o seguinte, alguns atletas por medo de perder seus patrocínios usarão produtos com CBD, mas não vão divulgar. Mas outros atletas seres humanos maravilhosos, vão levantar a bandeira, vão divulgar e por consequência levarão nossa torcida pelas medalhas!

Hoje Chaves se considera um porta-voz dos benefícios da cannabis. Nascido e criado numa comunidade em Petrópolis, na serra fluminense, precisou bater um papo sobre o assunto com a mãe, que até então só relacionava a maconha a uma série de malefícios

Foi o triatleta amador Fernando Paternostro quem colocou a USA Hemp em contato com Chaves. Ele também fez a ponte entre quase cem outros esportistas e seus patrocinadores. Sócio da Atleta Cannabis com Peu Guimarães, Paternostro oferece toda a assessoria necessária para os interessados em aliar o esporte à erva. No mês retrasado, a empresa patrocinou o reality show de jiu-jitsu The New Star, exibido no YouTube. Treze dos dezesseis participantes tomaram CBD. Dois preferiram não experimentar o novo hype do esporte, e um foi desaconselhado a consumir o óleo por fazer uso de medicamentos controlados. 

Nos Estados Unidos, o uso de compostos da cannabis no contexto esportivo, seja na forma de óleo, cigarro, pastilha, bebida, creme, pomada e mesmo biscoito, vem se normalizando rapidamente. Vários atletas norte-americanos já admitem consumir a substância, como Megan Rapinoe, eleita melhor jogadora de futebol do mundo em 2019, e de sua companheira de equipe, Alex Morgan. De tão encantada com o tema, Morgan até criou a Just Live, marca de CBD feita por e para desportistas.

Mike Tyson também investe milhões em plantações da erva e promove debates sobre o assunto, que é especialmente interessante aos lutadores de boxe e MMA, não raro acometidos por problemas neurológicos devido às recorrentes pancadas na cabeça. Estima-se que pelo menos 30% desses atletas desenvolvam algum tipo de demência ou disfunção psicológica, como depressão e agressividade.

Foi o que aconteceu com o ex-companheiro da empresária Rose Gracie, cujo sobrenome é internacionalmente associado à prática do jiu-jitsu. “Vi meu então marido tentar o suicídio na minha frente. Ele lutava MMA na época e sofria de depressão. Quando conheceu a cannabis, passou a usá-la. Foi o que o salvou.”

Depois disso, Gracie fez parceria com uma marca norte-americana de produtos à base da erva e os colocou à venda em várias academias do grupo. A empresária virou uma espécie de consultora canábica dentro da própria família, que não estava muito confortável em relacionar o sobrenome de peso a algo que muitos enxergam como droga. Ela planeja abrir uma ONG para tratar com cannabis os atletas e ex-atletas que desenvolveram patologias decorrentes da luta.

De acordo com Gracie, cerca de 70% dos lutadores nos Estados Unidos já utilizam a erva recreativa ou terapeuticamente. A Comissão Atlética do Estado de Nevada (NSAC), que regulamenta algumas das lutas mais vistas no mundo, se juntou à Comissão de Boxe do Estado da Flórida e, no início de julho, decidiu acabar com as punições aos esportistas por uso de qualquer substância presente na cannabis.

No Brasil, o Sindicato de Atletas de São Paulo (Sapesp) será pioneiro na implementação de pesquisas sobre a planta com o intuito de oferecer maior conforto e apoio aos lutadores. A previsão é de que os estudos comecem ainda este ano. O presidente da instituição, Rinaldo Martorelli, já está testando em si mesmo o potencial da cannabis contra enfermidades como a dor no ombro que carrega desde os anos 1980, quando foi goleiro do Palmeiras. 

O médico Renato Anghinah, professor de neurologia na Universidade de São Paulo aposta que, a partir de 2022, as discussões acerca da cannabis irão avançar no mundo inteiro. “Cerca de 40% dos pacientes que tiveram Covid-19 se queixam de cansaço crônico e déficit de memória prolongados. Há indícios de que o CBD pode ajudar a vencer tais problemas, com poucos efeitos colaterais, como diarreia ou sonolência, mas nada muito intenso. Por isso, a tendência é que se abra um campo de estudos muito grande sobre o uso da erva em síndromes pós-Covid.”

