O último Tanaru

Antes da chegadas das caravelas portuguesas ao que se conhece hoje pelo Estado da Bahia, a população indígena reinava soberana nas terras brasileiras.

Estudos realizados pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e publicados na EBC, comprovam que em 13 anos 891 indígenas foram assassinados no Brasil.

O cenário genocida se dá principalmente pela disputa de terra e fez com que um homem viva nos dias atuais em completo isolamento. Para entender esta história é preciso retroceder aos anos 1980, tempo em que a tribo dos Tanaru sofria com ataques de fazendeiros e seus capangas em Rondônia.

Em 1995 veio o grande golpe, a dizimação quase que completa do povoado. Só sobrou um índio.

“Esse homem, que a gente desconhece, mesmo perdendo tudo, como o seu povo e uma série de práticas culturais, provou que, mesmo assim, sozinho no meio do mato, é possível sobreviver e resistir a se aliar com a sociedade majoritária. Eu acredito que ele esteja muito melhor do que se, lá atrás, tivesse feito contato”, disse em comunicado Altair Algayer, coordenador da Funai.
O trabalho feito pela Fundação Nacional do Índio (Funai) mostra o homem, sempre sozinho, caçando, se alimentando e cultivando alimentos agrícolas, como milho e banana. Vivimetaliun
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