The bad trip da música

Desde o ano de 1953, quando a International Standards Organization, também chamada pela sigla ISO, tornou esse padrão uma regra, a grande maioria das músicas passou a ser afinada na frequência de 440 Hz, bem como a maioria dos instrumentos musicais que utilizamos em composições. Isso significa dizer que os 440 Hz correspondem ao número de vibrações a cada segundo. Eu Sem Fronteiras

Há um tipo alternativo de afinação, utilizada antigamente, que de acordo com estudiosos é parecida com a do universo, considerada ainda muito harmônica e perfeita. É a frequência 432 Hz, também chamada como Lá de Verdi, que se vale da fórmula de Pitágoras. Essa vibração sim reproduz de modo natural a música, se encontra em sintonia com as batidas do nosso coração e estimula no nosso cérebro a produção de serotonina, substância que ajuda a regular o humor, o sono, o apetite e ainda auxilia na cura da enxaqueca. Não é à toa que esta é a mesma afinação e vibração que é utilizada nos melhores violinos do mundo, os Stradivarius. Podemos dizer que as músicas compostas nessa frequência possuem poderes benéficos.

Frenquenze-se: Câncer Zika cérebro, O cansaço e as novas frequências, quem sou eu com #60+, OS MACACOS ENTRARAM NA IDADE DA PEDRA, A EVOLUÇÃO DOS ROBÔS.

4 respostas para “The bad trip da música”

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