Dr Banz - CBD legalizado nas Olimpíadas do Japão 2020

“Meu sonho é rodar o mundo disseminando informações sobre a planta enquanto me preparo para a Olimpíada de 2024. Quero levar o CBD às favelas do Rio, por exemplo, e dizer que se trata de um remédio de verdade. As comunidades quase não têm acesso a essas informações, e o Estado, quando pega um morador de lá com alguma quantidade de cannabis, só pensa em punir. Ninguém pergunta se o cara precisa daquilo para ficar estável psicologicamente.” Chaves planeja depois dos Jogos comprar um motorhome.

Olimpize-se: Que comecem os Doodle Champion Island Games!, Patrono do esporte brasileiro, Centro de Esportes Radicais, Toda bike importa, Capitão Fantástico, Canabidiol, o CBD, Os benefícios da cannabis no tratamento da Covid, Seus pés e sua saúde, Invista na cannabis ativa, Máquinas Voadoras, Van movida a energia solar ou com banheiro?!?

Google Street View Olímpiadas Japan e others app

O Google Street View foi atualizado para permitir um tour virtual por diversas localidades além do ambiente urbano. É possível explorar as delícias da culinária japonesa, conhecer um pouco sobre arte e artesanato, adentrar em cavernas ou até admirar o belo Monte Fuji. Se quiser dar uma fugidinha de Tóquio, também dá para observar cidades históricas e outras curiosidades da cultura japonesa. Alveni Lisboa – Canaltech

Google preparou uma seleção de aplicativos, incluindo o aplicativo oficial das Olimpíadas, que conta com resultado dos eventos, ranking de medalhas, streams oficiais e muito mais. Além disso, a lista do Google também conta com aplicativos das emissoras oficiais, como o Globoplay, e aplicativos de Fitness, como o Strava Tracker, que acompanha e dá informações sobre as caminhadas dos usuários. Dácio AugustoShowmetech

Google Street View conta com possibilidades de explorar as montanhas japonesas, ou o artesanato japonês e saber mais sobre eles com o Google Arts & Culture. Por fim, se quiser aprender a língua, o já conhecido Google Tradutor está aí para te ajudar.

Explore o Japão com Street View, Google Arts & Culture e Google Tradutor

Exploze-se: CADTEC e Lei de Zoneamento, A arte de ler., Eu sou o meu Deus., Brasil termina Parapan em 1º lugar e faz a melhor campanha da história, Queda Livre!, Extintion by Japan, Brumadinho made Japan?!?, Coleção de arte japonesa de Van Gogh, para download, Takarazuka

Que comecem os Doodle Champion Island Games!

Google entrou no clima da Olimpíada de Tóquio 2020 com o Doodle Champion Island. Dessa vez, a gigante de buscas criou um jogo temático em que o personagem desbrava um mundo cheio de desafios inspirados nas modalidades olímpicas. Lucky é um simpático gatinho que precisa derrotar os sete campeões que dominam a Ilha dos Campeões. Marvin Costa – TechTudo

Welcome to the Doodle Champion Island Games! Over the coming weeks, join calico (c)athlete Lucky as she explores Doodle Champion Island: a world filled with seven sport mini-games, legendary opponents, dozens of daring side quests, and a few new (and old ;)) friends. Her ultimate goal? Defeat each sport Champion to collect all seven sacred scrolls—and complete extra hidden challenges across Champion Island in the purrr-ocess.

Are you feline Lucky 😼 ? Click on today’s Doodle, join one of the four color teams to contribute to the real-time global leaderboard, and let the games begin!

Doodle Champion Island Games (24 de julho)

Como em toda data especial, o doodle estará presente, com destaque para o que a companhia classifica como o “o maior Doodle interativo de todos os tempos”. Criado pelo estúdio de animação japonesa STUDIO 4°C, ele permite entrar em equipes para disputar competições de skate, rugby, escalada e outros esportes — tudo ao melhor estilo Califórnia Games e com visual 16 bits.

