Frans Krajcberg

O artista polonês Frans Krajcberg amou o Brasil como poucos. Brasileiros, inclusive. Foi um dos europeus – como Pierre Vergé e Margaret Mee – que adotaram nosso país como pátria. Amou e defendeu a naturezae os indígenas, seus povos originais, com sua arte. Amou a Amazônia e, em 1978, fez uma viagem pelo Rio Negro com amigos – o artista Sepp Baendereck e o critico de arte Pierre Restany, que resultou na criação do Manifesto do Rio Negro ou Manifesto do Naturalismo Natural. Conexão Planeta

A trajetória do artista brasileiro Frans Krajcberg, que completou 94 anos em 2015, aborda três questões essenciais, do ponto de vista do autor:

1. A doação do Sítio Natura e de seus bens, como seu mais importante Manifesto;

2. A experiência do último conjunto de expedições à Amazônia, de 1984 a 1988, que o autor denomina de Ciclo Juruena, e seu impacto na vida e obra do artista; e,

3. O desafio de Como criar a Expressão Brasileira, em que o autor sugere quatro medidas: 1. Elaborar o catálogo raisonée do artista; 2. Ampliar o debate sobre a vida e obra do artista; 3. Criar a escola de arte para jovens, tal qual proposto por José Zanine Caldas e Frans Krajcberg na década de 1970; e, 4. Divulgar a vida e obra do artista para a população da Amazônia, onde é bastante desconhecido, apesar de defende-la veementemente, e por ser a região de onde se origina sua matéria prima e inspiração. envolverde
O grito de Frans Krajcberg (1921 – 2017) foi semelhante a essa linguagem primitiva, na medida em que denunciou a violência do homem contra a natureza e expunha a dor das florestas devastadas. eCycle

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