Ailton Krenak: próxima missão do capitalismo é se livrar de metade da população do planeta

Antes da pandemia, Ailton Krenak man­­tinha uma agen­da intensa. Es­critor finalista do Prêmio Jabuti com seu livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, também lançou A Vida Não É Útil e O Amanhã Não Está à Venda, todos pela Companhia das Letras. Por conta da produção, viajava com frequência pelo Brasil. Desde a chegada do vírus, Krenak cumpre, porém, a quarentena na terra indígena de sua etnia, a 200 quilômetros de Belo Horizonte. “Mantemos as nossas famílias próximas. Podem encontrar-se no quintal, podem comer juntos, não precisam usar máscara. Temos um regime orientado por um protocolo comunitário”, conta. No oásis à margem esquerda do Rio Doce, em meio ao caos sanitário, ele segue alerta para os dramas do mundo, como demonstra na entrevista a seguir. Thais Reis Olivieira – Leia Entrevista Carta Capital

Krenakze-se: “A MÃE DO BRASIL É INDÍGENA”, Indígenas doam alimentos, Maior encontro dos povos indígenas do Brasil será on-line, LITERATURA INDÍGENA: POR ONDE COMEÇAR?, Os Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá

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