O chamado Doodle Champion Island ainda terá missões paralelas e dezenas de surpresas, conforme explica o Google. A promessa é de ser um jogo de verdade, com muitas opções, para rodar direto no navegador.

Doozle-se: Google Doodle Jogos, Ebenezer Cobb Morley: Doodle, Veja tudo que o Google sabe sobre você !!, 10 fatos sobre inteligência artificial, Neal.fun, Cursos de Programação informática, O Gambito da Rainha, WordCamp Denver, Campus Party Digital Edition, TURMA DA MÔNICA TOY, ESQUENTA PARA AS OLIMPÍADAS DO JAPÃO

Feminista versus World

AS MULHERES SÃO MINORIAS? Cortes do Venus [OFICIAL]

O FEMINISMO MENTIU PARA VOCÊ! (VIOLÊNCIA DOMÉSTICA)

É bem comum associarmos a violência doméstica quase que exclusivamente aos homens agredindo as suas mulheres, mas será que esse imaginário popular de fato se reflete na realidade? Alguns dados e estudos sobre o tema podem acabar te surpreendendo!

A luta pela equidade de gênero | Joanna Burigo | TEDxLaçadorTEDx Talks

A FEMINISTA QUE FALIU POR CAUSA DO FEMINISMOCanal Tragicômico

Uma feminista chamada Samantha Brick decidiu abrir a própria empresa, porém com o diferencial de que ela contrataria apenas mulheres. Motivada pelo discurso sobre a irmandade feminina ela fez de tudo para que seu projeto fosse um sucesso, mas a realidade acabou sendo muito diferente do que ela esperava.

Ze-se: UMA MULHER EMPODERADA, Feminismo : Entrevista de Carolina Reis a Clarice Falcão, Kathrine Switzer e a Maratona de Boston de 1967, Dos crimes contra a honra, Sexo seguro!, Evolusex, GENTE HONESTA E ESFORÇADA, OS DESVIANTES E OS COM SÍNDROME DE MANADA, Tura Satana, Sensibilidade, Receita de Spa em casa

Franck Caprio

Um juiz justo é o que todos esperam e foi o que fez Franck Caprio viralizar com um vídeo gravado em um tribunal americano.

O vídeo faz parte de um programa de televisão famoso nos EUA, Caught in Providence, que transmite os jugalmentos reais.

Francesco Caprio, conhecido como Frank Caprio, é o principal juiz municipal em Providence, Rhode Island e ex-presidente do Conselho de Governadores de Rhode Island, nos Estados Unidos.

Francesco ‘Frank’ Caprio was born in Providence, Rhode Island USA, on 23 November 1936 – his zodiac sign is Sagittarius and he holds American nationality. He is a lawyer, politician and the chief municipal judge of Providence, but who might be known best for his role in the reality TV series “Caught in Providence”. Robbie PetersonTheBiography 

Frank attended Central High School, and during those four years also worked various jobs, including being a shoe-shiner and a dishwasher. He was interested in sports, especially wrestling, and became a state wrestling champion in 1953 aged 16. Upon matriculating in 1954, Frank enrolled at Providence College from which he graduated with a Bachelor’s degree in 1958. He was also a member of the National Guard for six years (1954 – 1960).

Frank’s age is 84. He has short brown hair and brown eyes, his height is 5ft 8ins (1.73m) and he weighs around 150lbs (68kgs). As of January 2021, his net worth has been estimated at over $1 million.

Frank enrolled at Harvard University in 1984, and obtained his Bachelor’s degree in economics in 1988, and his Doctor of Law (JD) degree in 1991 from Suffolk University Law School.

As soon as he obtained his JD, Frank founded the Caprio Law Firm at which he has been a partner since.

He worked in the field of law for the following 15 years, and in 2006 became the Treasurer of State of Rhode Island, serving as the Chairman of State of Rhode Island Commission holding the position until 2010. In 2011, he became a partner at the Private Credit / Private Equity Chatham Capital Company, and has been working with them to this day.

In January 2020, Frank and his brothers founded the Caprio Brothers investment company, and have since been working together.

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