A maconha como porta de entrada

Um dos argumentos, muito repetido nas mídias sociais, nas conversas do dia a dia e até mesmo por autoridades é a famosa frase: “A maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas”. Norberto Fischer


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Se alguém seguir a mesma lógica para verificar quantas pessoas haviam consumido, por exemplo, refrigerante em suas vidas antes de usar cocaína, possivelmente chegaríamos à conclusão de que a bebida doce a é porta de entrada, o que não faz nenhum sentido, assim como não faz no caso da maconha.

Anarquista

Nos últimos anos me deparei com três posicionamentos diferentes, os que defendem:

  • A completa proibição da maconha no Brasil, independente do uso, mesmo medicinal;
  • Regulamentação da planta, incluindo a descriminalização do uso recreativo;
  • Uso medicinal, mas o uso industrial e social deveriam ainda ser debatidos pela sociedade.

Hoje, por estar vivendo diariamente com a maconha medicinal no tratamento da Anny posso garantir que “a maconha é sim uma porta de ean Lefebvreentrada, mas para a qualidade de vida de muita gente, para uma vida em abundância e com saúde. Hemp Meds Brasil

“Um assunto tão delicado pede um amplo debate, consultando especialistas com posições diferenciadas. A questão da maconha medicinal, expressão bastante difundida na sociedade, não se mostra verdadeira, e os especialistas apontados por nós terão a capacidade de diferenciar o uso terapêutico do canabidiol, do uso indiscriminado e nocivo à saúde da maconha e suas 500 substâncias psicoativas”, pontuou Eduardo Girão no requerimento.

A proposta analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) foi uma iniciativa da ONG Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). Os representantes da ONG informam que o texto baseia-se em legislações já em vigor nos estados norte-americanos da Califórnia, Nova York e Oregon, assim como no Uruguai. Também garantem que o texto obedece à Convenção Única sobre Entorpecentes (ratificada pelo Decreto 54.216, de 1964) e à Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (ratificada pelo Decreto 79.388, de 1977), tratados internacionais assinados pelo Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). senado notícias

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteaux chamou a atenção para as dificuldades em debater sobre acesso a medicamentos derivados da cannabis, saúde e usos de substâncias que deveriam estar dentro da liberdade individual. “O Brasil é um dos países mais proibicionistas do mundo e isso faz mal à saúde. O Brasil importa o modelo da política de cannabis medicinal dos Estados Unidos e lá essa política tem passado por mudanças significativas, então, qual a dificuldade que temos em trazer esse debate para o país?”, disse. Luciana afirmou que não é só reduzir danos e impedir retrocessos, mas tentar avanços e mostrar que a política de drogas não só inclui grupo de cultivadores, mães e universitários. “É um cenário que até na América Latina o Brasil está muito atrasado”, concluiu.

Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), ressaltou a importância de trabalhar para manter os avanços já conquistados na saúde pública e a relevância do SUS para a população. Gulnar aprofundou o argumento da acessibilidade aos medicamentos e saúde básica citando o caso de populações em área remota e indígenas. “Às vezes a condição financeira para comprar medicamentos não é o único problema, mas, essas pessoas também não têm nenhum acesso à assistência médica, e isso é muito grave”, disse. A médica lembra que o acesso a saúde melhorou bastante nos últimos anos, mas que infelizmente esse tempo não foi suficiente para que houvesse uma diminuição na desigualdade existente no país. Gustavo Mendelsohn de Carvalho, Julia Dias e Matheus Cruz (Agência Fiocruz de Notícias)

Jean Lefebvre – Hempadão

A maconha, além de tudo, pode ser também a porta de saida para as drogas! Existem diversos relatos de pessoas que eram viciadas em crack, cocaína, cigarro e álcool, que conseguiram se livrar do seu vício com a ajuda da cannabis, e não se pode culpar um ser humano por experimentar algo diferente, a curiosidade e necessidade de alterar a consciência, para alguns, é muito grande. Jean Lefebvre
Poetize-se: Comidinhas de Maconha, Ervas medicinais, Avaliação química, E agora???, Quase imortal!!!, Manual de Apicultura em Pequena Escala, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Desenho de criança, Estupidez, Doenças degenerativas, Polícia 24 horas, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Suco de limão e Bicarbonato,

2 respostas para “A maconha como porta de entrada”

  1. PREJUÍZOS. PREJUÍZO TODO DIA
    Vídeo > https://youtu.be/Ji4GCLHmdtY
    Crônica > https://gustavohorta.wordpress.com/2019/08/16/prejuizos-prejuizo-todo-dia/
    NÓS SÓ TEMOS UMA ARMA. E ELA É LETAL: PREJUÍZO, TODO DIA.
    Prejuizos. Prejuízos TODO dia.
    #PREJUÍZOTODODIA 
    #PREJUÍZOTODODIA
    A gente não se emociona mais nem com os vazamentos da vaza jato, nem com as entrevistas do Lula, nem com todos os elementos escatológicos do jumento que hoje ocupa a presidência.
    Estamos inertes. Mas não estamos imunes.
    Que tal pensarmos em deixar que essa nossa inércia seja aplicada na direção dos prejuízos sobre essa quadrilha de canalhas que tomaram posse do nosso país?
    Talvez seja isso que a gente tenha que fazer. Ficarmos inertes, paralisados e perplexos, enquanto, encolhidos em nossos cantinhos, aplicarmos todo dia prejuízos nesses caras e nessa gente.
    Não é abismo. Não é fundo do poço. É UMA FOSSA TRANSBORDANDO e nós a nadar nos dejetos para não ter, por enquanto, que beber espontaneamente. “VAMOS TER QUE ENGOLIR”?
    A guerra é *DESPROPORCIONAL, ASSIMÉTRICA*.  Nossa única arma é aplicar *PREJUIZOS*, sistemáticos, TODO DIA.
    *ELES NOS DISTRAEM, ELES NOS DESTROEM*.
    #PREJUÍZOTODODIA
    Abraço.
    Recebam as bênçãos.
    gustavohorta.wordpress.com

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