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Ronaldo Fleury, Procurador Geral do Trabalho, ao El País Brasil fala sobre uma lista, conhecida como lista suja, que inclui centenas de empresas brasileiras de diversos segmentos – construção, têxtil, agropecuária – todas consideradas envolvidas na contratação de trabalhadores em condições análogas à escravidão. Depois de um exaustivo trâmite legal entre a procuradoria, Supremo e Governo, a lista está disponível, por enquanto, no site do Ministério do Trabalho.

https://www.linkedin.com/pulse/trabalho-escravo-brasil-n%C3%A3o-s%C3%B3-existe-como-pode-rodrigo-focaccio

Editado via celular.

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