Lashon hará

Lashon hará (maledicência) é uma observação negativa verdadeira sobre outra pessoa. A Torá nos proíbe de fazer tal declaração ou de dar ouvidos a ela. Chabad.org

Os sábios nos ensinam que um judeu que fala lashon hará peca tão gravemente como um assassino, um adúltero ou um idólatra. Na época do Bet Hamicdash um judeu que falasse lashon hará era punido com tsaráat.

A lashom hara, fofoca, malidicencia, poderia também causar um sério dano a quem cometia tal ato, a tsaraat, o que nós chamamos de lepra vulgarmente. A Tsaráat aflige, progressivamente, a casa, as roupas e a pele da pessoa, a menos que purifique a sua forma de falar.Uma terrivel maldição espiritual toma conta da vida da pessoa que cometeu lashom hara. Analisando as escrituras

A palavra “lepra”, no original hebraico, é “tsaráat”. Ela significa mais coisas do que apenas uma doença física. Se você observar em Levítico 13: 2-28, verá a Bíblia lidando com o diagnóstico de, pelo menos, 21 aflições da pele, que são expressas por um termo que inclui tudo, o termo lepra. Se falasse de uma doença caracterizada pela brancura, conforme Êxodo 4:6, caracterizada por inchações, tumores ou manchas que desfigurassem a pele, provavelmente, seria lepra. Então, é claro que a descrição desses dois capítulos, provavelmente, incluía outras doenças da pele, além da lepra ou da hanseníase, conhecida hoje.

“Que diferença faz umas poucas palavras?”

D’us quer que todos os judeus vivam em paz uns com os outros. Julivan Santos – Bnei Noach

É muito difícil, e às vezes quase impossível, fazer teshuvá por haver falado lashon hará. Para fazer teshuvá, a pessoa deve sentir-se arrependida por haver falado lashon hará e decidir nunca mais repetir este falha. Mas não é suficiente. Ela deve também dirigir-se à pessoa sobre a qual falou e desculpar-se. É muito difícil procurar um parente ou amigo e dizer: “Falei lashon hará sobre você; por favor, perdoe-me!”

Nos textos sagrados do judaísmo existem termos que não são facilmente traduzíveis. Isto é o que acontece com a palavra teshuvá que é traduzida como arrependimento, mas na realidade se trata de uma ideia mais complexa e profunda. Conceitos

Durante o tempo de teshuvá é necessário adotar uma postura espiritual baseada no remorso e no arrependimento pelos pecados cometidos. Em outras palavras, os danos causados devem ser reparados para não serem cometidos novamente. Pode-se dizer que neste processo de introspecção há um julgamento sobre si mesmo. Não se trata de uma simples autocensura, mas de pensar em suas próprias ações com o objetivo de aliviar o espírito. Neste diálogo interior existe, por sua vez, um diálogo com Deus.

Para um fiel católico, quando se realiza uma ação indevida ou um pecado é necessário obter o perdão de Deus. Assim, através do sacramento da confissão, os fiéis confessam seus pecados e por meio da ação do Espírito Santo, o sacerdote lhe concede o perdão pelos pecados cometidos.

No entanto, o pedido de perdão só faz sentido quando existe a vontade de não cometer o mesmo erro novamente. Em outras palavras, só existe validade quando há um propósito sincero de arrependimento pelos pecados cometidos.

A palavra “teshuvá” vem da raiz hebraica “shub” que significa “voltar-se, retornar”. A palavra “teshuvá” significa literalmente “resposta, volta, retorno” e aponta para ideia de “voltar a um lugar” assim como tem também o sentido de “resposta”. A raiz “shub” está presente em toda a Escritura, mas a palavra “teshuvá” aparece somente na Brit Hadasha! Mário Moreno – Shemaysrael

Lashon hara [also known as leshon ha-ra or loshen horoh] [is] scandal-mongering. Lashon hara is considered to be prohibited by the Bible on the basis of Leviticus 19:16, “You shall not go up and down as a slanderer [in some translations: talebearer] among your people,” and is frequently condemned in the Book of Proverbs. My Jewish Learning

The rabbis [of classical Judaism in late antiquity], in inveighing against it, often resorted to hyperbolic language, e.g. in saying that slander, talebearing, and evil talk were worse than the three cardinal sins of murder, immorality, and idolatry. 

The most thorough discussion of the halachic and moral aspects of lashon hara is in Israel Meir Kagan’s Hafetz Hayyim.

O lashom hara esta presente no oitavo mandamento, “não levantarás falso testemunho contra teu próximo” e vemos também que Jesus nos ensinou a não fazermos ao próximo o que não queremos que façam a nós, e ainda nos disse que da mesma forma que perdoamos, somos perdoados. Mas devido a pouca importância que se da a este pecado, ele parece supérfluo, banal.

A teshuvá completa pela grave falha de lashon hará é muito difícil. Por isso, devemos ser cuidadosos para evitar este pecado.

Teshuváze-se: Essênios, eventos externos, Rivers Of Babylon by Boney M., A FÁBULA DO PORCO ESPINHO, Judas e a PNL, Insensatez, A igreja de todos os Deuses, LEIS DA GRATIDÃO

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