Dia mundial da alfabetização

Dia mundial da alfabetização. Linkedin: Ricardo Amorim

No dia 08 de setembro comemora-se o Dia Mundial da Alfabetização: data criada pela ONU – Organização das Nações Unidas, por meio da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, instituída em 1966, mas que teve sua primeira celebração oficial em 1967. isaac

Você já imaginou como seria a sua vida se não fosse alfabetizado? Quantas oportunidades teria deixado para trás, quantos livros, mensagens ou notícias não teria lido, quantas vezes teria deixado de lutar pelos seus direitos como cidadão, quantos lugares não teria conhecido…

A alfabetização é um processo de aprendizado educacional onde desenvolve-se a gramática e suas variações, chamando de alfabetismo a capacidade de ler, compreender e escrever textos, e de calcular números.

Esse aprendizado não se resume apenas às habilidades mecânicas – codificação e decodificação – do ato de ler, mas também em interpretar, compreender, criticar, resignificar e tudo o que leva o indivíduo a colher e produzir conhecimento para si e para a sociedade no geral.

De acordo com o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, é direito de todo ser humano ter acesso à alfabetização e educação de qualidade, garantindo amplas possibilidades de desenvolvimento que interferem na emancipação como indivíduo.

Segundo o artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos: “A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional dever ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.”

De acordo com dados divulgados pela Unesco, em 2019, apesar dos progressos feitos ao longo dos anos, cerca de 773 milhões de adultos em todo o mundo ainda não dominam as competências básicas em escrita e leitura. Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente – 08/09/2021

No Brasil, as taxas de analfabetismo têm diminuído nos últimos anos, mas ainda estão longe de serem ideais. O país ainda tem 11 milhões de analfabetos, segundo dados de 2019 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como incentivar este processo de forma natural?

O ideal para a professora e pesquisadora da pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Silvia Colello é termos políticas públicas de distribuição, não só de livros, gibis e materiais escritos, mas também no sentido de promoção do acesso aos bens culturais (cinema, teatro, exposição), estimulo às campanhas de orientação aos pais de incentivo à leitura infantil e disponibilização de bibliotecas acessíveis às crianças e suas famílias.

Palavras perdidas: Capitão Fantástico, 10 brincadeiras para a família fazer dentro de casa nos dias de chuva, TEORIA DO CAPITAL HUMANO – RESUMO, BRANCA ALVES DE LIMA, Paulo Freire plagiou professor americano e destruiu a educação brasileira, Vovô Tech e outras aulas grátis para idosos, Maria Montessori

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